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Os 10% da Prefeitura de Campinas

Na última segunda-feira, 12 de janeiro, o prefeito de Campinas, Jonas Donizete, sancionou a lei do vereador Tico Costa (SDD) que obriga o pagamento em dinheiro aos atletas vencedores das corridas de rua da cidade quando a inscrição para o evento estiver condicionada ao pagamento de valores.

Os organizadores terão que separar no mínimo 10% do valor arrecadado com as inscrições para as premiações em dinheiro dos atletas. Ainda, as corridas que tiverem até 1.000 participantes deverão premiar os cinco primeiros do geral e os primeiros colocados nas categorias por faixa etária, masculino e feminino. Em eventos sem cobrança de inscrição ou com arrecadação de alimentos não perecíveis, não há obrigatoriedade de fazer o pagamento.

O vereador Tico Costa tem um blog e postou sobre esta lei no próprio dia 12 de janeiro. O vereador responde, inclusive, a um comentário no blog com a justificativa. Percebi, porém, um erro de quem fez a digitação do texto nessa parte em que o vereador diz que “essa lei vem de encontro ao desejo de maratonistas e corredores que se utilizam das provas para arrecadar um capital mínimo que lhes garanta recursos para as próximas competições”.

A expressão DE ENCONTRO, tem significado de “contra”, “em oposição a”, “para chocar-se com”. Obviamente, quiseram escrever AO ENCONTRO, mas não se deram conta disso. Esse engano à parte, a lei tem causado alguma discussão desde que foi sancionada. Afinal, com a obrigatoriedade de pagar premiação, a tendência é ou as inscrições aumentarem ou as organizadoras buscarem cidades vizinhas para realizar as provas. O custo vai aumentar e é bem provável que quem pague por isso seja o corredor.

Particularmente, pareceu uma medida que só viu um lado e não considerou o todo. O Sérgio Rocha, do Corrida no Ar, fez um vídeo comentando o assunto, e o Ricardo Nishizaki fez um texto com considerações jurídicas sobre a lei. O que você achou dessa lei? Prefeitura deve se preocupar com leis sobre corridas? Será que todas as provas em Campinas serão beneficentes? Será que vai continuar havendo provas em Campinas? Dinheiro atrai pessoas, inclusive as mal intencionadas. Haverá irregularidades por parte desses atletas?

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A corrida que tem tudo, exceto a parte de correr

zeropointzero500Se você gosta de tudo que envolve os eventos de corrida (a pompa, os enfeites, os mimos, a festividade do pós-prova), exceto a parte de correr, já existe a corrida perfeita para você. A Philly 0.0 Instant Gratification Run (ou Philly 0.0 Corrida com Gratificação Instantânea) vai acontecer dia 6 de fevereiro na Filadélfia. Se você não é de lá, NÃO SE PREOCUPE, o evento anunciou na sua página do Facebook que vai adicionar a opção de inscrições virtuais. E, sim, isso é real. Não é brincadeira.

O site da corrida diz: “A Philly 0.0 surgiu como uma maneira de trazer corredores e não corredores e torná-los iguais no meio do inverno para aproveitar a melhor parte de qualquer evento de corrida: AS FESTIVIDADES PÓS-CORRIDA”.

Os participantes vão receber números de peitos e vão alinhar para a largada como se fosse uma corrida, mas a largada vai ser também a chegada. Os participantes poderão ostentar orgulhosos suas camisetas do evento pela cidade sem necessariamente ter que fazer todo o treinamento que envolve a participação nas corridas tradicionais. É também a corrida perfeita para os corredores lesionados.

Os primeiros 100 participantes podiam se inscrever para o evento por $20. As inscrições continuam abertas, mas agora custam $35. O site do evento promete a melhor festa pós-corrida, com shows musicais e bebidas para adultos, razão pela qual os participantes devem ter pelo menos 21 anos para poderem se inscrever.

A Revista Philadelphia relata que a corrida vai mandar para os participantes um email parabenizando a todos pelo seu tempo de conclusão da prova: :01. Os prêmios serão sorteados para que todos tenham chances iguais de ganhar. Essa é a oportunidade que faltava para você conseguir convencer aquele seu amigo que nunca correu a participar de uma corrida.

Link da notícia:
Runner’s World

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A meia maratona deveria ter outro nome?

meia maratonaA meia maratona deveria ter outro nome? Há muitas idéias, mas nenhuma tão boa que pudesse ser realmente considerada. Uma corrida de 21.097,5 metros é usualmente chamada de meia maratona, mas será que deveria ter outro nome? A Running Competitor, baseada em uma reportagem do Wall Street Journal que pesquisa a história da meia maratona, aborda esse assunto.

A meia maratona tem sido a distância de corrida que mais cresce desde 2003 nos Estados Unidos. Por que não mudar para algo que soe melhor? Alguns dizem que chamar qualquer coisa de metade de outra coisa não é a melhor forma de valorizar o produto. A história do Wall Street menciona um comentário que apareceu em um fórum. A sugestão era chamar a meia maratona de Pikermi, uma cidade na Grécia, que fica aproximadamente na metade entre Atenas e Maratona. A base por trás da ideia até fazia sentido, mas o nome não pegou.

Um artigo na Philadelphia Inquirer também falou que a meia maratona precisava de um nome, enquanto vários blogs na internet lançam ideias de nomes. Nenhuma ideia ou argumento chegou a agradar. Por agora, a meia maratona ainda se chama meia maratona e talvez isso não mude. Você tem alguma sugestão de nome para dar para a meia maratona? Não consegui pensar ainda em nenhum nome melhor que meia maratona, talvez pelo costume.

Link da notícia
Running Competitor

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Correndo sem roupa: 10ª edição da Corrida Nudista

nudismoEncontramos esta notícia e achamos interessante compartilhar com vocês. Neste domingo, será realizada a corrida organizada pela reserva naturista Yatan Rumi, que acontece desde 2005, localizada na província de Córdoba, na Argentina. A corrida terá duas categorias: Amador, para os naturistas que não correm e vão participar apenas deste evento, com distância de 3 km e Elite, para os corredores habituais, não necessariamente naturistas, mas que vão na prova pela curiosidade, com distância de 4 km.

A organização espera a participação de aproximadamente 60 pessoas, com maioria masculina. Nas edições anteriores, a média de mulheres ficou entre 10 a 12 atletas. Enquanto a média de idade da comunidade nudista é de 40 anos, na corrida a faixa etárias dos participantes fica entre 25 e 60 anos. Ciente das dificuldades que uma mulher com seios grandes pode sentir por eles ficarem balançando, o organizador da prova, Miguel Suarez, explicou que, nesses casos, uma exceção é feita e é permitido o uso de sutiãs e tops esportivos. O restante dos corredores só poderá usar, no máximo, meias e tênis.

A inscrição custa $50 pesos argentinos (pouco mais de R$ 15,00) e aqueles que desejaram podem se inscrever até minutos antes do horário da largada, prevista para as 10h30 de domingo.

Link da notícia:
Atletas.info

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Recorde de mais maratonas em um ano

LarryMaconQuantas maratonas você consegue correr no período de um ano? Pela quarta vez, Larry Macon, de 69 anos, quebrou o recorde mundial de maratonas feitas em um ano, com 239 maratonas em 2013, de acordo com o site do Guinness World Record. São mais de 10 mil quilômetros em um período de 12 meses, entre 01/12/12 e 30/11/2013. Larry Macon é um advogado de San Antonio e começou a correr maratonas em 1996.

Em 2008, ele completou 105 maratonas para conseguir seu primeiro recorde no Guinness como quem mais correu maratona em um ano. Dois anos depois, ele correu 113 maratonas em 2012 e em 2012 correu 157 maratonas para fazer o recorde pela terceira vez. Larry conta que “a parte mais difícil é viajar de um lugar para o outro, fazer conexões e ficar de 2 a 3 dias sem dormir”. Para ele, “uma vez que você começa a praticar corrida, você sempre pode correr, andar ou engatinhar para concluir os 42.195 metros da maratona.

Dois outros corredores (Trent Morrow e Annette Fredskov) tentaram quebrar o recorde de Larry em 2013, mas não conseguiram. Trent Morrow correu 161 maratonas para bater o recorde de 2012 e Annette Fredskov correu 366 maratonas, mas não eram provas oficiais. Larry contou que correu 255 maratonas durante o ano de 2013, o que já pode lhe dar o recorde novamente. O Guinness considera como ano um período de 365 dias, desconsiderando o ano como é no calendário.

Na página do Guinness alguém comentou perguntando por que alguém faria isso? A resposta parece simples: aquele desejo súbito e incontido de ter um recorde com o seu nome, seja qual for, mesmo que não parece nada saudável e indicado para ninguém. É um recorde que vale pela curiosidade e ainda por ter sido feito por alguém com 69 anos. E só.

Link da notícia:
Runner’s World

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Adolescente de 17 anos vence maratona

Na semana passada, trouxemos a notícia de que Doug Fernandez, de 54 anos, venceu a Maratona de Harrisburg. Pois bem. Encontramos outra notícia na Runner’s World sobre mais um vencedor de maratona com idade, digamos, inusitada. A adolescente Alana Hadley, de 17 anos, venceu a Monumental Marathon, em Indianápolis, dia 1 de novembro, com o tempo de 2:38:34, quebrando ainda o recorde do percurso.

Ela melhorou seu tempo de 2013, que havia sido de 2:41:56, nesta mesma prova. Alana disse: “é uma sensação incrível! Você sempre sonha em vencer uma corrida. E melhor ainda foi o fato de ser capaz de lidar com as condições do tempo e executar meu plano de corrida de forma quase perfeita”.

Alana correu a primeira metade em 1:19:28 e a segunda metade em 1:19:06, fazendo um split negativo, que era parte da estratégia dela. “Decidi que o split negativo seria a melhor opção, fazendo o que era possível contra o vento e aproveitando quando ele estava a meu favor”, disse Alana.

Alana tem o segundo melhor tempo dentre as colegiais norte-americanos. O melhor tempo é de Cathy Schiro, que fez 2:34:23 em 1984. Schiro passou a fazer de 1988 e 1992 as equipes olímpicas da maratona como Cathy O’Brien. A melhora do tempo poderia sugerir que foi um ano bom, de progressão nos tempos. No entanto, foi um ano difícil para Alana.

Depois da Monumental Marathon do ano passado, ela acrescentou muitos treinos de qualidade e acabou desenvolvendo uma lesão por estresse no terceiro metatarso do pé direito. Foi sua primeira grande lesão na corrida, que começou, vejam só, quando ela correu sua primeira corrida de 5 km aos 6 ANOS.

Depois de quatro semanas parada por causa da lesão, entre dezembro e janeiro, ela voltou a correr sua quilometragem semanal, que gira em torno de 170 km. Decidiu tentar correr a Grandma’s Marathon em junho, mas teve que abandonar a prova no km 32 por causa de dores no quadril. Depois desse resultado e do desempenho ruim na Rock ‘n’ Roll Virginia Beach Half Marathon, Alana decidiu tratar as coisas com um pouco mais de profissionalismo.

Procurou uma clínica de esportes para resolver seu problema no quadril e decidiu ter mais flexibilidade nos seus planos e objetivos nas corridas. Essa flexibilidade ajudou no dia da maratona. Como o tempo não estava em condições ideais, Alana teve que mudar seu plano de corrida para as condições que se apresentavam.

Alana tem como objetivo as eliminatórias olímpicas e, se tudo der certo, representar os Estados Unidos no Rio de Janeiro. “Ao concentrar em conseguir tempos mais baixos e correndo mais rápido, acho que estou no caminho certo para me tornar mais competitiva em campeonatos nacionais e conseguir uma vaga na equipe do Campeonato do Mundial”, disse ela.

Alana é treinada por seu pai e vai continuar sendo treinada por ele a distância quando for para a faculdade em 2015. Ela ficou com três opções de escolha, todas na Caroline do Norte, seu estado natal. Uma das razões que levaram Alana a correr a Monumental Marathon este ano foi a oportunidade de fazer um doação para uma instituição de caridade de Indiana. Ela escolheu a Sociedade de Autismo de Indiana porque sua irmã de 10 anos é autista, assim como um dos seus primos.

Notícia traduzida. Link original:
Runner’s World

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Homem de 54 anos vence maratona

A Runner’s World trouxe uma notícia bem interessante sobre a vitória de Doug Fernandez na Maratona de Harrisburg, Pensilvânia, no último dia 09 de novembro. O detalhe é que Doug tem 54 anos e esta foi a primeira maratona que ele ganhou na vida. Dizem que as coisas boas vem para quem espera e na 17ª maratona, Doug foi o primeiro a passar pela faixa na chegada com o tempo de 02:40:23 (ritmo de 3:48 min/km). Doug superou Juan Martinez, de 36 anos, nos quilômetros finais.

Doug acredita que a idade é mais mental do que física e exageram sobre isso. Doug disse que “esse é o problema quando você é velho, as pessoas focam mais na sua idade do que nas suas realizações”. Quando Doug corre, ele nunca tenta vencer os corredores da sua faixa etária, mas sim vencer todos. Nas palavras dele, “eu sou um jovem de 25 anos”.

Doug geralmente corre as maratonas maiores e o que ele consegue é vencer na faixa etária. Ele sabe que não vai vencer os quenianos. Entretanto, Doug pesquisou os tempos vencedores anteriores da Maratona de Harrisburg e sabia que tinha condições de vencer. Percebeu que correndo em 2h40′, se não vencesse, estaria pelo menos entre os 5 melhores.

Nas maiores maratonas, Doug tem obtido bons resultados na faixa etária. Foi segundo na categoria 50-54 anos na Maratona de Boston 2014 por dois segundos, terminando a prova em 02:34:43, seu recorde pessoal depois dos 45 anos. Ele estava perto do outro atleta da faixa etária no fim, mas não sabia que estava tão perto. Acha que se soubesse, teria passado.

Seis semanas antes de vencer em Harrisburg, Doug venceu na faixa etária na Maratona de Berlim com o tempo de 02:37:04. Em 2015, Doug espera venceu na sua faixa etária na Maratona de Boston, Maratona de Berlim e Maratona de Nova York, ainda que Berlim e Nova York estejam separadas por cinco semanas. Ele correu quatro maratonas em 2014. E em 2015 estará em uma nova categoria, 55-59 anos, o que Doug diz ter uma diferença significativa.

Doug Fernandez nasceu na Venezuela e veio para os Estados Unidos estudar na Universidade do Colorado. Ele correu em pistas lá e diz que correu seu melhor tempo nos 800 metros em 1:49 (o recorde mundial é 1:40). Depois, entrou para o exército e parou de correr. Aos 45 anos, depois de 20 anos parado e pesando 111 kg, voltou a correr com a esperança de perder o peso.

Ele começou devagar, mas correndo mais quilômetros e perdendo peso, sua competitividade voltou. Em 2007, com 47 anos, ele correu uma maratona em 03:08:43 e continuou melhorando desde então. Atualmente, Doug pesa 81 kg e corre em torno de 160 km por semana no auge da preparação. Ele treina por conta própria e faz seus próprios treinos. Durante o dia, trabalha em pesquisa e desenvolvimento para a Philip Morris.

Doug diz que “a chave é não colocar barreiras de idade na sua mente, e aí você vai fazer muito melhor. As pessoas ficam velhas prematuramente em suas mentes. Você sempre tem que pensar que você é jovem”. Prestem atenção ao que Doug Fernandez diz, parem de reclamar da vida e corram!

Post traduzido. Link da notícia:
http://www.runnersworld.com/masters/54-year-old-man-wins-harrisburg-marathon

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Relógios esportivos da TomTom chegam ao Brasil

tomtomA marca TomTom lança sua linha de relógios esportivos. TomTom Runner e TomTom Multi-Sport têm tela extra grande, com gráficos de treinamento full-screen e são os primeiros do mercado com um único botão de controle que torna mais fácil o acesso às suas diversas funções. Os valores podem variar de R$ 749,90 até 1.599,90 (com kit completo).

Os usuários dos relógios TomTom Sports poderão fazer o upload automaticamente de suas atividades no TomTom MySports, aplicativo móvel, disponível para a plataforma iOS, capaz de carregar facilmente o histórico de desempenho dos treinamentos sem se conectar a um computador.

Além da capacidade de apurar rapidamente informações sobre desempenho, ambos incluem uma variedade de recursos projetados para atender às necessidades dos atletas, como:

  • Design Ultra-Slim: com apenas 11.5 milímetros, o design slim se adapta a homens e mulheres;
  • Indoor Tracker: acompanha com precisão corridas indoor utilizando sensores embutidos para contar as pisadas, permitindo monitorar ritmo e distância enquanto os usuários correm na esteira;
  • QuickGPSFix: disponível para início imediato graças à tecnologia de satélite GPS e GLONASS, que encontra rapidamente a localização exata;
  • Display ultra-resistente: resistente a arranhões e impactos;
  • À prova d’água e condições climáticas: à prova d’água até 5ATM;
  • Bateria de longa duração: bateria com 10 horas de duração no modo GPS;
  • Monitor de frequência cardíaca: com esse acessório opcional, é possível utilizar o Bluetooth para rastrear as zonas-alvo para controle de peso, desempenho ou velocidade.

O relógio TomTom Multi-Sport, feito para ser utilizado em três diferentes atividades físicas, inclui ainda opções para prática de natação e bike:

  • Suporte Bike Mount: permite ver facilmente as principais estatísticas durante o treino na bike;
  • Sensor de Cadência: com esse acessório opcional, é possível monitorar cadência, velocidade e distância tanto em treinos em locais fechados ou ao ar livre;
  • Sensor de Movimento para Piscina: fornece métricas de natação detalhadas, como número de voltas, tempo, velocidade e braçadas, além de calcular a pontuação SWOLF para mostrar a eficiência do exercício.