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COVID-19: Strava e Universidade de Stanford apresentam estudo que mostra que COVID-19 impacta diretamente bem-estar e motivação de atletas profissionais

O Strava, a principal plataforma para atletas e a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 70 milhões de atletas, sendo mais de 9 milhões só no Brasil, anunciou nesta terça-feira, 20, o lançamento do estudo “O Impacto da COVID-19 em atletas profissionais”. A pesquisa foi feita com 131 atletas de alto rendimento nos Estados Unidos e revelou os danos financeiros, pessoais e motivacionais causados pela pandemia do coronavírus na comunidade esportiva. Enquanto o estudo revela mudanças no comportamento incluindo significativas alterações nos horários de treinos, o material também chama atenção para perseverança e resiliência da comunidade esportiva durante um dos períodos mais desafiadores do mundo moderno.

O estudo comprovou impactos significativos na saúde mental dos atletas. De acordo com a pesquisa, 1 em cada 5 esportistas relatou dificuldade em se exercitar relacionada à motivação. Antes das restrições impostas pela COVID-19, 3,9% dos atletas disseram se sentir para baixo mais da metade dos dias da semana. Esse número sobe para 22,5% durante as restrições do coronavírus, o que equivale a um aumento de 5,8 vezes. E quando o foco é o aspecto financeiro dos analisados, 71% dos atletas pesquisados se preocupam em receber uma compensação financeira por suas atividades durante o período de restrições pela COVID-19.

A pesquisa também analisou a rotina de treinos de cada um deles e chegou a conclusão que os hábitos sofreram alterações durante a pandemia: 31% dos atletas aumentaram a duração das sessões de treinos durante o período da pesquisa. Os dados de atividade do Strava indicaram que eles se exercitavam por 92 minutos por dia, em média, antes das restrições da COVID-19, e 103 minutos por dia durante o período de restrições.

Os atletas ainda reportaram que modificaram os treinos em grupo ou com um parceiro devido às restrições da pandemia. Antes da COVID-19, 91,2% dos esportistas treinavam com um parceiro pelo menos uma vez por semana. O mesmo dado cai para 68,9% durante a pandemia. Ainda sobre essas mudanças, a pesquisa mostra que 39,7% dos participantes treinavam em equipe pelo menos uma vez por semana no período pré-pandemia e durante as restrições apenas 11,6% continuaram com essa rotina. O que representa uma queda de 3,4 vezes.

No Brasil, o ciclista profissional Pippo Garnero concorda com as informações reveladas pelo estudo. “Minha rotina como atleta profissional foi afetada pela pandemia, sobretudo em virtude do cancelamento de todas as competições e da incerteza quanto ao calendário esportivo anual. Sem competições, um atleta fica absolutamente sem norte” explica Pippo, que completa: “o ciclo de um atleta de alto rendimento não é muito longo. Um ano sem competições equivale a um ano perdido, pois é na competição que o profissional mostra o resultado de seu trabalho, de todo o seu esforço durante o treinamento. É competindo que se ganha visibilidade e dinheiro para seguir a vida como atleta profissional”.

“O estudo trouxe a clareza de que a COVID-19 teve amplas implicações na comunidade atlética, particularmente quando se trata de saúde mental”, explica a Dra. Megan Roche, pesquisadora clínica e candidata a doutoranda em epidemiologia na Universidade de Stanford. “A parceria com o Strava nos possibilitou ter um entendimento holístico do que os profissionais estão passando. Combinado com a mudança do cenário esportivo, nós podemos entender melhor os impactos desses efeitos a longo prazo nos atletas e como conseguimos ajudar com possíveis intervenções”, completa.

O autor, professor de Stanford e médico de medicina esportiva, Dr. Michael Fredericson afirma: “As descobertas desse estudo ajudarão a guiar nossa abordagem para maximizar a saúde dos atletas de elite em todo país durante esse período sem precedentes. Embora esteja incrivelmente impressionado com a coragem desses profissionais, agora temos claras evidências do dano que isso está causando em sua saúde mental. O estresse descontrolado pode diminuir a resposta imunológica do corpo, bem como prejudicar a capacidade de recuperação completa dos exercícios intensos. Precisamos fornecer recursos adicionais para ajudar os atletas a enfrentar esses desafios”.

As principais descobertas do estudo incluem:

Atletas profissionais de alto rendimento relataram impactos significativos na saúde mental

  • 1 em cada 5 atletas reportou dificuldade em se exercitar relacionada à motivação, saúde mental e COVID-19

  • Antes das restrições impostas pela COVID-10, 3,9% dos atletas reportaram se sentir para baixo ou depressivos mais de metade dos dias da semana. Esse número sobe para 22,5% durante as restrições do coronavírus, o que equivale a um aumento de 5,8%.

  • Antes das restrições da COVID-19, 4,7% dos atletas disseram se sentir nervoso/ansioso mais da metade dos dias da semana. Esse número sobe para 27,9% durante a pandemia, representando um aumento de 5,9%.

COVID-19 afetou atletas financeiramente

  • 71% dos atletas pesquisados se preocupam em receber uma compensação financeira por suas atividades durante o período de restrições pela COVID-19

Os hábitos de atividades dos atletas foram alterados durante a COVID-19

  • 31% dos atletas reportaram aumento da duração das sessões de treinos durante o período da pesquisa

  • Dentre os que aumentaram a duração dos treinos, os dados de atividade do Strava indicaram que eles se exercitavam por 92 minutos por dia, em média, antes das restrições da COVID-19, e 103 minutos por dia durante as restrições da COVID-19

  • 17% dos atletas reportaram crescimento da intensidade das sessões de treinamentos durante o período analisado

Os atletas ajustaram o treinamento em grupo, seja com um parceiro, equipe ou técnico devido às restrições do COVID-19

  • Antes da COVID-19, 91,2% dos atletas treinavam com um parceiro pelo menos uma vez por semana. O mesmo dado cai para 68,9% durante a pandemia.
  • 39,7% dos participantes treinavam em equipe pelo menos uma vez por semana no período pré-pandemia e durante as restrições apenas 11,6% continuaram com essa rotina. O que representa uma queda de 3,4%.

O primeiro semestre deste ano foi extremamente disruptivo para o esporte com cancelamentos de eventos mundiais, incluindo o adiamento dos Jogos Olímpicos de 2020 e dezenas de maratonas, incluindo a Maratona de Boston, Maratona de Nova York e Maratona de Chicago. Entretanto, há indícios de que a comunidade esportiva está começando a encontrar soluções para competir com segurança, incluindo a organização bem-sucedida do Tour de France e o crescente interesse em maratonas virtuais.

Atletas de todos os níveis contam com resiliência e perseverança para atingir seus objetivos e agradeço a franqueza daqueles que participaram e estão mostrando aos colegas que não estão sozinhos em suas adversidades. Mesmo neste ano extraordinariamente desafiador, é claro que a comunidade atlética continua a se esforçar”, afirma Michael Horvath, CEO do Strava. “Estamos orgulhosos com a parceria com Stanford, Dr. Fredericson e Dra. Roche para esta importante experiência pela qual os atletas profissionais do mundo estão passando”.

Metodologia:

Esta pesquisa foi realizada em parceria do Strava com a Universidade de Stanford. Inclui as respostas de 131 atletas profissionais dos Estados Unidos, entre ciclistas, corredores e triatletas do Strava. Os atletas responderam a uma pesquisa de 30 perguntas e 114 atletas deram autorização para que seus dados de atividade fossem analisados. Pré-COVID-19 significa datas entre 1º de janeiro de 2020 e 14 de março de 2020, e durante COVID-19 são as datas entre 15 de março de 2020 e 20 de agosto de 2020. A pesquisa foi realizada de 12 de agosto de 2020 a 25 de agosto de 2020. População de atletas profissionais: 44% corredores, 39% ciclistas, 11% triatletas, 6% outros

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Corrida Unimed Flower RUN terá edição inédita em Brasília

A Central Nacional Unimed, em parceria com Grupo de Corrida Conta Passos, anuncia a edição 2020 da Corrida Unimed Flower RUN Live Virtual. Este ano, devido a pandemia ocasionada pela Covid-19, o evento foi adaptado e irá mesclar o físico com o virtual, como uma forma de conciliar a segurança dos participantes e o estímulo à prática de atividades físicas.

Corredores poderão se inscrever para realizar o circuito de 5 quilômetros individualmente e no local que achar adequado. Além disso, 20 convidados terão a vivência real do evento de rua, com toda a segurança que o momento exige. A largada será no dia 18 de outubro, Dia do Médico, a partir das 7h30 da manhã.

“A Corrida Unimed Flower RUN Live Virtual veio para fazer com que os atletas, assim como pessoas que admiram a modalidade, não percam a esperança que tudo pode voltar a ser como era antes, de uma forma até mais intensa. Estamos numa era de inovações e temos o privilégio de Brasília ser uma cidade ampla e com diversos locais abertos e isolados”, conta a organizadora do evento, Thays Aragão.

Mesmo virtualmente, o evento tradicional em Brasília voltado à saúde da mulher e prevenção do câncer de mama não perderá sua essência. Um estúdio será montado às margens do Lago Paranoá com cobertura ao vivo durante a prova, trazendo resultados parciais, entrevistas, bate-papo e show da banda brasiliense ‘Maria Vai Casotras’. Além disso, o Grupo Corrida Conta Passos sorteará dois seguidores de suas redes sociais para vivenciarem esse momento de retomada dos eventos esportivos presencialmente, seguindo todos os protocolos sanitários da Organização Mundial da Saúde – OMS. Outro diferencial é que haverá uma transmissão ao vivo, via zoom, em que os participantes poderão interagir uns com os outros e compartilhar essa experiência.

“Nós acreditamos nos resultados dos hábitos saudáveis para garantir uma vida mais plena, com qualidade e bem-estar. Principalmente no cenário em que nos encontramos, ter momentos de lazer e escape se fazem ainda mais importantes. Estamos felizes em estimular a prática do esporte e vincular pelo segundo ano a marca Unimed à essa causa nobre e urgente do cuidado e saúde da mulher”, afirma Sizenando Campos, diretor Comercial e de Marketing da Central Nacional Unimed.

A edição 2019 da Unimed Flower RUN contou com a participação de mais de 1.800 mulheres. Dessa vez, mulheres e homens poderão se inscrever para participar virtualmente e se conscientizar sobre hábitos para uma vida mais saudável.

As vagas para participar da corrida são limitadas. Existem três opções de kits de participação com preços a partir de R$ 69,90, e a retirada pode ser feita apenas em formato Drive-Thru. Para mais informações, acesse: www.centraldacorrida.com.br/flower-run-live-virtual.

Serviço:
Corrida Unimed Flower RUN – Online
Transmissão ao vivo via Zoom
Data: 18 de outubro
Horário: a partir das 7h30
Inscrições: www.centraldacorrida.com.br/flower-run-live-virtual

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Strava atualiza a aba de treinamentos, com novos gráficos para metas personalizadas

O Strava, maior plataforma esportiva do mundo, com mais de 69 milhões de atletas, sendo mais de 9 milhões só no Brasil, anunciou nesta quarta-feira, 7, uma atualização na aba de treinamentos para seus assinantes. Agora, a plataforma passa a oferecer uma noção clara se eles estão à frente ou atrás de uma meta que estabeleceram, visualizando seu progresso e trajetória com novos gráficos para metas personalizadas.

Esta atualização complementa as melhorias feitas pelo Strava no recurso Metas personalizado no início de 2020, quando expandiu para todos os tipos de esportes e adicionou metas mensais e as de elevação (escalada). Os gráficos são particularmente úteis para metas de longa duração e para acompanhar suas tendências ao longo do tempo.

Agora, os assinantes podem definir metas semanais, mensais e anuais para todos os 32 tipos de esportes dentro do Strava, com base na distância ou elevação. Além disso, podem visualizar seu progresso, expandindo os novos gráficos na aba de treinamentos.

“O Strava é uma comunidade onde atletas de todos os níveis podem definir e alcançar seus objetivos de treinamento e saúde, usando ferramentas para análise do seu progresso e desempenho. Um dado relevante é que 96% dos nossos assinantes que determinaram uma meta em janeiro, ainda estavam ativos em julho”, afirma Rosana Fortes, country manager do Strava no Brasil.

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Strava e Instituto Protea lançam desafio em apoio ao Outubro Rosa

Para apoiar o Outubro Rosa e chamar atenção para a prevenção ao câncer de mama, o Strava, principal plataforma para atletas e a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 69 milhões de atletas, sendo mais de 9 milhões só no Brasil, se uniu ao Instituto Protea e um desafio exclusivo em prol da saúde.

Para participar, os usuários que aderirem ao desafio (https://www.strava.com/challenges/protea) terão que praticar cinco horas de atividade física ao longo de duas semanas (entre 12 e 26 de outubro) e salvar o registro no Strava. Todos que concluírem o desafio receberão uma medalha digital personalizada desta ação.

Além disso, os participantes que completarem as horas de exercício também receberão um desconto para comprar uma jersey de ciclismo ou camiseta esportiva do Instituto Protea com patrocínio do Strava, Roldão, Superbid e Escalera CC. O valor arrecadado será doado ao Instituto Protea para custear exames e o tratamento completo de mulheres de baixa renda com Câncer de Mama.

“Estima-se que por meio da alimentação, atividade física e nutrição é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Um estilo de vida regrado é o primeiro passo, para viver bastante com qualidade de vida”, explica Cristina Assumpção, Diretora Executiva do Protea.

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. De acordo com o INCA, o câncer de mama é o primeiro tipo da doença que mais acomete brasileiras depois do câncer de pele não melanoma. Ele representa aproximadamente 30% dos casos de câncer feminino e a estimativa é que 1 em cada 8 mulheres no mundo terão câncer de mama ao longo da vida.

“Globalmente o Strava tem histórico de apoiar causas, e aqui no Brasil não seria diferente. Com o Desafio Protea, queremos chamar ainda mais atenção à causa do Outubro Rosa, a prevenção ao câncer de mama. Contamos com o engajamento da nossa comunidade”, ressalta Rosana Fortes, country manager do Strava no Brasil.

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Strava traz novo tratamento de mapa, que muda de cor conforme a intensidade da atividade

O Strava, a rede social dos atletas que tem mais de 68 milhões de atletas no mundo e mais de 9 milhões só no Brasil, anunciou um aprimoramento em seus mapas. Agora, as atividades dos atletas poderão mostrar os mapas personalizados de acordo com a intensidade de cada exercício, sempre que forem usadas hashtags específicas no título ou na descrição da atividade.

Assim, ao invés da cor única padrão, a linha da rota realizada usará um esquema de cores que reflete parte dos dados registrados durante a atividade, de acordo com o seguinte padrão:

#maparitmo – Cores mais escuras mostram os paces mais rápidos;

#mapavelocidade – Cores mais escuras mostram velocidades maiores;

#mapafrequênciacardíaca / #mapafc – Cores mais escuras mostram batimentos cardíacos mais altos;

#mapapotência – Cores mais escuras mostram os momentos de maior potência;

#mapainclinação – Vermelho mostra as subidas, verde as descidas;

#mapatempo – Cores mais escuras aparecem mais tarde na atividade;

#mapaelevação – Cores mais escuras mostram as maiores elevações/altitudes;

#mapatemperatura – As cores variam de acordo com a temperatura (vermelho é mais quente).

Em outras palavras, com esta atualização, os mapas passam a mostrar cores de acordo com um tipo de fluxo de dados específico da atividade, escolhido como fonte de valores de dados. Cada tipo de fluxo de dados possui um gradiente distinto de cor. A função está disponível para os assinantes do Strava, mas é visível por todos, assinantes ou não. Assim, um atleta pode escolher  um treino de ciclismo que mostre sua potência utilizada, uma corrida em trilha acidentada que mostre sua elevação, uma maratona que mostre sua frequência cardíaca, ritmo ou velocidade.

“É interessante destacar que o #statmaps, como foi chamada internamente a ação, foi desenvolvido a partir de um hackathon trimestral chamado ‘Strava Jams’, em que as sugestões dos atletas de cada país onde o Strava tem operação são sugeridas para os desenvolvedores da plataforma”, comenta Rosana Fortes, country manager do Strava no Brasil. Outros recursos originais desenvolvidos a partir de Strava Jams e lançados são o Strava Live Segments, a opção de recorte de atividade no celular, o uso de fotos no perfil do celular e a função de esforço percebido, entre outras.

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Rio do Rastro Marathon abre inscrições

Você até pode conhecer a Serra do Rio do Rastro, ter corrido por ela, mas ainda tem muita coisa para descobrir e viver pela desafiadora e indescritível estrada de Santa Catarina. A Rio do Rastro Marathon, recém-lançada pelas duas maiores organizadoras de corrida do sul do Brasil, vai proporcionar aos corredores e ciclistas um novo desafio com um ganho de altimetria de mais 2.400 metros. É uma verdadeira busca de superação em dois dias de provas, 15 e 16 de maio de 2021.

A famosa e misteriosa serpente da Serra Catarinense com 256 curvas vai receber atletas de várias partes do Brasil nas provas de ciclismo de estrada, mountain bike num percurso de 40km e corrida de estrada: 25km e 42km. Os atletas, que podem participar de mais de uma modalidade, vão se desafiar subindo a Serra do Rio do Rastro. “A maratona se torna a mais difícil do Brasil devido à altimetria e também as variáveis do clima da região, já que no mês de maio pode até nevar. O percurso é realmente desafiador como muitos atletas pediram. Já começa com subida e logo depois tem 7km de estrada de chão. Todos os atletas deverão concluir os 42km no tempo máximo de 06h59m59s. O ponto de corte vai ser no km 29,5 – Mirante 12 com 04h29m59s.” explica o diretor técnico do Mountain Do, Kiko dos Santos.

O tempo máximo para terminar os 25km de corrida será de 04h29m59s e tempo de corte será no km 12,5 com 02h04m59s. Já na bike o ciclista poderá concluir os 40km em até 03h59m59s. “Mesmo quem completar a prova fora do tempo limite e/ou cortado no ponto de corte vai receber uma medalha de participação”, completa Kiko.

Para a ultramaratonista Alessandra Luchtemberg correr na Serra do Rio do Rastro é viver emoções que jamais vão ser esquecidas. “Tudo que um corredor pode imaginar de emoção em uma corrida, ele com certeza irá encontrar na Rio do Rastro Marathon. É uma prova que além do desafio pessoal, tem o desafio da montanha, aquelas curvas intermináveis, paisagens de tirar o fôlego e o clima que nunca podemos prever. É uma maratona diferente de qualquer outra.  A Serra permite subir aquele corredor que se conecta com a essência da prova e que tem respeito pela grandeza e exuberância da montanha”.

ABERTURA DAS INSCRIÇÕES

As inscrições abrem no dia 15 de outubro e terão lotes limitados. São 500 vagas para o ciclismo (todas no primeiro lote) e 1000 vagas para 25k e 1000 vagas para os 42km. Os atletas podem se inscrever no site da prova até o dia 05 de novembro ou anterior a essa data caso atinja o limite técnico de cada modalidade. Para as provas de bike o valor da inscrição no lote promocional é de R$ 350,00. Já para os 25km R$275,00 e R$ 310,00 para os 42km. Não é preciso comprovar índice para participar da Rio do Rastro Marathon.

VAGAS POR SORTEIO

Os corredores que não conseguirem se inscrever nos 25km ou 42km ainda vão ter uma terceira chance no lote social que será por sorteio. As inscrições vão custar R$ 600,00 e R$ 700,00. A pré-inscrição será gratuita no site oficial da prova entre os dias 06 e 10 de novembro. No dia 11 vai ser feito o sorteio através de um software de sorteio eletrônico, de forma segura e aleatória. A divulgação será feita no mesmo dia às 14h, através do site e também via e-mail cadastrado. “As vagas sociais foram criadas com objetivo de arrecadar verba para entidades carentes nos municípios parceiros do evento, Bom Jardim da Serra, Lauro Muller e Orleans. Os valores serão revertidos para organizações sem fins lucrativos, depois de deduzidos a taxa de serviço, seguro, impostos e valor da inscrição de cada prova. Além disso, a Rio do Rastro Marathon vai doar uma tonelada de alimentos para as entidades e cada atleta vai doar ainda um quilo de alimento ao retirar o kit da prova”, conta Mariana Neves, coordenadora de eventos da Corre Brasil.

A Corre Brasil e o Mountain Do ainda vão disponibilizar uma lista de espera que vai ser atualizada conforme a demanda de vagas. Além disso, agências de turismo e viagens parceiras também vão ter algumas vagas a partir do dia 15 de outubro, para atender atletas que preferem a comodidade de adquirir um pacote de atendimento mais completo.

O Kit sempre é uma curiosidade dos atletas. Mas quem já fez provas da Corre Brasil e do Mountain Do sabe que sempre tem uma alta qualidade, e na Rio do Rastro Marathon não poderia ser diferente.  Serão duas camisetas – da prova e de finisher – mochila, cinta multiúso, toalha de banho e manta térmica (entregues após conclusão da prova), viseira, squeeze, sacola para guarda volumes, além da revista edição especial do evento. O medalhão finisher por modalidade vai ser entregue para todos os concluintes dentro do tempo limite de cada modalidade.

NOVIDADE NA PREMIAÇÃO

Os cinco primeiros colocados em cada modalidade vão receber troféus. Já nos 25km e 42km de corrida, os atletas ainda vão ganhar uma inscrição para a edição da Rio do Rastro Marathon de 2022. Nas provas de corrida também vai ter premiação por categoria.

A grande novidade é que na corrida vai ter uma premiação especial: o Desafio 7k da Santa – trecho considerado o mais difícil da serra. “Nós também vamos premiar com uma inscrição para a edição de 2022 e ainda uma medalha diferenciada, as três mulheres e os três homens mais rápidos no trecho que inicia na Santa e termina na chegada da prova. A organização vai realizar uma aferição a partir do km 35, onde o critério de premiação será o menor tempo neste trecho do percurso. Tudo vai depender da estratégia de cada atleta e ainda mais do preparo”, conta Mariana. A divulgação dos ganhadores será feita logo depois do evento em uma live pós-prova!

Nessa primeira edição, a Corre Brasil e o Mountain Do optaram por limitar o número de atletas em cada prova e também não criar um desafio à parte. “Nós queremos proporcionar uma experiência incrível para os atletas. Estamos dando prioridade para a segurança. Vamos oferecer um bom serviço, disponibilizar uma grande equipe médica e de socorristas com ambulâncias e motos, e claro, uma hidratação que o atleta merece. Serão 24 pontos no percurso, sendo na reta final a cada 1km”, finaliza o diretor técnico da Corre Brasil Ricardo Ziehlsdorff.

Entrega de Kits e Expo

Dias 13 a 15 de maio, no Centro de Eventos Galiano Zomer – Rua Rui Barbosa, 360 – Centro de Orleans

Largadas

No dia 15 de maio (sábado):

7h – Largada 25k – De fronte Prefeitura de Lauro Muller – Rua Walter Vetterli, 239 – Lauro Muller

15:30h – Largada 40k Ciclismo de Estrada – Paredão de Orleans – Rua Etiene Galdenti Stwilrski, 282 – Centro – Orleans

15:45h – Largada 40k MTB – Orleans – Paredão de Orleans

No dia 16 de maio (domingo):

7h – Largada 42k – Orleans – Paredão de Orleans

Site oficial da prova: www.riodorastromarathon.com.br

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10 KM Tribuna FM-Unilus terá 2 corridas em 2021

2021 terá duas edições dos 10 KM Tribuna FM-Unilus, a principal corrida de rua do País na distância. Neste ano, a 35ª edição foi adiada devido à pandemia do Covid-19, foi remarcada para o dia 15 de novembro, mas com a coincidência de datas com as eleições municipais, teria de ser alterada mais uma vez. A organização, então, decidiu promover duas disputas no próximo ano, uma no dia 16 de maio, o terceiro domingo do mês, data que tradicionalmente é realizada a corrida, e a segunda em 19 de setembro.

Os 3.507 atletas que seguem inscritos no evento adiado de 2020 têm suas vagas garantidas para a corrida do próximo ano, sem custos adicionais. “Fomos a primeira corrida do Brasil a adiar a data, preocupados com a saúde dos participantes. Vamos seguir todos os protocolos determinados, pensando na segurança de todos”, afirma o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini.

O presidente da Fundação Lusíada, doutor Mauro Dinato, e o reitor do Centro Universitário Lusíada (Unilus), Paulo Habice Moretti, elogiaram a decisão do Grupo Tribuna em adiar a disputa, pela segurança de atletas e do público, devido à pandemia, e aproveitaram para enaltecer a parceria de uma década. “Foi uma decisão acertada”, diz Dinato.

“Esta prova serve de estímulo para que as pessoas pratiquem rotineiramente exercícios físicos, particularmente corridas, para que possam participar deste evento tão tradicional em nossa cidade”, ressalta o presidente da Fundação Lusíada. “Para o Unilus, uma instituição forte na área de saúde, é muito importante esse vínculo com este evento. Nos dias atuais, o ser humano está cada vez mais preocupado com a saúde, o bem-estar físico e psicológico, em busca da qualidade de vida”, reforça reitor do Unilus.

A corrida teve sua primeira edição em 1986 e no ano passado reuniu 20 mil inscritos. Uma das grandes atrações é seu percurso totalmente plano, ao nível do mar, em vias largas, grandes retas, com poucas curvas e os dois últimos quilômetros pela avenida da praia, propício a marcas pessoais.

Até hoje foram 30 vitórias estrangeiras, 15 no masculino e 15 no feminino, sendo 26 de atletas africanos, 21 delas com quenianos. Na última década, apenas dois brasileiros venceram em Santos: Marilson Gomes dos Santos em 2010 e 2011 e Tatiele Roberto de Carvalho, em 2017. Marilson, inclusive, é o maior vitorioso, com nada menos que seis primeiros lugares. Vanderlei Cordeiro de Lima e Ronaldo da Costa, outros dois ícones brasileiros também fizeram história na corrida santista.

Mais detalhes da prova pelo e-mail [email protected].

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Strava Metro, principal plataforma global sobre deslocamento em transporte não motorizado, agora é gratuito em todo o mundo

O Strava, a principal plataforma para atletas e a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 68 milhões de atletas e mais de 9 milhões só no Brasil, anunciou nesta quarta-feira, 23, que o Strava Metro, principal plataforma global sobre deslocamento em transporte não motorizado, está agora disponível de forma gratuita para urbanistas, governos municipais e ativistas que defendem infraestruturas seguras. Para ter acesso ao serviço, basta que as cidades façam uma solicitação para o Strava e apresentem para a empresa um plano de mobilidade urbana.

“Sempre acreditamos que a comunidade Strava poderia dar a sua contribuição de diversas formas. O Strava Metro é uma delas. E dada a necessidade crescente de infraestrutura para ciclistas e pedestres, sentimos que o Strava Metro era muito valioso e importante para não ser disponibilizado a qualquer organização que tentasse fazer a diferença no projeto de futuro das cidades”, afirma Mark Gainey, co-fundador do Strava.

Com cerca de metade dos brasileiros trabalhando em casa durante a pandemia e uma crescente preocupação relacionada com a segurança na utilização do transporte público, os métodos e destinos dos deslocamentos diários mudaram em grande escala. Milhões de pessoas publicam no Strava suas pedaladas, corridas e caminhadas todas as semanas, usando seus smartphones ou dispositivos GPS. O Strava Metro então agrega estes dados, de forma anônima, para depois disponibilizá-los, com intuito de ajudar departamentos de transporte e grupos de planejamento urbano a entender melhor os padrões de mudança nos deslocamentos, melhorar a segurança e avaliar projetos de infraestrutura.

Enquanto as cidades ao redor do mundo estão lutando com os efeitos da COVID-19 no transporte ativo, o Strava Metro proporciona acesso gratuito a dados detalhados sobre mobilidade para ajudar a tomar decisões mais eficazes sobre planejamento e infraestrutura urbana. Números da plataforma mostram, por exemplo, que na cidade de São Paulo houve um crescimento de 248% no tráfego de bikes na ciclovia da Faria Lima em julho deste ano quando comparado com o mesmo mês do ano passado. A cidade de São Paulo, como um todo, teve um crescimento de quase 39% no total de atividades de bicicleta dentro do Strava no mês de julho e de mais de 31% em agosto.

Já no Rio de Janeiro, alguns trechos com grande crescimento ano a ano foram o Aterro do Flamengo, com 277%, a Avenida Niemeyer (156%) e o Boulevard Olímpico (145%), sempre comparando os meses de julho de 2019 com julho de 2020. Os números apontam que mesmo com muitas cidades em quarentena desde meados de março, os brasileiros estão cada vez mais optando pelas bikes ao invés de outros meios de transporte. Ainda no Rio, o mês de agosto teve um crescimento de 91% no total de atividades de bicicletas registradas no Strava, comparando ano a ano.

“O Brasil tem potencial enorme para usar o Strava Metro. Temos grandes cidades, muitas vezes congestionadas, e interesse cada vez maior da população por transportes alternativos. Agora, com a ferramenta gratuita, esperamos ser um importante parceiro no planejamento da mobilidade urbana das cidades brasileiras”, destaca Rosana Fortes, country manager do Strava no Brasil.

Desde o início do Strava Metro, em 2014, os parceiros pagavam uma taxa anual para acessar os conjuntos de dados agregados e anônimos. No ano passado, o Strava lançou o Metro Webview, uma interface web atualizada e intuitiva baseada em mapas na qual os parceiros podem acessar com mais facilidade todos os dados. Agora, ao tornar o Strava Metro gratuito para organizações que compartilham da missão de tornar as cidades melhores para ciclistas e pedestres, o Strava espera impulsionar uma concepção mais inteligente e sustentável das cidades globalmente e contribuir com as comunidades que apoiam milhões de atletas em todo o mundo.

Se você, ou a organização para a qual você trabalha, apostam nos transportes não motorizados e consideram que podem gerar um impacto positivo, faça a sua solicitação aqui para usar o Strava Metro de forma gratuita.

Sobre o Strava Metro

O Strava Metro é o maior conjunto de dados anônimos e agregados sobre transportes movidos pela propulsão humana do mundo. O Metro agrega, anonimiza e contextualiza este conjunto de dados para ajudar a tornar as cidades um lugar melhor para quem vai a pé ou de bicicleta.

Trabalhamos com urbanistas, governos municipais e ativistas que defendem infraestruturas seguras para entender os padrões de mobilidade, identificar oportunidades de investimento e avaliar o impacto das mudanças na infraestrutura – tudo de forma totalmente gratuita. Vamos tornar as viagens não motorizadas seguras, acessíveis e eficientes para todos. Saiba mais em metro.strava.com.

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Setembro Verde – Doando Vidas: Strava abraça desafio em prol da conscientização da doação de órgãos

Em homenagem ao Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, que é celebrado no dia 27 de setembro, o Strava, a principal plataforma para atletas e a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 66 milhões de atletas, abraçou a causa e lançou em parceria com o trio de triatletas transplantadas Débora Reichert, Patrícia Fonseca e Priscilla Pignolatti o Desafio ‘Setembro Verde – Doando Vidas’.

Os participantes terão de 21 a 28 de setembro para completar três horas de atividade em qualquer uma das 32 modalidades disponíveis no Strava. Quem completar o desafio irá receber um badge digital exclusivo para sua coleção de conquistas do Strava.

As atletas Patrícia Fonseca, transplantada de coração, Priscilla Pignolatti e Débora Reichert, ambas transplantadas renais, farão um triathlon de longa distância de revezamento, onde cada uma cumprirá uma das modalidades: 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida para ajudar a divulgar o tema e inspirar mais pessoas a serem doadoras.

“Eu era a criança que ficava na arquibancada na educação física e depois que recebi um coração novo virei triatleta. A saúde que eu tenho e a energia que eu sinto hoje eu nunca senti antes”, afirma Patrícia Fonseca, transplantada do coração.

No Brasil, mais de 40 mil pessoas estão na fila por um transplante e o tema ainda é cercado de dúvidas e tabus. E nada melhor do que o esporte para ajudar a fazer uma mensagem ecoar e desmistificar um assunto tão importante, especialmente durante este mês de conscientização sobre a doação de órgãos. O relato de Débora Reichert, uma das atletas transplantadas de rim do trio que lidera esse desafio, é inspirador. “Eu ficava cansada só de amarrar o cabelo. Depois do transplante veio aquela energia toda, que eu não sabia nem que existia. Aí comecei com a caminhada e três anos depois entrei no triathlon”.

Outro depoimento que reforça a capacidade de pessoas transplantadas em praticar esporte de alto rendimento é a história de Priscila Pignolatti, que também teve um rim transplantados. “Quando nado longas distância sempre lembro que antes do transplante não conseguia fazer 18 metros na piscina da academia sem precisar parar”, relembra.

É importante lembrar que para autorizar a doação de órgãos basta que um membro da família autorize. Por isso, conversar sobre o tema e manifestar o desejo de ser doador é fundamental.

Acesse também o Clube Doando Vidas para saber mais sobre o Desafio de Patrícia, Priscilla e Débora, e a importância da doação de órgãos.

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Iguana Sports lança clube virtual multiesportivo, o Iguana Virtual Club

O Iguana Virtual Club é um clube que vai além de corridas virtuais. O usuário pode participar de eventos correndo ou andando onde estiver e no horário que quiser. Sem contar que dá para ver os resultados em detalhes e comparar com o de outras pessoas num ranking em tempo real, acumular quilômetros corridos e trocar por prêmios exclusivos. E tem mais: é possível participar de desafios multiesportivos para dar mais dinamismo aos treinos. Ou seja: o Iguana Virtual Club é uma maneira de deixar os corredores mais endorfinados.

Segundo a CEO da Iguana Sports, Eliane Verderio, o clube é para corredores experientes e novos adeptos: “É uma forma de estar entre milhares de corredores e praticantes de outras atividades físicas. Todos podem correr juntos, no Brasil e no mundo, por meio do Iguana Virtual Club”.

Banco de Energia

É o nome do programa de pontos do Iguana Virtual Club. Nele, o usuário consegue acumular Iguana Bolts recebidos a cada quilômetro corrido e trocar por produtos, serviços, experiências e descontos exclusivos de vários parceiros.

Iguana Bolts

São os pontos recebidos após fazer uma corrida virtual ou desafio. Esses pontos não expiram e podem ser trocados por recompensas disponíveis no momento. A cada quilômetro corrido, o usuário ganha 50 Iguana Bolts.

Nível de usuário

Os usuários do clube são divididos em níveis – ou seja, categorias que os separam de acordo com a quantidade de Iguana Bolts que já acumularam no total, independentemente dos pontos gastos no resgate de recompensas. Veja como funciona:

Casual (0 a 5.500 Iguana Bolts)
Intermediário (5.501 a 10.500 Iguana Bolts)
Avançado (10.501 a 25.500 Iguana Bolts)
Canela Fina (25.501 a 50.000 Iguana Bolts)
Supremo (a partir de 50.001 Iguana Bolts)

Inscrições das corridas virtuais já disponíveis

As inscrições para algumas corridas virtuais estão disponíveis. Confira o calendário de setembro:

WRun VR – 4K e 8K

Corra de 10 de setembro a 15 de outubro de 2020

 Cosan Athenas Run Faster VR – 5K, 10K e 15K

Corra de 10 de setembro a 15 de outubro de 2020

Cosan RIO City Half Marathon VR – 5K, 10K e 21,097K

Corra de 10 de setembro a 15 de outubro de 2020

Conteúdos diversos

A Iguana Sports traz para o clube toda a expertise de anos criando conteúdo para revistas e portais, como WRun e Sua Corrida. Pessoas que estão começando no esporte ou corredores já experientes encontram conteúdos sobre alimentação, treinos, bem-estar e vida saudável.

Patrocinadores e parceiros

O Iguana Virtual Club tem patrocínio da Cosan e Fleury, além dos parceiros Bio Ritmo, Olympikus, Velocità, Route 42K, Rikam, Probiótica, Pink Cheeks, Flormel e Cozinha de Atleta.

Novidades em breve

A empresa já está se preparando para o próximo ciclo de eventos e para outras novidades do clube. “Finalizamos com sucesso a primeira fase do projeto, mas já estamos trabalhando em diversas funcionalidades do clube e novos eventos para oferecer experiências ainda mais incríveis”, diz Eliane Verderio. “Com a pandemia, as pessoas passaram a se preocupar mais com a saúde e tem muita gente que começou a andar e correr. Com isso, conseguimos trazer para o Iguana Virtual Club novos adeptos, além de corredores experientes”, completa.