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Buffet

A viagem a Santos me fez vivenciar de novo uma situação bem comum que vejo nos shoppings. Na noite de sábado, à procura de algum lugar para comer, fui pelas ruas de Santos atrás de um restaurante. O problema é que restaurante geralmente cobra caro por algo que consigo mais barato em shopping.

A comida é boa, mas o custo-benefício não compensa, ainda mais para alguém que tinha o cartão fechando dois dias depois da viagem. O prejuízo poderia ser muito grande. Nas idas e vindas, passei em dois shoppings e fui no que tinha uma praça de alimentação maior.

Depois, vim a descobrir que aqueles ali era os shoppings pequenos de Santos, com poucas opções. Acabei indo no Miramar Shopping. E foi na praça de alimentação dele que ficou mais evidente o que percebo com certeza frequência.

As lojas de fast food estavam com fila. McDonald’s, Burger King, Giraffas, Subway e coisas do tipo com muitas pessoas fazendo seus pedidos e várias outras já nas mesas. Ali perto dessas lojas, um restaurante de buffet a quilo estava praticamente deserto. Do lado, um de buffet de sushis também estava vazio.

O de sushi até entendo mais estar vazio. Em shoppings as coisas são mais caras. Se normalmente sushi já não é barato, imagina dentro de um shopping. Até pensei em comer ali, mas não queria comer arroz. Estava tentando fazer uma viagem dentro de uma normalidade alimentícia. Queria deixas as exceções para momentos específicos e mais em conta.

De todas as outras opções, nenhuma era de buffet a quilo como o restaurante. Eram aqueles de prato feito, de fazer o pedido e vir as coisas já prontas, geralmente com arroz ou macarrão e por um preço duvidoso. Outro lugar que me chamou atenção era um de comida mais natural e tinha umas omeletes por menos de R$ 20,00. Cheguei a cogitar ir ali, mas poder escolher o que vou comer foi preponderante.

Fui no restaurante e me servi de carnes e saladas. Todos os tipos de carne, aliás. Tinha até salmão. Certo de que fiz a melhor escolha, procurei uma mesa disponível para jantar. Não achei o preço tão abusivo: estava R$ 59,90 o quilo, igual aos dos shopping em Florianópolis. Foi só não exagerar na comida, coisa que não pretendia fazer, e pronto. Foi uma boa refeição e longe dos fast foods.

O que mais me chamou atenção em Santos foi não ter ninguém se servindo. Talvez por não ser tão noite ou ser um shopping menor, o restaurante a quilo estava completamente vazio. Nos shoppings em Floripa e São José sempre há pessoas no buffet a quilo, mas a quantidade no fast food é muito maior, inclusive com fila. Prefiro assim. Todos no fast food e sem fila para eu pegar a comida.

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PFC 186 – Corrida e Low Carb

Nesta edição, Enio Augusto e Guilherme Preto receberam Danilo Balu, que esclareceu todas as dúvidas que os corredores têm sobre corrida e low carb. Afinal, todos podem fazer? O que meu corpo vai usar de energia? Vai fazer mal? Perde massa muscular? Essas e outras questões estão respondias neste podcast. Escute e seja feliz!!! Diga para nós se você conhece low carb, se adota este estilo, o que achou da edição, participe!.

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PADRINHOS/MADRINHAS DO POR FALAR EM CORRIDA

Cynthia Aires
Eduardo Masuda
Família Nery
Lorna da Silva
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Oportunidades alimentícias

O fim de semana e a sexta-feira passados foram dias com algumas extravagâncias alimentícias. Foram oportunidades que surgiram e não desperdice, embora talvez você melhor não ter aproveitado tanto assim. Tudo começou na sexta-feira. Resolveram fazer uma vaquinha para o almoço. Tinha que ser algo simples e fácil. O resultado: pedimos pizza.

O valor rateado deixou a pizza bem em conta e gostei também que o número de fatias por pessoas não foi tão elevado, devido aos participantes do almoço. Foram 3 fatias para cada pessoa, o que me permitiu comer menos e não exagerar, coisa que não é comum quando tem pizza envolvida.

O resultado do almoço não foi tão destrutivo. À noite, teve janta fora no aniversário da tia e, apesar de muita massa servida, consegui evitar todo aquele macarrão desnecessário e foquei na carne. Na sobremesa, um brownie com sorvete foi a coisa menos saudável que comi. Apesar de parecer que seria um dia bem complicado, até que passei ileso à sexta-feira.

No sábado não teve jeito. Era aniversário da Clarinha e havia uma oportunidade indescritível de salgadinhos, docinhos e bolo. O começo foi controlado, mas depois do primeiro salgadinho não teve jeito. Estava tão bom que fui aproveitando. A variedade era enorme. Primeiro, experimentei todos. Depois, repeti os melhores. E repeti. E repeti. Exagerei. Ainda tinha uns docinhos para completar. Comi menos docinhos, mas o estrago já estava feito. Para terminar, um pedaço de bolo. O sábado foi o que se previa: um estrago completo.

Domingo foi o passeio na Costa da Lagoa e a alimentação foi bem normal por estar fora de casa. O pior que fiz foi tomar muito refrigerante, mas não senti tanto o impacto disso. Acredito que tenha sido por tomar aos poucos e de forma intercalada. Em casa, nas raras ocasiões em que tomei, eram copos seguidos e acompanhados de pizza. No restaurante, foi acompanhado de carne e salada. Deve ter ajudado.

O resultado final na segunda-feira não foi tão ruim. As perspectivas no início de sexta eram bem piores. O projeto de peso para 2017 ainda está longe de ser atingido. Janeiro está meio perdido, mas vou tentar terminá-lo da forma menos pior. Aproveitei as oportunidades alimentícias que a vida ofereceu. Vou tentar entrar na linha novamente. Quanto mais leve, mais fácil, em teoria, para correr.

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PFC 181 – Comer Demais e Correr de Menos

Nesta edição, Enio Augusto, Guilherme Preto, Mauricio Geronasso e Juliana Falchetto conversam sobre comer demais e correr de menos. Como lidar com as comidas das festas de fim de ano e as datas comemorativas? Qual tipo de comida é irresistível? Como isso pode atrapalhar ou não os treinos de corrida? Foi sobre isso que falamos e queremos saber também a sua opinião. Envie sua mensagem.

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A culpa é do queijo

Nos últimos meses, estive prestando ainda mais atenção no que estava comendo. E reparei que um dos meus grandes problemas na comida de verdade/low carb e afins é o queijo. Além dele, o requeijão, que é da mesma família. Em nenhum lugar e em nenhum tipo de alimentação TUDO é liberado. Não se pode exagerar ou só comer aquilo.

No meu caso, não é que só como queijo, mas tenho percebido que estou comendo BEM mais do que deveria. Vez ou outra, exagerar até tudo bem. Só que quase todo dia comer queijo e nem sempre em uma quantidade pequena pode ter suas consequências.

Eventualmente, há dias que não como queijo e acredito que deveria fazer isso mais vezes. O que noto de diferença é que o peso estagnou e como mais do que o necessário. Quando diminuí o consumo, o peso diminuiu de forma bem interessante. Ainda preciso fazer mais testes, mas o queijo é um dos meus pontos fracos.

Se tiver o requeijão, então, PELAMORDEDEUS. Requeijão vai um pote em um ou dois dias. É muito errado isso. Tenho plena consciência. Sei também que as escolhas são minhas e que a culpa não é exatamente do queijo ou do requeijão. A culpa é minha. Já testei e é bem fácil não comer, mas comer é TÃO BOM, mas TÃO BOM, que tem valido a pena os momentos de exagero. Não sou gordo, nem estou acima do peso (ainda), mas gostaria de estar um pouco mais leve. Talvez o fator decisivo esteja sendo o queijo.

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Desafio PFC S01E07 – Como Corredores Se Alimentam

No sétimo episódio da série DESAFIO PFC 21 KM, como corredores se alimentam. Falamos como é a nossa alimentação nos treinos e corridas.

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A experiência da marmita

Nas últimas semanas, tive que almoçar no trabalho. Foram 3 semanas assim. As duas primeiras, não me planejei direito e não levei comida de casa. Aliás, dos 10 dias, só levei em um. O resultado disso foram gastos entre R$ 120,00 e R$ 135,00 nessas duas semanas. Foi aí que vi a falta que me faz um restaurante com buffet livre. E também foi o momento de perceber que tinha que levar o almoço para o trabalho.

Na terceira e última dessas semanas, fiz um planejamento melhor e, embora não tivesse uma variedade tão grande de alimentos, consegui levar comida para o trabalho todos os dias. Resultado: gastei R$ 0,00. A experiência da marmita foi bem sucedida. Até já tinha ideia de que seria, mas faltava vontade para organizar as coisas.

Essa vontade e disciplina aparecem logo que fiz as contas e vi o quanto estava gastando nos restaurantes. Até nem pegava tanta comida, mas o preço do quilo nos restaurantes estava quase sempre em R$ 39,90. Nessas semanas nos restaurantes, fiz questão de conhecer os que foram possíveis.

Tentei não repetir nenhum dia o restaurante e isso me fez ver que o preço não variava quase nada de um para o outro. Não como muito, mas também não passo fome. Todo dia era pelo menos R$ 20,00, em média. Ainda bem que na última semana fui de marmita e depois acabou o período de ter que almoçar no trabalho. Outra vantagem foi comer menos e não repetir, até porque não tinha essa possibilidade. Se pudesse dar uma dica, seria: tente levar comida de casa. O bolso e a fatura do cartão no fim do mês agradecem.

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O sódio da água

sodio da aguaComo estou correndo menos nos últimos meses e totalmente parado nos últimos dias, os assuntos relacionados à corrida estão definhando, assim como meu fôlego e forma. Aquele trote fajuto de sexta me mostrou que, além de não estar pronto para participar de uma prova, o fôlego até não está tão ruim ainda, mas as pernas se acostumaram fácil com a vida de dormir até tarde e não correr.

Já que os assuntos de corrida estão ficando menores, vamos falar de algo que também está relacionado com corrida: a alimentação. Na última semana, fiz uma farra gastronômica e por dois dias seguidos almocei em um restaurante de comida japonesa. Muito sushi, muito arroz, muito salmão, alguns legumes e água, basicamente. Ativando a insulina como se não houvesse amanhã.

Pois bem. Quando vou em lugares assim ou em confeitarias e padarias, sei que o que tem lá são coisas que não fazem parte da minha alimentação normal, não é o que como em 80%, 90% do tempo. Quando vou nesses lugares, vou para comer mal. Não fico procurando motivos para evitar isso ou aquilo. Fui lá para comer mal e é o que faço.

O que me leva ao que vi quinta-feira no sushi. Um casal estava se servindo e o rapaz pediu uma água. Ao olhar a garrafinha, ele reparou que a água continha 18 mg de sódio. Prontamente, ele pediu por uma água com sódio menor, caso tivesse. O funcionário foi lá e achou uma com 4 mg de sódio. O cara ficou todo feliz e falou: “quanto menos sódio melhor, né?”.

Os absurdos começam aí. O cara vai em um lugar onde vai comer basicamente arroz. Pelas minhas pesquisas, parece que na preparação do sushi vai açúcar e sal, além do arroz e outras coisas. Para melhorar, o cara pediu qual era o shoyo light!!! Ou seja, vai comer sushi (que tem açúcar e sal), mas o sódio da água tem que ser baixo e o shoyo light. Enquanto isso, o prato cheio de arroz.

Eis aí um clássico exemplo das pessoas focando na coisa errada na alimentação. É louvável a preocupação dele em absorver menos sódio no corpo, através do shoyo light e da água com 4 mg de sódio. Só que faria mais sentido ele simplesmente não ir ao sushi. Se vai lá, afunda o pé na jaca (ou no sushi), porque, com certeza, esses detalhes não farão diferença desta vez. No resto da vida dele, talvez, mas naquele momento não.

É como pedir um hambúrguer e tomar Coca Light ou pedir uma fatia de bolo de chocolate e ficar preocupado com o sódio da água! Você já está errando na escolha do principal, não adianta focar nas coisas pequenas achando que vai diminuir o impacto. Não vai! Pode ser que psicologicamente ele fique mais feliz com a escolha, mas não serve para muita coisa. O corpo vai sofrer igual.

Depois dali fiquei imaginando que o rapaz poderia ser aquela típica pessoa que pensa no SÓDIO DA ÁGUA e no SHOYO LIGHT, mas em casa come um ou dois pães de trigo, quem sabe fuma um cigarro, toma uma cerveja, não pratica atividade física. As pessoas tendem a dar importância demais para o que menos precisa. Quando vou ao sushi, só me preocupo em comer. Muito. Porque aquilo não é tão frequente. E é muito bom. E faz muito mal.

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Dia do lixo

dia do lixoJá está no ar o PFC 150 – Peso na Corrida. Nele, falamos um pouco sobre a questão do peso na corrida. Um dos assuntos que surgiu foi o dia do lixo, que é aquele dia que a gente tira para comer aquelas gordices que fazem mal à saúde, mas tão boas que poderíamos facilmente passar nossa vida toda comendo só isso. O problema é que a vida toda, neste caso, duraria uns 20 anos, talvez. Dependendo do estilo de vida da pessoa, o dia do lixo tem outro significado, que não é o de comer porcaria.

Vou focar nas gordices e porcaria. Com uma alimentação baseada em comida de verdade, às vezes mais low carb, evitando na maior parte do tempo as farinhas, açúcares e industrializados, meus dias do lixo diminuíram bastante. Chamar de dia do lixo dá um aspecto mais negativo ainda para esse tipo de comida. Por um lado, pode até ser bom, porque impacta mais e você tenta evitar. Por outro, você chama um alimento, ainda que dos que mais prejudicam a saúde, de lixo.

Fora a questão da nomenclatura, tenho os dias em que como porcarias e gordices. Não marco dia para isso acontecer. Tento evitar o máximo possível, mas quando acontece, acontece. Não fico muito preocupado ou paranóico. Não marco dia porque cria uma expectativa, pode gerar ansiedade e a pessoa pode enfiar o pé na jaca. Ainda, dependendo da frequência, vira rotina e o dia do lixo, penso, não deve ser parte da rotina. Deve ser a exceção.

Até 2014, acho que tinha o dia do lixo quase todo dia. Não como mais pão e antes comia quase todo dia. Hoje o pão está no dia do lixo. Logo, de 2014 para trás o que mais teve foram dias assim. Com a alimentação mudada, tenho menos dias do lixo, mas, eventualmente, eles acontecem em dias muito próximos. O lado ruim de não programar nada e deixar acontecer é que pode acontecer meio seguido se não tomar cuidado.

Tento utilizar datas e ocasiões especiais ou festivas para comer gordices. Fica mais fácil justificar a ingestão de tanta coisa boa que faz mal. A última foi no fim de semana. Resolvi comemorar três anos de trabalho pedindo pizza, daquelas com farinha de trigo, glúten e tudo mais. Uma salgada média, de seis fatias, metade portuguesa, metade quatro queijos, e uma doce pequena, quatro fatias, de chocolate preto.

O que aconteceu foi que teve dia do lixo no sábado e no domingo com o que sobrou. Em dois dias a semana se perde. E aí entra o outro ponto que queria comentar. Não sei com você, mas comigo o dia do lixo funciona assim. Se eu compro duas fatias de bolo, não como uma hoje e guardo a outra para amanhã. Como as duas hoje para já acabar com as gordices.

Ainda não sei se é melhor fracionar as gordices e ter, digamos, vários dias do lixo, ou comer tudo em um dia só, às vezes mais do que deveria, ficar estufado, mas pelo menos já terminar com o dia do lixo, que ficaria reduzido apenas àquele dia. Atualmente, estou optando por comer tudo em um só dia, o que tende a me fazer comprar menos gordice porque sei que vou terminar em um pequeno espaço de tempo e não quero passar mal.

Em vez de comprar um bolo inteiro, compro só duas fatias e por aí vai. Como funciona para vocês? Vocês têm dia do lixo? Acontece com frequência? Programam ele ou deixa acontecer naturalmente? Sabem lidar bem com esse dia?

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Ovo todo dia?

ovoHoje foi dia de descanso. Não é prudente correr três dias seguidos ainda. Na falta de treino para comentar, vou deixar a corrida de lado e falar sobre o ovo e o fato ocorrido dias atrás. Optar por comida de verdade, com menos coisas processadas, fez eu me direcionar cada vez mais para os ovos. Sempre gostei de comer ovos, mas tinha medo de comer muitos ou dias seguidos porque tinha a ideia errada de que fariam mal.

Depois que mudei a alimentação, os ovos fazem parte do dia. É raro o dia que eu não como ovos. Nem tanto no almoço. Se tiver, não dispenso, mas onde eles se fazem presentes mesmo é na janta, quando tenho preguiça de fazer muita comida. Ovos são fáceis, simples e práticos e apresentam várias opções. Pode ser cozido, frito, mexido, omelete e por aí vai.

Na média, diria que como de 4 a 6 ovos por dia. Gosto mais do mexido pela facilidade. O frito também é bom. Só jogar na frigideira e esperar. Nessa rotina de ovos todo dia, perguntaram se não enjoava de comer ovo todo dia. A resposta foi a mais óbvia do mundo: não, não enjoa, ovo é um dos melhores alimentos do mundo. Dizem até que é o segundo melhor, só perdendo para o leite materno.

Afinal, dali do ovo, se o ciclo seguir normalmente, vai nascer um pinto, que vai virar uma galinha ou galo, sei lá eu. Então, você vê que o ovo realmente é dos melhores e muito nutritivo. Um alimento que gera um PINTO tem que ser bom e fazer bem. Depois que respondi a pergunta fiquei pensando: ninguém acha estranho comer 2, 3 pães por dia, mas acha estranho comer 3 ovos por dia.

O pão não enjoa, mas os ovos, AH NÃO, OS OVOS MEU DEUS DO CÉU, NÃO TEM COMO COMER ISSO TODO DIA. Mas o pão dá. Qual a lógica? Eu não entendo. Além disso, o pão tem farinha de trigo, açúcar, glúten e sei lá mais o que é colocado ali. Nem precisa ser muito atento para perceber que o problema não são os ovos. Eles são uma opção melhor do que o pão. Para a saúde, opte pelo ovo e não pelo pão.

Uma das piores coisas que os seres humanos fazem é preparar ovos mexido ou fritos, lindos, perfeitos, prontos para comer e colocar no meio do pão. Pronto! Estragou os ovos com essa coisa cheio de ingredientes que chamam de pão. Aí o problema é o ovo que enjoa. Tá bom! Viva o ovo! Vida longa ao ovo!