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Blog do Enio Relatos de Corridas

Asics Golden Run Brasília – 13/11/2016

asics golden run brasíliaDomingo foi de de correr a Asics Golden Run Brasília, a última etapa do circuito Golden com Asics no nome. A partir de 2017, será apenas o circuito Run Cities, com as mesmas provas deste ano, no Rio, São Paulo e Brasília. Já estava inscrito na prova desde maio, quando nem sabia se ia conseguir correr a Meia de Floripa. Foi um tiro no escuro e acabou dando certo.

Encontrei uma promoção com um bom preço e voo direto e acabei indo na sexta de manhã e voltando só segunda à noite. Claro que ter a hospedagem da minha tia facilitou muito ficar 4 dias em Brasília. Do contrário, ficaria só o fim de semana, muito provavelmente. A promoção me fez viajar pela primeira vez na vida de Avianca e nada tenho a reclamar. O voo de ida, aliás, chegou 15 minutos antes.

Na chegada em Brasília sexta, fui recepcionado pelo nosso amigo ouvinte do podcast Anderson Silva. Anderson foi muito gentil e me deixou incomodá-lo um pouco. Fomos até a retirada de kit no Brasil 21. A expo deste ano achei mais fraca do que no ano passado. Menor e com menos coisas. No entanto, o local ficou muito melhor porque o pessoal podia ir do aeroporto direto lá. O que faltou foi um guarda-volumes, já que tinha muita gente carregando malas e mochilas.

Havia estandes de várias marcas, além da retirada do kit em si. A retirada, tanto na sexta quanto no sábado, foi bem tranquila. Muito fácil e rápida. Esses protocolos de inscrição cm QR Code nunca mais podem deixar de ser usados, a não ser que surja algo melhor e mais moderno. Facilita muito. Inclusive, o cartão de embarque foi via QR Code também. A natureza agradece a nossa economia de papel. O chip vinha no número de peito. Levei na mala as presilhas de pão e nem precisei usar. Chip no número é vida. O kit veio com camiseta, viseira, sacola, número e panfletos. Nada muito recheado, mas com o essencial, até coisas a mais para o meu gosto. A camiseta achei melhor do que a de 2015. Veio também uma toalha, entregue ao fim da prova.

Na sexta à noite comecei meu exagero alimentício na viagem. Comi pizza com minha tia e primos. No sábado, foi um exagero menor, porque comi peixe e batata frita, além de pirão. O problema foi os chocolates da tarde. Comi demais. No domingo, panqueca, peixe, maionese e legumes. A panqueca que foi o grande problema. Foram muitas e o trigo tem um efeito desastroso em mim. À noite, pizza de novo. Só na terça que voltei para a alimentação normal. A balança mostrou a diferença. E o espelho também.

Essa estadia em Brasília foi diferente de todas as outras, principalmente por causa do clima. Das outras vezes, sempre peguei sol e calor, clima abafado. Este ano foi bem diferente. Choveu em todos os dias em que estive em Brasília. Garoa intercalada com chuva forte ou com tempo nublado. Para correr, foi bem melhor. O problema todo é que perto das 8h, ainda com mais da metade da meia por fazer, caiu o mundo. Choveu muito até o fim da Asics Golden Run Brasília.

No começo, você até desvia das poças que ficaram da chuva da madrugada. Só que depois que começou o temporal não teve mais por onde fugir. O tênis, a roupa, tudo estava molhada de todos os jeitos. Era água que vinha de cima, de baixo e dos lados. Precavido que sou, botei os adesivos nos mamilos e não tive problemas. A chuva muita forte atrapalhou um pouco, mas ainda prefiro assim do que com o sol e tempo abafado dos últimos anos.

No domingo, fui para a prova do jeito que sempre vou: em jejum. Durante a meia maratona, não peguei água, isotônico e gel. Do jeito que larguei, continuei. Com tanta chuva, nem precisou de água para refrescar. Contei mais uma vez com a grande ajuda do amigo Danilo Confessor, que me deu carona até o local da largada. Desta vez, ele levou a bicicleta para fazer vídeos e fotos da prova. Pena que o tempo não deixou tirar muito mais fotos, mas ele fez várias bem legais. Sugiro irem no Instagram dele para ver algumas dessas fotos.

Cheguei na Praça do Buriti, local da largada, às 6h. Estava escuro e garoava bem de leve, nem parecia que ia cair o dilúvio que caiu. Deixei a mochila no guarda-volumes, fui ao banheiro e depois fui aquecer um pouco. Nas minhas contas, foram uns 13 minutos aquecendo. No fim do aquecimento, fui encontrado pelo Sairo Santos, com quem já tinha encontrado por acaso no sábado. E no meio da corrida vi o Sairo também. Ele estava lesionado e sem correr há duas semanas. Mesmo assim, fez 1h39. Um dia quero correr machucado e fazer um tempo desse.

Desta vez, algo estranho aconteceu. Eu fui ao banheiro, fiz xixi, mas sempre ficava com uma vontade. Parecia que o tanque nunca estava totalmente vazio. Foi bem inconveniente. Fui 3 vezes ao banheiro antes de alinhar para a largada. Pior: a partir do 3º km me deu vontade de novo. Aí, entrou a parte mental na corrida. Passei por uns 7 banheiros, 6 no eixo (eram 3, mas ida e volta) e um mais para o fim da meia. A cada banheiro eu pensava: no próximo vou parar. Fui me enganando assim até o final. A vontade só passou um pouco, ou eu esqueci dela, não sei bem, quando completei a meia. Pegar medalha e tal acho que me distraiu, mas foi só chegar no banheiro que voltou com tudo.

A minha onda era a primeira, pelotão B, que largava às 7h. Demorei quase 2 minutos até passar o pórtico. O clima estava perfeito e me fez lamentar não estar tão bem preparado. Se estivesse como no ano passado, provavelmente teria chances de fazer um tempo melhor. Como tenho feito nas meias maratonas, desativei o lap automático. Assim, a cada placa marcando o quilômetro, eu apertava o lap do Garmin. Prefiro assim para não afetar o meu psicológico de ver o relógio apitar e a placa demorar a chegar. Prefiro acreditar na medição da prova. Até hoje, sempre deu certo. Sempre dá um pouquinho a mais, o que considero bom e ideal. Na Asics Golden Run Brasília, quase todas as parciais deram bem aproximadas, exceto o quilômetro que passou no túnel. Ali o sinal ficou maluco e a distância deu maior. Deve ser por isso que meu Garmin marcou no fim 21,39 km. Sem esse erro, talvez fechasse com 21,17, bem dentro do que espero.

Sabia que os primeiros 3 km eram em descida. Mesmo assim, não forcei muito. Deixei o corpo ir no ritmo dele, sem pressa. O ritmo variou entre 5:24 e 5:31. O objetivo primário era sub 2h, ou seja, rodar no máximo a 5:40. Cada parcial a menos do que isso eram segundos de vantagem. No km 4, tinha uma leve subida e dali íamos para o eixo descer. Consegui manter o ritmo entre 5:26 e 5:33 até a subida do eixo. No 7º km, decidi forçar um pouco e saiu um 5:09. A partir do km 9 caiu o mundo. MUITA chuva.

Não sei se foi porque este ano estava correndo mais devagar ou o que foi, mas a subida do eixo pareceu bem menos sofrida. Só no 12º km saiu parcial acima de 5:40. Foi 5:43 no 12º km e 5:41 no 13º e 14º km. Sobre estes dois quilômetros, acho que a placa avisando do km 13 deve ter caído porque não a vi. No meu Garmin, ficou uma volta de 2 km. Como uso o ritmo médio na tela junto com o tempo total, não tive maiores problemas. Foi até bom “ganhar” 1 km.

Pretendia fazer o km 7, 14 e 21 os mais fortes, mas com essa falta de placa, fiquei meio perdido no ritmo. Adiei para o km 15, mas nele passamos no Buraco do Tatu, onde, apesar da descida de entrada, temos que pegar duas subidas, além de fazer um retorno de 180 graus em subida. O ritmo caiu e passei o quilômetro com 5:33. Neste ponto que o GPS endoidou e ficou perdido. Ele marcou ritmo médio de 4:37 min/km. Obviamente, estava bem errado.

Desde o km 10 já vinha fazendo as contas. Passei o 15º km em 1:23:02. Ou seja, teria quase 37 minutos para correr 6 km, perfeitamente viável para o ritmo que estava. Até por isso, acredito que mantive o ritmo e não tentei acelerar. A chuva, o esforço, os quilômetros, nada me empolgava muito para aumentar o ritmo. Por outro lado, minha motivação era não deixar o ritmo cair. Poderia não acelerar, mas não queria perder segundos na parte final, que é plana e tem descidas.

Ali pelo km 16, o Leonardo Oliveira, de São Paulo, passou por mim. Conversamos um pouco e corremos algumas centenas de metros. Como ele queria fazer um tempo melhor, acelerou a partir do km 17. Faltou um pouquinho para ele alcançar o objetivo, mas mesmo assim fez um tempo bom. Aqueles metros correndo comigo podem ter influenciado no fim de prova e nesses segundos que faltaram.

No km 18, aproveitei a descida que tinha e tentei acelerar. Saiu um 5:29. O km 16 fiz em 5:40. Consegui ser bem constante na prova, com uma leve queda no ritmo a partir da metade. Nesta parte do percurso, estavam distribuindo esponjas. Desta vez, esponjas secas. A chuva as molhava. Acredito que se fosse um dia quente, elas estariam molhadas. Sobre o km 16, logo depois dele estava distribuindo gel. Os postos de água e de isotônico eram abundantes, não dá para se queixar. Não peguei nada em nenhum lugar, mas quem quis tinha várias opções.

Também não avistei a placa do km 19. Foi mais uma volta no Garmin de 2 km, ritmo médio de 5:37. Nada mal. Faltava só o último quilômetro e alguns metros. Tentei acelerar de novo. Deu mais certo. Fechei a prova com 5:12. O tempo final oficial ficou em 1:56:47. Não foi o melhor tempo da minha nem o tempo dos sonhos. Foi o melhor tempo do ano e o tempo da vida real. Poderia ter feito um pouquinho mais rápido e também poderia ter feito mais devagar. Acredito que consegui manter um ritmo legal para essa prova. Nos últimos metros, busquei fazer pelo menos sub 1h57 porque vi que era possível. Pensava também em ter um tempo melhor do que o 1:58:55 na Meia de Floripa. Não é nada, não é nada, foi o melhor tempo do ano em meias.

No número de peito, tinha um QR Code e no fim da prova era só escanear o código que você era direcionado para o site com o resultado. Outra novidade bem legal. Pode já existir há algum tempo, mas foi a primeira vez que vi. Logo que cheguei em casa vi o resultado oficial. Claro que gostaria de correr mais rápido, mas me preocupava na Asics Golden Run Brasília como meu corpo reagiria. Meu maior longo havia sido de 1h43 e com ritmo de 5:53. Sabia das descidas e também tinha receios dos impactos no pé. Na descida do eixo até senti um pouco, mas logo passou. Acredito que foi mais pelo esforço e pelo ritmo não usual nos treinos. As dores que mais senti foram as musculares, principalmente nas panturrilhas e um pouco nas coxas.

No fim da meia, quase não sentia os pés. Penso que juntou meia e tênis molhados, esforço, dores, tudo em uma coisa só. Pensava apenas em terminar a prova. Foi bem exaustivo, mas nada fora do normal. O que faltou mesmo foram treinos mais intensos no ritmo. O corpo sentiu o cansaço, porém aguentou bem até o fim. O alto volume serviu para alguma coisa. Onde eu tinha medo que pudesse doer, não doeu.

O pós-prova foi meio dolorido. As panturrilhas foram as maiores prejudicadas. Segunda foi impensável correr. A chuva que caiu durante toda minha estadia em Brasília ajudou nisso. Terça já em Floripa também me dei folga. Tem a Meia de Florianópolis domingo que vem e fiquei mais confiante. Ela vai ser mais plana, mas pode ser mais quente. Dependendo de como me recuperar, pode sair algo melhor. A confiança ainda não é aquela de começar a corrida abaixo de 5 min/km, mas quero pelo menos fazer o melhor tempo do ano em Floripa.

Ainda no pós-prova, a arena do evento era praticamente a mesma do ano passado, com espaço vip, para massagens e outros painéis para tirar foto. O que estragou um pouco foi a chuva. Muitas poças, barro e lama, o que acredito fez o pessoal aproveitar menos o lugar. A retirada do guarda-volumes nos ônibus funcionou muito bem. Na chegada, retirávamos a medalha e tínhamos água e isotônico para pegar. Davam também um lanche, com uma banana e um pão com queijo, e uma toalha. A toalha foi o que mais gostei. Felizmente, na chegada, a chuva diminuiu, o que facilitou pelo menos o deslocamento no local. Por lá, encontrei também a Sabine, que voltou a Brasília e melhorou o tempo dela em relação ao ano passado na prova.

Pelos resultados, foram mais de 6 mil concluintes. Uma grande prova com ótima organização. A Asics sai de cena, mas a Iguana continua e nunca fiz provas ruins da Iguana. Acredito que é uma boa pedida caso você pense em correr uma das etapas ou o circuito todo da Run Cities. Vou pensar na ideia. A Asics Golden Run Brasília foi excelente. No dia da prova, nada saiu errado ao meu ver. Podem melhorar a expo, mas como isso é o que menos me importa, não cobro tanto. Prefiro o dia da corrida ser praticamente perfeito. Recomendo muito. Ano que vem, Brasília será dia 12 de novembro.

Resultados, fotos, vídeos e certificados da Asics Golden Run Brasília em http://www.asicsgoldenrun.com/golden-run-bsb/home/.

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Kit da prova
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Certificado

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Rumo a Brasília

No momento em que você lê este texto, provavelmente já devo estar no aeroporto, no avião ou em Brasília. Chego sexta de manhã e só vou embora segunda à noite. Serão quatro dias na capital do país para passear, comer e participar da Asics Golden Run. Devo pegar o kit da corrida ainda na sexta, aproveitar para sair do aeroporto e ir direto lá.

Aliás, o local da retirada de kit melhorou muito em relação ao ano passado. Este ano é no Centro de Eventos Brasil 21, muito mais fácil de chegar. O ônibus executivo que sai do aeroporto a cada 30 minutos tem como um dos seus pontos de parada exatamente o Centro de Eventos. O valor é de R$ 10,00. Qualquer pessoa que venha do aeroporto pode pegar o kit indo de ônibus, que faz um itinerário que passa pelos pontos turísticos da cidade.

Segunda ainda estarei em Brasília e dificilmente vou conseguir postar alguma coisa sobre a corrida no blog. Talvez na terça, mas é mais provável na quarta ou quinta. Vou incomodar um pouco minha tia e alguns ouvintes do podcast que encontrar por lá. Se der certo, faremos alguma coisa sábado à noite. Ainda, se eu me acertar com a câmera do celular, vou conseguir fazer vídeos para o canal do YouTube.

Domingo tem a meia maratona e o meu primeiro objetivo é o sub 2h. Aliás, este é sempre o primeiro objetivo. Tem que ser dali para baixo. Na quinta, fiz um treino mais rápido, como teste, e foram 45 minutos a 5:26 min/km. Gostaria de pelo menos repetir este ritmo na Golden Run. Ou correr mais rápido. Como me conheço e sei que vou quebrar no eixo, por ser subida e por não ter treinado subida, já tenho uma ideia do que pretendo fazer.

Até o km 8, quase 9, é praticamente só descida. É aí que vou tentar ganhar um pouco de tempo. Quanto? Não faço ideia. O sonho seria correr estes 8 km em menos de 40 minutos, mas se for abaixo de 44 minutos também serve. Na subida do eixo vou tentar morrer pouco e não deixar o ritmo cair tanto. A subida termina um pouco depois do km 14. Com isso, espero que sobre alguma energia a partir do km 15 para concluir a meia e aproveitar as últimas descidinhas.

Tenho a impressão que chegarei ao fim do eixo bem esgotado, só que pior do que no ano passado. Em 2015 ainda estava melhor preparado e fiz mais treinos longos com subida e descidas. Está muito parecido com a Golden Four de 2013, quando o ritmo caiu bastante depois da subida do eixo. Ano passado, o ritmo até caiu, mas consegui sustentar mais baixo, ainda que bem sofrido. Domingo será minha terceira vez em Brasília. Acredito que será o pior tempo da trilogia.

  • 03/11/2013 – 1:50:14 – Garmin
  • 08/11/2015 – 1:41:09 – Garmin
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A mesma coisa diferente

Em 2015, minhas duas últimas meias maratonas foram a Meia de Florianópolis e a Golden Four Asics Brasília. Uma aconteceu no dia 11 de outubro e a outra no dia 8 de novembro, respectivamente. Pois bem. Este ano aconteceu quase a mesma coisa com as mesmas provas, só tivemos as ordens alteradas.

A prova em Brasília manteve a tradição de ser no segundo domingo de novembro. Já a Meia de Florianópolis só teve sua confirmação em julho e a data ficou uma semana depois da Asics Golden Run Brasília. Como já estava inscrito na Golden Run e o primeiro lote da Meia de Florianópolis estava muito convidativo, fiz a inscrição.

Além do valor em conta, a prova me traz ótimas recordações e imaginei que em novembro já estaria em condições de correr uma meia novamente. Duas, no caso. Então, este ano tem dia 13 de novembro a Asics Golden Run e dia 20 de novembro a Meia de Florianópolis. É como o Anderson falou em um comentário no VlogEnio, é tipo um back to back.

Ano passado terminou em Brasília e este ano começa lá, terminando em Florianópolis, onde começou em 2015. É quase a mesma coisa, mas é diferente. Este ano estou menos preparado, diversas pequenas lesões me deixaram mais tempo parado do que gostaria. Pelo menos, se não chego 100%, chego sem dores e com uma boa perspectiva. Os longos e treinos foram feitos. Vamos ver o que a primeira prova desse back to back me reserva.

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Asics Golden Run Brasília

O Enio vai a Brasília participar pela 3ª vez da Asics Golden Run Brasília, antiga Golden Four da Asics. Veja neste vídeo o que ele tem a dizer sobre essa viagem para participar de mais uma meia maratona. Se você quiser participar do encontro do Por Falar em Corrida, basta deixar seu recado nos comentários do vídeo ou enviar um e-mail através do nosso site www.porfalaremcorrida.com.

Inscreva-se no canal do POR FALAR EM CORRIDA no YouTube

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Desvirtualizando por aí

Comprei minha passagem para Brasília na promoção. Consegui um voo saindo sexta à noite e chegando domingo à noite. Envolvido com família, amigos, passeios e corridas em Brasília, não deu para deixar nada já escrito no blog. Sobre a prova, falo amanhã. Preciso de tempo para organizar as coisas e escrever as besteiras de forma mais simplificada. Hoje vou focar em viajar, amigos, conhecer pessoas e correr.

Viajar e correr é muito legal. Fazer recorde pessoal é melhor ainda. De toda a parte da viagem, talvez a única que eu prefira estar sozinho é no momento da corrida, que é quando gosto de me concentrar do meu jeito. Fora isso, todo o resto é legal fazer com amigos e familiares. Em Brasília foi assim. Fui muito bem recebido e hospedado pela minha tia. Quando fui em 2013, cheguei no sábado e não consegui fazer praticamente nada.

Desta vez, já na sexta à noite, vindo do aeroporto paramos em um lugar que não sei onde é e compramos churrasquinhos. De coração e alcatra. Estava MUITO bom. No sábado pela manhã, fui conhecer e trotar no Parque da Cidade. Lá encontrei meu primo, seus filhos e esposa. Fomos almoçar em um restaurante bem bom. Na parte da tarde, expo da Golden Four para retirar o kit. Por lá, encontrei o Eduardo Hanada e a Sabine Weiler, daqui de Floripa.

Eu, minha tia e o Eduardo e a Sabine, depois do kit, fomos conhecer alguns locais de Brasília. Fomos no Pontão Lago Sul, depois passamos na Ponte JK, pelo congresso e fomos jantar em um lugar com preço bem acessível e comida muito boa. No domingo, teve a Golden Four. Como sempre, uma ótima experiência e bem organizada. De lá, fomos almoçar no Parque da Cidade e depois na Torre de TV de Brasília. Ainda passamos na Catedral.

Com o tempo disponível que tínhamos, acredito que fui em muitos lugares. Os que todo turista vai. E não foi só isso. Ainda teve as coisas legais que o podcast proporciona. Primeiro, na expo, fui encontrado pelo Anderson Lattuada. Conversei com ele a esposa, que iria fazer a estreia na meia maratona. Ele fez a Maratona de Buenos Aires no dia 11 de outubro. Falo fui encontrado porque o podcast faz o pessoal nos conhecer e identificar. É algo estranho e que não consigo me acostumar.

Continuando, no domingo de manhã fui de carona com o Danilo Confessor, amigo há tempos e ouvinte de longa data do podcast, para o local da largada, na Praça do Buriti. No meio da corrida, lá pelo quilômetro 5, a Drika Runner passou por mim e perguntou se eu era o Enio do Por Falar em Corrida. Conversamos rapidinho e cada um seguiu sua prova. Depois da chegada, o Anderson Silva, comentarista assíduo do blog e ouvinte, conseguiu me encontrar.

Estar com a camiseta do Por Falar em Corrida ajuda bastante, acredito. Conversamos bastante. Mais um ouvinte do podcast que conheci pessoalmente. Foi bem legal. Logo em seguida, fui convidado pelo Erick Madeira a passar na tenda do grupo Hiperatividade Runners. Fui muito bem recebido pelo pessoal. O Erick me convidou para ficar por lá e comer o churrasco que o grupo ia fazer, mas ainda tinha outros compromissos e não pude ficar.

Por fim, já à tarde, tirando fotos no mirante da Torre de TV, fui abordado pelo André. Vejam vocês. Do nada, a 75 metros de altura, em um espaço mínimo, mais um ouvinte do podcast. Sim, eu estava com a camiseta do podcast. Basicamente, usei a camiseta sábado na expo, domingo na corrida e depois. Tem que divulgar. O André também falou que ouve e gosta bastante do podcast. Em Brasília, comprovei o que acabara de falar na corrida com o Anderson Silva.

Nós não temos a mínima noção do alcance e de quem escuta o podcast. Só posso agradecer. Nunca imaginei nada do tipo acontecendo. Muito obrigado, Anderson Lattuada, Danilo Confessor, Drika Runner, Anderson Silva, Erick Madeira e André. É muito legal saber que o podcast me proporcionou conhecer e conversar com novas pessoas. Claro que o maior obrigado de todos vai para minha tia Julse, que foi quem nos levou para os pontos turísticos. Não posso deixar de citar também o Eduardo e Sabine, que estiveram conosco nos passeios.

Viajar, correr, conhecer novas pessoas, conversar, descobrir que ouvem o podcast, conhecer novos lugares e fazer turismo. É como vi na internet certa feita e escrevi no meu Facebook. Não guarde rancor. Guarde dinheiro para viajar. É muito melhor e faz bem. O dia que eu ganhar na loteria vai ser o começo de viagens toda semana. Um dia improvável e que talvez não chegue nunca. Portanto, seguimos a vida normal, juntando a mascada, para ter condições de viajar e correr novamente.

Quem diria que um texto escrito às pressas na segunda de manhã ia ficar tão grande?

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A última meia do ano

É chegado, enfim, o dia. A última meia maratona do ano será realizada no próximo domingo. Lá em Brasília, capital federal. Golden Four ASICS Brasília. Para que meu 2015 rendesse a longo prazo, escolhi provas para focar e me motivar a treinar. Das corridas fora de Santa Catarina, depois de alguma pesquisa e lembrando como foram as etapas de 2013, acabei encontrando na Golden Four uma boa oportunidade de viajar, correr e tentar melhorar meu tempo na meia maratona.

Como a etapa do Rio de Janeiro já tinha acontecido, restavam três etapas. São Paulo e Brasília eram viáveis. São Paulo mais ainda. Brasília dependia da promoção de passagens aéreas, daquelas que sempre aparecem. Basta esperar. E apareceu. Passagens garantidas, era só se inscrever e continuar treinando. A etapa de Fortaleza não consegui. Muito distante do sul e muito caro. Foquei nas duas etapas possíveis e que já tinha corrida em 2013.

2015 tem sido muito bom em termos de meias maratonas. Como já falei há semanas, quero pelo menos correr em Brasília em 1:43:26 ou menos para ter a melhor média de tempo em meias maratonas, que até agora pertence ao ano de 2013. Em teoria, é bem possível, já que o objetivo é tentar correr a meia sub 1h40, pensando também em fazer um novo recorde na meia maratona. Qualquer coisa abaixo de 1:38:43 está valendo.

Como vou com a intenção de tentar um recorde pessoal, mesmo que não consiga ainda há margem para fazer um tempo bom. Vamos com plano A, B, C, D e todas as letras do alfabeto. Espero algo de sub 1h45 para baixo, mas nunca se sabe o que vai acontecer no dia. Vai que é um dia ruim? Ninguém sabe. Os treinos estão em dia e o joelho melhor, embora não 100%. Acredito que não vai atrapalhar na corrida. No último longo foi tudo tranquilo. Em clima de Brasília e rumo ao aeroporto, deixo abaixo os dados do Garmin da prova em 2013.

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E agora, Brasília?

Posso parecer monotemático, mas estou em viagem e só com 3G. Nada mais prático do que falar da Meia Maratona de Florianópolis. É algo fresco na memória e que consegui dividir em várias partes. Nem sabia que tinha tanta coisa assim para escrever, mas agora que comecei com os textos de segunda a sexta, percebi que qualquer coisa é motivo para um post. Por tanto, vamos continua com a meia maratona. Já falei do antes, do durante e de que ainda falta uma. Neste post, vou falar de como estou à procura de algum objetivo para essa uma que falta, em Brasília.

Depois que fiz o recorde pessoal na Meia Maratona de Florianópolis, fiquei pensando no que fazer em Brasília. Sempre soube que um dia o recorde e o sub 1h40 sairiam, mas não imaginava que seria em Floripa. Era uma daquelas coisas que a gente sabe que vai acontecer, não sabe quando, mas parece que está sempre longe. Pois aconteceu. Ainda melhor do que nas minhas melhores projeções. Foi até sub 1h39. Sabia que podia, mas nunca tinha conseguido manter um ritmo constante de recorde durante toda a meia maratona. Foi uma soma de fatores, acredito, e também porque era o dia.

Agora fico eu pensando: o que fazer em Brasília? Não há mais nenhuma pressão minha para conseguir o sub 1h40. Já fiz o que queria no ano e bem melhor do que o planejado. Recorde de novo? Não sei. Depende do dia. Já sei agora que posso e que consegui uma vez, mas essa ainda é a exceção. O padrão nas meias ainda não é sub 1h40. Um objetivo com certeza será fazer pelo menos 1:43:26 para 2015 ser a melhor média de meias maratonas. Um outro objetivo é pelo menos o sub 1h40 de novo. Quero ficar constante nessa coisa de sub 1h40, para fazer novos recordes pessoais e ter algum lastro para uma futura e incerta maratona.

Na pior das hipóteses, sub 1h45 vai servir também. Só que a verdade é que vou ficar pensando em qualquer tempo menor que 1:38:43. Vai ser difícil? Sim. No entanto, se dessa vez não der, sei que já fiz o que queria neste ano. Não vai ficar aquela ponta de frustração por ter tentado o recorde pessoal em quatro meias e não conseguir em nenhuma. Uma outra alternativa seria fazer menos que 1:41:49. Pode não ser sub 1h40, mas teria dois tempos abaixo do até então recorde da vida. Os treinos seguem. Nada mudou. Tomara que 8 de novembro seja o dia, assim como foi o 11 de outubro.

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PFC 45 – Golden Four Asics Brasília

[powerpress]

Nesta edição, temos a participação do convidado especial Danilo Confessor, direto de Brasília, para nos contar mais detalhes e informações sobre a Golden Four ASICS Brasília.

Assista à edição 45 no YouTube: