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Aquela costura

Nessa volta gradual de treinos e trotes devagar quase parando, no domingo corri mais 20 minutos. Fui mais uma vez com o Piranha da Asics porque ainda precisava fazer alguns testes e confirmar uma suspeita que ficou da primeira vez que usei ele. Naquela oportunidade, no fim do treino de pouco mais de 7 km senti um incômodo no pé esquerdo. Parecia uma costura ou algo interno no tênis que deu uma incomodada.

Daquela vez, fui com meia de algodão. Desta vez, fui sem meia. A experiência foi pior. Tem uma partezinha ali dentro do par esquerdo do tênis que fica pegando na parte interna do pé, logo depois do dedão, ali na lateral. O tênis é estreito, mas para isso vou colocar o cadarço de forma que o primeiro furo, lá embaixo, não fosse utilizado. Mais ou menos como o Sérgio Rocha, do Corrida no Ar, indica fazer neste vídeo.

Voltando à costura. Sem meia parece que não vai ser possível correr. Foram 20 minutos apenas, mas nos últimos minutos já sentia queimar a região. Cheguei em casa e já no elevador me certifiquei da suspeita. Era uma bolha que pelo atrito já estava em carne viva. Coisa bem linda. O banho de domingo foi complicado. Meu próximo teste com o Piranha vai ser com uma meia mais fina e por mais tempo, para ver o que acontece.

Suspeito, porém, que existe algo ali dentro do pé esquerdo do Piranha que preciso resolver, mas ainda não achei o ponto exato. O pé direito é tranquilo, mas por ser mais estreito, também ficou meio avermelhada a área. Com a amarração do cadarço diferente e com a meia, em breve farei mais um teste. Se os atritos continuarem, o Piranha vai servir no máximo para provas de 10 km. E também vai mostrar meu azar com os tênis. Aposto que mais ninguém teve esse problema com o Piranha.