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Desafio PFC S01E05 – Qual Relógio GPS Usamos

No quinto episódio da série DESAFIO PFC 21 KM, falamos qual relógio GPS usamos e das características deles.

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[powerpress] Suunto lança nova geração de relógios com GPS

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O novo relógio da TomTomMatt Damon e Ben Affleck procuram pessoas para o reality show The Runner.

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A sexta, o longo, o despertador, o GPS e outras coisas mais

É isso que dá já ter o texto da sexta pronto na quinta. E o de segunda também. Acumula tudo para um post só. Vou tentar ser sucinto e resumir o que foram os últimos cinco dias com cinco treinos, de sexta até hoje. Cada parágrafo é um dia.

Na sexta, esqueci de programar o despertador. Na verdade, programei ele apenas de segunda a quinta às 4h30. Logicamente, sem despertador, acordei depois das 6h. Perdi o bonde do treino da madrugada. Não gosto de correr à tarde ou à noite, mas era o jeito. Já não tinha corrido quinta por causa da chuva e me incomoda muito ficar dois dias sem correr. Então, lá fui eu em plena sexta, às 16:13. O sol deu uma trégua e tinha um ventinho bom. Acabou sendo um dos melhores treinos. O primeiro quilômetro já saiu a 5:53, o segundo a 5:48, depois 5:41 e comecei a perceber que talvez pudesse fazer os 40 minutos que tinha me proposto abaixo de 40 minutos. Deu certo, com os últimos km entre 5:19 e 5:29.

Sábado era dia de longão. Desta vez, 55 minutos. Entre um treino e outro tive 15 horas de descanso. Não era o ideal, mas foi o que deu. Neste treino, o objetivo era bem claro: queria correr abaixo de 5:40 na média. Comecei cedo, às 7:17. O tempo ajudou, o corpo ainda não sentia tanto os impactos do treino da sexta e saiu 55 minutos com 5:34 min/km de média. O melhor de tudo: foi progressivo. Observem: 6:00, 5:47, 5:44, 5:41, 5:34, 5:27, 5:23, 5:15, 5:20 (cansei aqui, pô) e os últimos metros a 5:32 (dá um desconto, era fim de treino). Foi aquele tipo de treino que dá confiança.

Domingo foi o dia da preguiça. Corri para não ficar à toa e fazer volume. Foi ritmo livre, na sensação de esforço, sem muita preocupação. Saí pelas ruas da cidade e corri 40 minutos. O mais legal desse treino foram os km 4, 5 e 6. Sem nenhuma pretensão, essas parciais saíram toda as 5:56. Bem constante. As panturrilhas reclamaram um pouco. Finalmente, os treinos seguidos de sexta e sábado apresentavam alguma consequência.

Na segunda, fui cedo. Ainda queria ter começado antes, mas não deu. De qualquer forma, às 5:13 estava correndo. Esta semana quero só fazer rodagens de 50 minutos ou mais porque semana que vem pretendo começar os treinos intervalados. Fui em ritmo livre e o ritmo ficou bem constante. A zona de conforto melhorou. Antes sofria para fazer 6:30, agora 6:00 está menos pesado. Ontem foi quando as panturrilhas mais reclamaram. Senti bastante cansaço nelas. Fiquei até em dúvida se correria hoje ou não. Outro ponto da segunda é que no domingo dormi à tarde e demorou para dormir à noite. Foi um sono curto e picotado. Muito ruim.

Terça foi o dia do GPS doido. Quando cheguei na portaria do prédio, liguei o bichinho. Ele logo achou o sinal, mas acho que não dei o tempo para ele se localizar de fato. Ele deve ter ficado todo perdido e só me dei conta quando já tinha passado pelo lugar que tradicionalmente marca 1 km. Quando olhei, estava lá mais de 9 minutos e só 400 metros. O sinal se perdeu e não se achou no restante do treino. Fiquei só com o tempo percorrido. A distância tive que estimar. Como fiz quase o mesmo percurso de ontem, devo ter feito quase 8 km em 50 minutos. Hoje corri mais devagar. Apesar de ter dormido melhor e estar fisicamente mais inteiro (as panturrilhas estavam boas hoje), fisiologicamente (se posso chamar assim) estava ruim. O estômago estava estranho. O ponto positivo foi ter conseguido começar o treino às 5:03.

Estes foram os treinos nos últimos 5 dias. Nada de intervalados, mas alguns ritmos mais fortes. Seguimos assim. Se tudo der certo, devo correr todos os próximos dias, de quarta a sábado, com folga no domingo, quando pretendo acompanhar a Meia Maratona de São José, que vai acontecer pertinho de casa.

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Nesta edição, falamos do lançamento dos novos relógios da Garmin, o Forerunner 230, Forerunner 235 e Forerunner 630, que já estão disponíveis nas principais lojas físicas e online do Brasil.

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Enganando o sinal

Certa feita, escrevi sobre o sinal do GPS, que por vezes me sabotava quando ia treinar. Naquele post, o Vander comentou que deixava o GPS na janela localizando o sinal. Na época, até respondi o comentário dizendo que o sinal se perderia assim que entrasse no elevador. Como isso de fato acontece, adotei a dica dele com uma pequena adaptação. Talvez possa ser o que ele faça e não tenha ficado bem claro naquela postagem.

O que estou fazendo é deixar o Garmin na janela procurando o sinal, tal como foi falado, enquanto coloco a roupa e me apronto para correr. O GPS encontra a localização de forma rápida. Assim que ele se localiza, fica na tela de iniciar a atividade. Aí, faço o seguinte: em vez de iniciar, aperto no cancelar, coloco o relógio, saio de casa, pego o elevador, desço e ativo novamente para localizar o sinal quando chego na portaria.

É questão de segundos para o Garmin encontrar o sinal. Acredito que localizar o sinal antes, lá na janela, meio que deixa na memória dele as coordenadas dos satélites e facilita o trabalho de localização dali por diante. Toda vez que lembro de fazer isso, meu tempo de espera na portaria do prédio é quase nenhum. Antes, o Garmin ficava fazendo pegadinha comigo. Agora, encontrei um jeito de enganá-lo e não perder minutos esperando pelo sinal. A dica do Vander foi muito útil. Não tinha pensando nisso até ler o comentário dele.

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Atletas de elite também usam GPS

Na Maratona de Chicago, realizada dia 11 de outubro, a americana Sara Hall fez sua segunda maratona e conseguiu melhorar seu tempo em 17 minutos. Terminou a prova com 2:31:14 em 10º lugar. Ela tinha o objetivo de correr para 2h28, mas as condições da prova a fizeram por optar a manutenção da posição.

Ela é esposa de Ryan Hall , também maratonista americano, e ambos são patrocinadas pela Fitbit, empresa com linha de relógios GPS e monitores cardíacos. Sara Hall mostrou que os atletas de elite também usam GPS e ainda compartilhou a tela com os dados e informações da sua prova obtidas com o uso do Surge GPS:

  • 26.27 milhas (ou 42,28 km)
  • Ritmo médio: 3:35 min/km
  • Frequência cardíaca média: 172 bpm
  • Calorias queimadas: 1.397
  • Total de passos durante a corrida: 28.541

Link da notícia: http://running.competitor.com/2015/10/news/sara-hall-shares-her-chicago-marathon-data_137472.

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Cadê o sinal?

Na semana passada, fiz um post falando dos começos dos treinos. Dou um tempinho para o GPS se estabilizar e o corpo aquecer. Pois bem. Na mesma semana, depois de escrever o post, o GPS resolveu brincar comigo. Nem sempre o sinal é localizado rapidamente. Não sei bem o que define a rapidez de localização, mas tem dias que demora muito mais e tem dias em que tudo acontece em questão de segundos.

No dia da pegadinha do GPS, desci, liguei o Garmin, fiquei esperando, esperando e nada. Chegou até a ativar o modo repouso de energia. Dei mais uma chance para o sinal se achar e nada. Já tinha perdido quase dez minutos parado esperando. Decidi então sair correndo bem devagar, trotando pelas ruas, para ver se o sinal conseguia se encontrar nas ruas. Tem vezes que em movimento pelas ruas o sinal vem mais fácil.

Fui trotando pelas ruas, calmamente, sem pressa, aguardando o sinal do GPS. Fiz todo o trajeto que faço para aquecer. Foram quase quinze minutos trotando. Era dia de intervalado e sempre tem o ritual de aquecer para começar a fazer força. Acontece que cheguei na Beira Mar e nada do sinal. Nunca demorou tanto. Parei, desamarrei e amarrei o tênis de novo, para dar mais um tempinho para o sinal se achar. Nem sinal do sinal.

Já estava ficando sem escolha e não queria mais perder tempo. Comecei a pensar em como faria o intervalado. Usaria as marcações da Beira Mar e mudaria os tiros de 5′ para tiros de 1 km. Quando estava finalizando mentalmente que faria o treino todo ou uma parte sem sinal, eis que o maldito apareceu! Aleluia! Demorou MUITO, mas o sinal veio. Nessa brincadeira toda, iniciei o treino no Garmin com mais de dez minutos de atraso, além do horário normal.

Mesmo que já tivesse aquecido trotando os quase quinze minutos, não considerava aquilo bem parte do treino. Fiz o aquecimento e parti para os intervalados. Foi o dia que mais não entendi o GPS. Céu limpo, sem nuvens, ao ar livre e nada. A barrinha da localização do sinal estava cheio, não tinha mais para onde ir, só faltava sair do relógio e não ativava. Faltava alguma coisa. Foi demorado, mas o sinal surgiu e o intervalado saiu. Não sou tão escravo do GPS no que diz respeito a ritmos e a ficar olhando direto, mas na parte de ter que ligar o Garmin para começar de fato o treino, aí sou muito dependente.

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Quilômetros iniciais

Quando comecei a correr, como faz todo amador que nunca correu na vida, iniciava meus treinos sempre muito rápido e morria depois. Não tinha cadência nenhuma. Era só acelerar. Aquecer? O que é isso? Só saía correndo e pronto. Depois, a gente vai aprendendo um pouco e começa a dar mais importância para o aquecimento. Antes dos meus treinos para a maratona em 2013, deixava para começar a correr quando chegava na Beira Mar. Andava de casa até lá. É um trajeto de 500, 600 metros pela menor distância.

Nesse tempo, o GPS ia se localizando. Geralmente, quando chegava lá, já tinha sinal e era só correr. Com os treinos da maratona e com volume maior de quilômetros, percebi que perdia muito tempo andando até a Beira Mar. Por que andar até lá se já posso sair correndo de casa? Ainda dava umas voltas a mais pelas ruas da cidade e fazia em torno de 1,5 km. Era basicamente meu aquecimento. Não fazia, não faz e talvez nunca vá fazer sentido andar até determinado local para então começar a correr.

O que faço atualmente é descer na portaria do prédio e ligar o Garmin. Fico ali até ele encontrar o sinal. Sim, ainda sou dependente do GPS. Só começo a correr quando ele encontra o sinal. Na maioria das vezes, demora um ou dois minutos. Nada que me incomode muito. Quando tudo está sincronizado, saio já correndo. Dou umas voltas e quando chego na Beira Mar já fiz praticamente 2 km de treino. Nesse início nem me preocupo com o ritmo. Faço do jeito que dá, usando como aquecimento mesmo. Se for um treino de ritmo, nos quilômetros seguintes corro no ritmo certo.

Além de ser aquecimento, o ritmo nem me preocupa porque assim que o GPS encontra o sinal já começo a correr. Pelo que percebo, o GPS precisa de um tempo para estabilizar o sinal. Durante o primeiro quilômetro e nos minutos iniciais, ele fica muito doido e o percurso às vezes fica descoordenado no mapa. Um dos treinos da semana passada foi assim. Fiz o primeiro quilômetro, de acordo com o Garmin, em 5:28. Conheço um pouquinho meu ritmo para saber que era uma baita mentira aquilo ali. Depois, voltou ao normal.

Nas corridas, como ligo o GPS com certa antecedência, esse tipo de coisa nunca acontece. Acredito que o tempo ligado faz com que o sinal fique mais estável. Posso estar errado, mas é o que parece. Nos treinos, não vejo necessidade de esperar o sinal. Assim que ele se acha, saio correndo. Aí o GPS enlouquece. No fim, fica bom. Uma coisa completa a outra. Uso os primeiros quilômetros como aquecimento em um ritmo tranquilo e o GPS tem tempo para se encontrar e se estabilizar. Abaixo, o treino do primeiro quilômetro louco.

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Atrás da distância correta

Antigamente, corria várias provas, muitas provas. Em 2012, cheguei ao absurdo de 45 corridas no ano. Um exagero. E poderia ter feito mais. Essa fase passou. Diminuí para 21 provas em 2013, 13 em 2014 e em 2015 foram 7 até agora. Nas minhas contas, deve chegar a 11 ou 12 ainda, mas bem menos do que foi naquele 2012.

Junto com menos provas veio maior critério para escolher qual correr. Quero provas boas, organizadas e, aí está o assunto de hoje, com a distância correta. As provas de 5 e 10 km são de uma dificuldade do tamanho do Everest para terem a distância que deveria. Provas aferidas são poucas. Aqui em Santa Catarina, tenho bastante dificuldade com isso.

No DataEnio de recorde pessoal, a distância da prova no Garmin tem que ser minimamente maior do que o anunciado. Nas provas de 5 e 10 km que sei que não são aferidas por federação com as bicicletas calibrada, a tolerância do DataEnio é de 10% a 20%. Logo, aceito uma prova de 5 km com até 5,10 km no Garmin e uma de 10 km com 10,10 km.

Sabemos que o Garmin não é preciso. Ele TEM que marcar a mais. É o critério do DataEnio. Se der a distância exata no Garmin, HUM, podemos aceitar com ressalvar e vamos desconfiar. Mas se der menos, AH, MEU AMIGO, aí não conta como recorde nunca e nem será como tal divulgado. Já falei um pouco disso quando participei da Corrida Adria Santos. Seria o recorde dos 5 km, PORÉM, AH PORÉM, a distância deu menor.

Tudo isso para chegar na prova que devo participar domingo. O Circuito ParaTodos aqui em Floripa, dia 06/09. São 5 km em Canasvieiras. Olhei o mapa do percurso no site e fiz o que sempre faço com provas de 5 e 10 km que divulgam o percurso: fui até o MapMyRun e montei o percurso por conta, seguindo o mapa divulgado pela organização.

É um modo de já me precaver de eventuais frustrações. Se vejo que no mapa divulgado não tem 5 km ou tem muito a mais, nem vou na corrida ou vou sem pensar em tentar correr forte, para recorde. Fiz o mesmo na da Adria Santos e no MapMyRun dizia que teria os 5 km. Deu 5,02 km. Se o Garmin não é preciso, muito menos seria o MapMyRun, né?

Pelo menos, dá uma ideia de que PODE SER que a distância seja correta. Por este motivo, fui na corrida da Adria Santos com pensamento em correr forte. Seria meu recorde na distância. Utilizando do mesmo método, medi o percurso do Circuito ParaTodos e, a princípio, marcou 5,01 km. Como o Garmin geralmente dá um pouco a mais, TALVEZ a distância seja realmente de 5 km.

Acredito que tudo vai depender de onde estiver o portal de largada e chegada. De qualquer forma, o simples fato de que existe a possibilidade da prova ter os anunciados 5 km me faz cogitar realmente acordar domingo cedo para ir lá no Norte da Ilha correr e tentar fazer meu recorde pessoal nos 5 km. Não sei se vai dar certo, tanto o recorde quanto a distância, mas já fiquei mais animado em correr forte domingo.