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Maratona de Curitiba 2016 – 20/11/2016

maratona de curitiba 2016Olá, amigos! No domingo, dia 20 de novembro, foi realizada a já tradicional Maratona de Curitiba 2016. Todos já conhecem a prova como sendo uma das mais difíceis e técnicas do país. Mas esse ano a prova foi diferente. Mas por que diferente?

Este ano a Maratona foi ameaçada de não acontecer. Foram alguns meses até que uma empresa local tomasse a frente da organização da prova. A empresa responsável foi a Thomé e Santos – Eventos Esportivos, já conhecida pelos corredores locais por suas provas muito bem organizadas.

Agora, no entanto, tratava-se da maratona da cidade.  Desde a divulgação da data, viu-se uma mobilização que há muito tempo não se via na cidade, o que lembrou os tempos das primeiras maratonas em meados dos anos 90, onde a Prefeitura Municipal mobilizava a cidade em torno de um evento de grande porte para a cidade.

Vimos grandes personagens da corrida de rua de Curitiba envolvidos e empenhados em fazer com que a maratona fosse uma grande festa. Glacymar Rodrigues, ATCC Curitiba, assessorias esportivas, academias, corredores e simpatizantes do esporte prometiam uma grande festa para o dia da prova.

Domingo, dia da prova, promessa de temperatura agradável, o que se concretizou durante a prova. Corredores chegavam à arena do evento para a largada dos 42.195 metros. Pontualmente no horário previsto foi dada a largada e no soar da buzina começava a grande festa da corrida de rua em Curitiba.

Público na rua apoiando em praticamente todo o percurso e apoio para os atletas montado pelas assessorias esportivas traziam um toque especial de apoio a todos. O revezamento que foi realizado este ano proporcionou a muitos o gosto de participar de uma linda prova. A união de todos em torno da prova mostra que Curitiba está no caminho certo para voltar a ser uma das maiores maratonas do país. Voltamos a sorrir e ter orgulho da prova.

Esperamos em 2017 uma prova ainda mais bonita e desde já fazemos o convite a todos para correr aqui! Parabéns aos organizadores e a todos que de alguma maneira contribuíram para que tudo isso acontecesse. Boas corridas!

Confira a nossa cobertura da Maratona de Curitiba 2016:

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Alguém segure o ceguinho

Relato enviado pelo ouvinte Flagner Camargo, de Curitiba, sobre a participação dele na Maratona de Curitiba, que aconteceu no dia 15 de novembro:

Relutei um pouco em escrever este relato, mas pensei: “Que sirva para alguém, nem que seja de mau exemplo (rs)!”.

Como sou Deficiente Visual, segundo as regras da CBAt usadas no Regulamento da Maratona de Curitiba, sou obrigado a correr acompanhado de um atleta-guia. Até aí nenhuma novidade. Mas para entender melhor vou voltar um pouco no tempo.

Maratona de Curitiba de 2014, corri acompanhado do colega Enio Santos, personal trainer, que além de me guiar, passou-me os treinamentos para esta prova. Treinamentos estes que fiz “quase” todos e “quase” bem. Largamos em um ritmo um pouco mais forte do que deveríamos e fomos cobrados logo lá pelos 25 km. Quebradeira, prova traumática, sofrida, finalizada a duras penas.

Fui para casa frustrado e prometi para mim mesmo que não sofreria daquela forma em 2015. Sim, eu terminei a prova já pensando na próxima, diferente da maioria das pessoas que termina uma maratona prometendo que NUNCA mais fará outra, embora esta promessa costume durar menos de uma semana Voltei aos treinos no primeiro semestre focado em provas de distâncias menores e, a partir de agosto, com foco exclusivo na Maratona de Curitiba. Em todos os treinos me lembrei da quebradeira de 2014. Fazia sempre um pouco mais do que deveria.

Em setembro, aconteceu o Revezamento das Nascentes do Iguaçu, uma prova de 110 km realizada em equipe. Nasce a EquiPileque, mas isto é história pra outra hora. No meio da conversa, um dos colegas da EquiPileque (André, ultramaratonista) se prontificou a ser meu guia na Maratona em novembro. Inscrição feita, atleta-guia, equipe apoiando e se preparando também para a Maratona, estava tudo indo bem.

Domingo, 7h, largamos, em direção aos 42 km. Inicio de prova mais forte do que o planejado (lá vai o cavalo paraguaio de novo!). Lá pelo km 3 eu começo a me preocupar com o ritmo forte e conseguimos baixar uns 15 segundos. Ficou confortável para mim e, aparentemente, para o André também. Lá pelo km 25 o André começou a reclamar de um desconforto na coxa, depois tornozelo, depois ombro, e isso só durou 3 km até ele “quebrar”.

E agora? Para tudo, André tenta se alongar, mas achou que não dava para seguir em frente. Outros atletas passando e eu angustiado. Em hipótese alguma iria abandonar o cara ali e seguir sozinho. Ele pediu a um outro atleta que seguisse comigo, alguns outros colegas apoiaram, o colega aceitou e lá fomos nós. Alguns dias antes, um colega (Eduardo) se prontificou a fazer apoio de bike na Maratona e conversamos sobre o assunto, sobre o regulamento, sobre segurança e etc. Lá estava ele no domingo. Naquele momento, com o André quebrado, pedi ao Eduardo que o apoiasse no que fosse preciso, e que eu seguiria.

Durante o percurso, vim a conhecer o Luiz Eduardo. Uma história de superação muito legal, fazendo sua Maratona de Renascimento, mas vou deixar que ele conte (se quiser) sua história. Só digo que é uma grande superação pessoal pra ele. Fui com o Luiz Eduardo por quase 10 km, mas eis que ele também apresenta sinais de quebra, totalmente justificados pela sua situação (lembram que comentei sobre a Maratona de Renascimento?). Estávamos passando pela Rodoferroviária, pouco antes do temível Viaduto do Capanema, que assusta quem encara a Maratona de Curitiba, quando o Luiz me pediu desculpas e que eu seguisse.

Naquele momento me bateu o desespero e ao mesmo tempo aumentou minha vontade de terminar aquela prova, mesmo que me desclassificasse, mesmo sem guia. Em vários pontos da prova encontrei com conhecidos, correndo ou torcendo. Eu tinha que terminar aquilo. Tinha que espantar aquele fantasma de 2014. Subi o Viaduto do Capanema com “sangue no olho” literalmente, só pensando em terminar a prova.

Eu procurava encontrar alguém que pudesse me guiar até o final da prova, mas não conseguia identificar ninguém. Nessa parte da prova, por volta do km 38/39, ou os atletas estão bem fortes e conscientes dos seus ritmos (aqueles mais experientes que se prepararam de verdade para a prova) ou estão quebrados. Quando já estava desistindo de encontrar um guia e aceitando a desclassificação no final da prova, aparece do meu lado, pouco antes do retorno da Visconde de Guarapuava, um outro atleta em ritmo parecido com o meu.

Pergunto a ele se pode me acompanhar até o final, e ele prontamente aceita. Na realidade, ele estava num ritmo um pouco mais forte que o meu, o que só ajudou. Luis Cesar me acompanhou por mais de 3 km até cruzarmos a linha de chegada. Prova concluída, classificação em primeiro lugar da minha categoria. Tempo total da prova dentro do planejado, sem quebras minhas pelo menos. Fantasma de 2014 expurgado da minha mente e, de quebra, QUATRO Anjos da Guarda!

A organização se equivocou na premiação, mas isso já está sendo esclarecido com o apoio da SMELJ – Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Juventude de Curitiba. E que venham as próximas edições da Maratona de Curitiba, com seus desafios, e suas surpresas que as tornam únicas ano após ano.

*Tem algum relato de treino ou corrida e quer contar como foi? Envie para o Por Falar em Corrida.

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Blog do Mauricio – Maratona com confiança? Melhor com sabedoria

Olá, amigos! Anteriormente, tive o prazer de escrever a vocês sobre a Maratona de Curitiba. E ela mais uma vez me reservou momentos incríveis. Pude perceber que só o nosso esporte e a amizade podem proporcionar situações como essas.

Domingo, dia 15 de novembro de 2015, cheguei na área de concentração das assessorias por volta de 6h. O clima que envolvia a todos era sensacional. O tempo ajudava com uma temperatura amena. Exatamente às 7h15 foi dada a largada. Vi os corredores iniciando suas jornadas e foi impossível não me lembrar da minha primeira maratona.

Como iria correr apenas metade da prova, peguei o ônibus para ir ao ponto de onde largaria. Cheguei a tempo de ver o primeiro colocado cruzar a marca dos 21 km com um tempo de 1h04. Aos poucos, os corredores passavam e eu a espera de alguém conhecido e de preferência com um pace confortável, ali perto dos 5:48 min/km, para que pudesse acompanhar.

Quando aparece meu amigo e parceiro no Desafio da Butuca, Gabriel Hamilko, que já participou também do PFC 105 – Bora Correr. Juntos seguimos até o fim. A corrida não é apenas esporte, trata-se de superação e amizade. Agradeço a oportunidade de poder estar ao lado do Gabriel durante sua luta para completar a prova. Boas corridas!

Deixo vocês com o relato dele:

Maratona com confiança? Melhor com sabedoria

“Amigas e amigos, uma dica humilde: se um dia você quer se dar bem em uma maratona, nunca subestime esses 42,195 metros. Ah, eu já fiz em um modo confortável? Ah, é plana? Mas eu já fiz dez vezes? Não, não será fácil. Primeiro, tem sim que ter a base de treinos. E mais: cada um tem sua limitação, seu tempo. Alguns conseguem um ritmo maior, outros não conseguem manter um ritmo forte durante todo o tempo.

Vamos ao que interessa? Pois então. Fui convocado para falar sobre a minha segunda experiência em maratonas. Não só em maratonas, mas NA Maratona de Curitiba. Para quem não sabe, é a maratona no asfalto com o percurso mais desafiador, com um altimetria variada – viadutos, subidas (principalmente próximo aos 30 quilômetros). Se o corredor é de fora, ele sabe bem disso, sente na pele. Quem é de Curitiba, já está acostumado, pois treina bastante no sobe e desce. Aí que pode morar o perigo. Aí que morou a minha confiança.

Poder psicológico é tudo? Sim, mas com prudência. Fiz todos os meus treinos programados, principalmente os longões.  Na minha primeira maratona curitibana, tinha ido bem. Fechei em 4:17:20, começando com um ritmo leve (pace entre 6:00 e 6:20). Aumentei aos poucos, chegando aos 5:25 depois dos 10 km. Mas terminei controlando em 6:10. Pensei comigo: minha missão agora precisa ser maior.

O tempo nublado não enganava, pois estava abafado desde a largada. Mas uma série de fatores configuraram minha derrocada. O primeiro passo foi largar forte. Confortável, comecei entre 5:30 e 5:20, aumentando para 5 redondo por três quilômetros. Tudo o que já tinha feito em treinamentos anteriores. Cheguei nos 13 km, na inclinada Arthur Bernardes e diminuí. Até aí estava programado. O que não estava previsto era uma dor incômoda nos dois joelhos, que depois se somou ao quadril.

Diminuí mais, passei os 21 km e começou o sofrimento. A dor aumentou, e para compensar, mudei a minha passada, correndo mais ainda com a ponta dos pés – o que forçou mais as panturrilhas. No km 22 tive a companhia importante do Mauricio Geronasso, guerreiro que me acompanhou na pior parte. Ele, louco para correr, e eu me segurando. Queria poupar energia, pois sabia que o fim seria de sofrimento. Meu sub-4 horas já tinha ido para o ralo, mas a meta de diminuir o tempo do ano passado ainda estava em pé. Segurei um ritmo de 6:10, caindo para um confortável 6:20 depois dos 25 km.

Daí um outro erro meu. Com as câimbras ameaçando paralisar os tornozelos e a coxa esquerda, eu não poderia parar e andar. Seria o fim. Mas vi um amigo sofrendo e chamei ele para se juntar ao grupo. Cheguei a mais um amigo no meio do caminho. Chamei para se juntar ao pelotão. Até aí tudo bem, mas na principal subida, na Marechal, bem no km 30, eu segui os apelos e andei. A ideia era terminar todos juntos. Não deveria, poderia me arrastar mais em um ritmo devagar, mas bom.

Andar me fez esfriar, travou os músculos e deu um nó na coxa esquerda. Não conseguia dar mais um passo, mesmo com o alongamento do Mauricio. Achei que era o fim. Mas com a ajuda de mais uma moça que estava de apoio em uma bike, consegui massagear até desatar o nó. Mas ali tinha acabado a parte normal da maratona. A cada arrancada que dava era uma nova câimbra em uma das panturrilhas. Foram três cápsulas de sal, dois copos de refrigerante, vários de água e mais um gel.

Demorou, mas fez efeito para voltar a correr em um ritmo bem devagar, próximo do pace de 7:00 min/km. Só que os músculos estavam pesando, as pernas não reagiam. A cabeça pensava de um jeito, mas o corpo não conseguia fazer. O principal psicológico foi neste trecho, conseguir terminar. Próximo ao km 35, desistir era impossível na minha cabeça. Só que as câimbras voltaram com tudo no km 38. A partir daí, não tinha o que fazer. Para terminar, só andando.

Hora de entrar o famoso “se”. Se eu tivesse começado mais devagar, poderia terminar com menos sofrimento. Se o joelho não tivesse doído, tudo estaria normal. Se não andasse no km 30, poderia parar com câimbra só depois dos 35. Mas uma coisa é certa. Faltou humildade na estratégia. Termino como começo: nunca subestime uma maratona. Calma, esquece o que eu disse. Deixa eu reformular. Nunca subestime uma maratona, ainda mais se for em Curitiba. Respeite seus limites. Uma lição. Na hora, jurei que não precisava passar passar por tudo isso de novo, queria aposentar as maratonas. Mas o ar do desafio é maior. A missão ainda está aberta. No final, a minha maratona da lição terminou em 4:55:30.”

Gabriel Hamilko

15/11/2015

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Blog do Mauricio – Maratona de Curitiba

Olá, amigos! Não poderia deixar passar a oportunidade nem a data. Neste dia 15 de novembro, teremos em Curitiba a realização da já tradicional Maratona de Curitiba. Muito aqui já foi falado sobre ela, através de posts e até mesmo em edições do podcast: uma sobre a maratona (PFC 66) e outra na qual o meu nome foi o mais falado até hoje em uma edição (PFC 71). Não falarei da prova em suas questões técnicas e de percurso, mas sim do significado que ela tem em toda minha curta trajetória na corrida de rua.

Como sabem, comecei a correr em 2011, após uma lesão de costela praticando boxe. Foi uma maneira despretensiosa de continuar me movimentando, sem ao menos pensar o que poderia acontecer. Os dias foram passando e o gosto pela corrida aumentava a cada passo dado e a cada distância percorrida. Nunca pensei em correr uma prova, nem mesmo sabia onde e como eram realizadas, mas… tudo na vida tem um mas.

Enquanto tomava gosto pelo esporte, pesquisava as melhores práticas na internet, trajetória de todo e qualquer iniciante, quando me deparei com a divulgação da Maratona de Curitiba e nela vi que existiam as distâncias alternativas de 10 e 5 km. Resolvi fazer a inscrição logo nos 10 km. Louco, um pouco, ou muito, para uma pessoa fora do peso ideal e que havia começado a correr há 40 dias. Lá fui eu para a minha primeira prova oficial e logo um evento que tem uma magnitude toda especial, o sonho de qualquer corredor: a maratona.

Sem conhecer ninguém, fui aos poucos deixando o clima me envolver e conhecendo um pouco do que era a corrida de rua. Pessoas sorrindo, pessoas alegres, pessoas nervosas, enfim, via de tudo. Resumindo, corri os 10 km em 1h02. Aproveitei muito a prova e todo clima envolvido e naquele dia descobri que estava apaixonado pela corrida. Voltei em 2012 e reduzi meu tempo nos 10 km, já mais experiente e treinando com assessoria. Em 2013, corri metade da maratona acompanhando amigos e parceiros de treino, já me preparando para o ano seguinte.

2014 foi o ano. Ano em que me tornei maratonista e completei os 42 km. O significado disso, posso dizer é que “não existe palavras para descrever o que é completar uma maratona”. Agora chega 2015 e novamente estou inscrito para essa prova que para mim tem um significado muito especial. Novamente irei correr metade da maratona. Não tive tempo hábil para preparação e também não quero me arriscar, visto que correr uma prova com essa distância requer, além de preparo, muita cabeça.

A você, amigo, que chegou até aqui digo que correr uma maratona não é nada, a preparação é mais dura do que a prova. O dia da corrida é o momento de alegria onde seu treinamento será botado à prova. Meu conselho é único: divirta-se! Ano que vem pretendo correr novamente esta prova. Abaixo, fotos dos meus momentos no evento. Boas corridas!

2011
2012
2013
2014
Percurso da maratona
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Maratona de Curitiba – 16/11/2014

Maratona Caixa de Curitiba
16/11/2014
Curitiba – PR – Brasil

Valor da Inscrição
R$ 95,00 – Maratona
R$ 80,00 – 10 e 5 km
Lata de leite em pó – caminhada 3 km

Retirada do kit
Na loja Procorrer, na quinta, sexta e sábado anterior ao evento. Durante quinta e sexta, a retirada foi tranquila pelos relatos. Já no sábado, muita fila e espera. Ficamos 1h20′ aguardando para retirar o kit. Tiveram até que fazer distribuição por senha. Pegamos a 838 e estava na 615. Essa foi a pior parte do antes, durante e depois do evento. Talvez a retirada pudesse ser em um lugar maior, com uma expo. Foi um espaço pequeno frente a tantas pessoas que foram lá. Ainda faltaram alfinetes no kit e as camisetas acabaram.

Kit
Para quem fez a maratona, camiseta, toalha, desodorante, meia, viseira e o número. O chip foi retirado no dia. Para quem fez 5 e 10 km, o kit veio sem viseira e meia.

Largada
Aconteceu no horário previsto. Primeiro, largaram os PNE’s, depois a elite feminina da maratona, em seguida a elite masculina junto com o pelotão geral. Meia hora depois teve a largada dos 5 e 10 km e da caminhada. Largada cedo, com 12º C.

Percurso
O percurso da maratona passa por 22 bairros e rende um bom passeio pela cidade. Tem bastante subidas e descidas, o que ao longo da prova, maltrata as articulações. Não é um percurso fácil, mas não é repetitivo. Os primeiros 6 km servem apenas para aquecer, pois o corredor sente que a prova começou a partir do momento que há o retorno para a avenida, onde a maratona e as corridas de 5 e 10 km se encontram. Do km 9 ao 11 é que deve haver cautela, já que é uma parte do percurso que tem pequenas subidas, sendo quase 2 km de falso plano, ou seja leve aclive, muito chato. Do início da prova até o km 26, tem muitos pontos com sombra, que acabam facilitando a corrida. Depois disso, as sombras são raras. Em dias de muito sol, como no dia da prova, o sol vai judiar e te deixar com um belo bronzeado de corredor. Do km 26 ao 29, é o trecho mais tranquilo da prova, talvez pelo fato do que está por vir após isso. A partir do km 30, principalmente em Curitiba, é um trecho que tem muitas subidas e o corpo já está bem cansado. O sol realmente judiou, fator que poderia ser amenizado com a entrega de esponja. Os 5 e 10 km, além da caminhada, ficam mais ao redor da largada no Centro Cívico. Algumas pequenas subidas e descidas. Nada que assuste. É possível fazer tempos bons nessas provas. (Colaborou Maurício Geronasso)

Hidratação
Água e isotônico em abundância. Na maratona, água a cada 3 km. Isotônico 4 postos. Ainda teve dois postos de apoio, no km 33 e no km 38, com balas de goma e coca, além de outros itens que foram muito úteis e ajudaram os corredores. O mais interessante é que esses pontos não foram feitos pela organização. No km 38, foi cortesia da loja Procorrer.

Distância
Nada a reclamar sobre as distâncias dos percursos. Caso alguém tenha notado algo de diferente, fique à vontade para colaborar.

Pós-prova
Uma área de dispersão enorme e um caminho um pouco extenso entre a chegada e saída do curral. Extenso, mas bem distribuído, para que ninguém ficasse obstruindo a chegada dos outros corredores. Primeiro, postos com água, depois isotônico, depois a medalha e no fim as frutas. Saindo do curral, ainda havia tenda de massagem para os atletas.

Medalha
A medalha teve o nome e ano da prova e também a fita personalizada. Muito bonita. Pena que eram todas iguais, para 3, 5, 10 e 42 km.

Concluintes
Total: 2628
42 km: 1468 – 1218 homens – 244 mulheres
10 km: 784 – 454 homens – 331 mulheres
5 km: 376 – 156 homens – 218 mulheres

Resultados

  1. Fred Kosgei Chesondin – 02:22:19
  2. João Marcos Fonseca – 02:22:22
  3. Saidi Juma Makula – 02:22:39
  1. Jacklyne Chemwek Rionoripo Woman – 02:49:12
  2. Conceição Oliveira – 02:53:54
  3. Adriana Sutil da Costa – 02:54:55Elize de Souza Geanesine – 01:41:39

Comentários finais
A Maratona de Curitiba foi um excelente evento. A entrega dos kits no sábado que realmente deixou a desejar. Outra coisa negativa a destacar também era a enorme presença de bicicletas, tanto no decorrer da prova quanto no fim. Nos outros quesitos, tudo pareceu acontecer de forma adequada e sem atropelos. Na arena da prova, tinha espaço da Gilette e uma tenda para tirar aquela foto que sai na hora. Outro ponto positivo é o apoio dos moradores. Na chegada, isso era muito evidente. Uma arquibancada na reta de chegada foi uma grande ideia. Não sei se é possível, mas se tivesse mais seria ainda melhor. Muita gente apoiando e aplaudindo. Como a reta é grande, desde que o atleta aparecia depois da rotatória, já era possível identificá-lo e apoiá-lo. As assessorias esportivas tinham um espaço bom para organizar suas tendas, perto da rotatória, pouco antes da reta final, por onde todos os corredores passavam. Se você participou da prova e acha que ficou faltando alguma coisa, comente ou nos informe, que vamos acrescentar as informações.

*Participou da prova? Concordou com a análise? Discordou? Quer acrescentar alguma coisa? Entre em contato ou deixe sua opinião nos comentários.

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Largada da Maratona de Curitiba 2014

Estivemos na Maratona de Curitiba, que aconteceu ontem, dia 16 de novembro. Tentamos fazer a cobertura da prova e filmamos a largada da maratona. A largada durou quase 4 minutos. Esse foi o tempo até o último corredor passar sozinho rumo aos 42 km. O vídeo, quase todo em câmera lenta, ficou com pouco mais de 13 minutos. Com as imagens em câmera lenta não fica tão difícil se encontrar na largada.

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Podcast PFC

PFC 71 – Corridas do Fim de Semana

PFC 71 Corridas do fim de semana

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No último fim de semana, o Por Falar em Corrida esteve presente em duas corridas no sul do Brasil: a Maratona de Curitiba e a etapa de Florianópolis do Circuito SESI de Corridas de Rua. Nesta edição 71 do podcast contamos o que aconteceu nessas duas provas. Corra e Escute!

Você ainda pode ver o vídeo da largada filmada em câmera lenta e algumas fotos que fizemos na Maratona de Curitiba.

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Podcast PFC

PFC 66 – Maratona de Curitiba

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Na edição 66, o Por Falar em Corrida traz detalhes da Maratona de Curitiba que acontece em novembro. Dicas e informações especiais dadas por quem vai correr a prova e mora na capital paranaense, abordando desde o local para retirada do kit, passando pelos pontos turísticos, até os detalhes do percurso.

Participação especial de Maurício Neves Geronasso.