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PFC 285 – Relógio GPS

Neste episódio mais tecnológico, convidamos o Michel Duarte, que já participou do PFC 275, para falar sobre relógio GPS. Conversamos sobre Apple Watch, tem Garmin e também tem TomTom, Polar, Suunto e mais um tanto de coisa.

PFC 285 – Relógio GPS

Participantes

Enio Augusto
Guilherme Preto

Convidados

Michel Duarte

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Assista ao PFC 285 –  Relógio GPS no YouTube:

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Quando o relógio quase não veio

A segunda está atípica. Acordei bem cedo para pegar o avião e voltar a Florianópolis. Chegando aqui, direto para o trabalho. Depois, almoçar depois das 16h. Tudo meio fora do padrão. O post no blog ficou para mais tarde e o relato da corrida e do que aconteceu no fim de semana fica para amanhã ou quarta.

Vou me ater ao fato que aconteceu hoje no Aeroporto de Congonhas. Cheguei lá com certa antecedência, o que foi até bom, visto que a fila para adentrar na área de embarque estava enorme. Andava normalmente, mas estava bem cheio. Tirei os apetrechos eletrônicos, como celular, relógio GPS e deixei junto com a mochila que passou na esteira.

Passei pelo detector de metais sem problemas. Logo em seguida, fui avisado de que havia sido sorteado para o procedimento aleatório de segurança da ANAC. É a segunda vez que me acontece isso. Desta vez, eu acho que a pessoa que acompanha o raio x viu a medalha ali na mochila e me sorteou. Ou percebeu as roupas todas amontoadas e uns cabos de celular.

Lá fui eu. “O senhor deseja ir para uma sala fechada para evitar constrangimento?” “Não precisa. Se não precisar ficar sem roupa, pode ser aqui mesmo.” Levanta os braços, afasta a perna, abre a mochila, olha aqui, olha ali e está liberado. Assim que me liberou, peguei as coisas, fechei a mochila e saí para ver onde era meu portão de embarque.

Por um momento de sorte, fui olhar as horas para verificar se estava com tempo até o embarque. Em vez de pegar o celular, fiz o movimento para ver as horas no relógio e… CADÊ MEU GARMIN????!!!!! Com a vistoria a mais que sofri, acabei esquecendo o Garmin na bandeja. Geralmente, pego tudo, guardo ou visto e saio. Com essa mudança de rotina, o Garmin acabou ficando. Ele estava na lateral da mochila e acho que pode ter caído.

Voltei para o setor dos detectores e não lembrava direito quem tinha me vistoriado, em qual portão. Usei como referência um restaurante e encontrei. Fui perguntar e a moça disse: “pera aí, vou ver”. Aí, ela chamou uma outra funcionária lá na frente, que estava carregando umas bandejas e perguntou se tinha um relógio ali. A resposta foi afirmativa, seguida de uma pergunta: “qual cor”?

Tinha quase certeza que era o meu. Não podia mais alguém ter esquecido nesse período de alguns minutos um relógio. Falo alguns minutos porque sinceramente não sei o tempo que passou. Acredito que não mais do que 5 minutos. Respondi, então, que era laranja. Assim que disse a cor, ela assentiu com a cabeça, confirmando que era o meu Garmin.

Que felicidade. No caminho da descoberta de estar sem o Garmin até confirmar que ele não tinha sumido para sempre, vim pensando no prejuízo de comprar mais um relógio GPS e dessa vez seria por descuido. Não seria umidade, água ou algum outro defeito. Mais parcelas, mais despesa, seria um final de viagem não muito legal.

Talvez se tivesse demorado mais para me dar conta de que estava sem o relógio, não teria como recuperar. Iria para o achados e perdidos do aeroporto ou alguém teria achado o que perdi. Ou ainda um funcionário corredor acharia. Sei lá. Mais alguns minutos e não veria mais o Garmin 10. Felizmente, deu tudo certo e já fiz o pedal de 30 minutos de segunda com ele.

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O ritmo da volta

Por um infortúnio destes da vida, semana passada acabei sentando em cima do Garmin sem querer. Mas não pensem que ele estragou ou aconteceu um desastre maior. Na verdade, da forma como sentei, alguns botões acabaram pressionados. Não sei bem quais foram. Só sei que ocasionou o reinício do Garmin do zero. Ele voltou a ser como se fosse de fábrica e tivesse acabado de comprá-lo.

Com isso, todas as informações nele foram perdidas. Não tinha grande coisa ali. o Garmin 10 registra apenas os melhores tempos de 1 km, 5 km, 10 km, 21 km, 42 km e distância mais longa. Nada muito importante. Outros dados ficaram no caminho também. A personalização das informações que aparecem na tela também voltaram como eram. Idioma, unidade, hora, tudo se foi.

Pode parecer algo muito ruim, mas não foi. Minha preocupação era se ele iria funcionar novamente e isso aconteceu sem problemas. Configurei tudo novamente e sai para fazer os treinos. Só que uma coisa não estava certa. O Garmin 10 só oferece possibilidade de 2 telas. Cada uma, com apenas 2 informações. Gosto de utilizar tempo e distância em uma e tempo e ritmo na outra. Nesta do ritmo, deixo o ritmo da volta que me dá uma noção do meu ritmo no momento, que geralmente é 1 km ou um intervalado. Não deixo o ritmo médio do treino todo porque ele abrange tudo e não dá o que está acontecendo no momento.

Estava fazendo os treinos e quando colocava na tela do ritmo, ele estava meio doido. Variava de 5 em 5 segundos. Às vezes, estava 5:40 e de repente ia para 6:30, muito irregular. A informação estava toda errada. Não sabia mais em que ritmo estava correndo. Com isso, nem olhava mais essa tela do ritmo nos treinos dos últimos dias. Acreditava que era um período de adaptação do Garmin até começar a entender o ritmo.

Na verdade, quem não tinha entendido a coisa toda era eu. Como tenho esse Garmin 10 desde 2015, fazia mais de dois anos que não mexia nessas coisas. Não lembro de ter reiniciado ele de fábrica nesse tempo todo. Eis que ontem fuçando nele, depois de mais um treino intervalado sem saber o ritmo no momento dos tiros, já meio desolado de que nunca mais saberia meu ritmo em tempo real, descobri uma opção nas configurações de corrida. Era a última da lista e das outras vezes não tinha chegado até o fim.

Descobri, então, que de fábrica, o ritmo que vem na tela é o ritmo atual, ou seja, o ritmo que você está correndo naquele momento e ele realmente varia bastante, de 5:30 para 6:20 e coisas do tipo. Quando entrei ali, percebi isso e alterei para mostrar o ritmo da volta. Era só isso que estava diferente. Eis o motivo do Garmin mostrar ritmos tão doidos nos treinos. Com o problema resolvido, meus treinos podem não ficar melhores, mas pelo menos vou ter uma ideia melhor do ritmo durante os intervalados.

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O treino sem Garmin

Sábado, combinei com o Guilherme de irmos em Jurerê Internacional no treino da Equipe TIME. O ponto de encontro era no Cafe de La Musique. Marcamos às 8h para iniciar os treinos. Os alunos da TIME já estavam lá, a maioria deles, porque o pessoal usa bastante as ruas de Jurerê aos sábados para fazer os treinos de triatlo. O dia amanheceu feio, mas a chuva não apareceu. Saiu até um sol depois que terminamos o treino.

Quando estava na SC-401, olhei para o meu pulso e notei que não estava ali o companheiro de todos os treinos, o Garmin Forerunner 10. Pensei primeiro em voltar e buscar. Logo em seguida, calculei o tanto de gasolina que ia gastar e desisti da ideia. Não valia a pena. Decidi que iria usar algum aplicativo para marcar o treino. Quando cheguei em Jurerê e fui olhar o que tenho no celular é que me dei conta que excluí todos os aplicativos de corrida. Afinal, eu tenho um Garmin, para que os outros, né?

Busquei rapidamente alguns para baixar. O plano de dados é grande e pega 4G em Jurerê, tudo tranquilo. Quando fui iniciar o processo lembrei do aplicativo do Strava. Só uso ele para ver os treinos dos outros e interagir, mas ele também marca distância e tempo. Não é aquela coisa toda, mas nenhum aplicativo de celular é. Então, optei por ele, pelo menos para ter registrado o tempo e distância de corrida por onde treinamos.

Como o Guilherme foi com o TomTom, fizemos o treino que ele tinha na planilha de sábado. O meu só marcou o tempo total. As voltas e momentos de correr mais forte ou fraco ficaram a cargo do TomTom dele. O que pude confirmar é que o GPS do Strava é bem mais impreciso do que o do Garmin ou TomTom. Na reta ele quase fica reto e nas curvas, principalmente no retorno perto do P12, ele fica muito doido.

O treino, com idas e vindas, foi mais ou menos assim: 20 minutos em Z1 na Avenida dos Búzios, 25 minutos em Z1 na areia fofa da praia. Depois, um intervalo de 2 minutos de caminhada para, em seguida, fazer 5 vezes de 1 minuto em Z2 na Avenida dos Búzios. Essas 5 acelerações foram bem pesadas. Saiu em ritmo de Z3. Parece que deu tudo perto de 4 min/km ou abaixo. Para finalizar, fizemos um trote até chegar na base da TIME.

Dessa experiência de sábado, consegui chegar a algumas conclusões. A primeira é não deixar o GPS na estante, de forma que ele não fique fácil de enxergar. Fiquei preocupado em separar a roupa que ia levar para o pós-treino e com a toalha e esqueci o mais importante, que era o Garmin. A outra conclusão é a confirmação de que o sinal de GPS do aplicativo de celular não se compara com a do relógio GPS. A terceira é que não achei no Strava onde programar treinos e dar laps. A maioria dos aplicativos pecam nisso também.

A última vez que esqueci o Garmin foi em na Corrida Pela Paz em 2013. Faz tempo. Depois de quase 4 anos, tive novamente um momento de corredor relapso. Esqueci o Garmin no dia 1º de abril e foi verdade. Vai servir de lição e lembrete para as próximas vezes. No treino de domingo, por exemplo, não esqueci do relógio. Fiz o treino com as voltas e os ritmos na tela e tudo voltou ao normal.

Treino que fizemos em Jurerê:

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No tempo da bateria

Já falei em alguns podcasts, talvez tenha falado em alguns posts também (não lembro), mas corredor que deixa a bateria do GPS acabar durante o treino é um corredor relapso. Se a pessoa gosta de correr com GPS e ter os dados, tem que ter esse cuidado. Se acha que tanto faz, então sair sem GPS é uma opção.

Sei, por exemplo, mais ou menos quanto aguenta o meu Garmin em determinadas situações. Ainda preciso testar mais, mas ontem teve mais uma situação dessa. Saí de casa com a bateria do Garmin com 2 tracinhos. A carga completa é composta de 4 tracinhos. Mas no treino de terça já tinha visto que estava com 1 só. Com o fim do treino e a transferência do treino para o site, ele sempre dá uma carguinha a mais e voltou aos 2.

Sabia que aquilo era temporário e não iria durar. Dito e feito. Na saída de casa, procurando o sinal, já voltou para 1 tracinho. Depois que comecei a correr fiquei sabendo que era 1, mas fajuto. Com 5 minutos de treino, veio o aviso de BATERIA FRACA. Como meu objetivo não era correr muito mais do que 30 minutos, continuei o treino.

Após o aviso, ele ainda fica um tempo com sem nenhum tracinho, mas em seguida começa a piscar, ficando intermitente. Isso é sinal de que a bateria logo vai morrer. Na minha experiência, ele ainda dá mais um aviso de BATERIA FRACA antes de terminar de vez. Por isso, fiz o treino de certa forma tranquilo, mas confesso que levemente apreensivo. Tinha quase certeza que ia dar, mas sempre fica aquela dúvida.

Pois bem. A bateria aguentou todo o resto do treino. Foram 30 minutos. Para ser exato, 30:30 e corri 5,15 km. Ficou até um ritmo médio legal de 5:56 min/km. Foi até engraçado: o ritmo diminuiu a cada quilômetro e nem estava pensando nisso. Mas voltando sobre a bateria. Ela aguentou mais de 25 minutos e mais de 4 km depois do aviso. Mais uma vez, consegui terminar um treino sem terminar a bateria.

A grande questão agora é saber exatamente quanto tempo ela dura. Tenho uma ideia que perto de 25 minutos, talvez 30, ela aguente, mas tenho curiosidade de saber qual distância ela faz. Se ela se influencia só pelo tempo ou se a distância e a velocidade podem ter alguma interferência. Ainda quero testar. O problema é que é bem difícil acontecer essas situações porque tento sempre sair com bateria suficiente para o treino que pensei no dia. Como falei no começo, corredor que deixa a bateria acabar no meio do treino é relapso e isso eu não sou (ainda).

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Apple Watch para correr

O Apple Watch foi lançado no Brasil no dia 28 de outubro. Esta nova versão tem GPS integrado e agora os corredores vão poder correr sem levar o iPhone junto.

Preço de 38 mm: R$ 2.999,00.
Preço de 42 mm: R$ 3.149,00.

Site: http://www.apple.com/br/watch/

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Desafio PFC S01E05 – Qual Relógio GPS Usamos

No quinto episódio da série DESAFIO PFC 21 KM, falamos qual relógio GPS usamos e das características deles.

[powerpress]

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