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Correr por tempo ou distância?

Correr por tempo ou distância? Eis a grande dúvida que nunca vai ter uma resposta concreta no mundo das corridas. Tem gente que só corre pela distância. Tem gente que só corre pelo tempo. Tem também quem varie dependendo do treino, do dia e da disponibilidade. Neste vídeo, o Enio fala um pouco sobre correr por tempo ou por distância. Ele já experimentou os dois tipos de treino e resolveu falar sobre isso.

Assista ao vídeo sobre correr por tempo ou distância:

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Conte para nós como é que funciona para você? Correr por tempo ou distância? Qual você prefere? Qual encaixa melhor no seu dia a dia. Deixe o seu comentário.

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Não tenho tempo

Quantas não foram as vezes que você escutou isso de alguém? Essa é a principal justificativa para não correr, não treinar ou não fazer qualquer atividade física. Eu gosto de correr. É a única coisa que o pessoal chama de atividade física que realmente gosto e sinto falta. O resto faço meio sem vontade. Quando faço. O mais comum é não fazer.

Voltando ao tempo que não se tem: é muito estranho pensar que alguém não tem 30 minutos para fazer qualquer coisa parecida com se mexer. O dia tem 24 horas. Só precisa de 2% do dia para se mexer. Ou seja, sobram 98% para continuar a vida sedentária. O que me leva a crer que mais do que não ter tempo, o que falta mesmo para as pessoas é vontade ou querer. É aquilo ser prioridade.

Não precisa ser prioridade máxima, mas colocar no dia tal como um remédio ou uma outra necessidade. Tem que fazer parte da rotina e o que mais vejo é que quem não quer sempre vai ter uma desculpa. Quem quer, dá um jeito. Claro que há toda uma vida e a correria do dia a dia, mas sempre se dá um jeito se quiser. Pode acontecer, mas duvido que durante uma semana não sobre um ou dois dias para 30 minutos de exercício.

No meu caso, posso dizer que tenho o privilégio de ter até bastante tempo livre atualmente. Mesmo assim, vez ou outra arranjo uma desculpa para não correr. Às vezes, é justificado: descanso depois de dias correndo. Na maioria das vezes, porém, é pura preguiça. Tem sido dias de luta contra ela. Prefiro correr de manhã, mas de manhã tem que acordar muito cedo. Não estou com essa vontade toda. Sobrou para o fim do dia para fugir do calor.

Correr nesse horário, quase à noite, não me agrada em nada, mas é quando estou conseguindo ir. É uma luta todos os dias entre o HOJE NÃO PRECISA e o VAI E PARA DE INVENTAR DESCULPA, Ô MERDA! Assim, corri dois dias seguidos, terça e quarta, e quero ver se consigo correr hoje também. Tempo eu tenho. Inclusive, durante a tarde, tenho dormido entre 30 minutos e 3 horas. Essa desculpa não funciona para mim. Normalmente, é só preguiça mesmo.

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Relatividade

Em um dos treinos da última semana, fiz algumas acelerações e intervalados. Até mesmo no meio do treino longo inseri algumas partes com mais velocidade. E aí me dei conta de algo que sempre acontece comigo e que resolvi escrever sobre desta vez. Vocês já repararam que esse tal de tempo é mesmo relativo?

Durante um treino intervalado, aquele tiro de 1 minuto demora pelo menos uns 2 minutos para terminar. Já o intervalo, de, digamos, 2 minutos, demora uns 30 segundos para passar. É muito nítido isso nos meus treinos. Por mais curto que seja a parte de correr rápido, ela sempre parece que nunca vai terminar.

A parte de descanso, por outro lado, por maior que seja, sempre parece que passa voando, tipo na velocidade que eu deveria fazer os intervalados. É bem interessante. Quando tem que acelerar, você olha para o relógio e os números não mudam. Quando você está no trote, bem tranquilo e feliz, basta olhar o relógio para perceber que o tempo já acabou. Lá vamos nós para mais uma série do intervalado.

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Blog do Mauricio – 5 anos

Olá, amigos! É incrível como o tempo passa em nossas vidas. Às vezes, passa tão rápido que muitas coisas acabam sendo “arquivadas” em nossas vidas, mas é necessário apenas um momento para lembrar. E foi em um momento assim que me lembrei de alguns fatos que ficaram para trás, como o ano que comecei a praticar a corrida como um esporte, como um estilo de vida.

Estava organizando meu arquivo de fotos quando me deparo com a minha primeira foto correndo, em 2011, e veio a lembrança de como comecei a correr. Muitos já sabem que o fato que me levou a correr foi uma lesão de costela, resultado do treinamento de boxe, esporte que pratiquei por longos dez anos.

Lesão na costela

Após essa lesão, e para resolver o problema de peso que tenho até hoje, resolvi experimentar dar uma corrida nas proximidades de casa. Desta data até hoje, passaram-se cinco anos e muitos quilômetros rodados. Perguntam-me: “Mauricio, por que você não voltou a treinar boxe?”.

Primeiro, pelo simples fato de ter me apaixonado pela corrida de rua. Segundo, não poderia voltar a lutar devido ao meu problema cardíaco. Poderia sim treinar, mas sempre longe do ringue, ou seja, não teria a parte prática do esporte, a adrenalina que me fazia e me faz gostar do boxe. Esses fatores me fizeram abandonar o esporte que por tanto tempo me acompanhou.

Hoje estou aqui. Além de praticar e amar corrida, estou me aventurando pelas linhas e podcasts da vida, tentando levar um pouquinho do meu sentimento por esse esporte a vocês. Os números são muitos. Várias provas, muitos treinos e o que mais me importa e faço questão de preservar: as amizades colhidas durante todo esse período. Que venham muito mais anos correndo, me divertindo e estando ao lado de vocês, amigos do Por Falar em Corrida. Boas corridas!

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Correndo por tempo

Quando comecei a correr, era comum, quase uma regra, correr pela quilometragem. Colocava como meta correr 5 km ou 6 km e corria, não importava se rápido ou devagar, o importante era correr a distância pensada antes do treino. Vez ou outra, mudava de ideia, ficava empolgado ou mais cansado e aumentava ou diminuía o tanto que corria. Só que invariavelmente fechava o treino com os quilômetros redondos, fossem 5, 6 ou 8.

Isso começou a mudar em meados de 2012 quando estava treinando de verdade para a maratona. Comecei a correr por tempo e não mais por quilometragem. Aos poucos, fui adotando o treino por tempo para quase tudo. Os intervalados fazia por distância, tipo 400, 600 ou 800 metros. Como o Garmin 610 estragou, comprei o Garmin 10 e ele não tem como programar os treinos. É tudo manual.

No atual momento, todos os meus treinos são por tempo, desde as rodagens até os intervalados. O que pode acontecer é estipular uma distância mínima para correr, mas dentro de um determinado tempo. Algo como fazia nos longos do ano passado quando o objetivo era correr no mínimo 18 km sem passar muito da 1h40. Quanto menos, melhor. O que envolvia também estipular um ritmo médio para manter. Até que funcionou bem.

Se saio para correr 50 minutos, caso seja um dia de rodagem mais normal, tento correr pelo menos 8 km dentro desse tempo. Se for mais rápido, tento correr 9 km. Só que o foco é no tempo. Fiquei mais adaptado assim. Afinal, todas as coisas do mundo funcionam com base no tempo. Se correr 10 km ou 8 km em 50 minutos, tanto faz. O meu trabalho começa às 7h e não aos 10 km. Com isso, consegui controlar e planejar melhor meu dia e meus treinos.

Quando tenho 1 hora para correr, vou lá e corro. Se saísse para correr 10 km, poderia fazer 48 minutos ou mais de 1 hora. Varia demais e acaba com qualquer planejamento. O que notei é que nos intervalados por distância costumava correr mais rápido do que por tempo. Talvez por saber que vou correr uma distância fica mais fácil estipular um ritmo. Afinal, sei que daqui a 10 km o treino acaba. É algo mais concreto. Mesmo assim, gosto de correr pelo tempo. Ficou melhor para mim.

Vocês correm por tempo ou por distância?

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A Corrida Entre Parques em Curitiba e o tempo mais rápido da meia maratona no ano (quarto melhor da história).

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Nesta edição, comentamos sobre a prova em Portugal que exige tempo mínimo para se inscrever e da inscrição com valor promocional para a Volta da Pampulha.

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Quanto tempo

Até nem faz tanto tempo assim que não participo de uma corrida. A última foi dia 8 de novembro na Golden Four Asics Brasília. A Corrida de Angelina é agora dia 28 de novembro. Apenas 20 dias. Já tive períodos maiores de intervalo este ano, mas em nenhum desses intervalos fiquei parado por tanto tempo quanto fiquei agora. Depois da Golden Four, foram doze dias sem fazer absolutamente nada. Voltei de leve e bem devagar.

As consequências de parar assim é perder um pouco da condição física anterior. Não digo nem tanto em relação às pernas, mas com certeza influenciou no meu fôlego. Os primeiros treinos de volta foram bem de leve, aproveitando o momento para tentar mudar o jeito de correr. Ontem tentei correr um pouco mais rápido. O lado bom é que novamente fiquei extenuado e suado depois de um treino e ainda consegui não pisar com o calcanhar. O lado ruim é que faltou fôlego depois do 3º km.

Foi muito nítido. As pernas até estavam boas. As panturrilhas não muito. Só que o fôlego, esse ficou antes da metade do treino. Esses dias parados deram uma prejudicada. Meu objetivo em Angelina, baseado nos resultados anteriores, era correr a prova abaixo de 25 minutos e quem sabe ficar no top 25 ou top 20. Vale lembrar que a prova de 10 km tem um pouco menos de 10 km e a prova de 5 km tem pouco mais de 5 km.

Então, um sub 25 já seria bem-vindo, mas o mais importante seria correr abaixo de 5 min/km. O joelho incomodando, a parada depois da Golden Four e um recorde de 646 inscritos na prova já me fizeram desistir dessa ideia de top 25 ou top 20. Vou correr de vaquinha e tentar um honroso e bovino ritmo abaixo de 5 min/km. Nos últimos treinos antes da prova vou tentar recuperar um pouco de fôlego, mas acho que não vai ter muito jeito. Sábado é dia de Angelina.

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18 x 2 minutos para o fim do mundo

Comecei a tentar correr de manhã, antes do trabalho, para ver se o dia rendia e se ficava com todo o tempo livre no restante dele. Tem funcionado bem. Treinei cedo de terça a quinta e nesta semana também. A pior parte é sair da cama. Depois, é tranquilo. Como começo no trabalho às 7 horas, é tudo meio controlado na questão de tempo. Acordo às 4h30 para evitar qualquer imprevisto.

Até eu fazer tudo que faço, colocar a roupa e o GPS achar o sinal vai uns minutos. Em geral, os treinos começaram entre 5h06 e 5h08. Varia muito de acordo com o elevador demorar para chegar e do GPS se localizar. Mas é importantíssimo esse número exato. Não posso arredondar. Meus treinos são por tempo. Exceto, às vezes, os longos de sábado. Logo, se comecei às 5h06, vou terminar às 5h56 ou 6h06.

Já tento fazer o percurso de forma que termine o treino bem perto de casa, para não perder muito tempo. Os treinos de rodagens são mais tranquilos. Sei que é só correr 50 minutos ou 1 hora. É fácil de saber quando vai começar e terminar, não varia. O problema maior são os intervalados. Eles também são por tempo, mas não tem uma regra de tempo de duração. Nesses casos, até calculo antes de sair de casa o total para ver como vai ser a correria.

Exemplificando: na semana passada, fiz um treino intervalado longo, Foram 5 repetições de 8 minutos com intervalo de 2 minutos trotando. Ainda tem os 15 minutos de aquecimento. Tempo total de treino: 1h05. O treino começou às 5h10 e terminou às 6h15. Não foi tão no limite, mas nas rodagens tenho mais folga. Nestes treinos, dispenso o trote depois do treino. Melhor não me atrasar do que fazer mais uns minutos de volume.

Na mesma semana passada, o intervalado curto foi o que gerou este post. Eram 18 repetições de 2 minutos com intervalo de 1’10” trotando. Somando aquecimento mais os tiros e intervalo de descanso, o treino teria, no mínimo, 1h12 de duração. Não acreditei quando vi na planilha 18 repetições. Iniciei este treino às 5h08. Terminei às 6h21, porque ainda teve 1 minuto de trote até chegar em casa. Neste caso, foi bem no limite. Mudei o horário do treino, mas quero continuar sem chegar tarde.

Quanto mais tarde termino o treino, mais demoro para sair de casa e mais trânsito pego. Mais trânsito, mais demora para chegar. Neste treino que demorou muito, cheguei exatamente às 7h. Nos outros dias, sempre antes das 6h55. Por isso, todos os minutos são importantes. Arredondar significa que pode dar problema mais na frente e daí vira uma bola de neve. Por enquanto, tem dado certo, com alguma folga. Se o treinador não vier de novo com esses treinos loucos na planilha, acredito não ter problemas.

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A obsessão pela temperatura na Maratona de Boston

boston temperatura tempo
Relação entre tempo de conclusão e temperatura

O site Competitor.com fez um levantamento bem interessante sobre a temperatura no dia da Maratona de Boston e a média do tempo de conclusão da prova. Isso porque uma das coisas mais importantes que passam pela cabeça de quem está inscrito em Boston quando o dia da prova está perto é a condição climática. E este dia está chegando. A edição 2015 da Maratona de Boston acontece na próxima segunda, 20 de abril.

Está obsessão com o clima da prova acontece porque o tempo tem se mostrado imprevisível. Os corredores treinam meses para que estejam preparados para fazer uma boa maratona e podem ver suas esperanças diminuindo assim que alinham para a largada em Hopkinton. A análise que o site fez do tempo médio de conclusão da maratona mostra como a temperatura e condições climáticas podem variar durante a corrida. E essa variação normalmente não é prevista pela previsão do tempo.

Na análise feita da temperatura média e tempo médio de conclusão, percebe-se que a temperatura baixa leva a uma melhor média de tempo enquanto uma temperatura mais alta eleva a média do tempo de conclusão. Nota-se isso nas imagens abaixo que a matéria fez. Convertemos a temperatura de Fahrenheit para Celsius para melhor visualização.

O melhor conselho, diz a matéria, é na parte psicológica. O corredor treinou durante meses e está nas melhores condições possíveis. É uma maratona incrível e o corredor deve apenas tirar isso de sua mente. Outros ao redor podem sofrer ou reclamar das condições ruins, mas não deixar essas opiniões influenciarem é importante para aguentar a temperatura que pode ser adversa e poder aproveitar essa que é uma das maratonas mais incríveis do mundo.

Temperatura em ºC e tempo de conclusão
Busca no Google sobre o tempo em Boston no mês da maratona aumenta bastante
Variação da temperatura entre o início e o fim da maratona
Tabela original com temperatura em ºF e tempo de conclusão

Via Competitor.com