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Amigos em São Paulo

Deixei um post apenas para falar dos amigos que encontrei em São Paulo na viagem do último semana. Das coisas que o Por Falar em Corrida proporciona, essa é a mais legal. Cheguei a São Paulo sexta à tarde e fui embora segunda logo cedo. Na chegada em Congonhas, combinei de pegar carona com a Andressa, ouvinte do podcast e madrinha do PFC. Conheci pessoalmente mais uma pessoa graças ao PFC. Conheci também a filha dela, a Manu. Dali do aeroporto, fomos pegar o kit.

Na retirada do kit, encontrei o Marcel e o Bobby do Mania de Corrida. Mais tarde, através do grupo do WhatsApp do PFC, marcamos de jantar. Infelizmente, não foi possível que todos que moram em São Paulo fossem. Fomos eu, Andressa, Manu e a Família Nery, a família que mais corre no mundo. Estavam lá o Paulo, Paula e Gabriel Nery. O restaurante escolhido foi o Frangaria. Apesar do nome indicar frango, tinha todos os tipos de carne. Pedimos uma picanha com salada e foi uma ótima refeição pré-prova. Carb loading passa longe.

No dia da corrida, encontrei pessoalmente o Patrick Sato, ouvinte do podcast, e também conheci o Marcelo Oliveira, padrinho do PFC. A Família Nery foi na corrida da New Balance. No Circuito, estávamos eu, Andressa, Patrick e Marcelo. Lá também encontrei o Bobby e o Marcão do Mania de Corrida fazendo a cobertura para o canal deles. Uma pena que o Vander não conseguiu estar presente na corrida. Ele estava inscrito e não pôde ir. Por fim, o almoço de domingo foi um barquinho de sushi. Muito bom.

O Por Falar em Corrida e viajar para correr proporcionam momentos assim. Desvirtualizo e me encontro com pessoas que estão presentes no meu dia a dia, seja comentando o podcast, o YouTube ou no WhatsApp. O Paulo já tinha encontrado na Tribuna, mas no jantar tivemos mais tempo para conversar. É sempre bom e anima a programar novas viagens, seja para São Paulo ou outros lugares.

Fotos que registram esses momentos

Jantar sábado à noite. Paula, Paulo, Gabriel, Andressa, Manu, eu e o garçom lá no fundo
Antes da largada. Patrick, Andressa e eu
Andressa, eu e Marcelo
Eu e Patrick. #pacebosta
Bobby e Marcão do Mania de Corrida
Eu e Andressa
Sushi no almoço de domingo
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10 KM Tribuna FM – 21/05/2017

Participei da 10 KM Tribuna Fm em Santos. Foi minha terceira corrida do ano, sendo a segunda de 10 km. A preparação não foi a necessária e adequada, mas consegui adicionar mais uma corrida na lista de inéditas e que sempre quis correr. Além disso,  faz parte das corridas tradicionais que acontecem no Brasil.

PRÉ-PROVA

Como falei no post de sexta-feira, esta ida para participar da Tribuna foi marcada por certezas, dúvidas, incertezas e mais certeza. Acabou dando certo a ida e a participação na prova, mas fui sem treinos adequados. A expectativa não era das melhores quanto ao desempenho. No entanto, ia dar para aproveitar um pouco da viagem e conhecer Santos, cidade na qual nunca tinha ido. Claro que ter o auxílio do amigo Vander Andreazzi na logística e carona ajudou muito a decisão de viajar para São Paulo. Vocês ainda vão ler este nome algumas vezes neste post.

KIT

A retirada de kit aconteceu na quinta, sexta e sábado antes da corrida. Como foi o seu Vágner, pai do Vander, que retirou o kit ainda na quinta-feira, não sei se teve fila, se tinha espaço no local, a Academia Unilus. Não li nenhuma reclamação quanto isso. Acredito que tenha sido tudo dentro do esperado. Eram dois kits, o KIT ATLETA e o KIT PREMIUM. Fui no KIT ATLETA porque era mais barato. Vinha a camiseta prova (bem bom, por sinal), número de peito, chip, uma revista (que era o Guia 10 Km – Manual do Atleta, muito útil para mim que não conhecia nada), uns panfletos e uma sacola. O KIT PREMIUM tinha, além dos itens já citados, braçadeira em neoprene Tri FM e uma camiseta finisher entregue ao término da prova na tenda exclusiva do Pelotão Premium. Este pelotão era limitado a 50 pessoas.

Kit

VALOR DA INSCRIÇÃO

Já que falei em valores no tópico de cima, as inscrições abriram em março e fiz logo no começo para garantir. Em anos anteriores, esgotava muito rápido. Este ano, ainda tinha inscrição até o último dia. As inscrições ficaram abertas de 21 de março a 18 de abril. O valor da inscrição foi de R$ 95,00. O Pelotão Premium já era um pouco mais caro e limitado: R$ 340,00.

VIAGEM, RECEPÇÃO E COSTELA

Quando ainda estava decidindo se ia ou não para São Paulo e Santos, um fator que pesou foi aparecer promoção de passagem aérea. Era o que precisava para confirmar. Fui no sábado pelo manhã, chegando quase meio-dia em Congonhas e voltei domingo à noite, depois das 21h. O voo de volta atrasou e me fez chegar em casa uns 40 minutos além do previsto, mas o voo de ida foi muito tranquilo. Cheguei e avisei o Vander que já estava por lá. Deu uns minutos e apareceu ele. Junto, no carro, estavam os seus filhos, Pedro e  Lara.

Dali, fomos para a casa do Vander e em seguida para um restaurante chamado Costela e Cia, em São Bernardo. Foi uma ótima recepção e um excelente almoço. Havia fila e tivemos que esperar, mas o legal desse restaurante é que do lado de fora tinha uns banquinhos e era coberto. Além do conforto, havia petiscos e café de graça. Dava muito bem para fazer uma refeição ali. Tudo bem que não seria das mais saudáveis, já que era servido ali mandioca/aipim, polenta, batata frita, bolinhos de batata e de arroz. Alguns deles dava para ver que tomaram um banho de óleo. A gente sentia o cheiro da fritura e as mãos confirmavam.

No entanto, sabemos que essas coisas não saudáveis é que são boas. Comi até demais nessa espera. Poderia ter comida até mais, mas me contive porque o almoço prometia ser dos bons. E foi. Um amplo buffet com trocentos tipos de saladas. Eram diversas opções. Ainda tinha arroz, feijão e uma sopa mais à frente, mas fiquei só na salada e em algumas frituras. Nas mesas, para completar o banquete, os garçons levavam fatias de costela e de frango e iam abastecendo à medida que se consumia. Comi bastante e nem precisaria jantar.

SANTOS

Depois do almoço, fomos para Santos. Fui de carona com o Vander, que foi com a família. Fui de intrometido. Em pouco mais de uma hora de viagem já estávamos na cidade que abriga a corrida da Tribuna. Já estava escurecendo e conheci uma parte da cidade pelo vidro do carro. O Vander me deixou no hotel e voltaria ali na manhã seguinte para irmos até a largada. No hotel, mais uma vez vi que aqueles sites de reservas funcionam. Mesmo chegando para o check-in algumas horas depois do previsto, deu tudo certo. Não era o melhor dos hotéis que já fiquei, mas tinha internet e uma cama. Melhor ainda, ficava a 5 minutos da chegada. Consegui um preço bem legal. O problema todo foi o travesseiro. Mais duro do que pedra. Não foi uma noite fácil, mas faz parte.

Conheci meus aposentos e fui dar uma pequena volta em Santos, ali por perto do hotel. Queria fazer o caminho até a largada e já ver onde tinha restaurantes e shoppings, calcular o tempo que demorava, qual valia mais a pena. Anda para lá, vai para cá e acabei dentro do shopping. Acabou sendo uma melhor opção de comida e de preço. Fui em um restaurante de buffet e comi minhas carnes e saladas. Fiquei com vontade de comer um doce de sobremesa e não achava nenhum lugar que vendesse um mísero brigadeiro. Tinha um no shopping, mas pensei que encontraria outros, coisa que não aconteceu.

Com a ideia na cabeça de um doce, andei mais um pouco nas ruas de Santos, algumas lojas já fechando e a maioria dos bares e restaurantes abertos. O que notei é que a maioria das lanchonetes vendem salgados. Doces é difícil. Na falta de um brigadeiro, parei na sorveteria pela qual tinha passado na ida, no começo das minhas voltas. Foi ali que fiquei, peguei algumas bolas de alguns sabores e enfeitei com… ADIVINHEM… brigadeiros!!! Sim, lembrei que nas sorveterias tem dessas coisas. Coloquei uns 4 por cima e mais leite condensado. Foi um exagero, que não aconteceria se eu tivesse encontrado apenas a unidade de brigadeiro que procurava. Comprei uma água e voltei para o hotel. Tinha que preparar as coisas para a manhã seguinte.

A PROVA – 10 KM TRIBUNA FM

Chegou o dia tão esperado. Largada às 8h15 para correr 10 km. Em 49 dias, foram apenas 4 treinos, nenhum deles com uma corrida contínua maior do que 7 minutos. As dúvidas eram infinitas. Será que o joelho ia aguentar? Qual o ritmo de prova? O sub 1 hora sai fácil ou é complicado? Perguntas que foram sendo respondidas durante a corrida.

Pouco antes das 7h, o Vander passou ali no hotel. Fomos de carona com o pai dele, que nos deixou muito perto da largada. Dali, fomos caminhando e pude verificar que tinha grades ao longo das ruas. Os currais eram bem identificados com as cores e só os atletas de cada pelotão podia entrar ali. Do outro lado, na praça na frente da Catedral de Santos havia os guarda-volumes e concentração de atletas. Também tinha uma faixa apontando o lado que era cada pelotão.  Encontramos com o Rodrigo, amigo do Vander, e entramos no nosso curral. Uma coisa que deve-se saber é que a Tribuna larga em um local, ali perto da Catedral e chega em outra, na orla da praia, na Praça da Independência. Por isso, a carona e o hotel próximo da chegada.

Eu, Vander e Rodrigo

Ainda tinha quase 1 hora até dar a largada, mas o tempo até que passou rápido. Ali no curral pude encontrar pessoalmente o Murilo Klein e o Nilson Rodrigo, da V8 Assessoria Esportiva, de Curitiba, que já participaram de alguns episódios do podcast conosco. O tempo foi passando, largaram os cadeirantes, a elite e chegou a nossa vez. A previsão desde sempre indicava temporal durante toda a manhã em Santos. Por aquelas coisas que acontecem de vez em quando nas corridas, nem sinal da chuva. Quando faltavam minutos para a largada, começou a cair uns pingos. Parecia que a chuva anunciada viria com toda força, mas foi só ameaça. Choveu, molhou, mas nada exagerado. Ao longo da prova, foram poucos os momentos com chuva. Como estava abafado, a chuva até não era ruim.

Previsão para domingo, dia da corrida

O meu plano era correr o 1º km sem muita pretensão e sentir como o joelho ia reagir. Se não houvesse dor, já seria um bom sinal. Fiz o 1º km em 6:17 e comecei a fazer uns cálculos. O começo é a parte mais cheia e tumultuada, mas a partir do instante em que entramos no túnel fica mais tranquilo de correr. Então, durante praticamente toda a corrida não tive obstáculos para desenvolver minha prova. A parcial do 2º km mostra isso: como estava sem dores, acelerei um pouquinho e saiu um 5:26. Compensei o início acima de 6 e estava no ritmo médio abaixo de 6 min/km. Não me animei muito porque sabia que o fôlego ainda não está em dia. O 3º km seria um bom parâmetro. Talvez ele fosse definir de fato o ritmo médio da prova.

Saiu 5:51 no 3º e 5:45 no 4º km. Na tela do Garmin, deixei o tempo decorrido e o ritmo médio da volta. Vez ou outra, olhava para conferir o ritmo e estava sempre nesse padrão. O 5º km saiu a 5:48 e o 6º a 5:46. Dividi a corrida em partes de 2 km, para em cada par correr abaixo de 12 minutos. Na metade da prova, já tinha ideia de que correr abaixo de 1 hora seria muito provável. Só algo muito anormal mudaria isso. O 7º km fiz em 5:52 e o 8º km em 5:49. Tudo mais ou menos dentro da média. O 3º km realmente foi um balizador, ainda que eu não tenha programado nada disso. O 9º km, já na Avenida da Praia, na reta final, saiu em 5:54. No último quilômetro quis acelerar para terminar bem e consegui um 5:34. Fim de prova! Tempo extraoficial de 58:31, ritmo médio de 5:48 min/km. O Garmin marcou 10,09 km, o que me deixou muito satisfeito. A 10 KM Tribuna é aferida e a distância do GPS a mais era esperada.

Quase não falei do joelho porque ele não me incomodou. Foi uma prova muito tranquila nesse quesito. O que me atrapalhou mais foi a falta de fôlego e uma bolha na sola do pé a partir do 8º km. Acredito que a meia velha, já não tão firme, furada, a chuva e o tênis molhado tenham influenciado. Quando corri em uma parte da rua mais inclinada, o pé mudou a posição, acho que a meia se mexeu e comecei a sentir. Cada pisada era uma dorzinha onde estava a bolha. Foi o que mais incomodou. O joelho fez a função dele. Não foi perfeito porque tenho problema no menisco ali, mas, dentro dessas condições, ele se comportou muito bem. Sem dores que me impedissem de correr. Ainda vou esperar os dias seguintes para saber qual foi o real impacto da corrida no joelho. Nas pernas já senti na segunda-feira, principalmente as panturrilhas. Senti elas duras, parecidas com o travesseiro do hotel. Todo travado, andando errado, reflexos de uma corrida muito mais longa e rápido do que qualquer treino nos últimos quase 50 dias.

A corrida realmente é plana, toda plana. Acredito que poucas cidades sejam tão planas como Santos. É uma oportunidade excelente para fazer o recorde nos 10 km ou pelo menos um bom tempo. No meu caso, sem treinos, não dava para fazer muito mais do que sub 1 hora. Gostei bastante do evento como um todo e pretendo voltar, mas espero que em melhor condição. Outro ponto legal foi o público nas ruas. A chuva até atrapalhou um pouco, mas tinha bastante gente ao longo de todo o percurso. Talvez se fosse um dia de sol tivesse até mais. Na chegada, então, era dos dois lados. Muito legal mesmo. Além das pessoas, teve música com DJ, banda, academias, cross-fit, pessoas na igreja com cartazes. Participação bem efetiva do público, com o adicional desses pontos de música. Não sei se todos foram iniciativas da organização (o DJ e a banda sei que são porque estavam no Guia do Atleta), mas foi bem legal, não deixou o marasmo e o tédio tomarem conta.

Falei em chuva e preciso falar da hidratação. Postos de água a cada 2 km, ou seja, foram 4 ao longo da prova. Penso que pudesse ter mais bandejas dos dois lados, mas não vi problemas com isso. Como eram 10 km, não peguei água em nenhum ponto. Na chegada, tinha água à vontade também e mais à frente, caminhávamos um pouco para entregar o ticket da medalha e retirá-la. Junto com a medalha, vinha uma maçã, uma banana e um suco de caixinha. Tinha também umas tendas de massagem, mas a fila era enorme. Peguei a medalha e fui caminhar um pouco na areia da praia. Tirei umas fotos e voltei para o hotel.

RETONO PARA O HOTEL

Esta volta foi meio sofrida, devido à bolha maldita. Pior ainda é que as grades eram em abundância no fim também. Do km 9,5 até a chegada só tinha grade. Por onde atravessar a rua? Pois é, só a 500 metros da chegada. Meu hotel que era a 5 minutos da chegada ficou 1 km mais longe, 500 metros para ir até onde dava para atravessar e 500 metros para voltar. Você vai dizer que não tem tanto problema em andar mais um pouco. Concordo, mas há um porém! A bolha no pé só piorou desde o 8º km. Cada passo era um sofrimento. Para evitar pisar com a bolha no chão, usava mais o calcanhar e andava todo errado na rua. Até tirei os tênis por alguns instantes e caminhei descalço, mas incomodou igual. Se fosse só o esforço da prova, andar até o hotel seria mais tranquilo.

ENCONTROS DO PODCAST

No fim da corrida, já voltando descalço e sem dignidade para o hotel, fui encontrado pela Família Nery. Conversei um pouco com o Paulo, a Paula e o Thiago e tiramos uma foto. Além da Família Nery, logicamente encontrei o Vander. Desde o início ele se mostrou muito solícito e facilitou muito a minha vida nessa viagem. Tudo isso só foi possível e aconteceu devido ao podcast. Eles são nossos ouvintes e conseguimos construir uma amizade virtual e que, às vezes, acaba indo para o mundo real. O podcast nos trouxe muitas coisas boas e esses encontros são a parte mais legal.

Família Nery

AGRADECIMENTOS

Seria impossível não citar o Vander Andreazzi aqui. Ele me deu carona do aeroporto até a casa dele. Fomos almoçar, depois até Santos, lá em Santos me deu carona para a largada e me convidou para almoçar junto com a família no domingo. Comentário sobre o domingo: se eu soubesse que seria salmão, teria aceitado sem muita frescura haha. Estava muito bom. Depois, voltamos a São Paulo, jogamos ping pong, eu, o Vander e o Pedro, filho dele. Para terminar, ainda me deu carona até o aeroporto domingo à noite. Obrigado, Vander e família.

LINKS

Site da 10 KM TRIBUMA FM
A Corrida
Regulamento
Kit

GARMIN


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Treino longo em Vitória

Conforme prometido, hoje vamos falar apenas do treino que fiz em Vitória, o único que fiz lá. Até tinha pensado em sair sábado à tarde para correr, um trotezinho, pouco tempo, mas dormi à tarde e acabei acordando quase 18h e com preguiça. Deixei tudo para domingo. Como falei ontem, acordei mais cedo do que esperava e do que gostaria. Não tinha ideia de quantos quilômetros iria correr, mas já tinha montado uma parte do percurso da cabeça, de tanto olhar o Google Maps.

Comecei o treino antes das 7h. Fui para o lado da escola onde faria a prova mais tarde. Fiz o caminho que faria a pé. Chegando lá, dei uma volta na quadra. Como sabia que o aeroporto não era longe resolvi emendar o trajeto da escola até ele. 2 km e pouco de ida e volta não é nada quando se está correndo. Nessa brincadeira de ir até o aeroporto e voltar até chegar no calçadão da Praia de Camburi foram quase 7 km.

Suador

Ali no calçadão me senti meio em casa. As ruas largas parecem a Beira Mar Norte e a praia ao lado lembra Balneário Camboriú. Estava muito quente e mesmo às 7h o treino não estava fluindo. No Garmin marcou 26ºC. A sensação térmica com certeza era maior. Suei e não foi pouco. Não tinha bem ideia até onde iria correr. Nisso, vi no chão uma marcação de quilometragem. Havia uma pintura no chão a cada 250 metros e ela ia diminuindo. Quando passei, estava em 2.750 metros, se não me engano. Então, coloquei como objetivo correr até a última pintura, até chegar no 0 metros.

Esse retorno se deu bem na ponte que atravessa o Pontal do Camburi. O GPS marcou pouco mais de 9 km. Era só voltar e pronto. Foi aí que percebi que seria um treino longo realmente mais longo. Talvez uns 12 km, mais de 1 hora com certeza. Corri até o km 11, quando parei para tirar umas fotos da praia e na praia. Depois, continuei correndo mais um pouco, até chegar no ponto onde atravessaria as avenidas e iria em direção ao hotel.

Momento foto na praia

No total, foram 12,54 km em 1h15. Foi um bom treino longo, daqueles que ultimamente não estou conseguindo fazer em Floripa, seja por acordar tarde, seja pelo calor ou seja por estabelecer ritmos inadequados. Como lá era tudo desconhecido, o tempo e a distância passa sem incomodar tanto. Como só queria rodar, o ritmo foi bem tranquilo também. Na média e controlando para ficar no limite do 6 min/km. O único treino em Vitória valeu a pena.

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32 horas em Vitória

O fim de semana foi bem corrido. Foram 4 estados em 40 horas. Saí sábado de manhã de Floripa, às 7h30,fiz escala em São Paulo e cheguei em Vitória. Na volta, escala no Rio de Janeiro e fim de viagem em Floripa às 23h30. O motivo da viagem foi uma prova de concurso na qual não tive o alto aproveitamento necessário, mas o passeio foi legal.

Do aeroporto fui direto para o Shopping Vitória. Aliás, o aeroporto de Vitória me chamou atenção pelo tamanho. Bem pequeno. Mal saí do desembarque já estava na rua. Fui até o shopping porque lá era mais garantido encontrar algum almoço bom e não tão caro. Shopping é bem parecido em qualquer lugar e tem os mesmos restaurantes. Lá me achei em um buffet com uma comida bem boa.

Antes da viagem, pesquisei restaurantes nas proximidades do hotel e do aeroporto e até encontrei opções interessantes, mas o shopping se fez necessário porque esqueci o cabo para carregar o celular e o adaptador. Ou seja, tive uma despesa a mais não prevista além das despesas esperadas. Quando me dei conta da ausência do cabo, tentei comprar em Congonhas, mas achei muito caro. Nas lojas do shopping, porém, não estava muito diferente. Fui em umas 4 ou 5 lojas até encontrar um valor satisfatório. Saiu pela metade do preço até então encontrado e parcelado.

Depois do shopping, fui para o hotel fazer o check-in. Fiquei no Quality Hotel Aeroporto, que é muito próximo do aeroporto, coisa de 2,5 km. Fiz a reserva pelo Hoteis.com e consegui um valor de diária abaixo do que conseguiria no próprio hotel e em outros sites de reservas onde fiz pesquisa. O melhor de tudo é que deu para parcelar. Vou lembrar desta viagem até julho ou agosto, toda vez que olhar a fatura do cartão. No hotel, fiquei surpreso com o tamanho do quarto e da cama. Um exagero de grande. Janelas enormes também, com vista para a Praia de Camburi.

Cama do hotel

Tirei as coisas da mochila e fui descansar um pouco, enquanto deixava no YouTube o aulão de revisão para a prova. Sempre podemos pegar alguma coisa de última hora. Momentos depois, recebi uma mensagem do Renan Cirilo, do podcast NaTrilha. Ele me convidou para jantar na casa dele. Encontrar quem você só conhece virtualmente é muito legal. Com comida envolvida é muito melhor. Jantei com ele e a família um excelente estrogonofe de frango. Já combinei que voltarei, desta vez para correr a 10 Milhas Garoto, com hospedagem garantida.

Eu e o Renan. Obrigado pela janta e hospitalidade

Devido ao jantar, fui dormir meio tarde, um pouco depois da meia-noite. Coloquei o relógio para despertar às 7h20, para dar tempo de correr e ainda pegar o café do hotel, que fica aberto das 6h às 10h. No entanto, as janelas enormes fizeram entrar um clarão logo cedo, antes das 6 da manhã. A cama era muito boa, mas o travesseiro achei meio desconfortável. Estava com um sono intermitente. Quando acordei em uma dessas intermitências, a luz do dia e do sol estava invadindo o quarto. Deveria ter fechado as cortinas.

Já que não ia conseguir dormir e o dia parecia que ia ser bem quente, fui me arrumar para correr. Do meu único treino em Vitória vou falar amanhã. Foi bem quente, adianto. Depois do treino, voltei para o hotel, tirei os tênis, deixei o celular no quarto, botei o chinelo e fui para a praia. Queria tomar um banho de mar, mas fiquei com receio de deixar as coisas na areia. Quando cheguei na praia é que vi que não haveria problemas. Estava bem tranquila e vazia. Marquei no GPS e do hotel até a praia deu uns 600 metros. Fiquei uns minutos ali e voltei para tomar banho e aproveitar o café da manhã.

Gostei muito do café da manhã do hotel. Havia muitas frutas, queijo, presunto, peito de peru, ovos mexidos, pão de queijo e salsicha frita (acho), além dos pães, geleias e bolos. Como depois dos treinos fico com sede, fui várias vezes pegar água. Entre idas e vindas para pegar comida, fiquei quase 1 hora no café. Voltei para o quarto, descansei mais um pouco, tomei mais um banho (estava muito quente) e fiz o check-out.

Dali, fui andando para a escola onde faria a prova do concurso. Durante o treino, fiz um trajeto para conhecer o local da prova e saber também as distâncias entre hotel e escola e escola e aeroporto. Queria ter uma ideia até para não ter o risco de perder o voo à noite. Do hotel para a escola era 1 km e da escola para o aeroporto era uns 2,2 km. Fiz os dois trajetos a pé. Cheguei na escola, vi onde era a entrada e dei uma olhada em três restaurantes ali perto. Queria muito um buffet, mas nos arredores não havia esta possibilidade. Era tudo no cardápio. Optei então pela Só na Brasa Churrascaria. Poderia ter gasto menos do que efetivamente gastei, mas comi bem. As fotos mostram o que foi o almoço. Não comi o arroz, feijão e farofa, mas o resto foi tudo.

Saladas, queijo e batata frita
Coração e alcatra

Dali, foi só botar um perfume para disfarçar o suor e ir para a escola. Fiz a prova, consegui ficar até o horário para sair com o caderno de prova e me mandei para o aeroporto. Já estava escuro e tenho meus receios de andar à noite na rua, seja em São José, seja em Vitória. Optei por andar até o aeroporto, mas quando via alguém na rua, suspeito ou não, começava a dar um trotezinho. Sei lá, sinto mais segurança correndo do que andando, parece menos propício para dar alguma coisa errada. Não era tão difícil de correr porque fui com apenas um tênis, e de corrida, para o treino de domingo. O problema era a bermuda e a mochila nas costas. E também o suor. Cheguei no aeroporto suado, grudento e meio fedido.

Logo que entrei no aeroporto, fui recepcionado pelo ar gelado do ar-condicionado, muito propício para ficar doente com a mudança radical de clima. Joguei um perfume e fui para o avião. O voo veio até mais rápido do que o previsto. Durante os voos de ida e volta vi o filme The Barkley Marathons, que alguns ouvintes e o Guilherme tinham recomendado. Filme bem legal, por sinal. Chegando em Floripa, foi só tomar banho e dormir poucas horas de sono porque segunda começava tudo de novo. Faltou só participar de uma corrida, mas foi um fim de semana bem movimentado.

Links:

http://www.atlanticahotels.com.br/hotel/vitoria/quality-hotel-aeroporto-vitoria
https://www.hoteis.com/
http://vcnatrilha.com.br/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Praia_de_Camburi
Só na Brasa Churrascaria
http://barkleymovie.com/

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Correndo em Fraiburgo

O fim de semana foi longe de casa. Lá para Fraiburgo, a quase 400 km de Florianópolis. Foi quase a família toda comemorar o aniversário de 90 anos da vó. Se eu chegar aos 90 tão bem quanto ela, acho até que ainda vou estar correndo aos 90 anos. Teve muitas fotos, muita conversa e MUITA comida. Ah, sim, claro, teve também um pouco de corrida.

Não deixei de levar meu par de tênis. Tinha em mente correr pelo menos no domingo de manhã. Saí rumo a Fraiburgo sábado bem cedo, às 5 da manhã. Chegamos no Hotel Renar pouco depois das 10h. Teve os encontros, o almoço, a festa com bolo e um dia muito bonito.

Fiquei sabendo que a janta seria meio que um café colonial. Como estava com tempo livre, aproveitei para depois do bolo descansar um pouco. Ainda teria que comer mais um tanto. Antes disso, porém, vi que daria tempo para correr. Esperei o sol ficar mais fraco e saí correndo por Fraiburgo.

Não sabia bem o que ia encontrar. Tinha uma vaga ideia do percurso que faria porque olhei no Google Maps. A tecnologia está aí para ser usada, né? Foi isso que eu fiz. Visualizei o percurso de mais ou menos 3 km e fui. Ali perto do hotel tem o Lago das Araucárias e planejei finalizar meu treino por ali. No fim das contas, fechou certinho 5 km.

Descobri que no hotel tinha piscina aquecida e foi um ótimo lugar para ficar por quase 1 hora depois do treino. Exagerei mais um pouco na janta/café colonial e fui dormir. Conforme planejado, corri domingo de manhã. Desta vez, sabendo mais ou menos o que poderia encontrar no percurso.

Domingo é igual em toda cidade, eu acho. Lá em Fraiburgo não foi diferente. Ruas vazias e desertas, muito fácil de correr. Tentei conhecer um pouco da cidade correndo. Parecia que tinha ido há muitos lugares, mas olhei em casa e o mapinha mostrou que corri quase que pelos mesmos lugares. Ou seja, tentei conhecer a cidade e dei umas voltas nos mesmos lugares.

O treino de domingo foi melhor com relação ao clima. Mais nublado, sem tanto sol, foi mais fácil de correr. A parte difícil se deu em relação ao peso adquirido na comilança. Estava me sentindo bem pesado. Parecia que me arrastava pelas ruas. E as ruas não eram planas. Fraiburgo volta e meia tem umas subidas.

Terminei o fim de semana com 2 treinos de 5 km, sendo um sábado à noite e outro domingo de manhã, intervalo de aproximadamente 12 horas entre um e outro. Talvez isso e o tanto que comi possam ter prejudicado o treino de domingo. Se bem que quando resolvi acelerar fiz um quilômetro bem rápido.

Foi um fim de semana muito legal. A viagem é longa, mas como fui sábado de madrugada e voltei domingo depois do almoço pareceu bastante com uma viagem de corrida mesmo. Vai em um dia e volta em outro. A diferença é que nesse caso foram 5 horas de ida e 5 hora de volta de carro.

Hotel Renar
Bolo da vó
Sobremesa de domingo
Depois do treino de sábado
Depois do treino de domingo
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Correndo para longe

No fim de semana que se aproxima devo fazer meus treinos longe de São José. Bom, pelo menos eu vou tentar. Em virtude do aniversário de 90 anos da minha vó, toda a família vai para Fraiburgo, pertinho de Videira, onde ela mora, comemorar a data. Ficarei em um hotel e pelas redondezas pretendo fazer pelo menos um treino.

Sábado será improvável. Tem a viagem muito cedo e depois todas as festividades e comilanças. O dia mais propício para tentar correr vai ser no domingo de manhã. O ideal seria correr nos dois dias, mas se conseguir um já vou estar no lucro. Por via das dúvidas, vou correr hoje para garantir o combo no Mova Mais (agora Heartbit) caso não consiga correr no fim de semana.

Já corri em Videira poucas vezes. Nunca em Fraiburgo. Vamos ver o que há de possibilidade na cidade ou perto do hotel. Não pretendo fazer treinos muito longos ou intensos, mas não quero ficar parado. A alimentação disponível é um grande incentivo para dar um jeito de correr. Além disso, é um bom momento para fazer vídeos para o canal do YouTube do Por Falar em Corrida.

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PFC 177 – Dicas Para Correr em Nova York


Enio Augusto, Guilherme Preto, juntamente com o convidado Guilherme Torres, que participou da Maratona de Nova York 2016, falaram sobre alguns detalhes da maior maratona do mundo, além de dar algumas dicas sobre correr em Nova York. Envie sua mensagem e contribua com o Por Falar em Corrida
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O domingo em Belo Horizonte e o retorno

O domingo começou MUITO cedo. A grande atividade do dia era correr a Volta da Pampulha. Fizemos isso e ficamos um tempinho depois na casa da Run&Fun de Belo Horizonte. O espaço era bem legal e com várias opções de comida. O que não ficou tão legal foi o som alto. Lugares barulhentos facilmente se convertem em lugares nos quais eu gosto de sair o quanto antes.

Dali, fomos para a casa e almoçamos. No fim da tarde, o passeio foi por alguns pontos de Belo Horizonte. Conheci a Praça do Papa, a Rua do Amendoim, o Mirante dos Mangabeiras e ainda o Centro Cultural Banco do Brasil de lá (CCBB-BH). Lá, conferimos a exposição ComCiência, da Patricia Piccinini. Confesso que não entendi muita coisa, mas foi algo diferente. Passamos na Café com Letras e comi um brownie muito bom.

belo-horizonte-praca-do-papa
Belo Horizonte vista da Praça do Papa

Feito tudo isso, era hora de voltar para casa e arrumar as coisas. O voo partiria às 9h de Confins. Ou seja, mais um dia acordando cedo. 9 horas parece um horário bom, mas daí você começa a fazer as contas de trás para frente e vê que vai piorando. Tem que chegar uma hora antes no aeroporto. Aí já ficamos em 8 horas. Mais 50 minutos do ônibus de Belo Horizonte até o aeroporto. Arredonda, temos 7 horas. Somando o Uber da casa até o terminal vai mais meia hora. Só aí já estamos em 6h30. Portanto, acordei antes das 5h30.

A segunda foi o dia sem fim. A chuva em Belo Horizonte fez meu voo atrasar. Sairia às 9 horas e só decolou às 13h, que seria o horário que eu deveria estar em Florianópolis. Perdi um dia de trabalho e cheguei em Floripa quase 17h, bem no horário de pico, com trânsito e fila. Não bastasse isso, demoraram MUITO para colocar as bagagens na esteira. Mais uns minutos perdidos. Por fim, para completar o cansaço ainda tinha a gravação do podcast. E no dia seguinte tinha que acordar cedo para trabalhar. O pouco que dormi no avião na segunda foi atrapalhado pela turbulência.

No fim, deu tudo certo. Cheguei cansado em casa, gravei o podcast, ficou bem legal e os outros dias voltaram à normalidade. Só corri na quarta-feira para não perder o combo do Mova Mais. Sábado devo fazer mais um treino. Este fim de ano está bem devagar. A viagem a Belo Horizonte foi bem legal. A impressão não muito boa que tive da cidade em 2012 foi substituída por lembranças mais agradáveis e divertidas. Espero voltar mais vezes, só não sei bem quando nem para qual corrida. O problema dos voos que não são diretos e do preço alto não colabora muito, mas vamos tentar. Até a próxima, Belo Horizonte.

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Praça do Papa
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O sábado em Belo Horizonte

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Ju e eu, super atletas na pista

Ontem falei da sexta, hoje vamos focar no sábado. Depois de dormir tarde na sexta, tinha que acordar cedo porque a programação estava bem cheia. Tinha trote na pista da Polícia e depois funcional. Como o funcional tinha hora marcada, o horário do treino de pista era meio rígido. Dormi pouco, mas foi o jeito. A primeira parada foi na pista. Uma pista bem legal, 400 metros, com várias marcações oficiais. Gostei bastante. Corremos pouco mais de 4 km. Foram 10 ou 11 voltas em ritmo bem tranquilo. Apenas a último volta que fizemos bem forte, ritmo de intervalado. Comecei muito forte, mas ainda assim fechei com média de 4:05 min/km.

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Voando!!!

Depois do funcional, as pernas já estavam meio prejudicadas devido a estes 400 metros fortes. Para terminar de acabar com as pernas e o resto do corpo, veio o funcional. Foi aí que quebrou tudo. Nunca tinha feito funcional na vida e foi bem dolorido. Os efeitos durante não foram nada comparados com os efeitos posteriores. Na terça-feira, ainda sentia um pouco os braços e abdômen. O pior mesmo foi no domingo e na segunda. Foram vários exercícios, que exigiram bastante todas as partes do meu corpo.

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Funcional

Dali, fomos para casa. Tinha que tomar banho para tirar o suor acumulado do corpo. Em seguida, o dia continuava. Teve almoço no restaurante Paladino, na Lagoa da Pampulha. Lá, encontramos a Drica e o Sérgio, do Correndo na Viagem, a Isa e o Felipe. Comemos uma linguiça na chapa com ovo, bem boa, e um mexido de alguma coisa com bacon. Se tem bacon, é bom. Ficamos um tempinho e fomos retirar o kit. Sobre a retirada do kit, já falei no post da prova. Foi bem tranquilo e rápido. Depois, ainda fomos na eleve, uma lancheria à beira da Pampulha. Lá, encontramos a Geórgia e a Érica, que queria entregar uma lembrancinha para a Ju. Aproveitei e pedi um alfajor líquido. Estava bom, mas podia ser melhor.

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Almoço

O próximo destino foi a volta para casa. Meu próximo e último compromisso deste sábado movimentado era o jantar de massas do Corrida no Ar. A melhor parte foi encontrar com várias pessoas que só via pela internet e outras que nunca vi. A conversa, os brindes, as brincadeiras, foi bem legal. O que não ficou muito bom foi a demora em sermos atendidos no restaurante. O jantar foi no La Traviata e a impressão foi a pior possível. Demorou e foi caro pelo pouco de comida que veio no prato. Não gostei. Não como macarrão quase nunca e optei por uma das massas. Não foi uma boa experiência. Quando cheguei em casa, fiz uns ovos para suprir o que ficou faltando. Pelo que ouvi, lá costuma ser um bom lugar, mas neste dia especificamente não foi.

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Jantar de massas do Corrida no Ar

Acabou o jantar de massas e a entrega de brindes e fui para casa. Só faltava dormir para correr a Volta da Pampulha. O tempo de sono mais uma vez foi exíguo. Acordei às 4h30 porque queríamos chegar cedo para pegar um lugar bom para estacionar. O domingo também tinha uma programação meio definida, mas com menos eventos do que no sábado. Amanhã, conto o fim da aventura, englobando o domingo e a segunda-feira, quando voltei para Florianópolis.

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Com o kit
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O alfajor líquido
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A sexta-feira em Belo Horizonte

Vamos dar início aos posts falando da viagem a Belo Horizonte, começando, é claro, pelo começo, ou seja, a sexta-feira. A busca pelas passagens foi árdua e intensa e nem consegui uma promoção tão boa. Fora que foi impossível também voo direto. Acho que não existe entre Floripa e Belo Horizonte. Na ida, fui de Azul. Peguei um voo que saiu na tarde de sexta e chegou no aeroporto de Confins no fim da tarde. De lá, ainda teria que pagar o ônibus executivo até Belo Horizonte, o que demora cerca de 50 minutos, 1 hora.

O fato curioso é que a escala foi no aeroporto de Viracopos em Campinas. E quando desci em Confins, encontrei, por acaso, o Sérgio Rocha, do Corrida no Ar. Estávamos no mesmo voo e só fui descobrir quando estávamos esperando a bagagem. Dali, encontramos o Nishi, que já estava esperando. Assim, tive companhia no trajeto até o terminal na Álvares Cabral, que era o nosso ponto de descida. Chegando em BH, eles foram a pé para o hotel, que era ali perto, e eu chamei um Uber para ir até a casa da Juliana Falchetto, que gentilmente deu a hospedagem. 😀

Na chegada, tinha um bolo formigueiro e pães de queijo. Depois de ajeitar as coisas no meu novo lar por 3 dias, tomei um banho mais do que necessário e fomos para o Bananeiras Bar. Lá encontramos novamente o Sérgio Rocha e o Nishi. Desta vez, porém, foi combinado. Foram horas de boa conversa e comida boa. Comemos pastel de angu e um prato chamado Maria Fumaça, que vem com suculenta costelinha de porco, linguiça semi-defumada e mandioca cozida. Bebi até um copo de cerveja para não fazer desfeita para o Sérgio haha. Chegamos de madrugada em casa e a sexta acabou. O tempo para dormir foi pouco. O sábado iria começar bem cedo e seria bem movimentado. Continua amanhã.

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Nós no ônibus