A sexta-feira em Belo Horizonte

Vamos dar início aos posts falando da viagem a Belo Horizonte, começando, é claro, pelo começo, ou seja, a sexta-feira. A busca pelas passagens foi árdua e intensa e nem consegui uma promoção tão boa. Fora que foi impossível também voo direto. Acho que não existe entre Floripa e Belo Horizonte. Na ida, fui de Azul. Peguei um voo que saiu na tarde de sexta e chegou no aeroporto de Confins no fim da tarde. De lá, ainda teria que pagar o ônibus executivo até Belo Horizonte, o que demora cerca de 50 minutos, 1 hora.

O fato curioso é que a escala foi no aeroporto de Viracopos em Campinas. E quando desci em Confins, encontrei, por acaso, o Sérgio Rocha, do Corrida no Ar. Estávamos no mesmo voo e só fui descobrir quando estávamos esperando a bagagem. Dali, encontramos o Nishi, que já estava esperando. Assim, tive companhia no trajeto até o terminal na Álvares Cabral, que era o nosso ponto de descida. Chegando em BH, eles foram a pé para o hotel, que era ali perto, e eu chamei um Uber para ir até a casa da Juliana Falchetto, que gentilmente deu a hospedagem. 😀

Na chegada, tinha um bolo formigueiro e pães de queijo. Depois de ajeitar as coisas no meu novo lar por 3 dias, tomei um banho mais do que necessário e fomos para o Bananeiras Bar. Lá encontramos novamente o Sérgio Rocha e o Nishi. Desta vez, porém, foi combinado. Foram horas de boa conversa e comida boa. Comemos pastel de angu e um prato chamado Maria Fumaça, que vem com suculenta costelinha de porco, linguiça semi-defumada e mandioca cozida. Bebi até um copo de cerveja para não fazer desfeita para o Sérgio haha. Chegamos de madrugada em casa e a sexta acabou. O tempo para dormir foi pouco. O sábado iria começar bem cedo e seria bem movimentado. Continua amanhã.

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Nós no ônibus

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