Categorias
Blog do Enio

Carnaval ativo

Mais uma vez, tentei utilizar os dias de folga que o carnaval proporciona para não ficar parado. Em outros anos, talvez tentasse correr todos os dias, de sábado a quarta. Em 2017, inclusive, corri todos esses dias. Este ano, não foi possível. O incômodo na canela me fez ser mais prudente. Mesmo assim, o saldo foi altamente positivo.

No sábado, tive que arrumar o pedal da bicicleta que tinha quebrado. Aproveitei para pedalar uns 40 minutos. Dia 1 do carnaval ativo foi um sucesso. No domingo, fui correr com a Andressa pelas ruas da cidade. Ela tinha 12 km para fazer. Como acompanhar o ritmo dela é quase impossível, fui mais devagar, logo atrás. Terminei o domingo com pouco mais de 1 hora e 11 km. Fiz bem mais do que imaginava. Felizmente, a canela não reclamou. Apenas no fim quando aumentei o ritmo e em algumas descidas senti de leve. No geral, foi um treino bom, sem dores e com ritmo legal. A média ficou em 5:30 min/km.

Na segunda, tive folga da corrida, mas pedalei. Andressa tinha um treino de 14 km com subidas para fazer. Saímos da Beira Mar de São José em direção ao Parque de Coqueiros. Foram 14 km subindo e descendo. Fazia tempo que não pedalava tanto e encarando as subidas. Ainda pegamos vento contra em algumas partes do percurso. Foi um bom treino para as pernas.

Até então, estava mantendo o plano de correr um dia e descansar dois. O carnaval teve algumas exceções. Acabei correndo terça e quarta. Terça foi o treino de carnaval do Por Falar em Corrida. Saímos da Lagoa do Peri até a Praia da Armação. Deu pouco mais de 7 km e ritmo médio de 5:29 min/km. Nos últimos 2 km, fui mais rápido, correndo abaixo de 5 min/km. A canela não reclamou. Achei que pudesse ser pior por causa de ter apenas um dia de descanso, mas só senti a canela quando paramos na Armação lá pelo km 3 para tirar fotos e ver a paisagem e no reinício do treino. Depois, mesmo correndo mais rápido, nenhuma dor.

Se a terça teve apenas um dia de descanso, a quarta não teve nenhum. Corri 10 km na Praia dos Ingleses. Começamos o treino depois das 10h. Estava quente, um lindo dia de sol, para ficar na praia, não para correr. O ritmo médio foi bem satisfatório, fechando em 5:37 min/km. O último quilômetro ficou em 4:58. Este foi o melhor treino para a canela. Corri sem grandes problemas. Deu mais confiança para a próxima corrida, a Track&Field Market Place dia 25 de fevereiro.

Depois de correr esses dias perto um do outro, decidi dar a quinta e sexta de folga. No sábado, pretendo fazer um treino mais longo, pelo menos repetir o domingo de carnaval, com 1 hora de corrida e mais de 11 km. O saldo do carnaval foi bem positivo. Bicicleta sábado e segunda e corrida domingo, terça e quarta. Nenhum dia parado. Na soma dos dias, foram 28,87 quilômetros no carnaval. Todos os treinos do carnaval foram com ritmo abaixo de 5:40 min/km, que é o que preciso para fazer a meia maratona sub 2 horas em Santiago. Se a canela continuar boa, a tendência é melhorar os treinos e fazer esse objetivo na meia ficar mais acessível.

Categorias
Blog do Enio Relatos de Corridas

XXI Troféu Cidade de São Paulo – 25/01/2018

Fui participar da corrida que acontece no aniversário de São Paulo. O Troféu Cidade de São Paulo já está na sua 21ª edição. Aproveitei as férias, vi que dava para encaixar a viagem no dia da corrida e me inscrevi. Havia as distâncias de 10 km e de 6,1 km de corrida e caminhada. Escolhi 10 km porque era uma distância redonda e queria ver como me sairia novamente nos 10 km. Fazia tempo que não corria.

O objetivo era fazer 10 km sub 50, mas fui alertado pelos amigos que o percurso não era dos mais planos. Havia subidas, muitas subidas. Sabia de algumas, mas durante a corrida fui conhecendo algumas outras. A cada subida, via o objetivo do sub 50 cada vez mais longe. Nas subidas, o ritmo ficava acima de 5 min/km e nas descidas não conseguia recuperar muito. Corria pouco acima dos 5 min/km.

A largada foi no Obelisco do Ibirapuera. No 3º km já pegamos a 23 de Maio, com a sua subida interminável. O pior é que na subida dá uma quebrada no ritmo, mas na descida não parece que está descendo. É bem diferente. No 4º km percebi que não iria dar o sub 50. Só se melhorasse muito o ritmo. Isso, porém, dependia de ter menos subida e eu correr mais rápido. Nenhuma das duas coisas aconteceram.

O sol também atrapalhou. A largada foi cedo, às 7h30, mas o sol estava presente desde cedo. Refletia no asfalto, esquentava, foi um fator a mais para impedir o sub 50. A segunda metade da prova foi mais plana, mas ainda assim tinha uma subida para fazer o ritmo cair mais um pouco. Abaixo de 50 minutos não era mais possível. Nos últimos quilômetros tentei pelo menos não perder muitos segundos.

Finalizei a corrida com 52:56 no tempo líquido. Ritmo médio abaixo de 5:20 min/km. Queria abaixo de 5, mas por ser começo de ano, janeiro, subidas, calor, não achei o resultado de todo ruim. Claro que a vontade era ter corrido mais rápido, mas tive que me contentar com o sub 53. A corrida serviu para saber o que consigo fazer, o nível do condicionamento. Talvez em um percurso plano tivesse mais chance do sub 50.

Tentei largar mais na frente e não fiz nenhum tipo de aquecimento. Isso também pode ter atrapalhado. Estava com um pequeno incômodo na canela. Com as descidas e subidas aumentou. Não aquecer deve ter contribuído. Não foi nada grave ou que me impedisse de correr, mas não estava normal como a canela direita. De qualquer forma, a corrida teve um ritmo consistente.

Quanto à organização, a prova foi muito boa. Não estava lotada, mas tinha um número considerável de corredores. Talvez para o padrão São Paulo, foi um público médio. Para o padrão que vejo em Floripa, foi bastante. Só peguei congestionamento nos primeiros 500 metros. Estamos em 2018 e ainda tem gente que larga lá na frente para sair caminhando. Um dia o ser humano vai evoluir para evitar essa situação. Fora isso, não tive maiores problemas.

O dia estava quente e a hidratação para quem toma água durante a prova foi bastante utilizada. Observei 3 pontos de água. Acredito que a distribuição deles foi feita de forma errada. O primeiro perto dos 3 km estava certo. O problema foi que o segundo posto de água só veio pouco depois dos 7 km e o terceiro pelo 8,5 km. Ficou muito espaçado entre o primeiro e o segundo e muito próximo entre o segundo e o terceiro. Foi o que vi de mais crítico na corrida.

Foi a primeira vez que participei desta prova. Nunca tinha corrido também em uma quinta-feira em São Paulo. Foi a estreia correndo pela região do Parque do Ibirapuera. Já fiz treinos por lá, mas corrida foi a primeira. Achei bem legal. O percurso é diferente, teve subidas e descidas. O pós-prova foi legal. Se tiver outras oportunidades, pretendo fazer mais vezes. Corrida é o que não falta em São Paulo.

Categorias
Blog do Enio

Relatório de treinos de janeiro 2018

Comecei o ano mantendo a constância dos treinos. Era algo que estava buscando. Queria iniciar 2018 com os treinos regulares, assim como terminei e como fiz no segundo semestre de 2017. Felizmente, deu tudo certo. Todos os treinos foram realizados, inclusive alguns mais longos, na preparação para a Meia de Santiago. Ainda, participei da primeira corrida do ano, o XXI Troféu Cidade de São Paulo. Aproveitei a viagem à cidade e encaixei essa corrida. Foram 10 km. Voltei a correr a distância após um tempo e, embora não tenha conseguido o sub 50, fiquei satisfeito com o resultado. Eram muitas subidas no percurso.

No fim do mês, fui acometido por um princípio de canelite. Nada que me impeça de correr, mas a canela esquerda me incomoda um pouco. Não sei bem como apareceu, mas já tomei algumas medidas para que o incômoda não aumente. Por enquanto, tirei os treinos intervalados e estou deixando dois dias de descanso. Corro um e descanso dois. Faço só rodagens, entre 6 e 7 km. A canela não fica dolorida como estava no dia seguinte ao Troféu Cidade de São Paulo, mas em alguns momentos dá uns sinais de vida. Como não é algo incapacitante, sigo correndo para manter o condicionamento.

Janeiro foi bom pelo volume conquistado. 135 km era algo longe de atingir até então. Graças aos treinos mais longos dos fins de semana, consegui. A média de treino ficou boa também e a do ritmo gostei muito. Dependo agora de como a canela vai reagir. O pilates e ir trabalhar de bicicleta continuam. Os treinos em fevereiro talvez diminuam. Pode ser que não alcance os números de janeiro, mas não pretendo parar. Tenho só uma corrida programada. Se a canela melhorar, já estará ótimo. O foco é chegar bem em abril em Santiago.

Categorias
Blog do Enio

Definindo o calendário de 2018

Fazia anos que não tinha um início de ano tão bom na corrida. Consegui manter os treinos em dezembro, um mês meio morto, de férias, e continuei em janeiro. Desde 2014 não começava um ano tão bom. Em 2015, comecei devagar por causa da lesão no fim de 2014. Em 2016, era o período de adaptação tentando não pisar com o calcanhar. 2017 parecia bom, mas o joelho não suportou o volume.

2018 parece ter começado mais constante e promissor. Como em 2016 e 2017 não sabia bem como estaria para correr, não fiz um grande planejamento. Em 2015 até consegui montar algo, mas foi no decorrer dos meses. Este ano foi diferente. Já antes da metade de janeiro tenho planejado as principais corridas das quais vou participar, sendo que as do primeiro semestre estão praticamente definidas. Eventualmente, uma ou outra pode aparecer. Deixar de fazer acho difícil, mas incluir uma nova pode acontecer, embora não seja prioridade.

Eis a lista por enquanto:

25/01 – XXI Troféu Cidade de São Paulo
25/02 – Track&Field Run Series – Market Place
10/03 – Meia Maratona de São José
08/04 – Meia Maratona de Santiago
29/04 – Meia Maratona de Balneário Camboriú
06/05 – Wings for Life
13/05 – Asics Golden Run SP
20/05 – Tribuna FM
26/05 – Wine Run
03/06 – Meia de Floripa

O começo do ano será mais tranquilo. Iria começar a participar de corridas só em março, mas apareceram duas oportunidades em São Paulo em janeiro e fevereiro. A de janeiro vou fazer 10 km. Na Track&Field ainda estou pensando se faço 5 km ou 10 km. Os 5 km são planos, na Marginal Pinheiros, pode ser uma boa oportunidade para tentar um tempo bom. Ainda tem a opção de 21 km, mas não sei se vale a pena correr uma meia já em fevereiro.

Em março, vai acontecer em um sábado a Meia Maratona de São José. No fim de fevereiro vou decidir se faço os 5 km para tentar um tempo bom, já que é plano, ou se arrisco a meia para ver como estou. A tendência hoje é fazer 5 km. Depois, vem a Meia de Santiago, um dos objetivos do ano. Sei das dificuldades de correr na capital chilena, mas ali vou tentar fazer um bom tempo. Pelo menos, sub 2 horas, é o mínimo que espero.

Terei um período de descanso antes de 6 fins de semana com corrida. Só me dei conta disso depois que anotei todas as corridas na planilha. Não é o ideal, mas vai ser assim mesmo. Na Meia de Balneário devo fazer 21 km, mas também pode ser que faça os 5 km, que é bem plano. Na Wings for Life é só para brincar, não pretendo fazer muita coisa em ritmo.

A Asics Golden Run SP é uma corrida em que gostaria de tentar um tempo bom, mas vai depender da preparação. No domingo seguinte tem a Tribuna FM em Santos e lá queria correr bem os 10 km, mesmo que para isso tenha que pegar mais leve na Golden Run. A Wine Run será de dupla mista e não tenho muitos objetivos. É diversão, mas mesmo assim correr bem a minha parte nas subidas e descidas intermináveis do percurso.

Por fim, tudo se acaba no 42K Floripa. Antes era Meia de Floripa, agora virou maratona, mas continua com a meia. Esta corrida é a minha queridinha. Fui em todas as edições, sempre na meia, mesmo quando não estava em boas condições físicas. Vou de novo este ano, espero chegar lá bem preparado e correr bem. Será o encerramento de corridas no primeiro semestre. Em teoria e se nada mudar, terei feito 10 provas, número que considero um pouco alto, mas que aconteceu devido às circunstâncias.

Não descarto participar de provas menores ou que surjam de última hora, mas nelas o objetivo será treinar dentro da corrida. Consigo lidar bem com isso. No entanto, vou tentar manter só nessas 10 principais. Algumas quero correr bem, talvez tentar recorde pessoal, outras quero apenas participar. Ao longo das semanas, os treinos continuam e vou consolidando essas datas e corridas.

Categorias
Blog do Enio

Relatório de dezembro 2017

Tardei, mas apareci com o relatório do último mês de 2017 e também com o relatório completo das corridas do ano passado. Em dezembro, mês de férias das corridas, mantive os treinos, mas diminuí a quantidade e o ritmo. Fiz duas corridas no começo do mês e depois só treinos.

Acabei fechando o ano com mais dias sem correr do que correndo. Nos anos anteriores, aconteceu o contrário. Devido aos problemas em abril e maio, ficou de bom tamanho. A partir de julho, consegui estabelecer uma rotina de treinos. Dali em diante, essa consistência me ajudou a correr mais rápido e a conseguir até o recorde pessoal nos 5 km.

No geral, mais de 1.200 km e mais de 122 horas correndo. A média ficou legal, visto que correr longas distâncias deixou de ser o foco no ano. 100 km e 10 horas por mês. Foram 18 corridas, sendo a maioria delas, 14 para ser mais exato, no segundo semestre. 174 dias ativos com 180 atividades porque alguns dias foram com dois treinos. O ano terminou muito melhor do que começou. Espero que consiga manter em 2018.

Categorias
Blog do Enio

Encontros de sábado

Como falei ontem, no sábado treinei na USP e conheci a Biologia. No local onde fica o Ademir Paulino, encontrei, além dele, a Ana Castanheira, que conhece o Por Falar em Corrida. Durante o treino, pouco antes de chegar na Biologia, conheci o Fabiano Tomoda, que também acompanha o PFC.

Por fim, no evento em comemoração aos 4 anos da coleção da Debs em parceria com a Vivian Bógus (#colanadebsbyvivianbogus), conheci pessoalmente a Debs. Finalmente. Sempre achei ela muito legal e pude confirmar isso no sábado. Inclusive, ela disse que muita gente ainda vem falar sobre o episódio que gravamos no podcast.

No evento, a Debs mostrou como montar o quadro dos sonhos. Durou cerca de uma hora e depois teve um coquetel com umas comidas bem boas. Deu para enganar a fome antes de ir almoçar. Foram duas sessões, uma às 11h30, na qual eu fui, e outra às 15h30. Lógico que tirei foto com todo mundo que encontrei. Sempre bom registrar esses momentos.

Categorias
Blog do Enio

Biologia

No fim de semana, estive em São Paulo. Fiz o concurso do TCE e aproveitei também para fazer o treino de sábado na USP. Pela planilha, deveria correr no domingo, mas não foi possível. E o treino de sábado acabou saindo mais curto porque errei o caminho.

No sábado fui na assessoria do Ademir Paulino encontrá-lo. Acabou que decidi que nesta vez na USP iria correr na conhecida Biologia, saindo um pouco do plano. O Ademir orientou e falou por onde tinha que ir. Até encontrar a Biologia foi fácil. O retorno é que fiz errado e encurtei o treino em 1,5 km.

De toda forma, foram 45 minutos correndo pela USP, com uma passagem pela subida da Biologia. Não é nada muito assustador, mas é um ótimo treino. O começo dela mais inclinado vai minando as forças enquanto vamos chegando no topo. Não tem como manter o ritmo do plano.

Por ser fim de ano, a USP não estava tão cheia como costuma estar nos sábados pela manhã. Pessoal já entrou em ritmo de férias. Mesmo assim, passei por muitas assessorias. Ainda quero ir em um sábado cedo para ver como é o movimento por lá.

Foi legal correr por uma parte da USP que eu não conhecia. Para quem corre todo dia lá deve ser tão chato quanto correr na Beira Mar aqui. Fica aqui o agradecimento pelo convite do Ademir para treinar com ele no sábado. Gostei de conhecer a estrutura que ele utiliza para os treinos.

Categorias
Blog do Enio

Eventos na viagem

Viajo hoje para São Paulo. Tem concurso domingo. Deveria estar mais preparado do que estou, mas vamos ver o que acontece. A prova vai ser à tarde. Teria espaço para participar de alguma corrida pela manhã, mas não consegui viabilizar nenhuma. Pensei em correr a Etapa Verão do Circuito das Estações, mas não deu certo. Seria uma chance de melhorar o tempo nos 5 km no Circuito das Estações.

Corri a Etapa Inverno e a Etapa Outono. Poderia brigar por um sub 24, já que o percurso tem umas subidas. Não vai acontecer. Por outro lado, no sábado vou treinar com o Ademir Paulino na USP. Falei com ele e a assessoria ainda não entrou em férias. No Circuito Athenas, quando o encontrei, ele já tinha convidado para ir em um treino.

Desta vez, aproveitei a oportunidade, mandei mensagem e acertei tudo. Depois do treino, devo ir em um evento que é a comemoração dos 4 anos da coleção da Debs com a Vivian Bógus. O último evento do ano será no sábado. Serão duas sessões, às 11h30 e às 15h30. A Debs vai mostrar como montar o quadro dos sonhos.

Não consegui nenhuma corrida no domingo, mas consegui dois eventos legais no sábado. O concurso pode não dar certo, mas a viagem vai ser boa. Devo correr no sábado na USP e pretendo correr domingo em algum lugar de São Paulo, mas ainda não tenho nada definido.

Categorias
Blog do Enio

De capacete

No começo de novembro, a bicicleta foi para a revisão. Finalmente, depois de seis meses, resolvi esse problema. Freios arrumados e outras coisas mais. Ela é de um tamanho padrão, não é adequada para mim, mas para servir como meio de transporte quebra um galho e não machuca o joelho. Se fosse para competir, teria problemas.

Nessa revisão, aproveitei e comprei o capacete, que era algo que realmente faltava. Ele não garante nada, mas pode proteger em alguns casos. Com a bicicleta melhor e com o capacete, tomei coragem para arriscar novos caminhos para vir trabalhar. Não que ter o que citei seja definitivo para ter mais segurança e nada acontecer, mas já não estou tão desprotegido.

Com isso, comecei a vir trabalhar pela Via Expressa. Utilizo o acostamento da avenida. Pelas manhãs, vou no mesmo fluxo dos carros. Como quase sempre tem fila, é bem tranquilo. Apesar do acostamento ter uns buracos, dá para se deslocar sem problemas. Ainda pego um pedaço da marginal antes de pedalar por uns metros da avenida.

Na volta, faço o mesmo caminho. No outro sentido, vou contra o fluxo. Não é o indicado nem o correto, mas é o que dá para fazer. Na volta, a fila já se foi e os carros passam em velocidade mais alta. Poder ver quando e como eles estão vindo até é útil. Pelas minhas contas, a ida para o trabalho diminuiu de 3 a 5 minutos.

Isso que eu pedalo em ritmo bem tranquilo. Todos os outros ciclistas me passam e se distanciam com facilidade. Parece que eles sempre estão com pressa. Não entendo pedalar tão rápido assim. Como costumo sair no horário e já sei mais ou menos o tempo que demoro, não faço questão de fazer nada acelerado.

Um motivo é pelo fato de tentar suar menos. O outro é porque a minha bicicleta não oferece muitas condições para isso. Até acho bom porque não exagero. A bicicleta é apenas um meio de transporte, para fugir da fila, do trânsito e economizar gasolina. Na volta também ganho mais ou menos o mesmo tempo.

Mudar o percurso foi bom por demorar menos e por pegar um chão melhor de pedalar. Antes eram muitos paralelepípedos e uma subida íngreme. Agora tem mais asfalto e a subida é mais tranquila. A pior parte é ter que ficar mais perto dos carros, mas não tive problemas até então. A forma de condução tem que ser a mais defensiva possível, prestando atenção em tudo.

Categorias
Blog do Enio

Zerando a máquina

Falei com a Mari na semana passada que em dezembro as corridas tinham terminado. Iria continuar treinando. O que a planilha mandasse fazer, eu faria. A gente segue o que está lá. Falei apenas que dezembro poderia ser mais tranquilo, já que os objetivos mesmo estão todos em 2018.

Pedi que os treinos continuassem nos mesmos dias, mas talvez diminuindo intensidade ou repetições. Enfim, continuar em movimento, só que em ritmo mais confortável. Ela falou que dezembro seria para zerar a máquina. A planilha desta semana seguiu nessa linha. Apenas rodagens, nada de intervalados.

Ontem já fiz 30 minutos e amanhã estão previstos 45 a 50 minutos, mas isso pode variar dependendo da hora que eu acordar e sair de casa logo cedo. O certo é que vou correr apenas, sem muito objetivo. A única meta é manter o ritmo médio abaixo de 6 min/km, mas quero evitar aquele 4:43 de domingo. Não tem necessidade disso neste momento.