Dez dias e contando

Já se passaram dez dias desde a última vez que coloquei o tênis e saí para correr. Desde a Golden Four Brasília desconheço qualquer atividade ou esforço físico que não seja andar para as fazer as tarefas rotineiras. São dias totais de descanso pensando em um relaxamento total para o corpo, para as pernas, para a mente, para tudo. Em princípio, pensava em ficar uma semana. Prolonguei para quase duas e talvez chegue em três. Nada é definitivo e a qualquer momento pode sair um trote enganador para quebrar a sequência de descanso. O certo é que cheguei nos dez dias.

Antes, treinando e correndo, parecia que tinha mais sobre o que falar. Aconteciam mais situações e enquanto corro consigo pensar em muita coisa. Não que eu lembre delas depois, mas são tantas que vez ou outra sobra um resquício de lembrança na minha memória recente. De qualquer modo, os dias de descanso vão muito bem. Vontade de correr? Na semana passada, só tive quando fui à praia. O que realmente me faz querer ir à praia é correr, seja na areia ou nos arredores. Não fui preparado e não corri. Às vezes, a vontade vem e vai embora. Ficar descansando é muito bom.

Só que vai ter um momento que vai encher o saco. Parece que este momento está próximo. Eu gosto de correr, seja com ou sem objetivo. O que me fez prolongar mais os dias sem correr foi o joelho. Repouso total e longe de impactos significa melhorar. Foi o que aconteceu. Não parece estar 100%, mas pode ser só impressão e medo. Quando fizer o trote de retorno vou ter uma ideia melhor. Por enquanto, seguimos sem fazer esforço e tendo cada vez mais certeza que vai faltar fôlego para correr em Angelina no dia 28 de novembro. Vai ser um bom teste tentar correr forte depois de um tempo parado.

Por coincidência, são 10 dias sem correr e faltam 10 dias para a 7ª Corrida de Rua Cidade de Angelina. Tudo 10.

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