Meia por inteiro

Hoje é o dia seguinte de um ano do meu recorde na meia maratona. Foi no dia 11 de outubro de 2015 que saiu o tempo mais lindo da minha vida até então. Simplesmente aconteceu e foi a melhor meia da minha vida. A prova toda o ritmo foi encaixado. Mesmo quando senti o cansaço, o ritmo ficou constante. Não foi planejado, nem era muito o foco, mas saiu.

Fiz até dois posts nos dias seguintes contando um pouco de como foi a 11ª Meia Maratona de Florianópolis. O primeiro post contou um pouco do antes da meia, o que aconteceu na sexta e sábado e um pouco do que planejava para o dia da corrida. O post seguinte conta a meia em detalhes. E aí é tudo bem detalhado mesmo. Tem sobre a prova, as parciais a cada 5 km e a cada 7 km, a alimentação e o Garmin.

Vale a pena você que ainda não leu ir lá para ver como foi. Talvez algo como aquele tempo e texto nunca mais se repita. As expectativas para as próximas meias não são tão animadoras assim. Dia 13 de novembro tem a Asics Golden Run em Brasília e dia 20 de novembro tem a 12ª Meia Maratona de Florianópolis.

Pouco mais de um ano depois, acontecerá novamente a prova que me deu o recorde pessoal na meia. Aliás, no meu top 5 de tempos em meias, dois são nesta prova. Ano passado, a Meia de Florianópolis e a Golden Four DF foram as últimas meias que fiz inteiro. Em 2016, assim como em 2015, as duas provas serão as minhas últimas meias do ano.

A diferença é que os treinos estão encaixando só agora, sem dores. Não vou com muitas pretensões, mas espero que tudo continue indo bem para, quem sabe, no dia dessas duas provas conseguir um tempo que me deixe satisfeito. Na Meia de Floripa, não tinha totais condições e o final foi sofrido. Nestas duas próximas meias, quero pelo menos terminar bem. Se for um tempo bom, melhor ainda.

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