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Blog do Enio

A semana mais ou menos

A semana passada não foi muito promissora. Foi até meio desanimadora, na verdade. Com os dias mais ocupados com horas a mais de trabalho, só me sobrou depois das 19 horas para pedalar na segunda e na quarta. Já estava escuro e não é o melhor cenário. Mesmo assim, eu fui.

Fiz pouco mais de 30 minutos e estava bom. Além de estar escuro, já está ficando mais frio. A vontade era nem sair de casa, mas essa parte ainda consigo fazer. Só que nada do que estava programa foi feito. Pedalei, fiz algumas acelerações e só. Quando chegou nos 30 minutos já procurei o caminho de casa.

Para piorar, na quarta-feira, fiz alguma coisa que não sei o que foi e o pedal direito ficou fazendo um barulho estranho toda vez que dava uma volta. Não sabia como resolver e deixei assim. Esperava que ele se resolvesse sozinho, assim como algumas dores de corrida que a gente sente. Depois de uns dias, passa. Não foi bem o caso.

O barulho continuou na sexta e no sábado. Era um barulho tão chato que mesmo saindo para pedalar sexta à tarde não me animei em pedalar mais que meia hora. Antes disso, na quinta, o trote não teve muito sucesso. O barulho da bicicleta mais o trote com dores já me desanimou um pouco.

Para piorar, depois que cheguei em casa na sexta, tentei resolver o problema do barulho, mexi na correia e escangalhei tudo de vez. Além do barulho no pedal, tirei a correia do lugar e não consegui recolocar. Pronto! Além de ainda não poder correr, tinha impossibilitado o uso da bicicleta, equipamento que tem quebrado um galho, ajudando no fortalecimento e no condicionamento.

A ajuda paterna me salvou com a correia no sábado pela manhã. Sou muito sem habilidade para essas coisas. Depois, vendo como foi feito, acho que entendi o processo caso precise em uma próxima vez. Bom, com a correia no lugar, ainda restava o barulho no pedal. Fui até a loja de bicicleta para comprar um cadeado e  já perguntei do pedal. O rapaz da loja falou que o pedal já estava meio frouxo e que só a revisão geral ia resolver. Era o que eu pensava, mas a revisão ainda vai ser adiada.

Já que o barulho estava ali, resolvi me conformar. O barulho faria parte dos meus treinos e azar. É chato, mas pelo menos a bicicleta ainda funciona. Então, no domingo, quando fui pedalar, já esperando o NHEC NHEC, não aconteceu nada. O problema estava resolvido. A princípio, o pedal estava igual, mas o barulho parou. Foi tão bom isso que a pedalada de domingo rendeu. E a de segunda também.

A semana que estava se encaminhando para um desastre, terminou bem e iniciou dentro da normalidade. Terça é dia de descanso, mas o treino de quarta já vai ser dentro do previsto, mais animado, sem barulho, com correia no lugar e fazer o que está programado na planilha.

Por Enio Augusto

Começou a correr em 2008. Não estava acima do peso, mas descobriu que gostava de correr. Parecia simples e fácil. Corre mais por teimosia do que por algum talento natural. Sonha em correr mais rápido e acha que um dia vai chegar lá.

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