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Circuito das Estações Etapa Primavera SP – 16/09/2018

Participei novamente de mais uma etapa do Circuito das Estações. Desta vez, em 2018, Etapa Primavera. Repetindo as outras duas vezes, fui nos 5 km com o objetivo de correr abaixo de 25 minutos. Este ano já tinha chegado perto na Night Run e queria pelo menos um sub 25.

Já conhecia o percurso, sabia que metade desce e metade sobe. A largada é em descida e quis aproveitar para garantir alguma gordurinha. Os últimos treinos me animaram a largar mais forte. Comecei muito bem, mas já no início senti que estava forte demais. Mesmo assim, mantive a ideia de até o retorno fazer a força que fosse necessária.

Na volta, era ver o que tinha sobrado de energia para encarar o falso plano que sobe e a subida da chegada. As parciais ficaram em 4:13, 4:29, 5:03, 5:15 e 5:10. Ou seja, quebrei bem quebrado. De todas as minhas participações no Circuito, a Etapa Primavera do ano passado foi a mais regular, mesmo com o sobe e desce. Este ano, oscilei bastante. Felizmente, o início rápido garantiu o sub 25. Completei com 24:21 no tempo oficial. Garanti o sub 25 de 2018.

Uma coisa muito legal do Circuito das Estações é que realmente tem 5 km. Corri lá 3 vezes e em todas as oportunidades a distância bateu, ou seja, deu uns metrinhos a mais. Se fosse mais plano, seria o lugar ideal para recordes pessoais nos 5 km. É possível recorde lá, mas se a pessoa consegue lá, acredito que pode melhorar alguns segundos em um lugar todo plano.

Foram milhares de pessoas nos 5, 10 e 21 km. É uma prova já bem tradicional e gostei de correr nela. Bem organizada, largada por pelotões, fiscalização na entrada das baias, hidratação, tudo redondinho. Mais uma vez, não tive problemas. Sempre que encaixar agenda de corridas, participar do Circuito das Estações será uma opção.

Link do Garmin: https://connect.garmin.com/modern/activity/3018567028

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6 de 5

A Corrida Pela Paz foi a sexta corrida de 5 km que participei este ano. Ao todo, são 12 corridas no ano, sendo que metade delas foram as de 5 km. Depois da Meia de Floripa, optei por diminuir o volume e focar nas corridas mais curtas. Fiz apenas a Track&Field Iguatemi em julho de 10 km. De resto, tudo 5 km, ou mais ou menos essa distância.

Das 6 corridas este ano, apenas uma teve menos de 5 km no GPS. 4 deram a mais, do jeito que o DataEnio gosta. Uma teve exatamente a distância. Não é o ideal. Mesmo assim, é um número grande de corridas com a distância correta, o que era coisa rara há alguns anos. Não sei se estou dando sorte ou se os organizadores passaram a se preocupar com os 5 km também.

O tempo foi melhorando a cada uma dessas corridas. Das 6, 4 fui para fazer tempo, tentando sempre o sub 25 ou algo melhor. Tudo começou no Circuito das Estações Etapa Inverno São Paulo em julho. Foram 5 km em 26:32. Era ainda o início dos treinos. Depois, veio a prova de 5 km da Meia de Brusque. Ali saiu o primeiro sub 25 do ano. Completei a corrida em 24:33.

Em seguida, os 5 km da Maratona de Floripa foram para fazer cobertura e brincar, sem grandes pretensões. Terminei em 28:01. Após, fui novamente para São Paulo, no Circuito das Estações Etapa Primavera. Por lá, consegui o até então recorde do ano, com 24:32, o segundo sub 25 do ano. A corrida seguinte foi a Oktoberfest Run. Fui para fazer a cobertura, sem compromisso com tempo. Ainda bem. A corrida teve 4,74 km no GPS. Fiz ela em um ritmo médio de 5:41, um pouco mais lento do que na Maratona de Floripa.

Por fim, a sexta prova de 5 km foi a Corrida Pela Paz. Quando deu tudo certo e saiu o recorde do ano e da vida, com 22:50. Com isso, das seis corridas, metade com sub 25. No meu planejamento, ainda faltam mais duas: os 5 km do Circuito Athenas em São Paulo dia 5 de novembro e os 5 km da Meia de Florianópolis no dia 19 de novembro. Essas duas pretendo correr para tempo. O objetivo mínimo é o sub 25, mas fazer um novo recorde pessoal seria bem legal.

Claro que tudo depende das condições do dia e se vai ser um dia bom para mim. Os treinos continuam. Vou seguir o que está dando certo. Acredito que chegarei preparado para correr bem. Fazer recorde ou um tempo bom depende de outras variáveis. Tem também a questão de se vai ter mesmo 5 km, mas não vamos sofrer por antecipação. Treina, corre e depois vê. Da minha parte, vou manter os treinos em dia. Assim, fica mais fácil atingir o objetivo se for um dia favorável.

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Depois de 5 anos

Cada vez mais confirmo a ideia de quando vamos para uma corrida sem tanta expectativa de recorde é quando há mais chance dele acontecer. Claro que tem dias que você vai para a corrida pensando em tempo e ele sai, mas a pressão de ter que fazer pode criar algumas amarras que não deixam a corrida fluir.

No último domingo, fui participar da Corrida Pela Paz. Na sexta-feira até falei que o objetivo era o recorde do ano, bem possível, era só correr abaixo de 24:30. Pelos treinos parecia que ia dar. Só que fui com a ideia de correr o mais forte possível, sem ficar cuidando do ritmo. A vantagem de ter um Garmin 10 é que a tela dele disponibiliza apenas duas informações. Optei por deixar distância e tempo.

Tem a segunda tela com tempo e ritmo da volta, mas não quis ficar nela. Preferi adotar o que venho fazendo nos treinos. A maioria deles é intervalado e não penso no ritmo. Foco na sensação de esforço e faço o melhor daquele dia. Vejo o resultado depois quando transfiro a atividade para o computador.

Na corrida fui pensando nisso. Fazer o melhor e descobrir depois o que ia acontecer. O lap automático do Garmin estava ligado. Então, a cada quilômetro, um apito e uma olhada para conferir o ritmo. Tentava perceber qual era o esforço e manter, mas durante um quilômetro seguia meio às cegas. Tenho gostado disso. Menos apegado no ritmo durante a corrida.

Claro que quero correr o mais rápido e bater todos os recordes possíveis, mas não fica mais preocupado com o ritmo do momento. Largo, corro, faço força e no final vejo se deu certo. Durante a corrida dá para ter ideia se vai dar também, mas a informação não é tão constante. Se olho para o relógio, consigo ver a distância e o tempo e talvez calcular alguma coisa.

Como o recorde do ano estava meio garantido, se nada desse errado, pensei no sub 24. Teria que correr abaixo de 4:48 min/km. Com as primeiras parciais vi que ia dar. Mais no fim da corrida percebi que o sub 23 era possível. Quando terminei em 22:50, sabia que tinha saído o recorde do ano. Mais tarde, vi que era o recorde da vida também.

O anterior, homologado pelo DataEnio, era de 21/04/2012, com 23:09. Depois disso, até corri abaixo desse tempo. Uma também em 2012, outra em 2013 e mais uma em 2015. Em ambas, embora na projeção e no ritmo médio fosse recorde, a distância foi a menor.

Aliás, na corrida de 2013 e de 2015 tive ritmo médio de 4:24 e 4:27, respectivamente, melhor do que o 4:32 do último domingo. O sonho é um dia correr na casa dos 20 minutos. Se não chegar lá, quero pelo menos unificar os recordes, tanto pelo tempo quanto pelo ritmo médio. O próximo objetivo é tentar baixar dos 22:30.

Vamos aos poucos. Fiquei apenas 17 segundos disso e até parece pouco, mas na questão do ritmo é uns 3 segundos por quilômetro. Dependendo do dia, não tem de onde tirar essa diferença. Por enquanto, vou curtindo esse novo recorde dos 5 km depois de mais de 5 anos. Também, desde 2015 não fazia um recorde pessoal. Domingo foi um bom dia. Dia 05/11 tem mais nos 5 km do Circuito Athenas em São Paulo.

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Um plano

O plano para os 5 km da Maratona de Santa Catarina era bem simples: correr a distância abaixo de 25 minutos. Porém, nem tudo sai como a gente quer. Em condições normais, acredito que teria chance de fazer. Não seria simples, nem fácil, mas era bem possível, como Brusque mostrou.

Só que domingo vou correr com o Mizuno Wave Sky, tênis que chegou para o Por Falar em Corrida. Ele é mais pesado do que todos os tênis que tenho. Preciso testá-lo e nada melhor do que usar em uma corrida onde pretendo correr forte, para tentar fazer tempo. O tênis chegou na terça à noite e não estava contando com isso.

Outro fator que pode me atrapalhar um pouco é que devo correr com a câmera para fazer filmagens durante a prova. Eu e o Guilherme estamos revezando e agora é minha vez. Correr com tênis novo, do tipo que não estou acostumado, e ter que ir com a câmera podem ser obstáculos na direção de um bom tempo.

De toda forma, vou tentar chegar o mais perto possível do sub 25. Espero também que a corrida realmente tenha 5 km. Ou talvez seja melhor até não ter. Vai que a distância está certa e não consigo por causa dos motivos citados. Ficarei pensando em como seria caso fosse diferente. São só hipóteses. Domingo vou ver o que acontece.

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Saiu

As últimas semanas têm sido meio cheias. Não estou conseguindo escrever com a atenção que gostaria por aqui. No entanto, segue o padrão de um post por dia. Ontem participei da prova de 5 km da Meia Maratona de Brusque. Pretendo postar amanhã sobre a prova em si, comentando ela de forma geral, incluindo minha participação.

Hoje, porém, vou só me ater ao tempo que fiz na corrida de ontem. Finalmente, saiu o sub 25 nos 5 km este ano. 2017 não é o meu melhor ano nas corridas. Quando tudo parecia bem, o joelho ruim começou a ficar pior. Perdi os meses de abril e maio, além de junho ter ficado capenga por conta da Meia de Floripa. A partir de julho que as coisas começaram a ficar em dia.

Analisando a situação, sinto que não estou treinando tanto quanto talvez fosse necessário, mas é o que está dando para fazer. Tenho gostado bastante da rotina atual, com poucos treinos, mas com eles sendo mais intensos. Se corresse um dia a mais por semana, os resultados poderiam aparecer de forma mais rápida. Porém, não quero mexer nos treinos agora.

Estou bem acomodado nos treinos desconfortáveis e curtos. O joelho está bem, sem reclamar. Por enquanto, seguimos assim. Dito isso, ontem em Brusque consegui manter o ritmo médio abaixo de 5 min/km. Era o principal objetivo. Não tinha certeza da distância da prova. 5 km sempre corre-se o risco de correr à toa. O meu relógio marcou exatamente 5,00 km quando passei na chegada. Pelos meus critérios, faltaram alguns metros. O GPS não pode dar exato.

Dos males, o menor. Prefiro que seja exato do que dê a menos. Como nos treinos uso o GPS como parâmetro, caso fizesse 5 km, com certeza faria pelo menos 5,00. O tempo oficial da prova foi de 24:33, ritmo médio de 4:55 min/km. Ou seja, caso tivesse os metrinhos a mais, dificilmente o sub 25 escaparia, mas seria um pouco mais apertado.

Diferente do Circuito das Estações, desta vez não morri depois do 3º km. Senti um cansaço extremo a partir dele, bem mais acentuado depois do 4º km, mas consegui manter o ritmo. Cada quilômetro ficava uns segundos mais lento, mas nada que tirasse o sub 25 da mira. Aliás, estive sempre abaixo da meta. O desconforto física e de respirar me fez esquecer que o joelho pudesse reclamar.

Corri o tempo todo pensando em manter o ritmo, correndo o mais forte que pudesse. Prestava atenção no cansaço, mas nem lembrei do joelho. Ele realmente não se manifestou. Só senti um pouquinho de dor, de leve, nas horas seguintes à corrida. Agora já está de volta ao normal. Como vou me dar dois dias de folga sem correr e só volto aos treinos quarto, acredito que estarei totalmente recuperado.

Este ano o melhor desempenho até então havia sido nos 5 km do Circuito das Estações. Fiz 26:32, ritmo médio de 5:18 min/km. Depois da Meia de Floripa, coloquei como objetivo investir nas distâncias curtas para voltar a correr no ritmo que antes era tranquilo. Também queria aliviar um pouco as coisas para o joelho.

Parece que está funcionando. O ritmo ainda não sai de forma tranquila. Longe disso. Foi bem sofrida a corrida em Brusque. Só não pensei em nenhum momento em diminuir porque estar abaixo do sub 25 a cada quilômetro me fazia continuar. Não foi fácil, mas saiu. Os treinos seguirão porque o objetivo é que esse sub 25 fique mais natural. O próximo teste é no domingo, nos 5 km da Maratona de Santa Catarina.

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Mais 5 km

Domingo, ao que tudo indica, participarei da prova de 5 km da Meia Maratona de Brusque. O evento tem 21 km e 10 km também, mas a fase atual é de querer melhorar o tempo nos 5 km. É difícil fazer recorde pessoal, mas pelo menos voltar a correr mais rápido. Melhorar nas distâncias curtas para só então pensar nas longas.

A previsão do tempo diz que vai chover o fim de semana todo e isso pode atrapalhar um pouco o objetivo inicial, que seria correr abaixo de 25 minutos. Não pelo fato da chuva. Correr sem sol é até melhor. O problema maior é sair de casa, viajar 100 km para correr 5 km na chuva.

A programação, por enquanto, está inalterada. Acho que só um temporal de grandes proporções vai me fazer ficar em casa. Estou com vontade de testar o que tenho praticado nos últimos treinos. Pelo que medi no MapMyRun, talvez tenha mais do que 5 km. Resta saber quanto a mais vai ser. Se for os metrinhos normais que o GPS marca, ok. Se for MUITO a mais, já vai complicar o tempo final.

Olhando por outro lado, é melhor ter a mais do que a menos. Pelo menos terei uma noção da passagem dos 5 km, caso tenho muitos metros a mais. São só especulações. Vou descobrir no domingo mesmo. Espero que tenha a distância correta. Essa é mais uma corrida em busca das provas de 5 km.

Já fiz uma no Circuito das Estações em São Paulo no começo de julho. Tinha a distância, mas eu não tinha treinos suficientes. Cansei depois do 3º km. Fiz 26:32. Então, no domingo, quero melhorar esse tempo e se for um dia bom fazer abaixo de 25 minutos. O ideal é cansar só bem perto do fim.

O Por Falar em Corrida estará com equipe completa, se nada fugir do programado. O Guilherme deve correr os 10 km e eu os 5 km. No decorrer da semana que vem, deve sair o vídeo da cobertura da prova. A procura pelos 5 km perfeitos continua.

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A próxima de 5 km

O próximo domingo será o retorno às corridas de 5 km. Desde setembro do ano passado, quando participei da Global Energy Race em Florianópolis, não corro uma prova de 5 km. O evento escolhido foi meio por acaso. Não estava nos planos, mas a gente sempre tenta encaixar alguma corrida quando viaja.

No domingo farei um concurso em São Paulo no período vespertino. Quando soube disso, fui procurar algumas corridas que teriam em São Paulo. Sempre tem, a questão era encontrar a que melhor encaixaria. Poderia até ser uma noturna no sábado, mas encontrei mesmo foram várias no domingo.

A primeira opção foi a New Balance 15k Series. Tinha opção de 15 km e 7,5 km. Como tinha que esperar o cartão virar para me inscrever, acabei perdendo a chance. Quando o cartão fechou, as inscrições já tinha encerrado há algum tempo. Virei meu foco então para o Circuito das Estações Etapa Inverno, que vai largar no Estádio do Pacaembu. Escolhi a distância de 5 km. Havia ainda opção de 10 km ou 16 km.

Para quem é de São Paulo, é sempre a mesma coisa participar de uma etapa do Circuito. No meu caso, nunca participei de nenhuma etapa em nenhuma cidade do Brasil. Em São Paulo, só corri 2 São Silvestre e 2 Golden Four. Minhas largadas e chegadas sempre foram na Avenida Paulista e no Jockey Club de São Paulo. Teve também uma chegada no Ibirapuera na São Silvestre de 2011.

Portanto, será tudo novo. Uma distância curta, uma prova inédita para mim e local de largada também. Escolhi os 5 km porque não quero cansar muito para o concurso à tarde e não me sinto preparado para distâncias maiores. 16 km descartei logo de imediato. Pensei nos 10 km, mas ainda não acho que vá conseguir correr em um ritmo legal. 5 km foi o ideal.

Vai ser curto, rápido e vou poder testar os últimos treinos com distâncias menores. A expectativa é correr abaixo de 30 minutos, o que penso ser tranquilo. O que vier vai ser lucro. Sub 25 seria o mundo perfeito, mas a realidade não vai permitir que o sonho se concretize. É bem difícil. Talvez algo abaixo de 28 ou 27 seja mais viável. A desvantagem do Circuito é ter muita gente, mas vamos ver o que consigo fazer. Vai ser uma boa oportunidade de testar o #pacebosta.

Falando no #pacebosta, conversei com o pessoal de São Paulo que está no grupo do Padrim do PFC no WhatsApp para ver se conseguimos fazer alguma coisa no sábado e/ou no domingo. No domingo, vamos correr o Circuito, só que eles em distâncias maiores. Vander vai nos 10 km, Marcelo também, Andressa nos 16 km e eu vou nos 5 km para terminar antes e sofrer menos. Esse é o único encontro do #pacebosta garantido, mas vamos tentar também algo além da corrida.

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Teste de 5 km

Muitos corredores fazem ou costumam fazer aquele famoso teste de 3 km, para a partir dali definir os ritmos adequado para cada tipo de treino. Nesse treino, o objetivo é correr o mais forte possível, com velocidade de tiro curto, mas por 3 km. Busquei nas minhas memórias e não me recordo de ter feito este teste de fato. Quando treinei com assessoria nunca pediram e quando treinei por conta própria nunca lembrei de fazer.

Continuo sem fazer o teste e não sei bem quando vou ter vontade de fazer, mas este ano tentei algo parecido. Como voltei aos treinos em janeiro, aumentando quilometragem e distância aos poucos e tentando aumentar a velocidade, resolvi ver qual seria o resultado correndo mais forte por mais tempo. Os intervalados que tenho feito são repetições de no máximo 2 km e geralmente ficam abaixo de 1 km. Como 3 km achei pouco e as corridas costumam ter 5 km como menor distância, foi fácil escolher quanto correr.

Claro que esta curiosidade pelo resultado tinha a ver com uma corrida futura. Estava inscrito para participar dos 5 km da Meia de São José, mas não deu muito certo. Viagem para Vitória e tal. Antes de me dar conta de que não ia conseguir correr, estava tentando me preparar para buscar um sub 25. Então, há pouco mais de um mês para a prova, no dia 11/02, um sábado, fiz o teste de 5 km. Aqueci 3 km e fiz os 5 km em 26:45, ritmo médio de 5:21. Longe, longe do que gostaria, mas foi bom para ter uma referência.

Segui os treinos, com rodagens, longos e intervalados buscando uma preparação razoável. Foi aí que vi que a viagem e a corrida seriam no mesmo fim de semana. O que eu fiz? Decidi me testar de novo nos 5 km. Já que não iria conseguir fazer isso na Meia de São José, fiz no treino de sexta antes da viagem, dia 10/03. Foram 2 km de aquecimento e 5 km em 25:40, ritmo médio de 5:08. Ainda não era o sub 25 desejado, mas melhorou em relação a fevereiro.

Só que treino é treino, né? Parece que mesmo que a gente se mate e faça muita força, o resultado é sempre mais lento do que em uma corrida. Quando fiz este último teste de 5 km não lembrava do de fevereiro e nem que o espaço entre eles era de um mês. O que vocês acham que vou querer fazer ali pelo meio de abril? Sim! Outro teste desse. Uma curiosidade que descobri depois é que fiz um teste parecido e nem me lembrava dele também. Foi em 13/03/2016 e fiz 5 km em 24:56, ritmo médio de 4:59. Estou em busca desse sub 25. Quando sair no treino é sinal de que na corrida devo conseguir sem muitos problemas.

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O azar dos 5 km

Ano passado, estava com meus treinos em dia. Foi minha melhor fase. Treinos redondinhos, correndo bem nas provas e fazendo os tempos que gostaria. Bom, quase todos. Nem tudo sai do jeito que a gente quer. Sempre tem as partes ruins. As provas de 5 km entram aí. Foram 3 em 2015 e nenhuma delas teve realmente 5 km. Já este ano, com os treinos capengas e sem preocupação com tempo, participei de 2 provas de 5 km e as duas tinham a distância.

Quando estava tudo perfeito, as provas tinham menos que 5 km. Quando está tudo bagunçado, as provas tinham a distância. Para eu considerar a prova válida para recorde pessoal, de acordo com os critérios do DataEnio, ela tem que dar um pouquinho a mais no GPS, coisa de 1%. E as duas que fiz este ano foram assim: 5,07 km na Run, Floripa! e 5,06 km na Global Energy Race.

Ano passado, deu 5,00 km na Track&Field do Shopping Mueller, 4,98 km na Corrida Adria Santos e 4,96 km no Circuito ParaTodos. Duas deram a menos e uma deu exatamente a distância. A gente sabe que o GPS não marca exato. Pode servir para referência no seu treino, mas para mim, em provas, tem que dar um pouquinho a mais. Se for para errar, que seja por excesso e não por falta. A corrupção começa nas pequenas coisas. Se te roubam metrinhos e você acha que está tudo bem, nem adianta ficar reclamando dos políticos.

Foram duas oportunidades perdidas para tentar o recorde pessoal dos 5 km. É a Lei de Murphy das corridas. Agora que as coisas estão começando a melhorar não tem nenhuma prova de 5 km no horizonte. E, com a sorte que tenho, se aparecer é provável que no fim não tenha 5 km. Tudo bem. Valeu para ver que alguns organizadores estão se importando com isso, embora eu ainda acredite que em alguns casos é ao acaso.

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PFC 164 – Corra 5 km

5 kmCorrer uma maratona, uma meia é legal, mas nesta edição o Por Falar em Corrida volta à origem de quase todo corredor. Enio Augusto, Guilherme Preto e Juliana Falchetto falam sobre os 5 km, a distância que é a primeira meta de quase todos que começam a correr. Além disso, comentam os pontos positivos e negativos de como é correr, seja em provas ou treinos, essa distância tão adorada e odiada pelos corredores.

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