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Mais uma

Domingo foi dia de trazer para o mundo real mais uma amizade que fizemos por causa das corridas. Sábado aconteceu a Uphill e um dos corredores que participaram da maratona em subida foi o Mayco, do Canal Corredores. Ele veio sofrer aqui em Santa Catarina e combinamos de nos encontrar no domingo. Até pensei em ir sábado para a Serra do Rio do Rastro assistir à corrida, mas era muito trabalho. Talvez menos do que subir o percurso correndo, mas desisti da ideia.

Mandei mensagem para o Mayco e o voo dele sairia do Aeroporto Hercílio Luz. Como o horário era meio apertado, marcamos de almoçar em um restaurante ali perto mesmo. Até queríamos ir em algum outro lugar, mas o tempo curto não permitiu. Aliás, descobrir restaurantes perto do aeroporto não foi das coisas mais fáceis. Para um lugar que recebe tantas pessoas todos os dias, faltam opções de alimentação. Felizmente, o Google Maps é nosso amigo e nada nos faltará. Por lá, pesquisei e encontrei a Padaria do Joca. Ou Restaurante Grill do Joca.

Dos outros restaurantes ali por perto, nenhum abria domingo, só o do Joca. E foi uma grata surpresa. Buffet bom e preço muito acessível. O buffet livre saiu por R$ 23,90 e ainda dava direito a uma garrafinha de refrigerante. Por ser perto do aeroporto pensei que poderia ser mais caro. Acabou sendo a única alternativa, a mais perto e uma agradável surpresa. Com uma batata frita que PELAMORDEDEUS. Repeti três vezes. Era algo de outro mundo.

Marcamos de nos encontrar ali, almoçamos e conversamos um pouco. Foi o suficiente para confirmar a impressão que tínhamos dos vídeos e dos podcasts que gravamos. O Mayco é muito gente boa. Foi muito legal. Como vocês podem ver na foto, conseguimos a façanha dele vestir a camiseta do Por Falar em Corrida. Boatos diziam que ele não tirava a camiseta de finisher da Uphill desde sábado. Além desta camiseta, demos também uma do #pacebosta para ele. Mais uma amizade que a corrida proporcionou desvirtualizada.

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A experiência da marmita

Nas últimas semanas, tive que almoçar no trabalho. Foram 3 semanas assim. As duas primeiras, não me planejei direito e não levei comida de casa. Aliás, dos 10 dias, só levei em um. O resultado disso foram gastos entre R$ 120,00 e R$ 135,00 nessas duas semanas. Foi aí que vi a falta que me faz um restaurante com buffet livre. E também foi o momento de perceber que tinha que levar o almoço para o trabalho.

Na terceira e última dessas semanas, fiz um planejamento melhor e, embora não tivesse uma variedade tão grande de alimentos, consegui levar comida para o trabalho todos os dias. Resultado: gastei R$ 0,00. A experiência da marmita foi bem sucedida. Até já tinha ideia de que seria, mas faltava vontade para organizar as coisas.

Essa vontade e disciplina aparecem logo que fiz as contas e vi o quanto estava gastando nos restaurantes. Até nem pegava tanta comida, mas o preço do quilo nos restaurantes estava quase sempre em R$ 39,90. Nessas semanas nos restaurantes, fiz questão de conhecer os que foram possíveis.

Tentei não repetir nenhum dia o restaurante e isso me fez ver que o preço não variava quase nada de um para o outro. Não como muito, mas também não passo fome. Todo dia era pelo menos R$ 20,00, em média. Ainda bem que na última semana fui de marmita e depois acabou o período de ter que almoçar no trabalho. Outra vantagem foi comer menos e não repetir, até porque não tinha essa possibilidade. Se pudesse dar uma dica, seria: tente levar comida de casa. O bolso e a fatura do cartão no fim do mês agradecem.

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O que tem no almoço

almoçoNesses tempos sem correr, poderia ter começado a prestar mais atenção no que estou comendo. Afinal, quem fica parado, engorda, correto? Errado! Não comecei a cuidar do que como porque desde o fim de 2014 mantenho uma alimentação baseada em comida de verdade na maior parte do tempo. Só precisei manter que o peso não se alterou. Teve dias até que diminuiu.

Além disso, o peso sempre varia. Quaisquer copos de água já fazem diferença. Então, melhor usar as medidas das roupas como referência. E estas continuam iguais ou até melhores. Já falei aqui da alimentação pré-treino. Hoje vou falar da minha refeição principal do dia: o almoço. É muito raro que no almoço coma mal ou deixe de comer. É ali que vario mais o cardápio e tenho mais opções.

Não anotei como tem sido, mas me lembro porque não muda muito. Em geral, o restaurante oferece boas variedades e o básico seria: tomate, alface, repolho, cenoura, beterraba, cebola, pimentão, pepino, rabanete, couve-flor e brócolis na parte da salada, com azeite. A couve e o brócolis são mais raros, os outros são bem frequentes, todo dia tem.

Aí, na parte dos legumes, varia bastante, mas quando tem um desses itens já fico bem contente: batata doce, batata salsa, batata inglesa, abóbora, berinjela ou abobrinha. Nem sei se estou classificando como saladas e legumes corretamente, mas essa é a minha divisão mental. A abóbora é a minha preferida. Dê-me abóbora e faça uma pessoa feliz. A batata normal é a que menos gosto, mas não rejeito, só pego menos.

Depois das saladas e legumes, vamos para as carnes. Costumo pegar pelo menos dois tipos de carne, mas varia de acordo com o que tem no dia. Carne assada, carne de panela, bife de boi, peito de frango, fígado, linguiça, carne de porco, peixe o que mais tiver ali. O mais comum é ter a carne bovina. A linguiça, por ser um embutido, como mais de vez em quando. Os outros tipos não tenho muita restrição.

O que, por regra, não passo nem perto de pegar no almoço: arroz, feijão, macarrão, batata frita, lasanhas, escondidinhos, pastéis, bolinhos e empanados e coisas à milanesa. A regra tem exceções, quais sejam: eventualmente, os pastéis e bolinhos ganham minha atenção. A batata frita é bem raro. Já, o arroz, feijão e macarrão não pego nunca. O que acontece é pegar a carne da feijoada, quando tem feijoada.

Fora isso tudo, minha felicidade é triplicada quando tem ovo, seja cozido ou frito. Aí fica tudo lindo. Pego sempre quatro ou mais e às vezes repito. Basicamente, essa é minha rotina no almoço. Muita salada, legumes e carnes. Sem nenhuma bebida. Geralmente é caro e em casa tem de graça. Nos restaurantes, opto pelos que tem buffet livre. Mesmo nos que não tem buffet livre, tenho conseguido gastar menos com essa alimentação.

Em casa, quando tem almoço, a variedade é menor, mas ainda assim temos saladas e legumes. Da última vez, teve tomate, repolho, alface, cenoura, pepino, batata doce e batata salsa, além da carne. Em qualquer lugar é possível ter uma alimentação com comida de verdade. Fora de casa, com mais variedade. Em casa, um pouco menos. Ainda assim, você só come porcaria se quiser.