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PFC 236 – Correr no Calor

correr no calorNeste programa, conversamos um pouco sobre correr no calor. Conheça mais um método inovador apresentado pelo Por Falar em Corrida, o CCC ou TRIPLE R em inglês.

Escute e divirta-se!!!


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Nem uma meia

O fim de semana não foi tão bom quanto achei que seria. Os treinos pensados e programados foram fortemente prejudicados pelo calor intenso. Pretendia ao final do domingo ter somado pelo menos uma meia maratona de quilômetros, sendo o treino mais longo no sábado e o treino mais curto no domingo.

No sábado, pretendia fazer 1h10 a 1h15 e passar um pouco dos 12 km. O pensamento inicial era correr o ritmo médio do treino abaixo de 5 min/km, só rodar e rodar. Até cogitei a possibilidade de programar o despertador para tocar cedo e sair para correr antes do sol nascer, mas a oportunidade de dormir até o corpo não querer mais falou mais alta.

Com isso, dormi o suficiente, mas acordei meio tarde para treinar. Até que pouco depois das 7 horas não é tão tarde, mas na atual conjuntura qualquer treino que comece depois das 7 já vai ser com a presença constante e quente do sol. Não foi diferente neste sábado. Está difícil pegar um dia que seja nublado. Abafado não tem jeito, sempre é.

Como já vi que a situação seria crítica, nem me preocupei em acelerar as coisas para sair. Fiz tudo o que tinha para fazer e ainda enrolei um pouco. Comecei o treino às 8h12, sol já castigando. Optei por iniciar o treino procurando sombras e ventos, mas eles eram mínimos perto do sol. Sendo assim, defini que faria no treino o quilômetro ímpar mais devagar, sem me importar muito com o ritmo, e o quilômetro par seria mais rápido.

Tudo para tentar mitigar os efeitos do calor. Até o 6º km foi razoavelmente tranquilo. Já suava como nunca, mas ainda consegui manter o ritmo. Só que estava bem cansado. Pode ter efeito dos treinos de carnaval ainda, mas o fato é que o treino ficou pesado. A partir do 7º km, comecei a andar e intercalar com pequenas acelerações. No km 9 larguei tudo e andei a maior parte dele.

No entanto, nos km 8 e 10 mantive o programado e corri forte. Aliás, foram os quilômetros mais rápidos. Enquanto estava alternando até o 6º km, fiz o km 2, km 4 e km 6 em 5:53, 5:54 e 5:47, respectivamente. O km 8 saiu a 5:17 e o km 10 saiu a 5:14, nem sei bem como. Andar boa parte do 9º km deve ter ajudado, porque no início me senti mais disposto, mas só no início. A partir da metade, estava bem cansado e só pensando quando ia acabar.

O km 11 fiz a maior parte andando, com pequenos trotes. Todas essas caminhadas a partir do km 7 fizeram o treino ter o tempo mínimo programado, 1h10. Ficou longe do desejado, mas serviu para testar o corpo em condições um tanto adversas. Foi bem sofrido. Talvez repense o longão dos próximos fins de semana e programa o despertador para tocar mais cedo se o calor ainda estiver intenso.

O sábado não saiu legal e o domingo foi só para correr melhor do que no dia anterior. Não acordei cedo e comecei o treino às 8h16. O sol estava presente novamente, de forma bem intensa, como tem sido. Como domingo era só para correr sem muitos objetivos, o treino saiu melhor.

Comecei bem tranquilo, sem muitos preocupações e o ritmo foi melhorando progressivamente com o passar dos quilômetros. Até o 5º km pensava que poderia correr uns 50 minutos. Estava me sentindo bem e com parciais mais rápidas. Só que daí o cansaço foi chegando. Estava quente, sol, pouca sombra vento e a energia foi acabando.

Descartei os 50 minutos e foquei em terminar o treino com ritmo médio abaixo de 6 min/km. Assim que cheguei no 7º km o objetivo foi atingido. Deu menos de 42 minutos. Com isso, foi só encurtar o caminho até em casa, correr uns minutos mais forte e pronto. 44 minutos e ritmo de 5:59 min/km.

O fim de semana terminou com 18,04 km, um pouco longe do que pensei antes de iniciar os treinos. A tendência é ter dias menos quentes nas próximas semanas, mas acho que vale a experiência de tentar, pelo menos no sábado, sair para correr mais cedo. Em 2015 fazia isso até no inverno e os resultados foram bons.

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34 graus

Essa foi a temperatura que o termômetro da Beira Mar marcava hoje às 9h30, quando estava já no fim do treino. Era um treino intervalado, o quarto treino da série de cinco treinos programados para os cinco dias de carnaval, de sábado até quarta. Amanhã devo detalhar todos eles. Quinta-feira sai o relatório dos treinos de fevereiro.

Por motivos diversos, tais como gravar podcast até depois das 21h e comer quase meia-noite, fui dormir tarde. Como é feriado e não tenho hora para nada, deixo o sono ir até onde ele aguenta. Geralmente, durmo em torno de 8 horas até acordar por conta, sem despertador.

Hoje foi assim e acordei depois das 8h. Quando vi o horário já sabia o que estava me esperando na rua. Ainda tinha toda a rotina antes de sair de casa e comecei o treino quase às 9h. Realmente, tudo se confirmou. Quente, quente desde o começo. Procurei algumas ruas com prédios e sombras, mas elas duravam pouco.

Quando conseguia uma sombra para correr, notava um ventinho agradável. Queria ficar ali o resto do treino, mas tinha que seguir. E seguir significava enfrentar o sol e o calor. Foi bem quente o treino, mas acabei me surpreendendo, pois consegui correr bem. A expectativa era não render, tanto pelo calor quanto pela falta de treinos mais intensos. Acabou que saiu legal, em um ritmo razoável sem a sofrência esperada.

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O calor nosso de cada dia

Os meses de dezembro e janeiro são especialmente cruéis com os corredores. E também com qualquer pessoa que tenha que sair na rua para fazer seja lá o que for. Pior mesmo é TER que fazer isso. No nosso caso, vamos porque queremos, mas sofremos igual, ainda que tenhamos a possibilidade de usar o mínimo de roupa.

Como meu horário de trabalho foi alterado novamente, correr de manhã tem que ser antes das 6 horas da manhã. No momento, não estou com essa vontade toda de correr de madrugada. Seria um ótimo horário para fugir do sol, mas o foco não é tão grande que me faça acordar cedo.

Desta forma, tenho optado por correr no fim de tarde, sempre depois das 19h. O calor ainda está presente, mas bem menor. Como está escurecendo, ameniza um pouco. Vez ou outra cai uma chuva de verão e ajuda também. Durante o treino, nem sinto tanto. O problema é depois, que fica abafado e o suor demora a parar.

O calor vai continuar incomodando por alguns dias, talvez meses, mas sempre há meios de fugir dele. Por exemplo, se você sai para correr ao meio-dia, é um tanto óbvio que vai ser um treino mais complicado. Ajeitando aqui e ali, observando os horários e clima, é possível evitar o calor mais intenso.

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Abafado

O horário de verão começou no último domingo e, misteriosamente, por uma estranha coincidência, de repente, o clima começou a ficar mais quente e abafado. É muito estranho. Estava tudo seguindo uma tendência normal, um pouco de frio às vezes, outro pouco de calor, nada de excepcional. Fora que quase todo dia tem chovido no fim de tarde, aquela chuva típica de verão, que chove, mas quase não molha.

Aí, desde domingo, tudo mudou! Pode até ser psicológico, mas com todos que conversei até então, a sensação é a mesma: está mais abafado. Claro que deve ser coincidência do clima, temperatura com esse novo horário, mas é uma rica de uma coincidência. Inclusive a Track&Field de domingo já foi um pouco quente.

Para ter ideia, já consegui fazer alguns treinos de regata. Até então, era impossível. Teve dias que saí até com duas camisetas, sendo uma de manga longa. Agora está mais abafado. O treino já não rende tanto. Mesmo saindo às 8h, que na verdade é 7h, está quente. O termômetro da Beira Mar dificilmente marcava mais que 20ºC. O difícil nestes últimos dias tem sido marcar de 20ºC para baixo.

Em todos os treinos desta semana cheguei em casa ensopado de suor. Mesmo na quarta-feira, com dia nublado, com ventinho bom, alguns pingos de chuva, foi assim. Parece que o clima virou junto com o horário de verão. Não tem muito o que fazer. O verão e o calor estão chegando e resta se adaptar porque só vai piorar.

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Blog do Mauricio – Calor

Olá, amigos! Já estamos praticamente na metade do outono e o calor persiste. Para uma pessoa como eu, que mora em uma cidade tipicamente fria, o calor é prejudicial, principalmente durante os treinos. Nunca me adaptei a treinar com temperaturas mais altas e nessas duas últimas semanas aqui em Curitiba o calor tem judiado, principalmente na parte final dos treinos longos.

No momento que escrevo estamos com uma temperatura de 33°C. Ao iniciar meus treinos longos, começo sempre por volta de 7h/7h30. Em tempos normais, neste horário a temperatura aqui em Curitiba está sempre por volta de 15°C/16°C. E agora já começamos com 21°C em média. No início é tranquilo, mas o sol aos poucos vai judiando.

Para pessoas que correm em outras cidades e estados, pode até parecer estranho me ouvir falar desta temperatura, mas, como disse, sou acostumado com o frio. Ao meu ver, pelo menos tenho uma vantagem nisso tudo. Tenho notado um certo aumento na resistência durante os treinos. Mesmo não gostando, temos que tirar vantagens das atuais circunstâncias.

E você, qual é o seu clima preferido para treinar? De manhã? À tarde? À noite? Chuva? Frio? Calor?

Boas corridas!

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O nem tão longo quebrado

Lá fui eu sábado para mais um treino longo. Mais um treino mais longo do ano até aquele dia. Como sabia que o sol ia aparecer, programei o despertador para tocar às 5h45. Até fui dormir cedo na sexta. Só que não vi que no despertador estava marcado APENAS DIAS DE SEMANA. O que aconteceu? Acordei às 5h53 sem despertador! Estou ficando bom nisso. Não me atrasei, algo que seria comum em épocas passadas.

Tudo feito, comecei o treino às 6h33 e já estava quente. Nem bem deu 7h e o sol já estava ali, quente, incomodando, fazendo sofrer. Não havia o que fazer, só continuar correndo. Meu objetivo era correr 1h10 em um ritmo mais rápido e constante. Idealmente, pensei em algo ali abaixo dos 5:40 min/km. O 1º km foi de aquecimento, mas depois encaixei uma sequência boa, inclusive nas duas subidinhas que incluí no percurso de sábado.

Só que o calor e ainda a falta de preparo, misturado com o cansaço de correr cinco dias seguidos acabou com meu ritmo. Depois do km 9 quebrei. A sensação de esforço era enorme e o ritmo quase no extremo oposto. Quase porque ainda consegui fazer os km 10, 11 e 12 em 5:46, 5:49 e 5:52, respectivamente. Sentia que não dava mais, parecia estar me arrastando, mas o ritmo não foi dos piores para quem pensou em parar algumas vezes.

Finalizei os últimos 400 metros, fechei a 1h10 e pronto! Foram 12,40 km em 1h10, ritmo médio de 5:39 min/km. Tem que melhorar, mas já esteve pior. Sem pressa, vamos tentando evoluir. Um passo de cada vez, com algum cuidado. No próximo sábado, tenho em mente começar o treino às 6h, esperando que o sol já não mais incomode. O outono começou no domingo. Então, estou esperando um clima mais ameno no sábado que vem.

Domingo me dei folga. Tinha uma prova de concurso para fazer e o cansaço foi só mental. E cansou! Cheguei domingo à tarde podre em casa e dormi mais de 9 horas. Na segunda, uma rodagem leve em ritmo bem razoável com algumas subidas. Foi o primeiro treino do ano em que o calor não estava tão forte. Cheguei em casa suado, mas em um nível bem menor do que nos outros dias.

Hoje fiz mais um intervalado. Foi sofrido. Fui na sensação de esforço. Não estou me preocupando com o ritmo. Estou focando apenas em correr mais forte quando é o momento. Esse forte varia. Foram 12 repetições de 2 minutos. O ritmo médio saiu a 4:56. As panturrilhas já estavam achando ruim na terceira repetição. Assim como falei do longão, para o intervalado é a mesma coisa: não está bom, mas já foi pior. Seguimos em frente.

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Três

Na sexta-feira, falei que pretendia fazer o treino longo mais longo do ano no sábado. Dito e feito. Nestes dias sem muito compromisso, mesmo sendo bem quente, o sábado é uma oportunidade de acordar a hora que o corpo quiser, sem despertador para importunar. Acabei até indo cedo, mas mesmo assim já enfrentando o calor do dia.

Comecei o treino antes das 8h e o planejamento era fazer 40 minutos. Era a ideia que tinha na cabeça ao sair de casa. Correr sem parar esse tempo. No fim das contas, saiu um treino satisfatório de 45 minutos em ritmo de 6:06 min/km, bem constante. Gostei bastante, mas acredito que sozinho certamente iria parar nos 40 minutos e talvez fosse mais devagar.

O acaso me ajudou e logo no fim do 1º km encontrei o amigo Renato Ventura fazendo seu treino na Beira Mar. Não pensei duas vezes, dei meia volta e fui tentar acompanhá-lo. O bom é que nós dois estávamos voltando a correr com mais frequência e ficou um ritmo bom. Corremos e conversamos e o ritmo era a menor das preocupações.

Esse encontro inesperado me fez correr um pouco a mais do que o planejado e mais rápido do que pretendia. Ainda teve um bônus de um convite para o aniversário da Clara, filha do Renato, no sábado à tarde. Ou seja, sábado foi um dia vermelho na tabela. Muitos salgadinhos, docinhos e bolo. De todo modo, sábado saiu o treino mais decente do ano.

No domingo, resolvi aproveitar o dia e fiz um intervalado fajuto e na segunda, às 17h, com temperatura de 29ºC e sensação de 980, fiz mais uma rodagem, desta vez um fartlek livre e sem compromisso nenhum. Digamos que o objetivo era sobreviver ao calor. Feito isso, a terça é de folga e parece que as coisas estão se ajeitando. De pouco em pouco, vamos em frente.

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PFC 78 – Correndo no Calor

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Correr no verão e, principalmente, entre dezembro e janeiro no Brasil não é tarefa das mais fáceis. O calor insuportável e infernal atrapalha o rendimento de qualquer um. Para escapar disso, a alternativa é treinar muito cedo ou muito tarde e mesmo assim, às vezes, dependendo da cidade onde estamos, fica muito difícil fazer um treino decente. O calor, a umidade, o sol, tudo atrapalha bastante. E é sobre isso que vamos falar na edição #78 do Por Falar em Corrida.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto e Nilton Generini.

Assista a gravação na integra dessa edição do PFC realizada ao vivo pelo YouTube: