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Fim de sequência e a chuva

Na última quarta, falei sobre a sequência de todo dia fazer alguma atividade física. No fim do post, ficou a dúvida até quando duraria. A resposta veio ontem. A planilha não previa nenhum treino, não tinha pilates e quebrei a sequência. Mantive ela por 25 dias, de 8 de julho a 1º de agosto. Até pensei em pedalar ontem para continuar, mas escolhi dormir.

Como só acordei no fim de tarde, já estava ficando escuro e tinha mais vento. Foi o suficiente para nem pensar muito e ficar em casa. Um dia sem nenhuma atividade também não é ruim. Hoje já voltei à rotina. Tinha treino de corrida. Curto, como tem sido. Só que teve também muita chuva, o que foi incomum.

A previsão dizia que ia chover desde o fim da noite de ontem até a manhã de hoje e ela acertou. Poderia ser uma chuva leve, daquelas que mais refresca do que molha, mas não. Era chuva chuva. Muita chuva. Um pouco de vento. Não eram as melhores condições. Ainda acordei uns minutos além do que deveria. Como não estava com vontade de fazer à tarde, fui na chuva.

Coloquei o tênis mais antigo, que não me importo tanto em molhar e fui. O treino previsto era de 4 x (2′ + 2′ trote + 1′ + 1′ trote). Contando com o aquecimento, daria pouco mais de meia hora. Quando começaram os tiros, estava até me sentindo bem para correr, leve, mas o ritmo abaixo do que gostaria. Olhava o relógio e ficava tudo na casa dos 5:20, 5:30. Achei até que poderia ser o sinal do GPS meio doido por causa do tempo fechado.

Na verdade, era só meu ritmo mais lento mesmo. Acredito que por causa do clima a minha vida foi um pouco dificultada. Era chuva o tempo todo, molhando tudo, os carros nas ruas passando nas poças para terminar de molhar o que a chuva não conseguiu, nada ajudava. Um pouco de vento contra. Não consegui correr em ritmo mais forte, mas a sensação de esforço era de algo bem mais pesado.

Decidi não ficar brigando com as condições e fiz no ritmo que dava. Na última série tentei fazer mais rápido, mas só consegui algo bom mesmo na derradeira aceleração de 1 minuto. O ritmo médio ficou em 4:30. Não foi o melhor dos treinos. O que dá para tirar de positivo de hoje é que cheguei todo molhado em casa e consegui fazer o caminho da porta até o banheiro sem molhar o chão. Planejamento e toalha são essenciais. Outra coisa boa foi o fato de ter saído de casa mesmo com chuva. Tomara que seja útil mentalmente para treinos e corridas no futuro.

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Ao vento

Segunda-feira, chuva, vento sul, frio, 14ºC na melhor das hipóteses, depois das 17h. Essa era a situação do início do treino de ontem. A planilha dizia 45 minutos de bike. Fui adiando durante a tarde esperando a chuva passar, já que essa era a previsão.

Felizmente, foi uma previsão acertada e a chuva parou. Só que o vento e o frio continuaram, além das ruas molhadas. Coloquei três camisetas mais uma bandana no pescoço e fui. Da janela de casa podia sentir o que me esperava, mas foi só ao sair na rua que confirmei.

Assim que a bicicleta ficou ao ar livre pude perceber que talvez não devesse ter saído. Era muito vento, de todos os lados, quase não tinha direção para pedalar sem ser com vento contra. Porém, a planilha pediu e eu fui. Fiz algumas adaptações por causa do clima.

Em vez de 45 minutos de bike, fiz só 31 para garantir o combo do Heartbit. Não consegui pedalar forte em quase nenhum momento. Foram raras as situações nas quais tinha o vento me empurrando. A Beira Mar estava impraticável e só dei uma volta pequena lá.

Decidi sair pelas ruas da cidade, tentando escolher onde tinha menos carro. No geral, foi um treino bem leve. São nesses treinos que às vezes a gente se sente melhor só de ter saído de casa. E também se sente um idiota. Por que sair nesse tempo ruim? O depois é sempre bom, mas não me tirou a sensação de que poderia ter ficado em casa. Pensei em adiar o treino para o dia seguinte, mas optei por sair no vento mesmo.

Queria ver qual era o tamanho do estrago pedalando em situação tão desfavorável. Teve instantes em que parecia que estava em uma esteira natural de bicicleta. Pedalava, fazia força e quase não saía do lugar. Menos mal que o treino de ontem não era nada com acelerações, mais uma rodagem alternando marchas. O vento fez o papel de marcha leve e pesada, uns 90% do tempo pesada. A previsão do tempo não é animadora para os próximos dias, mas não tendo vento e chovendo menos já me ajuda.

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Quando a chuva para

Temos vividos dias chuvosos em Florianópolis. O aplicativo do tempo invariavelmente está marcando 100% de chance de chuva em todas as horas do dia. Se o dia tivesse 30 horas, seriam 30 horas com 100% de chuva.

Tanta chuva complica um pouco meus planos de correr e pedalar nos dias que a planilha pede, mas estou conseguindo. No meio dessa chuva constante aparecem, digamos, janelas de horário quando ela cessa por uns minutos e fica mais fraca. É aí que vou para rua.

Ontem foi assim. Tinha que sair para pedalar uns 40 minutos e não parava de chover. Foi chegando no meio da tarde e decidi que iria não importando se chovia ou não. Iria para a Beira Mar e ficaria dando voltas por lá.

Por sorte, quando saí de casa a chuva tinha arrefecido. Foram quase 40 minutos pedalando com quase nada de chuva. No meio do treino, alguns pingos mas nada que fosse a chuva torrencial que vem caindo nos últimos dias. A rotina dos treinos tem sido assim. Fico de olho no tempo esperando uma brecha do tempo.

Quando a chuva para, é a hora. É uma constante a chuva não parar. Quando acontece isso, defino um horário para sair de casa. Se estiver chovendo ou não, vou igual. Por sorte, até agora, esses momentos foram os com menos chuva. Hoje à tarde tem treino de corrida e tudo indica que vai ser molhado.

Treinar na chuva até não é o problema. O ruim é ficar todo molhado no retorno para casa. A logística é ruim. Preciso me secar antes de entrar em casa, o tênis, as meias e as roupas obviamente molham e fica muito desconfortável. Quando é possível, evito, mas atualmente estar molhado ao fim do treino é o mais frequente.

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É trote, mas foi

O treino programado para ontem era apenas uns 30 minutinhos de trote. Rodagem bem leve, com o tempo mínimo para o combo do Heartbit. Como seria apenas meia hora e nada mais, já descartei acordar às 5h. Resolvi dar uma hora a mais de sono e deixar para correr à tarde.

O grande problema é que foi um dia chuvoso e ali pelas 16h, 17h, estava chovendo consideravelmente. Por alguns instantes, o primeiro pensamento foi HOJE NÃO VOU CORRER. Fui fazendo outras que coisas que tinha e depois de alguns minutos olhei pela janela. Então, uma boa notícia. A chuva tinha parado.

O tempo estava feio e nublado, mas sem a chuva. Para falar a verdade, estava caindo uns pingos, mas aqueles bem separados, que não molham. Sem pensar e enrolar muito, coloquei a roupa e o tênis e me mandei. Foi um trote bem preguiçoso e arrastado, mas saiu. Comecei ele quase 18h.

Dei umas voltas na pista de areia/terra que tem na Beira Mar e mais um pouco na grama. Procurei por terrenos mais macios. Já estava escurecendo quando terminei de correr. Apesar do clima nada convidativo, o trote saiu. Foi uma grande coisa sair de casa para correr tão pouco e tão devagar. É algo que nem sempre tenho disciplina para fazer.

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Peripécias do tempo

O treino de ontem seria realizado como de costume, logo cedo, às 5h30. Acontece, porém, que quando acordei estava chovendo. Aí, desanimei. Ainda meio cansado dos dois treinos seguidos do fim de semana, não consegui encontrar vontade para correr na chuva.

A chuva parecia ser daquelas que iriam persistir durante o dia, mas não foi bem assim. Logo em seguida que saí de casa já tinha parado e o céu começou a limpar. O tempo me enganou! Se continuasse chovendo o dia todo ia ter uma justificativa razoável para não ter corrido.

Sem chuva, não tive muita escolha. Sem chuva, nublado, agradável até para correr, lá fui eu fazer o treino à tarde. Pouco depois das 16h saí de casa. Com relação ao clima, estava tudo dentro de uma normalidade para correr. O problema foi ser à tarde.

Almocei às 14 horas e ainda não estava me sentindo tão à vontade. Quando não treino de manhã já dá diferença, mas acho que não tanta quanto correr com estômago meio cheio. Precisaria de mais algumas horas para me sentir melhor.

Cada um é cada um, mas não consigo entender as pessoas que precisam comer antes de correr, ainda mais comer meia hora antes. Comi mais de 2 horas antes e estava todo estranho. De qualquer forma, fui e fiz o treino. Não foi nada muito bom, mas foi melhor do que nada.

O aprendizado que fica de ontem é que talvez seja melhor correr na chuva, desde que não seja aquelas temporais com raios e trovões. Se vai molhar de suor, por que não molhar de chuva, né? Deixa uma toalha na entrada de casa e resolve uma parte do problema. Amanhã parece que vai chover. Se estiver chovendo, vamos ver se venço a preguiça.

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A chuva que adia o treino

O mês de janeiro foi bem chuvoso. Durante o dia até que nem tanto, mas no fim de tarde quase sempre cai uma chuva rápida. Às vezes, mais rápida, outras, com menos intensidade. O melhor horário para correr tem sido depois da chuva do fim de tarde, o que varia entre 18h e 19h30 ou um pouco depois.

Hoje é um dia que tem previsão de chover o dia todo. Já começou de madrugada e segue manhã adiante. A intensidade da chuva foi bem forte durante a noite. Estamos acompanhando atentamente como vai ser no fim do dia. Pelo dia quente que foi ontem, pelo mormaço, era esperado que fosse chover.

Ontem era o dia de folga e hoje pode ser que seja. Pode ser que não. Depende muito da força da chuva. Não preciso de muitos motivos para não correr. O próximo treino, seja hoje ou amanhã, está planejado para ser um intervalado. Então, terei que fazer força. Não é muita coisa, mas é fora da zona de conforto.

Se tiver que descansar dois dias antes de um treino mais intenso, não vou achar ruim. Folgas e descansos são muito bem vistas atualmente. É, não estou tão disciplinado, mas mantenho a sequência de treinos. Falta colocar qualidade neles. No entanto, seguimos de olho no tempo. Chuva forte, sem treino. Chuva leve, talvez. Sem chuva, eu vou (eu acho).

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Flexibilidade

Ontem, falei que optei pelo descanso e abortei a ideia de correr 31 dias em outubro. O dia de descanso na terça foi programado. Logo depois de 3 dias mais intensos, descansar era fundamental para o treino longo de quarta-feira. Só que aí apareceu a previsão do tempo com indicação de chuva. Não estou em um momento em que treinar é tão fundamental assim. Se está chovendo muito, aborto o treino, ainda mais que já não tem mais a meta de correr todos os dias do mês.

Quero correr o máximo que der, mas ficar dois dias parado não vai fazer mal. Como não estou seguindo nenhuma planilha específica, apenas saindo para correr, com alguns treinos longos, meus dias de treino são muito flexíveis. O longão que ia sair na quarta ficou para quinta. A chuva tem moldado muito os meus treinos.

Na sequência de 20 dias correndo sem parar, em dois deles estava chovendo, um dia mais forte e outro era mais uma garoa. Mesmo assim, para manter a série saí para correr. Como estava chovendo, optei por treinos rápidos e curtos. Foi sempre um pouquinho mais de 30 minutos, para garantir os pontos no Mova Mais, e pronto.

A sequência foi interrompida e não vi motivos para sair de casa na quarta-feira para correr. Chuva constante, às vezes mais fraca, outras vezes mais intensa, com vento em alguns momentos, meio frio. Fiquei em casa botando em dias algumas coisas e esperando pela quinta sem chuva, conforme a previsão do tempo indica. Por gosto pessoal, não gosto de ficar dois dias seguidos sem correr, mas há situações em que não tem jeito.

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Previsão

Tem sido comum que antes de dormir eu sempre dê uma olhada na previsão do tempo, para ter uma ideia do que o dia seguinte pode me reservar. Geralmente, a previsão do aplicativo no celular acerta. Inclusive, ontem, olhei e dizia que hoje, terça, ia chover.

Dito e feito. Quando fui dormir céu limpo, nem sinal de chuva. Acordei e estava lá a anunciada chuva caindo nas ruas e molhando tudo. Por sorte, hoje era meu dia de descanso e não precisei correr na chuva ou deixar de correr por causa dela.

Não sei se o aplicativo tinha essa margem de acerto há mais tempo, mas só comecei a dar mais atenção neste ano, para já me preparar psicologicamente para correr com um clima não tão favorável. Pela previsão atual, tenho que aproveitar bem os próximos três ou quatro dias.

A partir de domingo, só tem imagem de nuvem com chuva. Claro que ainda está muito antes e as coisas mudam, mas parece que teremos uma quantidade significativa de chuva na próxima semana. Tudo indica treinos molhados pela frente. E não é só de suor.

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Treino em dia e chuva

Feriado de Páscoa, sexta-feira e aqui estamos. Como costumo fazer de segunda a sexta. Hoje, a ideia era fazer uma rodagem leve de 30 a 40 minutos dependendo do tempo. A previsão era de chuva e se confirmou. Como, finalmente, meus treinos estão em dia, a sexta-feira de feriado e chuva se transformou em dia de descanso. No atual plano de treino que estou seguindo, a sexta ou vai ser dia de descanso ou de rodagem leve.

O domingo, quando não for dia de prova, também vai seguir essa linha. O plano é ter um ou dois dias sem correr na semana. Eventualmente, pode não ter nenhum dia de descanso ou pode ter mais de dois. Vai depender dos acontecimentos. Por padrão, espero manter o mínimo de cinco treinos por semana. O quinto desta semana está programado para amanhã de manhã.

Pela previsão do tempo, a chuva só vai cair na sexta. Sábado é para ser um dia sem chuva. Tomara. Amanhã é dia do treino longo mais longo. Pretendo correr 1h15 em um ritmo melhor do que o último longão. Se o sol não aparecer, já vai ser uma diferença boa. Desta vez, descansei na sexta. O treino de sábado tem bons indicativos para render. Aguardemos. Semana que vem conto como foi.

Feliz Páscoa para todos vocês. 🙂

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Um para seis

Falei na terça que, se tudo desse certo, correria todos os dias até sábado. Pois bem. Não foi isso que aconteceu. Não é que tenha dado algo errado, mas aconteceu de não correr hoje. Foram seis dias seguidos correndo, de sexta a quarta. Hoje deveria correr, mas uma série de fatores contribuíram para que a opção dormir mais fosse escolhida.

Ontem, havia jogo do Grêmio pela Libertadores, às 21h45. Cogitei assistir, mas às 21h já estava caindo de sono. Olhei a previsão do tempo e tudo indicava que iria chover hoje. Ainda tinha algum cansaço nas pernas e parecia uma boa ideia ter um dia de descanso depois de seis correndo. Pensei aqui e ali, fiz as contas e decidi que assistiria ao jogo.

Somado a isso, alterei o despertador das 4h30 para 5h45. Era minha rendição. A mudança significava que não ia ter treino. Ainda não cheguei no nível de acordar 4h30 sozinho. O sono, porém, estava demais e dormi na metade do primeiro tempo. Acordei quase uma da manhã para fechar as janelas porque estava caindo o mundo.

Essa chuva toda me fez ter certeza absoluta que não ia correr logo mais. Voltei a dormi e quando acordei 5h45 não chovia. Tempo estável, um clima bom para correr. Parece que no decorrer do dia ainda vai chover, mas hoje não tem treino, o que significa que vou correr amanhã de qualquer jeito. Esse descanso vai fazer bem. Não estava tão bem programado, mas aconteceu e vai ser útil.