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Circuito das Estações Etapa Primavera SP – 16/09/2018

Participei novamente de mais uma etapa do Circuito das Estações. Desta vez, em 2018, Etapa Primavera. Repetindo as outras duas vezes, fui nos 5 km com o objetivo de correr abaixo de 25 minutos. Este ano já tinha chegado perto na Night Run e queria pelo menos um sub 25.

Já conhecia o percurso, sabia que metade desce e metade sobe. A largada é em descida e quis aproveitar para garantir alguma gordurinha. Os últimos treinos me animaram a largar mais forte. Comecei muito bem, mas já no início senti que estava forte demais. Mesmo assim, mantive a ideia de até o retorno fazer a força que fosse necessária.

Na volta, era ver o que tinha sobrado de energia para encarar o falso plano que sobe e a subida da chegada. As parciais ficaram em 4:13, 4:29, 5:03, 5:15 e 5:10. Ou seja, quebrei bem quebrado. De todas as minhas participações no Circuito, a Etapa Primavera do ano passado foi a mais regular, mesmo com o sobe e desce. Este ano, oscilei bastante. Felizmente, o início rápido garantiu o sub 25. Completei com 24:21 no tempo oficial. Garanti o sub 25 de 2018.

Uma coisa muito legal do Circuito das Estações é que realmente tem 5 km. Corri lá 3 vezes e em todas as oportunidades a distância bateu, ou seja, deu uns metrinhos a mais. Se fosse mais plano, seria o lugar ideal para recordes pessoais nos 5 km. É possível recorde lá, mas se a pessoa consegue lá, acredito que pode melhorar alguns segundos em um lugar todo plano.

Foram milhares de pessoas nos 5, 10 e 21 km. É uma prova já bem tradicional e gostei de correr nela. Bem organizada, largada por pelotões, fiscalização na entrada das baias, hidratação, tudo redondinho. Mais uma vez, não tive problemas. Sempre que encaixar agenda de corridas, participar do Circuito das Estações será uma opção.

Link do Garmin: https://connect.garmin.com/modern/activity/3018567028

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A comparação

Depois de correr o Circuito das Estações no último domingo, fiquei com vontade de comparar as duas corridas de 5 km que fiz. A primeira em 2 de julho, ainda com treinos iniciando, e a segunda em 17 de setembro, já mais constante nos treinamentos.

O tempo do Garmin ficou diferente do oficial na Etapa Primavera. O líquido deu 26:32 no Inverno e 24:32 na Primavera. Fui no site e comparei as duas atividades. A imagem abaixo mostra como o desempenho melhorou e como ele foi melhor nos dois quilômetros iniciais.

Se fosse levar em conta os 5 km no Garmin, fecharia no Inverno com 26:06 e na Primavera com 24:22. Isso só como mera curiosidade, já que o que vale é o tempo que sai no resultado. Olhando a imagem, percebe-se que fui mais constante até o 3º km no Inverno. Na Primavera houve uma queda maior, ainda que tenha sido mais rápido.

No Inverno, o ritmo só subiu até o fim depois do 2º km. Na Primavera, consegui ainda melhorar o 4º km antes de subir de novo no último. O 5º km, aliás, é o calcanhar de aquiles. Normalmente é quando damos o sprint final para gastar o resto de energia. Só que a chegada em subida acabou aniquilando qualquer possibilidade. Foi o mais devagar nas duas etapas.

Existe a possibilidade de participar da prova de 5 km da Etapa Verão no dia 17 de dezembro. Ainda está sob análise. Se acontecer de fato, terei mais uma corrida para fazer a comparação no mesmo percurso. Além disso, um dos objetivos seria estar melhor preparado para a subida na chegada.

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Circuito das Estações Etapa Primavera São Paulo – 17/09/17

circuito das estações etapa primaveraAconteceu no dia 17 de setembro a corrida do Circuito das Estações Etapa Primavera em São Paulo. Aproveitei uma promoção de milhas e o gasto quase nulo da viagem para voltar a correr na capital paulista, repetindo o mesmo percurso de 5 km que tinha feito em julho.

Meu objetivo era melhorar o tempo em relação à Etapa Inverno e tentar o recorde do ano nos 5 km. Deu certo, como vocês podem conferir no post que fiz falando disso. O Circuito das Estações é bem tradicional, tem mais de 10 anos e ainda não chegou em Florianópolis.

Nesta etapa, as distâncias disponíveis eram de 21 km, 10 km e 5 km. A diferença em relação à Etapa Inverno foi a inclusão da meia maratona no lugar dos 16 km. Com isso, a largada dos 21 km e 10 km foi às 6h30, sendo que a retirada do chip era das 5h às 6h. Os 5 km continuaram largando às 8h. Como fui de carona, tive que acordar cedo como se fosse correr as distâncias maiores. Tive um bom tempo para me preparar e me aquecer, além de fazer alguns vídeos para o Por Falar em Corrida.

A retirada do kit foi novamente na Centauro do Shopping West Plaza. Foi bem tranquilo e rápido. Utilizei novamente o aplicativo da Ativo e funcionou perfeitamente. Evitei assim o uso do papel. O kit do Circuito das Estações Etapa Primavera seguia o modelo dos anteriores. Sacola térmica com zíper, a camiseta bem legal e a moka, além de uns panfletos. Ainda, na Centauro tinha testes gratuitos de pisada e de bioimpedância. Não acredito em nenhum dos dois, mas de graça a gente faz para ver que números aparecem.

Circuito das Estações Etapa Primavera

A largada do Circuito das Estações Etapa Inverno foi novamente no Estádio do Pacaembu. Para quem é de São Paulo já deve estar enjoado de correr no mesmo local. Talvez conheça o percurso de olhos fechados. Para mim, não era desconhecido, mas ainda está na categoria quase inédito. A Etapa Primavera teve um quê de verão. O termômetro da rua marcava 22ºC, mas a sensação era de bem mais. Ao longo do dia, chegou a 28ºC, com pico de 31ºC. Ainda bem que fiz 5 km. Apesar de largar às 8h, não sofri tanto com o calor. Novamente, tinha que retirar o chip no dia. Não gosto muito disso. Obriga a chegar mais cedo do que poderia.

O que tinha acontecido em julho aconteceu também no Circuito das Estações Etapa Primavera. Lá estava eu no Pelotão Quênia. A vantagem de estar ali é que larga bem na frente e passa rapidinho pelo portal. Desta vez, aproveitei melhor o tempo e me aqueci para largar um pouco mais preparado. Acho que funcionou. Conhecer o percurso também contribuiu. Fechei a corrida em 24:32, novo recorde do ano nos 5 km. O relato completo está aqui.

Não foi o resultado que ainda espero fazer este ano. Deu recorde de 2017, mas ainda acho que pode ser melhor. A coisa boa foi conseguir o sub 25 mais uma vez. Apesar de ter perdido rendimento na metade final, consegui garantir ainda. Acredito que mantendo a sequência de treinos posso chegar no sub 24, que já parece algo bem interessante depois dos problemas do joelho no primeiro trimestre.

A arena do Circuito das Estações Etapa Primavera tinha espaço para as assessorias, guarda-volumes, vários painéis, um espaço vip, a loja da Ativo Store e mais um tanto de coisa. Gostei da quantidade de banheiros. Não enfrentei filas, mas também larguei depois. Não sei como estava para o pessoal que largou às 6h30. O espaço era amplo. Nos pelotões, estava também bem organizadora e separado. Cada um tinha seu lugar para entrar e ali no Pelotão Quênia vi que funcionou bem. É legal essa separação por baias e por ritmo. Se as pessoas respeitassem sempre, nem precisaria tanta fiscalização por parte dos staffs.

A chegada também foi tranquila. Entregava o chip, retirava a medalha, tinha banana, maçã, isotônico e água. Uma coisa legal é que quem participou dos 21 km era direcionado para uma baia diferente e lá recebiam a mesma medalha, mas na fita tinha o detalhe de que correu os 21 km. Além disso, na camiseta do kit de quem estava inscrito para correr a meia também tinha um detalhe na manga, onde estava escrito 21 km.

Foi minha segunda vez no Circuito das Estações e mais uma vez foi um evento bem organizado, com boa estrutura e sem falhas aparentes. Do que vi e onde corri não tenho grandes reparos a fazer. Não sei como foi no 21 km e no 10 km. Não tive problemas nem me incomodei. Foi muito fácil correr, aquecer, fazer tudo. Quem corre as 4 etapas consegue formar um coração com as 4 medalhas. Acho a ideia legal. Meu coração não vai ficar 100% completo.

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Fotos Circuito das Estações Etapa Primavera

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Recorde do ano

Havia alguma expectativa de conseguir um tempo bom no Circuito das Estações Etapa Primavera em São Paulo. A prova acontece no último domingo e estava lá novamente para correr os 5 km. Em julho, fiz a Etapa Inverno e o tempo não foi exatamente o que eu queria. Foi o possível, mas não o ideal.

Tudo se encaixou e voltei para a Etapa Primavera. Optei novamente pelos 5 km porque o percurso seria o mesmo. Como corro pouco em São Paulo, repetir o percurso não seria algo tão ruim. Na verdade, gostei disso porque já sabia o que me esperava, sem surpresas inclinadas.

Esta etapa, embora tenha o nome de primavera, emulou um pouco o verão. A temperatura em si, nos números, não estava tão alta às 8 horas, quando larguei, mas estava bem quente. Como fiz 5 km, o sofrimento pelo calor não foi tão grande.

A largada é em uma boa descida. Larguei no Pelotão Quênia, o que facilita um pouco na questão de pessoas na frente atrapalhando. Na verdade, eu que devo ter atrapalhado os mais rápidos. Mesmo assim, havia certa aglomeração. O que não foi ruim porque deu uma segura no ritmo na descida. Exagerar no ritmo inicial poderia cobrar o preço mais na frente.

Optei por olhar o Garmin a cada parcial de 1 km, quando ele apitasse. Fui na sensação de esforço, torcendo para acertar no ritmo. Mesmo com um pouco de trânsito até chegar na Avenida Pacaembu, o ritmo do 1º km ficou em 4:45. Achei bem razoável e não me sentia cansado. Fiquei até surpreso. Pensei que estava correndo mais lento.

Como o resultado foi positivo, tentei manter o ritmo. O 2º km ainda tem uma descida leve. Deve ter ajudado em fazer 4:40. Sabia que até ali teria um bom desempenho. Depois, já tinha ideia do elevado que me esperava. Sobe, desce, retorna, sobe e desce. Não é uma subida muito inclinada, mas quebra o ritmo.

O 3º km saiu em 4:59 e já sentia mais cansaço. Fiquei contente de ainda ter feito abaixo de 5, mas as forças já não eram as mesmas. Se a ida tinha uma boa descida na largada e uma leve descida em seguida, a volta seria o contrário. Já meio cansado, a sensação de esforço era um tanto desagradável. O 4º km saiu a 4:54, uma grata surpresa frente ao que estava sentindo.

Faltava o último e derradeiro quilômetro, mas todas as minhas parcas forças estavam se esvaindo. Sabia que era a pior parte. Leve aclive com a chegada na Praça Charles Miller com uma baita subida. Não é legal as provas do Circuito acabarem ali. Se você depender do último quilômetro para algo, pode esquecer o tempo.

Cansado, subindo, não consegui muita coisa. Fechei o 5º km em 5:04. A sensação de esforço era de que ia sair algo perto de 5:30. Pela expectativa, a realidade foi muito boa. Por fim, foram mais alguns metros no GPS e fechei a corrida com 5,04 km no Garmin e tempo de 24:35. Como parei o relógio um pouco depois do portal, esperava ganhar alguns segundos.

O recorde do ano nos 5 km era 24:33 na Meia de Brusque. Lá o relógio marcou 5,00 km. No tempo líquido do Circuito, a boa notícia: fiz 24:32 e consegui a melhor marca de 2017 na distância. Em comparação com a Etapa Inverno, melhorei em 2 minutos. Lá tinha feito 26:32.

Então, por um segundo estabeleci o SEASON BEST. Espero que ele seja provisório. Tem mais algumas provas de 5 km mais para frente, mas fiquei feliz de ser o segundo sub 25 do ano e melhor marca. Gostei do desempenho até o 2º km. Poderia ter ido um pouco melhor no retorno, mas faltou perna.

Não sei se foi o calor ou se ainda não estou no nível de manter o ritmo mais constante, sem oscilar para cima. De qualquer forma, saiu o sub 25. As subidas podem ter contribuído também. Apesar de não serem nada absurdas, correndo mais forte senti mais. Estou treinando só no plano. É até normal não desenvolver tão bem subindo. Amanhã volto aos treinos em busca dos 5 km perfeitos, na medida do que for possível.

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Melhor marca

No próximo domingo terei mais uma corrida de 5 km neste ano. Depois que voltei aos treinos regulares a partir de julho, o foco tem sido as distâncias curtas. Em 2017 já foram 9 corridas. De julho para cá, 5 corridas, sendo 3 de 5 km. Se considerar que as 4 voltas na Maratona Beto Carrero como corridas de 5 km, são 4 em 5.

Fiz o Circuito das Estações Etapa Primavera em São Paulo, com o tempo de 26:32. Depois, 5 km na Meia de Brusque, o primeiro sub 25 do ano: 24:33. Na semana seguinte, corri os 5 km na Maratona de Floripa. Como fui para filmar a prova, não corri para tempo. Fechei em 28:01.

A corrida de domingo é a Etapa Primavera do Circuito das Estações também em São Paulo. Não estava nos planos, mas uma promoção de milhas tornou a viagem sem custos. Como terei hospedagem e a inscrição estava garantida, resolvi ir. Viajar nunca é ruim. Viajar para correr é ainda melhor.

Tudo bem que é no mesmo percurso e no mesma corrida, mas até isso achei que foi positivo. Poderei testar como estão os treinos. Em julho, ainda estava recomeçando e morri depois do 3º km. Domingo, quero ver até onde aguento. Espero que até o final. Desta vez, já conheço o percurso e sei que vai ter uma leve subida perto do retorno.

Tenho alguns objetivos de tempo. Eles são escalonados. O primeiro é tentar correr abaixo dos 26:32 da Etapa Inverno. Acredito que não terei dificuldades, em condições normais. Depois, tentar um sub 25 qualquer. O outro objetivo é bater o melhor tempo do ano de Brusque. Se tudo der muito certo, sub 24 seria uma coisa bem linda. Não acho que estou em condições de fazer recorde pessoal. Será a busca pela melhor marca dos 5 km neste ano.

Ainda estou tentando definir como vou fazer com o relógio. Não sei se deixo a tela no ritmo da volta e tento ficar constante durante a corrida. Prestar mais atenção no ritmo que o relógio mostra é muito bom quando está tudo fluindo bem. Só que quando vamos muito focados em tempo, se alguma coisa aparece fora do esperado, já desanima e pode tudo se perder.

A outra possibilidade é deixar a tela no tempo e distância e com o lap automático ligado. A cada quilômetro ele me avisa como estou. Acredito que seja uma forma mais saudável de encarar a corrida. Como os últimos treinos venho focando em correr sem olhar o ritmo, penso que na corrida seja bom tentar manter isso também. A sensação de esforço vai me fazer correr e o relógio me avisa como estou a cada parcial.

Com base nisso, tento aumentar ou manter o ritmo subjetivamente, na sensação. Parece ser um desafio interessante. Na Etapa Inverno corri assim. Em Brusque, corri também sem a tela do ritmo. Só alterei no último quilômetro para não ter risco de escapar o sub 25. Estava bem apertado. Na Maratona de Floripa também não estava o ritmo na tela.

Agora que escrevi essas coisas aí em cima me dei conta que talvez seja melhor mesmo deixar o Garmin na distância e tempo. Quando olhar para ele, não vai dar para ter noção de muita coisa. Corre, faz força, vê a parcial e talvez no último quilômetro altera para o ritmo. Vai ser uma boa experiência. Os treinos das últimas semanas foram bons e espero que a corrida também seja.

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Circuito das Estações Etapa Inverno São Paulo – 02/07/17

Participei da prova de 5 km do Circuito das Estações Etapa Inverno em São Paulo. O foco principal da viagem era fazer uma prova de concurso, mas esta seria à tarde, o que possibilitou procurar uma corrida no domingo de manhã na capital paulista. Corridas em São Paulo não são itens raros. Tinha 4 opções e a que consegui inscrição e encaixou no planejamento foi esta do Circuito.

O Circuito das Estações é bem tradicional, tem mais de 10 anos, mas acontece nas grandes cidades do Brasil. Como Florianópolis não recebe provas assim, nunca tinha corrido etapa alguma do Circuito. A largada foi no Pacaembu, outro lugar que eu nunca tinha ido. Por fim, em São Paulo só tinha corrido 2 meias e 2 São Silvestre. Foi a primeira vez também nos 5 km por lá. Para quem é de São Paulo, o Circuito das Estações deve ser que nem é para mim correr na Beira Mar de Floripa. Sempre a mesma coisa. No meu caso, era tudo novidade.

Cheguei no São Paulo sábado à tarde e com a ajuda e carona da Andressa, ouvinte do podcast, fui pegar o kit na Centauro do Shopping West Plaza. A retirada foi bem tranquila e rápida. Utilizei pela primeira vez o aplicativo da Ativo e funcionou perfeitamente. A tecnologia ajuda bastante a nossa vida. O kit do Circuito das Estações Etapa Inverno não era recheado, mas o que veio foi bem útil. A sacola térmica com zíper vai ser muito útil, a camiseta é muito boa e a moka que veio também é bem legal. Em vez de squeeze, moka. Foi uma boa troca. Pelo nome eu jamais saberia o que é. Talvez seja até um squeeze mais sofisticado, com outro nome, mas achei bem melhor.

Circuito das Estações Etapa Inverno

Além dos 5 km, havia 10 km e 16 km para quem quisesse correr mais. Agora estão inserindo distâncias maiores, como 16 km e 21 km. É legal para fugir sempre das mesmas distâncias e ainda possibilidade um teste maior para quem quer se desafiar um pouco mais. Meus treinos estão voltados para 5 e 10 km, mas ainda não estou confiante para correr 10 bem. Como 5 acaba antes, consigo correr mais forte sem sofrer tanto. Ainda tinha o concurso à tarde, achei melhor não cansar tanto.

A largada do Circuito das Estações Etapa Inverno foi no Estádio do Pacaembu. Os 10 km e 16 km largaram às 7h e os 5 km às 8h. Estava frio, foi realmente uma etapa inverno. Nos termômetros da rua, vi temperatura entre 13ºC e 16ºC. Em alguns momentos, ainda batia um vento na arena do evento. Para melhorar, a chuva aparecia de vez em quando. Uma garoa nada agradável naquele clima. Como eu largava mais tarde, só deixei as coisas no guarda-volumes depois. Até me confundi e achei que largaria às 7h30, sei lá por quê. Com isso, fiquei um pouco mais de tempo com a roupa de corrida, encarando o frio mais cedo do que pensava.

O que achei ruim é que a retirada do chip foi no dia da prova. No caso do pessoal dos 10 e 16 km, a retirada era das 5h30 às 6h30 e dos 5 km das 6h30 às 7h30. Ou seja, tinha que chegar um pouco antes. Quando tem que retirar o chip a gente já sabe que não é chip descartável. Não é o meu preferido, principalmente porque não vem no kit que retiro no dia anterior. Sabe aquele negócio da tecnologia ajudar? Em alguns casos, ela ainda é deixada de lado. De todo modo, peguei meu chip e coloquei no tênis. Estava pronto, na teoria, para largar.

Acho que por um engano da organização, no Circuito das Estações Etapa Inverno fui colocado no Pelotão Quênia, aquele pelotão que larga lá na frente, não demora quase nada para passar pelo portal. No meu caso, 7 segundos. A vantagem é óbvia: ninguém na sua frente para atrapalhar a corrida. Na verdade, eu que poderia atrapalhar alguém mais veloz que viesse atrás. Não fiz quase nenhum aquecimento. Foi dado o sinal e fui. Meu objetivo era correr o mais rápido e forte possível e aguentar até onde conseguisse. Um sonho seria 5 km sub 25. Sub 26 seria legal e assim sucessivamente. Só precisava mesmo ser abaixo de 30 minutos. Como tinha feito 28:36 nos 5 km em um treino no domingo anterior, depois de pedalar 1 hora de bike, queria fazer pelo menos abaixo desses 28.

Saindo forte já teria alguma vantagem. Nem olhei muito para o relógio durante a prova, só quando ele apitava a cada quilômetro é que prestava mais atenção. Tinha a preocupação também de se a prova ia ter realmente 5 km. Geralmente, a distância menor é deixada de lado. Pessoal geralmente não liga e acaba que os recordes pessoais de 5 km são em corridas de 4,8 ou 5,2 km. O GPS precisa marcar a mais, mas não MUITO a mais. No caso do Circuito das Estações Etapa Inverno, desde o início tive a impressão de que ia dar certo. O lap de 1 km do Garmin apitava pouco antes da placa. No fim, deu 5,08 km, totalmente aceitável e dentro do esperado pelo DataEnio.

Voltando à corrida em si, deixei a tela do Garmin com o tempo total e distância. Olhava pouco para o relógio, mas não tinha muita noção do ritmo. No 1º km a boa surpresa era representada pelo número 5:03. Acredito que a empolgação inicial e estar no pelotão da frente ajudaram. Teve também o fato de que a largada era com um pequeno declive. Para baixo, logo no começo, é mais fácil se soltar. Com quase 5 min/km, resolvi manter a sensação de esforço para tentar ficar na margem do sub 25. O 2º km foi bom também: 4:57. Fazendo uma conta rápida, estava bem no limite do sub 25, mas contando os metrinhos a mais do fim não iria conseguir.

De qualquer forma, o objetivo era aquele de correr forte até onde fosse possível. O 3º km saiu em 5:05, ainda no limite, mas já senti que as forças estavam diminuindo. O retorno era na metade do percurso. Antes de chegar nele, subíamos um elevado. Nada muito inclinado, mas quebrava um pouco do ritmo. Logo em seguida, descíamos e fazíamos o retorno. Mais uma subida e uma descida. Aproveitei as duas descidas para compensar o tempo que perdi subindo.

No 4º km bateu o cansaço, enfim. Não conseguia mais desenvolver o ritmo dos três quilômetros iniciais. Era esperado. Fiquei até surpreso que consegui ir bem até ali. 4º km a 5:23 confirmou que não sairia sub 25. Talvez um sub 26. Só que o último quilômetro não foi também dos mais fáceis. Chegou o cansaço e até a panturrilha quis começar a reclamar por causa do esforço. O ritmo diminuiu e fiz 5:39. O sub 26 escapou e garanti o sub 27. Completei os 5 km em 26:32, ritmo médio de de 5:18 min/km.

Não foi o resultado dos meus sonhos, mas também não foi o dos meus pesadelos. Foi dentro do esperado. Era o que podia sair no dia. Talvez tenha saído até mais. Ou talvez se eu dosasse no início, terminaria com um tempo melhor. 26:32 me agradou bastante. Correr 5 km tem essa vantagem. É uma prova curta e que é quase impossível correr tranquilo. Você acaba correndo forte. Além de ser curta, acaba rápido e a recuperação não demora vários dias. Tem ainda o fato de que tende a ser uma prova com ritmo mais veloz do que as maiores distâncias. Isso dá uma motivação a mais também. No meu caso, gostei do resultado e vou tentar focar nas corridas de 5 km que aparecerem. O tempo de prova não rende nem pontuação para o combo do Heartbit, mas é legal sair da zona de conforto.

A arena do Circuito das Estações Etapa Inverno tinha espaço para as assessorias, guarda-volumes, tenda da 3 Corações distribuindo café (a maior fila estava ali, o café ajudou a amenizar o frio), vários painéis, tinha um espaço vip, a loja da Ativo Store para quem quisesse comprar jaquetas e outros produtos e muitos banheiros. O espaço era amplo. Gostei também dos pelotões de largada. Cada um tinha seu lugar para entrar e ali no Pelotão Quênia vi que funcionou bem. É legal essa separação por baias e por ritmo. Se as pessoas respeitassem sempre, nem precisaria tanta fiscalização por parte dos staffs. A chegada também foi tranquila. Entregava o chip, retirava a medalha, tinha banana, maçã, isotônico e água.

Na primeira vez no Circuito das Estações, vi um evento bem organizado, com boa estrutura e sem falhas aparentes. Se todas as corridas fossem assim, o mundo seria melhor. Como nem todas são, vai de fazer a triagem e escolher as provas das quais participar. No meu caso, está funcionando. Este ano participei de provas muito legais e organizadas. É muito melhor correr, se divertir e não ter incomodações depois. A primeira impressão participando do Circuito das Estações Etapa Inverno foi boa. Não sei se participaria de todas as etapas do Circuito e todos os anos, mas a impressão foi muito positiva. Ainda quero testar em outros estados para ver se o padrão se mantém. Pelos resultados, acredito que foram em torno de 8.400 concluintes.

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Fotos Circuito das Estações Etapa Inverno
Com a medalha
No Pacaembu
Tudo pronto para correr no #pacebosta
Acho que a organização se enganou e me colocou no Pelotão Quênia
circuito das estações etapa inverno
Kit da prova. Sacola térmica, camiseta, moka e medalha.
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A próxima de 5 km

O próximo domingo será o retorno às corridas de 5 km. Desde setembro do ano passado, quando participei da Global Energy Race em Florianópolis, não corro uma prova de 5 km. O evento escolhido foi meio por acaso. Não estava nos planos, mas a gente sempre tenta encaixar alguma corrida quando viaja.

No domingo farei um concurso em São Paulo no período vespertino. Quando soube disso, fui procurar algumas corridas que teriam em São Paulo. Sempre tem, a questão era encontrar a que melhor encaixaria. Poderia até ser uma noturna no sábado, mas encontrei mesmo foram várias no domingo.

A primeira opção foi a New Balance 15k Series. Tinha opção de 15 km e 7,5 km. Como tinha que esperar o cartão virar para me inscrever, acabei perdendo a chance. Quando o cartão fechou, as inscrições já tinha encerrado há algum tempo. Virei meu foco então para o Circuito das Estações Etapa Inverno, que vai largar no Estádio do Pacaembu. Escolhi a distância de 5 km. Havia ainda opção de 10 km ou 16 km.

Para quem é de São Paulo, é sempre a mesma coisa participar de uma etapa do Circuito. No meu caso, nunca participei de nenhuma etapa em nenhuma cidade do Brasil. Em São Paulo, só corri 2 São Silvestre e 2 Golden Four. Minhas largadas e chegadas sempre foram na Avenida Paulista e no Jockey Club de São Paulo. Teve também uma chegada no Ibirapuera na São Silvestre de 2011.

Portanto, será tudo novo. Uma distância curta, uma prova inédita para mim e local de largada também. Escolhi os 5 km porque não quero cansar muito para o concurso à tarde e não me sinto preparado para distâncias maiores. 16 km descartei logo de imediato. Pensei nos 10 km, mas ainda não acho que vá conseguir correr em um ritmo legal. 5 km foi o ideal.

Vai ser curto, rápido e vou poder testar os últimos treinos com distâncias menores. A expectativa é correr abaixo de 30 minutos, o que penso ser tranquilo. O que vier vai ser lucro. Sub 25 seria o mundo perfeito, mas a realidade não vai permitir que o sonho se concretize. É bem difícil. Talvez algo abaixo de 28 ou 27 seja mais viável. A desvantagem do Circuito é ter muita gente, mas vamos ver o que consigo fazer. Vai ser uma boa oportunidade de testar o #pacebosta.

Falando no #pacebosta, conversei com o pessoal de São Paulo que está no grupo do Padrim do PFC no WhatsApp para ver se conseguimos fazer alguma coisa no sábado e/ou no domingo. No domingo, vamos correr o Circuito, só que eles em distâncias maiores. Vander vai nos 10 km, Marcelo também, Andressa nos 16 km e eu vou nos 5 km para terminar antes e sofrer menos. Esse é o único encontro do #pacebosta garantido, mas vamos tentar também algo além da corrida.

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Circuito das Estações Etapa Primavera Curitiba – 02/08/2015

Circuito das Estações Etapa Primavera Curitiba
02/08/2015
Curitiba – PR – Brasil
5 e 10 km

Resultados

Valor da Inscrição
R$ 89,90 – 1º lote
R$ 99,90 – 2º lote
R$ 109,90 – 3º lote
*Associado do Clube O2 tinha desconto

Retirada do kit
A retirada do kit ocorreu no Shopping Barigui, na Loja Centauro na sexta e sábado que antecederam a prova. Retirada sem qualquer tumulto ou fila que pudesse comprometer.

Kit
O kit era composto de número de peito, camiseta e bandana. Novamente, o destaque fica por conta da excelente camiseta ofertada. Qualidade superior a qualquer outra que já foi entregue em kits de corridas. As outras etapas contarão com a mesma camiseta, mas de cores diferentes.

Largada
A largada aconteceu exatamente no horário previsto, às 7h30, no Jockey Club, ponto já tradicional de corridas em Curitiba. Continua a ser orientado que atletas não inscritos não podem adentrar no funil de largada. Parece que aos poucos essa tentativa vem surtindo efeito e resultado. Os atletas sem inscrição acabam tendo que se dirigir a outro local para começar a correr com os inscritos. O ideal seria que todos estivessem inscritos.

Percurso
Percurso tranquilo que não exige muito esforço dos corredores. Pontos de subida que são facilmente esquecidos com descidas nas quais o ritmo volta facilmente a ser encontrado. Esta é uma das provas que podemos indicar aos atletas iniciantes. Pode se testar bem o que foi executado nos treinos. Aos mais experientes, dá para sentar a bota!

Hidratação
Na prova de 10 km havia quatro pontos de hidratação, todos eles de fácil acesso e com água gelada. Não houve problemas quanto a falta de água para os atletas, assim como não houve problemas em conseguir pegar ao menos um copo.

Distância
Distância das duas provas corretas, como costuma acontecer em Curitiba.

Pós-prova
Chegada sem tumulto e aglomeração, com fácil dispersão. Água gelada, isotônico e frutas, além da tradicional medalha.

Medalha
Medalha tradicional do Circuito das Estações. Nela, tem a etapa, neste caso Inverno, e o ano. Não há, porém, identificação da cidade onde a etapa foi realizada nem a data. Tem apenas o nome da prova, sem diferença entre as provas de 5 e 10 km. É uma medalha genérica do circuito.

Comentários finais
Tradicional circuito de corridas de rua do Brasil, completando 10 anos. No contexto geral, é uma prova que atrai muitos corredores iniciantes. Sempre bom ver os atletas se movimentando para uma prova como essa. Os problemas são os mesmos encontrados nas outras provas, como largada, medalha, mas sempre vale também ressaltar os avanços e tentativas que a organização procura fazer para uma melhor experiência aos atletas. O ponto alto realmente foi a qualidade da camiseta.

*Participou de alguma corrida e quer contar como foi? Envie o seu relato para o Por Falar em Corrida.

Kit
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Circuito das Estações Etapa Inverno Curitiba – 21/06/2015

Circuito das Estações Etapa Inverno Curitiba
21/06/2015
Curitiba – PR – Brasil
5 e 10 km

Resultados

Valor da Inscrição
R$ 89,90 – 1º lote
R$ 99,90 – 2º lote
R$ 109,90 – 3º lote
*Associado do Clube O2 tinha desconto

Retirada do kit
Aconteceu no Shopping Barigui, na Loja Centauro, nos dois dias que antecederam a prova. Sem qualquer tumulto ou fila que pudesse comprometer o andamento da retirada.

Kit
Composto de número de peito, camiseta e bandana. Novamente, o destaque fica por conta da excelente camiseta ofertada. Qualidade superior a qualquer outra que já foi entregue em kits de corridas. As outras etapas contarão com a mesma camiseta, de cores diferentes.

Largada
A largada aconteceu no horário previsto no Jockey Club, ponto já tradicional de corridas em Curitiba. Vale ressaltar que antes da prova foi enviado aos inscritos um informativo de que haveria controle rigoroso para adentrar ao funil de largada. Corredor sem chip e número de peito não teria o acesso liberado. Parece que aos poucos essa tentativa vem surtindo efeito. Os atletas sem inscrição acabam tendo que se dirigir a outro local para começar a correr com os inscritos. O ideal seria que todos estivessem inscritos. Novamente questionamos: qual é o critério de escolha dos pelotões para a largada? Enquanto não houver conscientização dos corredores sobre os ritmos de largada e também de deixar a esquerda livre para os corredores mais rápidos, as largadas continuarão tumultuadas.

Percurso
Percurso tranquilo, que não exige muito esforço dos corredores. As subidas são facilmente esquecidas com as descidas que ajustam o ritmo. Essa é uma das provas que podemos indicar aos atletas iniciantes. Eles podem testar bem o que foi executado nos treinos. Quanto aos atletas mais experientes e rápidos, podem buscar melhores tempos e recordes pessoais.

Hidratação
Na prova de 10 km havia quatro pontos de hidratação, todos eles de fácil acesso e com água gelada. Não houve problemas para pegar os copos nos pontos de distribuição nem de falta de água para os atletas.

Distância
Distância das duas provas corretas, como costuma acontecer em Curitiba.

Pós-prova
Chegada sem tumulto e aglomeração, com fácil dispersão. Água gelada, isotônico e frutas, além da tradicional medalha.

Medalha
Medalha tradicional do Circuito das Estações. Nela, tem a etapa, neste caso Inverno, e o ano. Não há, porém, identificação da cidade onde a etapa foi realizada nem a data. Tem apenas o nome da prova, sem diferença entre as provas de 5 e 10 km. Parece ser uma medalha genérica do circuito.

Concluintes
Total: 2.007 – 1.116 homens (56%) – 891 mulheres (44%)
5 km: 1.173 (58%) – 548 homens (47%) – 625 mulheres (53%)
10 km: 834 (42%) – 568 homens (68%) – 266 mulheres (32%)

Comentários finais
Tradicional circuito de corridas de rua do Brasil, completando 10 anos. No contexto geral, é uma prova que atrai muitos corredores iniciantes. Não havia uma grande concentração de tendas de assessorias, o que pode mostrar que atletas com mais tempo de corrida estão optando por outras provas e até mesmo outras distâncias. Em comparação com a Etapa Outono, houve um pequeno aumento no número de concluintes. Destaque para a temperatura que possibilitou uma corrida mais desafiadora. Os atletas puderam acelerar um pouco o ritmo. Os problemas são os mesmos encontrados nas outras provas, como a largada e a medalha. Considerando os fatores técnicos, a largada influencia mais do que a medalha, mas sempre vale ressaltar os avanços e tentativas que a organização procura fazer para proporcionar uma melhor experiência aos atletas. O ponto alto foi a qualidade da camiseta.

*Participou da prova? Concordou com a análise? Discordou? Quer acrescentar alguma coisa? Entre em contato ou deixe sua opinião nos comentários.

Kit

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Relatos de Corridas

Circuito das Estações Etapa Outono Curitiba – 03/05/2015

estacoes medalhaCircuito das Estações Etapa Outono Curitiba
03/05/2015
Curitiba – PR – Brasil
5 e 10 km

Resultados

Valor da Inscrição
R$ 89,90 – 1º lote
R$ 99,90 – 2º lote
R$ 109,90 – 3º lote
*Associado do Clube O2 tinha desconto

Retirada do kit
A retirada do kit aconteceu na loja Centauro do Shopping Barigui. Devido ao feriado do dia 1º de maio, a entrega dos kits ficou restrita apenas ao sábado, dia 2 de maio, o que causou grandes filas desde a abertura da loja, por volta das 10h. Tendo em vista o feriado e também para otimizar a retirada dos kits, a organização poderia ter iniciado a entrega na quinta-feira, dia 30 de abril.

Kit
Composto de número de peito, camiseta, bandana, amostra de isotônico e panfletos promocionais. Os corredores que participam do Circuito das Estações já conhecem o padrão do kit. O ponto alto dele é a camiseta de excelente qualidade e bem superior a qualquer outra que já foi entregue em kits de corridas. As outras etapas terão a mesma camiseta, mas de cores diferentes.

Largada
Aconteceu no Jockey Club, local tradicional de corridas em Curitiba, exatamente no horário previsto. Vale ressaltar que antes da prova foi enviado aos inscritos um informativo que haveria controle rigoroso para adentrar ao funil de largada. Assim, o corredor que não possuísse número de peito e chip não teria acesso liberado. O aviso não surtiu muito efeito. Constatamos vários atletas sem os itens necessários dentro do funil de largada. Outro ponto que vale nota é o critério de escolha dos pelotões para a largada. Mesmo com a determinação de pelotões de ritmo, com 300 metros de corridas já havia aglomeração, prejudicando o desenvolvimento da corrida. Muitos tiveram que caminhar. Além disso, enquanto não houver conscientização dos corredores sobre os ritmos de largada e também de deixar a esquerda livre para os corredores mais rápidos, as largadas continuarão sendo tumultuadas.

Percurso
Percurso tranquilo, que não exige muito esforço dos corredores. As subidas são facilmente esquecidas com as descidas que ajustam o ritmo. Essa é uma das provas que podemos indicar aos atletas iniciantes. Eles podem testar bem o que foi executado nos treinos. Quanto aos atletas mais experientes e rápidos, podem buscar melhores tempos e recordes pessoais.

Hidratação
Na prova de 10 km havia quatro pontos de hidratação, todos eles de fácil acesso e com água gelada. Não houve problemas para pegar os copos nos pontos de distribuição nem de falta de água para os atletas.

Distância
Distância das duas provas corretas, como costuma acontecer em Curitiba.

Pós-prova
Chegada sem tumulto e aglomeração, com fácil dispersão. Água gelada, isotônico e frutas, além da tradicional medalha.

Medalha
Medalha tradicional do Circuito das Estações. Nela, tem a etapa, neste caso Outono, e o ano. Não há, porém, identificação da cidade onde a etapa foi realizada nem a data. Tem apenas o nome da prova, sem diferença entre as provas de 5 e 10 km. Parece ser uma medalha genérica do circuito..

Concluintes
Total: 2001 – 1083 homens (54%) – 918 mulheres (46%)
5 km: 1324 (66%) – 616 homens (47%) – 708 mulheres (53%)
10 km: 677 (34%) – 467 homens (69%) – 210 mulheres (31%)

Comentários finais
Tradicional circuito de corridas de rua do Brasil, completando 10 anos. No contexto geral, é uma prova que atrai muitos corredores iniciantes. Não havia uma grande concentração de tendas de assessorias, o pode mostrar que atletas com mais tempo de corrida estão optando por outras provas e até mesmo outras distâncias. Os problemas são os mesmos encontrados nas outras provas, como a largada e a medalha. Considerando os fatores técnicos, a largada influencia mais do que a medalha, mas sempre vale ressaltar os avanços e tentativas que a organização procura fazer para proporcionar uma melhor experiência aos atletas. O ponto alto foi a qualidade da camiseta.

*Participou da prova? Concordou com a análise? Discordou? Quer acrescentar alguma coisa? Entre em contato ou deixe sua opinião nos comentários.

estaçoes kit
Kit
estacoes largada
Atletas antes da largada