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Blog do Enio

Oportunidades alimentícias

O fim de semana e a sexta-feira passados foram dias com algumas extravagâncias alimentícias. Foram oportunidades que surgiram e não desperdice, embora talvez você melhor não ter aproveitado tanto assim. Tudo começou na sexta-feira. Resolveram fazer uma vaquinha para o almoço. Tinha que ser algo simples e fácil. O resultado: pedimos pizza.

O valor rateado deixou a pizza bem em conta e gostei também que o número de fatias por pessoas não foi tão elevado, devido aos participantes do almoço. Foram 3 fatias para cada pessoa, o que me permitiu comer menos e não exagerar, coisa que não é comum quando tem pizza envolvida.

O resultado do almoço não foi tão destrutivo. À noite, teve janta fora no aniversário da tia e, apesar de muita massa servida, consegui evitar todo aquele macarrão desnecessário e foquei na carne. Na sobremesa, um brownie com sorvete foi a coisa menos saudável que comi. Apesar de parecer que seria um dia bem complicado, até que passei ileso à sexta-feira.

No sábado não teve jeito. Era aniversário da Clarinha e havia uma oportunidade indescritível de salgadinhos, docinhos e bolo. O começo foi controlado, mas depois do primeiro salgadinho não teve jeito. Estava tão bom que fui aproveitando. A variedade era enorme. Primeiro, experimentei todos. Depois, repeti os melhores. E repeti. E repeti. Exagerei. Ainda tinha uns docinhos para completar. Comi menos docinhos, mas o estrago já estava feito. Para terminar, um pedaço de bolo. O sábado foi o que se previa: um estrago completo.

Domingo foi o passeio na Costa da Lagoa e a alimentação foi bem normal por estar fora de casa. O pior que fiz foi tomar muito refrigerante, mas não senti tanto o impacto disso. Acredito que tenha sido por tomar aos poucos e de forma intercalada. Em casa, nas raras ocasiões em que tomei, eram copos seguidos e acompanhados de pizza. No restaurante, foi acompanhado de carne e salada. Deve ter ajudado.

O resultado final na segunda-feira não foi tão ruim. As perspectivas no início de sexta eram bem piores. O projeto de peso para 2017 ainda está longe de ser atingido. Janeiro está meio perdido, mas vou tentar terminá-lo da forma menos pior. Aproveitei as oportunidades alimentícias que a vida ofereceu. Vou tentar entrar na linha novamente. Quanto mais leve, mais fácil, em teoria, para correr.

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PFC 181 – Comer Demais e Correr de Menos

Nesta edição, Enio Augusto, Guilherme Preto, Mauricio Geronasso e Juliana Falchetto conversam sobre comer demais e correr de menos. Como lidar com as comidas das festas de fim de ano e as datas comemorativas? Qual tipo de comida é irresistível? Como isso pode atrapalhar ou não os treinos de corrida? Foi sobre isso que falamos e queremos saber também a sua opinião. Envie sua mensagem.

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PFC 169 – Correr e Comer na Disney

correr na disneyO Mauricio Geronasso viajou novamente para a Disney e aproveitamos para descobrir o que ele comeu e bebeu por lá, além de correr na Disney. Ou melhor, nos arredores da Disney. Nesta edição, Enio Augusto, Guilherme Preto e Nilton Generini perguntam de tudo para o Mauricio.

Você já foi para Disney? Correu por lá? Comeu e bebeu? Conte para nós. Deixe sua mensagem sobre esta edição.

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Esta edição é um oferecimento de BABA CALANGO CONFECÇÕES

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O que tem no almoço

almoçoNesses tempos sem correr, poderia ter começado a prestar mais atenção no que estou comendo. Afinal, quem fica parado, engorda, correto? Errado! Não comecei a cuidar do que como porque desde o fim de 2014 mantenho uma alimentação baseada em comida de verdade na maior parte do tempo. Só precisei manter que o peso não se alterou. Teve dias até que diminuiu.

Além disso, o peso sempre varia. Quaisquer copos de água já fazem diferença. Então, melhor usar as medidas das roupas como referência. E estas continuam iguais ou até melhores. Já falei aqui da alimentação pré-treino. Hoje vou falar da minha refeição principal do dia: o almoço. É muito raro que no almoço coma mal ou deixe de comer. É ali que vario mais o cardápio e tenho mais opções.

Não anotei como tem sido, mas me lembro porque não muda muito. Em geral, o restaurante oferece boas variedades e o básico seria: tomate, alface, repolho, cenoura, beterraba, cebola, pimentão, pepino, rabanete, couve-flor e brócolis na parte da salada, com azeite. A couve e o brócolis são mais raros, os outros são bem frequentes, todo dia tem.

Aí, na parte dos legumes, varia bastante, mas quando tem um desses itens já fico bem contente: batata doce, batata salsa, batata inglesa, abóbora, berinjela ou abobrinha. Nem sei se estou classificando como saladas e legumes corretamente, mas essa é a minha divisão mental. A abóbora é a minha preferida. Dê-me abóbora e faça uma pessoa feliz. A batata normal é a que menos gosto, mas não rejeito, só pego menos.

Depois das saladas e legumes, vamos para as carnes. Costumo pegar pelo menos dois tipos de carne, mas varia de acordo com o que tem no dia. Carne assada, carne de panela, bife de boi, peito de frango, fígado, linguiça, carne de porco, peixe o que mais tiver ali. O mais comum é ter a carne bovina. A linguiça, por ser um embutido, como mais de vez em quando. Os outros tipos não tenho muita restrição.

O que, por regra, não passo nem perto de pegar no almoço: arroz, feijão, macarrão, batata frita, lasanhas, escondidinhos, pastéis, bolinhos e empanados e coisas à milanesa. A regra tem exceções, quais sejam: eventualmente, os pastéis e bolinhos ganham minha atenção. A batata frita é bem raro. Já, o arroz, feijão e macarrão não pego nunca. O que acontece é pegar a carne da feijoada, quando tem feijoada.

Fora isso tudo, minha felicidade é triplicada quando tem ovo, seja cozido ou frito. Aí fica tudo lindo. Pego sempre quatro ou mais e às vezes repito. Basicamente, essa é minha rotina no almoço. Muita salada, legumes e carnes. Sem nenhuma bebida. Geralmente é caro e em casa tem de graça. Nos restaurantes, opto pelos que tem buffet livre. Mesmo nos que não tem buffet livre, tenho conseguido gastar menos com essa alimentação.

Em casa, quando tem almoço, a variedade é menor, mas ainda assim temos saladas e legumes. Da última vez, teve tomate, repolho, alface, cenoura, pepino, batata doce e batata salsa, além da carne. Em qualquer lugar é possível ter uma alimentação com comida de verdade. Fora de casa, com mais variedade. Em casa, um pouco menos. Ainda assim, você só come porcaria se quiser.

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O dia dois

Bolo de prestígio especial. SENSACIONAL

No sábado, estava de aniversário. Este ano, programei as coisas para ter uma alimentação bem desregrada, de forma contínua. Olhando agora, foi até um pouco exagerado ter pedido os salgadinhos também no sábado. Foi mais ou menos assim: docinhos e salgadinhos sexta no trabalho. Churrascaria, docinhos, salgadinhos, bolo e pizza no sábado. No domingo teve o que sobrou. E nos dias seguintes também. Os salgadinho terminaram no domingo. Os docinhos e o bolo ainda estão rendendo.

Toda essa comilança impactou no peso já na sexta-feira. Não fiquei gordo, mas fiquei mais pesado. Dos 76 em média subiu para 80. Coisa linda. Esperava um aumento, mas não achei que chegaria aos 80. Não me assustei tanto, já que sei que durante a semana o peso vai voltar ao normal. O que notei é que salgadinhos me afetam mais do que os docinhos. Parece que meu corpo se dá menos mal com açúcar do que com farinha. Talvez porque meus doces quase sempre se resumem em algo com chocolate. Destes dois dias comendo bastante, o exagero maior foi na sexta, no trabalho.

Comi mais do que deveria. Exagerei nos salgadinhos e docinhos. Fiquei bem estufado. No sábado ainda me controlei. Na churrascaria fui contido. Comi bem, mas sem exageros. Mais à tarde, comi bolo, salgadinhos e docinhos, mas pouca coisa. Só que comi sem fome e daí a barriga foi enchendo. Em uma situação normal, não precisaria comer mais nada. Mas ainda havia a pizzaria. E lá fui eu. A vantagem de já ter o estômago bem forrado foi ter comida bem menos pizza do que o normal. O ponto positivo dessa farra gastronômica toda foi que só bebi água em todos os lugares.

O que isso tem a ver com a corrida? Pensem em correr carregando um peso de 2 kg em cada pé, por exemplo. A corrida não rende tanto. Já sabia que teria esse tipo de problema. É só manter o ritmo de alimentação normal e de treinos que as coisas voltam ao seu lugar. Quando os docinhos e o bolo terminarem de vez vai ficar ainda melhor.

Seguem algumas fotos do que aconteceu nos dias 1º e 2 de abril:

Salgadinhos de sexta
Docinhos de sexta
Carne de sábado
Carne de sábado
Salgadinhos e docinhos de sábado
Pizza no sábado à noite
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PFC na Balança 11

Nunca foi segredo para ninguém o meu gosto por comida. Sempre foi um dos principais fatores que me fazem lutar até hoje com o ganho e perda de peso. Mas outro fator que muitos não conhecem é o fato que também gosto de cozinhar. Pois é amigos. A cozinha acaba sendo meu reduto dentro de casa. Não sou nenhum expert, mas até que acaba saindo um grude gostoso!

Brincadeiras à parte, esse gosto por cozinhar é recente e foi aprimorado logo após meu problema de saúde, quando senti a necessidade de eu mesmo preparar o meu alimento. Assim, saberia exatamente o que estava consumindo. Receitas foram sendo assistidas e assimiladas em muitos dos programas de televisão sobre culinária que temos disponíveis.

E o engraçado é que um dos primeiros que comecei a assistir foi o Larica Total, do ator Paulo Tiefenthaler, não exatamente pelas receitas, apesar de algumas delas serem incríveis, mas sim pela maneira que o programa se desenvolve e de como ele mostra que tudo que temos na cozinha pode virar algo saboroso. Mas é claro que não basta ser saboroso, tem de ser saudável e nutritivo. Sendo assim, outros programas acabaram suprindo essa necessidade e me ensinaram a preparar um bom prato. Pelo menos, minha esposa e filha não reclamam!

O fato de fazer dieta e ao mesmo tempo cozinhar se torna um momento prazeroso, pois a cada dia eu acabo reinventando algo para me auxiliar nesse processo todo. Uma boa alimentação é a base para uma boa dieta e principalmente um bom resultado nos treinos! E você? Também gosta de cozinhar? Tem alguma dica? Compartilhe conosco. Boas Corridas!

Abaixo, deixarei a lista de alguns que talvez possam interessar a você:

http://canalbrasil.globo.com/programas/larica-total/

http://gnt.globo.com/programas/cozinha-pratica/

http://gnt.globo.com/programas/tempero-de-familia/

http://gnt.globo.com/programas/a-cozinha-caseira-de-annabel/

http://gnt.globo.com/programas/jamie-oliver/

Giovana Leiner:

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PFC 135 – Receitas Para Corredores

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Todo corredor tem algum objetivo, seja fazer recordes pessoais, superar-se, melhorar a qualidade de vida, entre outros. Qualquer que seja o objetivo, parte do resultado virá da alimentação. Para não depender sempre dos outros, os corredores podem fazer sua própria comida. Só que nem todos tem habilidade, tempo ou vontade para isso. Nesta edição gastronômica, vamos descobrir se cozinhar é complicado ou não e tentar pegar algumas dicas de receitas práticas. Para nos ajudar a falar sobre o assunto, temos como convidada a Mariana Pelozio, chef de cozinha.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto e Mauricio Geronasso.

Convidada: Mariana Pelozio.

Assuntos mencionados na edição:

Assista à edição 135 no YouTube:

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Alimentação em janeiro

Seguindo a linha do post anterior, no qual falei dos treinos em janeiro, chegou o momento de falar como foi a alimentação no mês passado. Desde o começo do ano, estou marcando os dias em que como porcarias e gordices. Em janeiro, essas situações aconteceram em 3 dos 31 dias do mês.

Foram 28 dias mantendo uma alimentação que considero adequada. Mais de 90% do mês foi assim. Não é algo que eu fique controlando com muito rigor. Virou uma rotina não comer açúcar, farinha de trigo, bolachas, biscoitos, doces e essas coisas industrializadas. Não é que eu não como porque não posso, mas porque não quero. Eventualmente, posso querer, e, se for o caso, vou comer. O padrão, no entanto, é nem sentir falta disso.

Dos 3 dias comendo doce, o primeiro dia teve duas fatias de bolo, mais uns docinhos e sorvete. Na segunda vez, muitos salgadinhos, docinhos e bolo. Para aproveitar que o dia já estava pintado de vermelho mesmo, comi um resto de pizza que tinha em casa e um Kit Kat de sobremesa. Estas duas primeiras situações foram em comemorações de aniversários. Poderia evitar, mas não vale a pena ser tão radical.

A terceira vez do mês, e última, foi a única que não havia nenhuma situação especial. Só que acordei tão leve, com um peso nunca antes registrado, que decidi comprar um brigadeiro, uma fatia de bolo e um alfajor. Janeiro deu muito certo na alimentação e fevereiro vai no mesmo caminho. Por enquanto, foram 4 dias sem porcaria. Seguimos em frente. Se os treinos estão capengas, a alimentação está no caminho certo.

Você anota ou tem algum controle desse tipo? Ou só eu tenho essas manias?

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Vinte e quatro

É natal. Ou quase. Chegamos ao dia 24 de dezembro. E, conforme escrito tempos atrás, quando comecei com essa brincadeira de escrever de segunda a sexta, cá estamos. Afinal, quinta-feira é um dos dias da semana. Pouco importa se é dia útil ou não. Estarei aqui, não importa o que aconteça (talvez). Claro que utilizando sempre do artifício de agendar os posts que escrevo com antecedência.

E vejam vocês: mesmo com antecedência, foi difícil decidir sobre o que escrever hoje. Difícil, mas óbvio. Vamos focar na ceia da véspera de Natal. Aquele momento que provavelmente chegamos no ápice da comilança desenfreada. Tudo começa nas festinhas de fim de ano, seja do trabalho, da escolha, da família, enfim, ali tem início o aumento do consumo, seja alimentício ou alcoólico.

Passado esse primeiro momento, vem o Natal. Comida, comida e mais comida. Sem critérios, sem razão, com vontade, o que tiver na mesa vai para o estômago. No dia seguinte, tem o que sobrou (se é que sobra algo), aí dá uma aliviada até chegar o dia 31. Ali não se come tanto. Acredito que a parte mais crítica (e possivelmente a melhor parte) seja a ceia de Natal.

Muita gente se preocupa com o que come do Natal até o Ano Novo. Isso é o de menos. O que vai te fazer passar mal com certeza é o tanto que você vai comer nesse período. Mas o que vai fazer mal para a saúde e vai te deixar gordo(a) é o que você come entre o Ano Novo e o Natal. Esse é o período crítico. Hoje, amanhã e dia 31, coma de tudo.

Ano que vem, na segunda, de preferência, você começa a não cumprir a promessa de fim de ano de maneirar na alimentação. É mais ou menos assim que funciona, com algumas variações.