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Correndo em outubro

Outubro será um mês com muitas corridas. Programadas tenho 3. Domingo agora, dia 8 de outubro, tem a Oktoberfest Run em Blumenau. Vou participar dos 5 km, mas nesta corrida vou sem objetivo de tempo. Pretendo participar de forma mais recreativa e fazendo a cobertura para o Por Falar em Corrida.

Na semana seguinte, dia 15 de outubro, acontece a Corrida Pela Paz, em Floripa. Vou nos 5 km e nessa vou tentar correr forte. O objetivo é alcançar o recorde do ano nos 5 km. O percurso, apesar de uma leve subidinha, favorece para tempos e tudo indica que terá realmente 5 km.

Dia 22 de outubro não tenho nada ainda, mas pode aparecer. Se tiver corrida, vou nos 5 km. Dependendo do percurso, corro para fazer tempo ou desisto e só faço a cobertura. No domingo seguinte, dia 29 de outubro, tem a Meia de Pomerode. Pretendia correr para tempo, mas serão 6 km e recorde nos 6 km é um negócio estranho.

Ainda tenho que me convencer que vale a pena correr forte 6 km. Outubro acaba, mas as corridas continuarão no mês seguinte. Só para registrar, dia 5 de novembro, corro os 5 km do Circuito Athenas em São Paulo. A princípio, para tempo também.

O resumo de outubro por enquanto é o seguinte: inscrito em 3 corridas, sendo 1 para tempo e duas para participar apenas. Talvez surja mais uma. Posso correr para tempo ou diversão. A previsão do tempo para domingo é de chuva. Semana que vem conto como foi a Oktoberfest Run. Espero que sem chuva. Ou, pelo menos, com chuva fraca.

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10 km em 2017

O título do post pode dar alguma ideia de objetivos neste ano, mas na verdade é só uma alusão ao fato de que, despretensiosamente, as corridas de 10 km se tornaram frequentes em 2017. Metade das provas que fiz foram de 10 km. No começo do ano, nem era esse o objetivo, mas elas foram surgindo.

A primeira foi a Corrida da Ponte em Curitiba. Depois, em maio, veio a 10 KM Tribuna FM em Santos, e, por último, no domingo, fiz a Track&Field Run Series em Florianópolis. No total, já são 6 corridas em 2017, sendo 3 delas de 10 km, conforme mencionei ali em cima.

Como os treinos este ano não engrenaram, em nenhum consegui ir para correr bem ou correr forte. Na primeira, em Curitiba, estava retornando os treinos e foi bem sofrida na metade final. Ainda assim, fechei abaixo de 1 hora, que é o objetivo mínimo em toda corrida de 10 km: 58:13.

Veio a Tribuna e foi ainda mais sofrida do que a Corrida da Ponte. Como vinha de um mês parado, as panturrilhas sentiram na metade final e ainda consegui uma linda bolha no pé. Fiz uma corrida mais constante, mas o fim foi muito dolorido. Completei abaixo de 1 hora, mas ficou a sensação de que não foi legal. Terminei em 58:29.

Na Track&Field, novamente o objetivo era pelo menos sub 1 hora. Antes de iniciar a prova, tinha dúvidas do que ia fazer e se ia conseguir. Sabia que ia correr e filmar, mas o tempo ainda era uma incógnita. Em teoria, seria tranquilo de fazer, mas não sabia se teria vontade para isso. Deixei para descobrir na hora.

Talvez pela não preocupação, talvez por saber que não dava para fazer muita coisa, foi a melhor das três corridas. O ritmo constante o tempo todo, sem o sofrimento das duas anteriores. Não estava preocupado com o tempo final, mas sabia que para fazer o recorde do ano precisaria correr abaixo de 58. Como foquei mais no sub 1 hora, só me dei conta do recorde do ano em casa. Fiz a Track&Field em 58:01.

O número 58 ainda continua em 2017, mas foi o melhor tempo. Percebe-se que estou até constante nos meus tempos de 10 km, sendo que todas as corridas tiveram suas histórias de sofrimento ou não. O resultado final, no entanto, não teve variação. Nas minhas anotações, notei que estou correndo poucas provas de 10 km.

Foram 2 em 2015 e 1 em 2016. 2017 é um ano meio atípico, corri nele a soma dos últimos dos anos. Em 2014, foram 4 provas. Em 2013, foi 1. As que supostamente deveriam ser de 10 e deram menos de 9,7 km nem considero. Parece que em 2017 não tem mais provas de 10 km. Se nada de novo acontecer, vou fechar o ano com tempos altos, mas abaixo de 1 hora. O foco é no ano que vem estar em condições para tentar algo mais rápido.

22/01/17 – Corrida da Ponte – 58:13
21/05/17 – 10 KM Tribuna FM – 58:29
16/07/17 – Track&Field Florianópolis – 58:01

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As provas que fiz em 2016

Ainda estamos no começo do ano e tenho algumas coisas para botar em dia. Queria ter feito antes, mas fui adiando e só saiu agora a lista das corridas que participei em 2016. Foram poucas, apenas 8. O número de corridas até considero  ideal, mas tive resultados bem longe do que gostaria. Elas até foram boas no sentido dos amigos, da prova em si, mas o meu desempenho foi frustrante. Todas as corridas tem o link que leva para o meu relato no dia seguinte à prova. Lá está mais completo e com a memória fresca do momento. Hoje vão ser comentários mais superficiais do que eu acho que lembro. Não li todos os relatos para relembrar. Vai ser na sorte. Vamos a elas.

Run, Floripa! – 10/04/2016

Foi a primeira corrida do ano. Depois de alguns problemas e lesões, parecia que estava tudo certo, mas uma semana antes dessa prova senti um incômodo no peito do pé, que persistiu por longos dias. Corri a Run, Floripa! com dores. Mesmo assim, ainda consegui o objetivo que era sub 25 nos 5 km. A corrida teve mesmo 5 km, o que foi uma surpresa para mim. Além disso, corri com o Garmin escondido, na sensação de esforço, para ver como estava. Foi um sub 25 no limite, mas saiu. Deu 24:26, não achei tão ruim para as minhas condições do dia.

Meia de Floripa – 12/06/2016

A meia maratona que fiz baseada mais na emoção do que na razão. Não estava treinado nem em condições de correr bem, mas fui. Afinal, corro todas as edições desde 2011 e queria continuar com a marca. Foi uma prova bem fria e sofrida. O único objetivo era o sub 2 horas. Saí mais forte no começo para garantir e no final administrei. Talvez o esforço da prova tenha sido o fator que desencadeou a tendinite fibular. Dois dias depois da meia senti uma dorzinha chata no pé que só melhorou depois que parei por completo e fiz fisioterapia.

9ª Volta à Lagoa da Conceição – 21/08/2016

Fiz esta prova em dupla com o Guilherme. Peguei a parte mais tranquila, a primeira metade, sem o Morro do Badejo e sem as subidas e descidas. Por outro lado, peguei toda a parte da Lagoa, que é aberta, e neste dia o tempo estava MUITO feio. Mas feio mesmo. Vendaval, frio, chuva, risco de adiar a prova, portal caindo. Foi feio. E eu fui me arrastando, com medo de sentir dor. Cuidado aqui e ali. No fim, o tempo não foi dos piores. Ficou um ritmo médio de 6:13, mas foi horrível. Parecia que não ia chegar nunca e eu não me senti confortável em nenhum momento.

Global Energy Race Florianópolis – 25/09/2016

Foi uma boa prova. Corri ao lado do Guilherme e fizemos um tempo bom, além de filmagens para o canal do YouTube do Por Falar em Corrida. Penso que por estar com ele acabei correndo mais rápido do que faria se estivesse sozinho. No fim, corremos com ritmo perto de 5 min/km ou abaixo. No tempo final, 26:53 e nenhuma dor. A partir dali, comecei a acreditar que as dores poderiam ser algo do passado. Uma coisa a se destacar desta prova é que também teve 5 km. Tive duas boas oportunidades em 2016 e perdi as duas por não estar preparado adequadamente.

Track&Field Run Series Iguatemi Florianópolis – 16/10/2016

A Track foi um outro teste das dores e das pernas. 10 km em 54 minutos foi mais do que bom. Consegui manter um ritmo constante ali por perto de 5:30 e, embora tenha sentido uns ameaços das dores, nada de pior aconteceu. Foi só cansaço mesmo. Depois desta corrida, a possibilidade de correr uma meia maratona sem sofrer tanto parecia uma realidade mais próxima.

Asics Golden Run Brasília – 13/11/2016

Depois de um aumento de volume e distância gradativos, ainda que sem muita velocidade, chegou o momento da primeira meia maratona. Nunca vi tanta chuva em Brasília. Desta vez, não quebrei tanto na subida do eixo, talvez por estar mais devagar. Já foi um baita resultado não senti dor e terminar a prova sub 2 horas, com tempo melhor do que na Meia de Floripa em junho. 1:56:47 contra 1:58:55.

Meia Maratona de Florianópolis – 20/11/2016

O objetivo nesta meia era melhorar o tempo de Brasília e tentar sub 1h55. Qualquer coisa a menos era lucro. O Desafio PFC era secundário. Minha preparação não me permitia pensar em grandes resultados. Foquei no que deu para fazer e saiu 1:54:02, quase sub 1h54. Sem dores antigas, apenas as das provas. Foi um bom fechamento de ano. Duas meias em duas semanas, melhorando o tempo e não sentindo dor.

XVIII Volta da Pampulha – 04/12/2016

A último prova do ano. Fiz com a Ju e fomos em um ritmo bem tranquilo. Foi um fechamento bem legal para uma temporada bem irregular. O ritmo na Pampulha foi o de menos. Consegui fazer vários vídeos para o canal e com a certeza quase 100% de que as coisas estavam no lugar. 2017 pode ser um ano melhor e é isso que eu vou tentar.

E em 2017, o que esperar?

Bom, para este ano ainda nem defini que corridas quero participar, quais serão as provas alvo. Talvez foque nas meias porque é mais fácil de ter a distância. 5 km e 10 km sempre corro o risco de participar de uma prova sem a distância correta. Está tudo indefinido ainda. Estou pensando o que vou fazer, mas participar de menos de 10 provas é um bom número. Só preciso escolhê-las bem. Janeiro está sendo um mês de base, bem devagar, mas até fevereiro ou março quero estar mais bem condicionado para encarar os novos desafios.

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A mesma coisa diferente

Em 2015, minhas duas últimas meias maratonas foram a Meia de Florianópolis e a Golden Four Asics Brasília. Uma aconteceu no dia 11 de outubro e a outra no dia 8 de novembro, respectivamente. Pois bem. Este ano aconteceu quase a mesma coisa com as mesmas provas, só tivemos as ordens alteradas.

A prova em Brasília manteve a tradição de ser no segundo domingo de novembro. Já a Meia de Florianópolis só teve sua confirmação em julho e a data ficou uma semana depois da Asics Golden Run Brasília. Como já estava inscrito na Golden Run e o primeiro lote da Meia de Florianópolis estava muito convidativo, fiz a inscrição.

Além do valor em conta, a prova me traz ótimas recordações e imaginei que em novembro já estaria em condições de correr uma meia novamente. Duas, no caso. Então, este ano tem dia 13 de novembro a Asics Golden Run e dia 20 de novembro a Meia de Florianópolis. É como o Anderson falou em um comentário no VlogEnio, é tipo um back to back.

Ano passado terminou em Brasília e este ano começa lá, terminando em Florianópolis, onde começou em 2015. É quase a mesma coisa, mas é diferente. Este ano estou menos preparado, diversas pequenas lesões me deixaram mais tempo parado do que gostaria. Pelo menos, se não chego 100%, chego sem dores e com uma boa perspectiva. Os longos e treinos foram feitos. Vamos ver o que a primeira prova desse back to back me reserva.

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O azar dos 5 km

Ano passado, estava com meus treinos em dia. Foi minha melhor fase. Treinos redondinhos, correndo bem nas provas e fazendo os tempos que gostaria. Bom, quase todos. Nem tudo sai do jeito que a gente quer. Sempre tem as partes ruins. As provas de 5 km entram aí. Foram 3 em 2015 e nenhuma delas teve realmente 5 km. Já este ano, com os treinos capengas e sem preocupação com tempo, participei de 2 provas de 5 km e as duas tinham a distância.

Quando estava tudo perfeito, as provas tinham menos que 5 km. Quando está tudo bagunçado, as provas tinham a distância. Para eu considerar a prova válida para recorde pessoal, de acordo com os critérios do DataEnio, ela tem que dar um pouquinho a mais no GPS, coisa de 1%. E as duas que fiz este ano foram assim: 5,07 km na Run, Floripa! e 5,06 km na Global Energy Race.

Ano passado, deu 5,00 km na Track&Field do Shopping Mueller, 4,98 km na Corrida Adria Santos e 4,96 km no Circuito ParaTodos. Duas deram a menos e uma deu exatamente a distância. A gente sabe que o GPS não marca exato. Pode servir para referência no seu treino, mas para mim, em provas, tem que dar um pouquinho a mais. Se for para errar, que seja por excesso e não por falta. A corrupção começa nas pequenas coisas. Se te roubam metrinhos e você acha que está tudo bem, nem adianta ficar reclamando dos políticos.

Foram duas oportunidades perdidas para tentar o recorde pessoal dos 5 km. É a Lei de Murphy das corridas. Agora que as coisas estão começando a melhorar não tem nenhuma prova de 5 km no horizonte. E, com a sorte que tenho, se aparecer é provável que no fim não tenha 5 km. Tudo bem. Valeu para ver que alguns organizadores estão se importando com isso, embora eu ainda acredite que em alguns casos é ao acaso.

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As corridas que não fui

Estava pensando outro dia e me dei conta que este ano mais não participei de corridas do que participei. Explico. Este ano, corri apenas duas provas: a Run, Floripa! em abril e a Meia de Floripa em junho. No entanto, além dessas duas provas, estava inscrito em outras quatro: K21 Costa da Serra, Maratona do Rio de Janeiro, Corrida Adria Santos e Mountain Do Costão do Santinho.

Ou seja, tive oportunidade de participar de seis corridas em 2016 e só fui em duas. Em todas não fui por causa de alguma das dores que tive este ano. A que era mais distante era a Maratona do Rio de Janeiro. Como ganhei a inscrição para a maratona e no mesmo dia tinha uma prova de concurso, acabou ficando de lado.

Foi a única que cogitei ir porque era no Rio e valeria a pena a visita. As outras três foram aqui em Santa Catarina mesmo e não tive vontade nem para ir olhar, exceto pela corrida em Joinville, que fui em uma excursão com os amigos e valeu pelo passeio, viagem e almoço no retorno.

Se minha memória não estiver errada, estou inscrito em mais três provas: a Corrida Volta à Lagoa aqui em Florianópolis em agosto, a Asics Golden Run Brasília em novembro e a Volta da Pampulha em dezembro. Do jeito que o ano se encaminha, o momento atual mostra que é mais provável é não estar em nenhuma delas.

A parcial do momento apenas 33% de participação em provas e 67% de ausência. Seria 66%, mas vamos arredondar para cima a parte das não presenças. Parece que em julho volto a correr, mas isso ainda está na categoria de boatos que estão bem longe de ser verdade.

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Bacon Run

baconOlá, amigos! “Bacon é a palavra inglesa para “toucinho” e trata-se basicamente da barriga de porco curada e defumada. Essa iguaria mundial é mais uma “vitima” da necessidade de se preservar alimentos nos tempos antigos por não existir meios de refrigeração. A grande questão hoje em dia é selecionar bacon realmente de qualidade, que com a enorme popularização ganhou versões em inúmeros países, e passou a ter produção em altíssima escala após a 2ª guerra, comprometendo totalmente a sua qualidade”.

Existem pelo mundo diversas versões do famoso e amado bacon. Muito não apreciam essa famosa iguaria. Eu amo! Mas você já pensou em correr uma prova e ao invés de postos de hidratação existirem postos de bacon? Elas existem e prometem justamente isso: a verdadeira adoração ao bacon em forma de corrida de rua. Pesquisei algumas provas e deixarei vocês se deliciando com essas gastronômicas corridas.

“I LOVE BACON”

http://americanbaconrace.com/

http://www.baconrace.com/

http://greatbaconrun.org/

http://www.thebaconrun.net/

Boas corridas e bom bacon!

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Tem corrida e não tem

corridaNeste próximo fim de semana, teremos diversas corridas espalhadas pelo Brasil. Como sempre acontece, aliás. O motivo de falar delas aqui é que duas dessas corridas eram provas que ou eu pensei em me inscrever ou estou inscrito. Inscrito ou não, não será possível participar de nada. Poderia até usar a dor no pé e a falta de treinos como motivo, mas, nesse caso específico, tem outra razão.

Uma das provas que entrou e saiu da minha lista foi a Asics Golden Run do Rio de Janeiro. Logo que saiu a divulgação das datas e valores e cidades fiquei animado. Pensei seriamente em me inscrever e ir para o Rio. O problema? Havia concurso no mesmo dia da prova. Fiquei na dúvida: corrida ou concurso? Logo me decidi: melhor tentar o concurso e depois viajar todo ano para o Rio do que ir para o Rio e perder a chance de tentar passar no concurso.

Em seguida, apareceu a K21 Series Costa da Serra em Rancho Queimado. Nesta prova estou inscrito. Iria fazer a cobertura da prova para o Por Falar em Corrida, mas o mesmo concurso vai me impedir. Apesar de ser à tarde e a prova de manhã, ir e voltar de Rancho Queimado, ainda correr, ficaria muito pesado. Correr é modo de falar. Provavelmente, no atual estágio, iria andar por 5 km. No entanto, o Guilherme estará lá e vai poder contar como foi a prova.

Antes de dores e problemas no pé, havia um concurso, que acabou com minhas possibilidades de correr estas provas. Agora são duas razões: o concurso e o pé. No fim de semana tem corrida, como quase sempre. Menos para mim. Nas provas perto de casa, até tento ir para ver os amigos, mas nas mais longe é bem complicado encontrar vontade. Procuro aproveitar bem o momento de dormir até mais tarde. Um dia isso vai acabar (espero que seja logo).

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PFC 146 – Espectadores da Corrida

espectadoresParticipar de uma prova envolve todo um ritual, antes, durante e depois. O clima da corrida é algo que contagia quem se posiciona para largar. Mas tem o outro lado, o lado de fora, ou o lado do espectador, seja in loco ou pela televisão. Participar de uma corrida todo mundo sabe que é bom, mas e ver uma corrida? Quem gosta? Vale a pena? É chato? Nesta edição, falamos sobre quem vê a corrida de fora, os espectadores da corrida.

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Você gosta de assistir a uma corrida? Na rua ou pela televisão?

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini e Mauricio Geronasso.

Assista à edição 146 no YouTube:

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PFC 142 – Check List

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Pode ser a sua primeira corrida ou suas corrida de número 643. O ritual é quase sempre o mesmo. Você deve se preparar e levar coisas consigo que são essenciais, seja para o antes, durante ou depois da corrida. Fazer um check list pode ajudar, para lembrar do que está levando ou não. Cada coisa tem seu grau de importância e isso vai da individualidade de cada corredor. Nesta edição, vamos falar do que você não pode esquecer de levar para uma corrida.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto, Juliana FalchettoNilton Generini e Mauricio Geronasso.

Assuntos e links desta edição:

Assista à edição 142 no YouTube: