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Os 12 trabalhos de 2015

Quando estamos com preguiça de escrever, o que fazemos? Apelamos para números, dados, informações e coisas do tipo. Hoje é um desses dias. Como não participarei de mais nenhuma corrida em 2015, vou relacionar aqui as 12 provas das quais participei no ano. Só em 2008 e 2009, meus anos iniciais correndo, participei de menos corridas: 6 e 9 respectivamente. Depois, este número foi aumentando até 2012. De 2013 para cá, só diminui.

Foram 6 meias maratonas, 4 provas de 5 km e 2 de 10 km, sendo que as duas provas de 10 km deram menos de 10 km no Garmin e 3 das 4 provas de 5 km deram a menos ou muito a mais. O que valeu mais este ano foram as meias maratonas. Metade das corridas do ano foram meias (metade e meia, viu só?). Mesmo nas provas menores, os tempos e os ritmos foram bons. O mais legal foi ter feito 9 das 12 corridas com ritmo abaixo de 5 min/km.

Segue a lista dos 12 trabalhos de Hércules (ou das 12 corridas de Enio):

1 19/04/2015 Meia Maratona de Balneário Camboriú 1:55:32
2 27/04/2015 Track&Field Run Series Shopping Mueller 0:23:34
3 17/05/2015 2ª Corrida Adria Santos 0:22:07
4 14/06/2015 Meia de Floripa 1:42:30
5 11/07/2015 Meia Maratona de Pinhais Subway 2015 1:58:28
6 02/08/2015 Golden Four ASICS São Paulo 1:43:55
7 18/08/2015 Maratona de Santa Catarina – 10 km 0:46:13
8 06/09/2015 Circuito ParaTodos Etapa Florianópolis 0:23:15
9 27/09/2015 Track&Field Run Series Iguatemi Florianópolis 0:48:41
10 11/10/2015 Meia Maratona de Florianópolis 1:38:43
11 08/11/2015 Golden Four ASICS Brasília 1:41:09
12 28/11/2015 7ª Corrida de Rua Cidade de Angelina 0:26:38
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PFC 103 – Corridas Inesquecíveis

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Ao longo da nossa história de corredor, é inevitável trazermos na nossa memória aquelas corridas que marcaram a nossa vida. Seja por uma boa razão ou por um péssimo motivo. Enfim, sempre tem aquela corrida que vamos lembrar por ser a primeira, a mais dolorida, a estreia na distância ou pela frustração de ir mal. Nesta edição de hoje, vamos falar das nossas corridas inesquecíveis, as boas e as ruins. Participe e conte para nós sua corrida inesquecível.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini e Mauricio Geronasso.

Posts mencionados na edição:

Notícias mencionadas na edição:

  • Golden Four Asics estreia em Fortaleza com 1809 concluintes
  • Inscrições para a Maratona de Boston 2016 abrem dia 14 de setembro
  • Asics lança nova coleção de running

Corridas mencionadas na edição:

Assista à edição 103 no YouTube:

Onde encontrar o Por Falar em Corrida:

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Coluna do Enio – 2014, o ano perdido

preguiçaAgora que tenho uma coluna com meu nome posso escrever minhas lamúrias e lamentações em um espaço personalizado. Para estrear com este novo nome o lugar onde despejo minhas opiniões e coisas afins, aproveitarei o fim de ano e falar de como foi o meu 2014. Um ano perdido. Em termos de corrida, totalmente desastroso, quase nada deu certo, objetivos longe de serem alcançados. Como imagino que vocês não vão ler muita coisa, vou dividir o ano em meses (BAITA IDEIA, NINGUÉM NUNCA FEZ ISSO ANTES) e tentar descrevê-los mais ou menos.

Janeiro: meu Garmin (que estava no conserto) só voltou no fim do mês e estava completamente desmotivado para correr e sem objetivos. Com a chegada do Garmin, o tempo era muito curto para me preparar para a Meia de Florianópolis, que aconteceu em março. Assim, tentei pelo menos começar a correr mais.

Fevereiro: os treinos ficaram mais constantes, mas a falta de condicionamento dos meses de treino capenga estava presente. Pelo menos, corri um pouco mais.

Março: algumas mudanças de horário no trabalho, outros dias de preguiça e foi um mês com poucos treinos, mas que teve a Meia de Florianópolis. Sem treino, consegui fazer 1h58′, o que era o sinal de alerta de que sem treino nada vai para frente. Ainda participei da Corrida da Fantasia, no carnaval, outra prova que mostrou que sem treino fica difícil.

Abril: depois da meia decidi começar a treinar para a Meia de Floripa, que aconteceria em junho. Os treinos ficaram mais constantes e consegui encaixar uma boa sequência. O problema deste mês foi que o horário no trabalho mudou de vez e alterou toda a minha rotina. Tudo que tinha planejado teve que ser reprogramado.

Maio: já mais acostumado com o horário novo, perdi alguns treinos, mas consegui manter os longões no fim de semana. Ainda participei da Wings for Life e não consegui atingir meu objetivo de correr 21 km. Fiz 19,36 e o sub 1h40′ na Meia de Floripa era cada vez mais incerto.

Junho: treinos leve e a Meia logo no início do mês. Depois da metade da prova, vi que não alcançaria o objetivo. Coloquei uma meta muito audaciosa. Desanimei e terminei em 1h46′. Os treinos diminuíram, mas ainda tinha a outra prova alvo do mês: a Maratona Beto Carrero, feita em dupla com meu amigo Eduardo Hanada, com 4 voltas para cada um, alternadamente. Esta foi a prova que mais deu certo. Conseguimos baixar nosso tempo de 2013 e ainda consegui correr todas as 4 voltas com ritmo abaixo de 5 min/km.

Julho: inverno, frio, reta final da Copa do Mundo e com as duas provas que tinha como objetivo feitas. Foi impossível sair para treinar. Só fui nos fins de semana, e me arrastando. Foi o mês que menos corri desde 2011. O mês da preguiça.

Agosto: ainda frio, mas o começo das férias de 15 dias. Utilizei as férias como novo ponto de partida para treinos constantes no ano. Montei uma planilha de 12 semanas. Como mestre do planejamento, minha planilha terminava em um fim de semana sem provas. E duas provas alvo de 10 km seriam em agosto e setembro, no meio da planilha. Totalmente errado. Neste mês, participei da Corrida da Esperança e consegui correr os 5 km em menos de 25 minutos. E na prova dos 10 km da Maratona de SC, fiz os 10 km em menos de 50 minutos. Foi o que consegui e estava de bom tamanho.

Setembro: treinos continuavam constantes e com alguns treinos de ritmo, saindo um pouco da zona de conforto. A prova da Track & Field era a melhor prova para fazer o recorde nos 10 km. A planilha estava no meio e não estava totalmente preparado. Tentei o sub 45, mas morri no 4º km. Terminei em 47:29 e foi até bem razoável. Ainda corri a Corrida Pela Paz acompanhando o Nilton para fazer sub 50 nos 10 km.

Outubro: um mês de treinos bons, mas a intensidade cobrou sua conta. Exagerei e senti dores na perna. Diminuí o ritmo e a intensidade e tudo voltou ao normal. Foi um mês sem provas, mas os treinos estavam bons. Em outubro, o horário no trabalho mudou de novo, mas dessa vez para melhor, o que facilitou meus treinos.

Novembro: defini como objetivo tentar um bom tempo na prova de 10 km da Maratona de Curitiba. Estava conseguindo resultados legais no segundo semestre. Nenhum recorde, mas todas as prova com ritmo abaixo de 5 min/km. Queria manter isso e consegui na Figueira Run. Na Meia de Brusque iria tentar um split negativo, pelo menos sub 1h50′, mas senti um problema muscular que acabou com meu ano. Ainda fui para Curitiba e, bem burro, participei dos 10 km. Só piorei a lesão e fiquei 20 dias parado. O fato positivo de novembro foi a transmissão ao vivo da Corrida de Angelina pelo Por Falar em Corrida. Melhor momento do ano.

Dezembro: voltando devagar, corri a Balneário 10K, mas me arrastando. Os treinos voltaram leves e curtos e aos poucos estou aumentando. Espero que em janeiro já estava tudo dentro da normalidade. Ainda falta um pouco de confiança na perna que estava machucada. Parece que não tem mais nada, mas o receio de voltar sempre existe. Por isso, nada de treinos com ritmo muito forte.

Resumo: a Maratona Beto Carrero e a transmissão ao vivo da Corrida de Angelina foi o que valeu a pena em 2014. Este ano serviu também para ver que treinar dá resultad0 (ah, vá! Não diga!), mesmo que por pouco tempo. Da Maratona Beto Carrero em junho até a Figueira Run em novembro, todas as provas foram com ritmo abaixo de 5 min/km. Fiquei animado com isso. Fim das minhas lamentações. 2014 não foi tão bom quanto poderia, mas espero que em 2015 consiga ser constante nos treinos e corridas e não me lesione. Se der para fazer algum recorde mundial pessoal, melhor. Pode vir, 2015.

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PFC 72 – Falta de Respeito nas Corridas

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A corrida é um esporte que envolve uma quantidade muito grande de atletas em cada evento. São pessoas de todos os tipos convivendo em um mesmo lugar e para que não haja constrangimento ou para evitar confusões desnecessárias é fundamental que todos busquem preservar o respeito e a ética. Nesta edição do Por Falar em Corrida, discutimos algumas das coisas que nos incomodam e precisam ser evitadas durante um evento de corrida. Corra e Escute!

Participantes: Guilherme Preto / Enio Augusto / Maurício Geronasso / Nilton Generini.

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Mulher corre nua em Porto Alegre

O Google pediu para tirar a imagem

No último dia 30/10, uma mulher apareceu correndo nua em Porto Alegre. Parecia apenas algo diferente, raro. Chamou atenção. Para nossa surpresa, surgiu outra notícia dia 6/11 de que mais uma mulher estava caminhando nua pelas ruas da mesma Porto Alegre. A princípio, a notícia dizia que a mulher estava caminhando nua. Tudo bem, pode merecer algum destaque, mas nada relacionado a corridas.

No entanto, o Guilherme Preto viu outra notícia que dizia que a mulher, lutadora de MMA, que se identificou como Betina, estava correndo. Concluímos, portanto, que além dela estar protestando contra o governo, estava fazendo um treino intervalado na chuva. Com este aditivo de estar correndo, julgamos por bem fazer um post. Porto Alegre está se tornando a capital nacional da corrida pelada.

Links das notícias:

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Mulher corre nua em Porto Alegre

O Google pediu para tirar a imagem

A corrida natural vem ganhando cada vez mais adeptos. Quem estava passando pelo Parque Moinhos de Vento, o popular Parcão, em Porto Alegre, comprovou isso. Uma mulher de 30 anos estava correndo nua pelo parque, o que atraiu olhares dos frequentadores. Testemunhas disseram que a mulher começou a se despir, deixou as roupas e tênis embaixo de um banco e saiu correndo pelo parque. De acordo com a Zero Hora, a mulher não falava português. Demorou alguns minutos até que policiais, avisados pelos populares, abordassem a praticante da corrida natural.

A corredora adepta da corrida natural, loira e de olhos azuis, estava relutante em se vestir. Ela foi encaminhada para dentro da viatura. A reportagem contou que os policiais buscaram uma abordagem que não expusesse a corredora diante dos curiosos que tiravam fotos. Dentre esses curiosos, estava também o fotógrafo da agência RBS. Os policiais não registraram a ocorrência. No fim, descobriu-se que a corredora nua gostava de pular de asa delta e estava “correndo pela liberdade”. Será que isso vira moda?

Link da notícia:
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/10/mulher-corre-nua-pelo-parcao-e-e-detida-pela-brigada-4632154.html

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Coluna do Enio – Corrida, calorias e fast food

ESTE POST ESTÁ DESATUALIZADO. NA ÉPOCA EU ERA COMO ESTÁ NO TEXTO. HOJE MUDEI A ALIMENTAÇÃO.

As calorias, sempre presentes no nosso dia, aparecem desta vez por aqui também. Sempre tive vontade de fazer essa relação entre as calorias contidas nos lanches de fast food e as calorias perdidas correndo. O número de calorias foi o Garmin que calculou. Logo, não é nada preciso. É apenas um simples levantamento de dados e curiosidade. A base de pesquisa deste texto foram meus dois lugares preferidos para comer fast food: McDonald’s e Burger King.

Para começar, vamos aos números. Em média, em meias maratonas gasto 1800 calorias. Nos treinos normais, entre 600 e 800 calorias. Podemos colocar 700 para ficar na média. Já nos 10 km das provas da Track & Field, quando corro em ritmo mais rápido, vai 860 calorias em média.

Em uma refeição normal no McDonald’s, como um Big Mac (510), um Big Tasty (850), uma batata frita (340) e uma Fanta Laranja (208). Temos, portanto, 1908 calorias ingeridas.

Quando vou ao Burger King, em geral peço um Whopper duplo (978) com mais um hambúrguer (297), um Whopper normal (757), uma batata frita (318) e um refrigerante (92). Total de 2442 calorias ingeridas.

Ou seja, levando todos esses números em consideração:
– Depois de um lanche no McDonald’s, para perdi tu que ingeri preciso correr pouco mais de uma meia maratona, 2,5 Track & Field ou fazer uns três treinos normais.
– Depois de um lanche no Burger King a coisa fica um pouco pior. Precisaria de uma meia maratona mais um treino normal, correr 28 km ou fazer 3 Track & Field.

Com todos esses números acima, percebe-se que é uma conta que nunca vai fechar. Ganha-se mais calorias do que se perde. Fosse um banco, estaria com saldo negativo há tempos e poderia decretar falência. Como é apenas corrida e comida, acho que é possível viver assim por mais alguns anos.

Seguem os links dos sites e tabelas nutricionais das empresas utilizados para consulta:

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PFC 57 – Corra que o Bebê Vem Aí

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PFC 49 – Gente Que Corre

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Nesta edição, falamos de um texto que teve bastante repercussão entre os corredores, intitulado Gente que corre. Participação de Nilton Generini.

Assista à edição 49 no YouTube: