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Relatório de junho 2016

Ainda é tempo de comentar como foi o mês passado. Junho foi um mês com mais treinos e uma corrida. Só que não foi uma evolução tão gradativa assim. Pode parecer bom o número de treinos, mas no meio teve uma Meia de Floripa, que fiz sem estar devidamente preparado. Foi um pico de quilometragem indevido. Fora isso, a programação seguiu normal.

O problema é que esse pico gerou muito impacto e algumas dores por uns dias a mais. Com o tempo, foi passando. Muita bike e mais alguns treinos de corrida fizeram parte de junho. Corri o triplo de maio e foi o mês em que as coisas começaram a se ajeitar novamente.

Tudo indica que julho seguirá nesse caminho. Talvez os quilômetros e o tempo de corrida sejam até próximos, mas o que fica de positivo do mês que passou é que as dores no joelho estão, digamos, controladas. Não sinto mais dores fortes, como foi em abril. Os treinos mais curtos também ajudaram nisso. Ainda tem a bike e o pilates completando.

A soma de tudo isso deve ter ajudado para que o joelho sofra menos. Com as dores contidas e controladas e conseguindo correr, resta agora tentar melhorar o tempo na corrida. Sinto que os treinos ainda não estão encaixados como gostaria, mas o ritmo dos intervalados está razoável. A tendência é melhorar.

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Relatório de dezembro e do ano

Chegou o fim do ano, enfim. E, claro, é o momento do relatório de dezembro e, consequentemente, do relatório compilado de 2016. Começando da parte menor, o mês, no caso dezembro: foi um mês já em desaceleração. Apenas corri a Volta da Pampulha, mas em ritmo bem tranquilo e depois fiz poucos treinos, todos tentando manter sempre um ritmo moderado. A previsão era parar dia 20 por causa da cirurgia nos olhos, mas tive que parar dia 15 por causa da infecção intestinal. Com isso, o mês devagar ficou bem parado e corri poucos dias.

Por conta disso, foi o mês que menos corri, fora maio e julho, meses que estive lesionado e tentando voltar. Dos 31 dias de dezembro, só 8 de atividades e 23 sem correr. 74% dos dias não corri, a maior porcentagem, o que mostra que a quilometragem da Pampulha ajudou a alavancar os números de quilômetros do mês. Falando neles, foram 68,08 km em 6:50:06. As médias ficaram em 8,51 km e 51:16, com ritmo médio de 6:01 min/km. Este ritmo menor se deve muito aos treinos moderados, sempre tentando manter abaixo de 6 min/km. Dezembro não teve muitos destaques. O foco maior era o descanso.

Sobre o ano, dá para perceber que fui muito inconstante. Quando parecia que ia melhorar, parou. Subiu de novo e caiu. Só a partir de agosto consegui uma constância legal, sem dores. Os treinos nunca foram nos níveis que pretendi, mas o fim do ano foi muito promissor. Espero que em 2017 consiga manter o nível de março, outubro e novembro. Foram os meses em que as coisas correram do jeito imaginado. Tendo uma boa sequência nos treinos, acredito que este ano as coisas fiquem melhores. Abaixo, a tradicional tabela, desta vez cheia de números que só importam basicamente para mim.

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Relatório de Novembro

Novembro chegou ao fim e, contrariando todas as frustrações anteriores, terminou muito bem. Em geral, neste ano, quando parecia que os treinos iam engrenar aparecia algum problema. Em novembro deu tudo certo. Ou ao menos não deu nada errado. Consegui fazer os treinos longos que queria antes das meias e cheguei bem preparado. Não no sentido de poder correr o ritmo mais rápido da vida, mas no sentido de conseguir correr uma meia maratona com muito menos sofrimento do que foi a Meia de Floripa em junho. Em função das duas meias, os treinos após a Asics Golden Run Brasília diminuíram, mas tentei deixei eles intenso. Não forte de morrer, mas também não fraco de acomodar.

Ao contrário de outubro, que deu quase 100% de dias correndo, novembro foi bem econômico, principalmente depois da primeira meia maratona. Dos 30 dias de novembro, foram 15 dias de corrida e 15 de descanso. Exatamente 50% de cada. Deu um total de 155 km, a quarta maior quilometragem mensal do ano. Ou seja, mesmo correndo metade do tempo, foram bons quilômetros. O tempo total foi de 15:05:43. O melhor, contudo, foram as médias: 10,33 km em 1:00:23 e ritmo médio de 5:51 min/km. Foi o mês com maior média de quilômetros e tempo e o menor ritmo médio. Dos 15 dias correndo, apenas 5 tiveram ritmo acima de 6 min/km. As duas meias abaixo de 5:30 e os últimos treinos do mês, mais fortes, também ajudaram nisso. No mês que não planejei, saiu o sub 6 min/km.

Novembro foi muito bom. Depois da Meia de Florianópolis, senti um pouco a sola do pé. Aos poucos, o incômodo está passando. Estou fazendo alguns exercícios na região. Parece que não será um grande problema. Dezembro vai servir como período de recuperação. No mês, tem ainda a última prova do ano, a Volta da Pampulha, onde vou correr para me divertir e fazer vídeos para o Por Falar em Corrida. Após isso, quero me dar férias e correr sem compromisso até o fim do ano. Talvez com o intervalo que já tenho fazendo, dois dias parados e um correndo, em ritmo mais forte. O objetivo maior será manter o combo do Mova Mais. A dificuldade é uma cirurgia dia 20 de dezembro. Talvez esse combo fique pelo caminho. Vamos ver o que dezembro reserva.

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Relatório de outubro

relatorioOutubro terminou e confirmou as expectativas. Posso dizer até que superou-as. A evolução de setembro continuou de forma progressiva e consegui encaixar alguns treinos longos. Em setembro, o maior longo foi de pouco mais de 10 km. Em outubro, foram 8, todos entre 12 e 17 km. Foram poucos dias de folga e nenhum dia com a assombração das dores. Eventuais cansaços e incômodos apareceram, mas pelo jeito foi mais dos treinos do que de uma possível nova lesão. Fiz poucos treinos intervalados. Acredito que esses treinos de mais qualidade estejam em falta, mas até a Meia de Florianópolis devo seguir nessa linha de mais rodagens. Se o corpo aguentar duas maratonas em dois fins de semana seguidos, posso ficar mais confiante e voltar a fazer treinos intervalados com mais frequência.

Outubro foi quase 100% de treinos. Dos 31 dias do mês, foram 28 dias de treinos 3 de descanso, sendo que um deles foi mais por causa da chuva. Mais de 90% do mês correndo. Somei um total de 264,87 km em 26:34:22, a maior quilometragem e o maior tempo de treino desde outubro do ano passado. As médias ficaram em 9,46 km, 56:57 e ritmo de 6:01 min/km. Foi o mês que mais corri no ano, ultrapassando de longe março e deixando mais para trás ainda setembro. Foram 101 km a mais em outubro. O que fez a diferença foram os treinos longos, embora mais lentos. Até queria terminar o mês com ritmo médio geral abaixo de 6 min/km, mas não era o mais importante.

Manter uma constância de treinos, com vários longos e sem dor, foi muito estimulante. No meio do mês ainda participei da Track&Field Run Series Florianópolis. Não foram os meus melhores 10 km, mas foi o melhor para o momento e me deu confiança para tentar treinos mais rápidos. Não sei como vai ser novembro na questão do volume dos treinos. Tem duas meias maratonas e talvez uma terceira corrida no fim do mês. Espero que a regularidade se mantenha. Não vou me preocupar muito com números de quilômetros. Vou correr e encaixar os treinos como der. Espero chegar ao fim do mês que vem com boas notícias e com mais confiança.

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Relatório de setembro

relatorioMais um mês chega ao fim. Desta vez, posso postar o relatório no último dia do mês porque não teve treino hoje. Setembro passou e foi um mês muito bom de treinos. A evolução que começou na metade de julho só melhorou. As rodagens aumentaram, tanto em tempo quanto em distância, e o ritmo ficou mais constante. Também ficou um pouquinho mais rápido. Ainda tive alguns intervalados e treinos que me tiraram da zona do conforto. Alguns por conta própria, outros por forças externas. Não vou dizer que já corro totalmente sem medo, mas a confiança aumentou muito.

Setembro teve os mesmos dias de treino que agosto, mas foi muito mais produtivo. Fora que setembro tem 1 dia a menos, então a porcentagem de treinos no mês foi maior. Dos 30 dias do mês, foram 23 dias de treinos e 7 dias de descanso. Deu mais de 76% do mês correndo. Total de 163,40 km em 16:37:05. As médias foram de 7,10 km, 43:21 e ritmo de 6:06 min/km. Foi o segundo mês em que mais corri. A tendência é que outubro seja ainda melhor.

Ainda em setembro participei da Global Energy Race, uma prova que me fez correr em um ritmo mais rápido do que o usual. Em outubro, tenho apenas uma prova na agenda por enquanto: os 10 km na Track&Field Run Series Florianópolis. O mês de setembro me fez correr de forma mais natural, quase esquecendo que um dia senti dor. Ainda tomo meus cuidados, mas me sinto menos preso. Não sei se outubro vai chegar perto do mês de março, o melhor do ano até então, mas acredito que possa ser tão bom ou melhor que setembro. É só conseguir manter a regularidade.

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Relatório de agosto

relatorioAgosto costuma ser o mês mais longo do ano. Pelo menos, essa aparência de eternidade do mês serviu para que meus treinos voltassem quase à normalidade de outrora. Claro que ainda está distante do que almejo, mas melhorou muito e as perspectivas para setembro são as melhores possíveis. O medo das dores ainda existe, mas à medida que elas não aparecem a confiança vai aumentando. Bem aos poucos, mas aumenta.

Gostei do mês. Não foi de desgosto. Pelo contrário, foi de uma esperança de dias melhores. Mais corrido do que andado, o que já é um fato a se comemorar. Dos 31 dias de agosto, 23 dias de treinos e 8 dias de descanso. Em julho, os dias de atividade foram 9. Ou seja, melhorou um tantinho. Corri em 74% do mês. Um total de 124,94 km em 14:54:20. As médias foram 5,43 km, 38:53 e ritmo de 7:09 min/km. Apesar das médias baixas em comparação com a maioria dos outros meses, foi o segundo mês que mais corri no ano em distância e tempo.

Ainda participei de uma prova em agosto. Nada muito excepcional em termos de desempenho, mas valeu pelo encontro com os amigos, apesar do tempo feio, com chuva e vento. Os treinos seguem. Estou conseguindo aumentar gradativamente o tempo e a distância, enquanto o ritmo vai ficando levemente mais rápido. Por enquanto, sem sinal de dores. Se tudo correr bem, setembro será mais um mês de evolução. O último quadrimestre de 2016 pode ser a parte mais produtiva de treinos neste ano. Abaixo a tabela com todos os meses.

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Relatório de julho

relatorioJulho chegou e parecia que seria o pior mês de todos. Até foi, mas acabou que foi bem menos pior do que imaginava. A tendinite começou a ser tratada com as sessões de fisioterapia e os treinos de corrida foram reiniciados aos poucos. Foram mais treinos do que em maio e só um a menos do que em junho. Claro que a quantidade e qualidade não foi lá essas coisas, mas pelo menos as dores não apareceram. Podem se manifestar em agosto. Com a falta de sorte este ano, não é de se duvidar. No entanto, terminamos julhos com perspectivas de dias melhores. Bem diferente do que falei no relatório de junho, quando pensei realmente que teria um total de 0 atividades no mês que terminou.

Foi um mês mais andando do que correndo, mas até que corri uns minutinhos. Dos 31 dias de julho, foram 9 dias com atividades. Vejam que milagre! Utilizando da matemática, 22 dias foram de descanso. Da corrida, no caso, porque o restante do mês foi quase todo na fisioterapia nos dias de semana. Vamos usar o termo correr para dizer que corri em 29% do mês. Foram minguados e não doloridos 36,16 km em 5:09:33. Média de 4,02 km e 34:24, com ritmo médio de 8:34 min/km. Foi o mês com pior média de quilometragem e de ritmo médio, mas não foi dos piores com relação ao total de quilômetros, ao total do tempo a à média do tempo.

O que esperar de agosto? Não sei. A única certeza é que terá 31 dias e estou inscrito em duas provas, as quais não tenho certeza nenhuma se terei condição e vontade de participar. Continuo com meus treinos de anda e corre, torcendo sempre para a dor no pé não aparecer. Por enquanto, está tudo bem, mas eu sempre acho que ela vai dar sinal de vida para atrapalhar a minha vida. Sou desconfiado e vai demorar para que eu corra sem ficar pensando que a qualquer momento a dor pode querer o protagonismo novamente.

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26 meias depois

Depois de domingo, cheguei a marca de 26 meias maratonas. Números, números, números. Gosto dos números. Então, lá vamos nós. Comecei em 2011. Podemos dizer que estou na sexta temporada de meia maratona. Até agora, foram 5 em 2011, 5 em 2012, 6 em 2013, 3 em 2014, 6 em 2015 e 1 em 2016. O tempo média de todas as meias é 1:52:12, o que dá um ritmo médio de 5:19 min/km. A meia de domingo deu uma aumentada nessa média. Antes era de 1:51:56.

O objetivo no futuro é melhorar essa média cada vez mais. A Meia de Floripa ficou em 22º no ranking das provas realizadas. Para ter ideia, só ganhou de quatro meias, justamente as de 2011. Em 2011, corri 5 meias, sendo que 3 acima de 2 horas (as únicas da vida), uma em 1:59:02 e outra em 1:58:10. Então, se domingo eu tivesse ido com esse tempo na cabeça, talvez melhorasse um pouco a posição da Meia de Floripa.

O curioso é que a 21º no ranking tem o tempo de 1:58:51. Por 4 segundos, a Meia de Floripa ficou em 22º. Preciso definir um critério de desempate para quando isso acontecer. Por enquanto, foram só coisas de segundos de diferença. Mais para a frente vai acontecer algum empate. Das 26, 1 é sub 1h40, 7 sub 1h45, 11 sub 1h50, 14 sub 1h55 e 23 sub 2 horas. A faixa entre 1h55 e 2h é onde tem mais provas, com 9 corridas.

Pelo que se apresenta no resto de 2016, terei apenas mais uma meia. Parece que vai ser o ano com menos meias maratonas realizadas. Vamos ver se as próximas consigo colocar no top 10. Ainda tem margem para melhorar e colocar novas meias nos lugares mais altos do ranking.

Fiz um post ano passado depois da Golden Four DF com todas as meias realizadas. Depois de domingo, o ranking foi atualizado:

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Relatório de abril

relatorioAbril tinha tudo para ser o melhor mês do ano. Março foi excelente e tudo indicava que abril seguiria no mesmo caminho. Previsões e planejamentos não resistem a dores no peito do pé e derrubam os números do relatório deste mês, que deveria ser um mês cheio de treinos e evolução e foi um mês com mais tempo parado do que correndo. Nos primeiros 10 dias do mês, fiz 9 treinos e 1 dia de descanso. Nos 20 dias seguintes, foram 4 treinos bem capengas e nunca 100% e 16 de repouso. Mesmo assim, ainda corri mais do que em janeiro e quase mais do que em fevereiro.

Dos 30 dias de abril, fiz só 13 treinos e tive 17 dias de descanso. Muito mais do que eu imaginava. Com isso, em abril, corri apenas 43% do mês. Foram minguados 108,30 km em 10:59:37 nos 13 treinos realizados. Deu uma média de 8,33 km e de 50:44 por treino. Média geral de 6:05 min/km. Ou seja, até onde consegui correr foi bem consistente. Bom, depois que parei também fui bem regular. Vários dias sem correr.

Em abril, fiz a primeira prova do ano. Não foi a melhor da vida, mas foi bom dentro do que tinha sido treinado. Em maio, não temos muita expectativa. Se voltar a correr, não vai ser muita coisa. É provável que o relatório deste mês seja bem menor do que todos os outros anteriores. Maio é descanso e talvez voltar a pensar em correr.

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