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Nesta edição, falamos da seletiva para a maratona olímpica que vai acontecer amanhã nos Estados Unidos. Meb Keflezighi participará da prova e tentará se classificar para mais uma edição das Olimpíadas. Além disso, quem corre mais? Você ou seu cachorro?

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PFC 119 – Minha Primeira Maratona

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Pode-se dizer que a maratona é o maior desafio de um corredor. Não por ser a prova mais longa, mas pelo fato de que, ao vencer a marca dos 42 km, o corredor parece completar um ciclo e um desafio que parecia inatingível no começo. Para cruzar a linha de chegada, é preciso um preparo maior do que o feito nas distâncias menores. Por isso, o ditado que diz que a pressa é inimiga da perfeição define bem como deve ser a preparação para os 42.195 metros. Assim, a preparação deve progredir sem pressa e com paciência. Para falar da primeira maratona, tivemos nesta edição dois convidados para compartilhar a experiência recente deles na estreia em maratona este ano.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini e Mauricio Geronasso.

Convidados: Juliana Falchetto e Gustavo Nunes.

Juliana Falchetto:

Gustavo Nunes:

Assuntos mencionados na edição:

  • A menos de um ano da Olimpíada, arena do atletismo ainda não tem pista
  • Vem aí a Star Wars Run
  • Ajude a fazer o Natal mais feliz do pessoal da APAE de Angelina
  • Garmin lança novos modelos de relógios GPS para corrida
  • Teste Yasso 800

Assista à edição 119 no YouTube:

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Motivos para correr uma maratona

Dane Rauschenberg ficou conhecido no mundo das corridas como o homem que correu 52 maratonas em 52 fins de semana consecutivos. Ele fez uma lista no site da Runner’s World com alguns motivos do porquê devemos correr uma maratona.

  • Exuberância
  • Inspirar outras pessoas
  • Autoconfiança
  • Sentir-se como um super-herói
  • Viajar
  • Conhecer a cidade correndo
  • Fazer novos amigos
  • Corpo em forma
  • Pessoas incríveis
  • Camaradagem
  • Medalhas
  • Ficar nervoso antes da largada
  • As ruas são suas
  • Ser um vencedor
  • Correr para você
  • Melhor entendimento das calorias
  • Correr atrás de belos quadris
  • Estimula o paladar
  • Porque você pode

Você deveria correr uma maratona porque cada quilômetro vai fazer você se sentir cada vez mais forte. Dor, atritos, suor, lágrimas e sangue serão lembranças de como você venceu os 42.195 metros da maratona.

Qual outro motivo você daria para alguém correr uma maratona?

Via Runner’s World

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PFC 81 – A História da Maratona

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Correr provas de 5, 10, 21 km faz parte da nossa rotina. Mesmo com essas provas e com as ultras e outras distâncias, nenhuma prova fascina tanto e encanta como a maratona. O treinamento, os desafios da maratona, o dia da prova, a história, tudo o que se refere aos 42.195 metros parece envolvido em uma aura de coisas incríveis. Na verdade, é apenas mais uma prova, pouco mais de 42 km, mas é o que mais está presente no nosso dia a dia, seja na corrida ou não. Pensando nisso, decidimos fazer um podcast contando do nosso jeito a história da maratona, desde como surgiu até os dias atuais.

Você também pode assistir à gravação no YouTube:

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10 dicas para a maratona perfeita

A Runner’s World trouxe 10 dicas para a maratona perfeita e para isso pegou a opinião de Doug Kurtis, de 62 anos, que correu 205 maratonas nos últimos 40 anos, sendo 200 delas sub 3 horas. Alguma experiência ele deve ter. É das poucas pessoas que fizeram essa marca de sub 3 horas em 5 décadas diferentes. No entanto, mesmo com esse volume e tantas maratonas, evitou lesões treinando de forma inteligente (correndo devagar a maior parte do tempo, variando as rotas e companhias de treinos e descansando quando sentia que era necessário). Ele estima ter usado aproximadamente 700 pares de tênis nesses anos. Talvez a maratona perfeita seja quase uma utopia, mas essas dicas do Doug Kurtis podem ajudar a chegar o mais perto possível disso:

Inscreva-se agora
Ter um objetivo concreto e definido o quanto antes pode te deixar motivado, especialmente se você pagou a inscrição. Ter feito este investimento pode fazer você treinar e sair de casa mesmo nos piores dias.

Corra a maioria dos treinos em ritmo leve/confortável
A planilha de Kurtis tinha apenas uma treino de velocidade por semana. O resto do tempo ele aconselha a correr confortavelmente. Por quê? Maratona tem a ver com resistência, não velocidade. A velocidade vem com os quilômetros a mais.

Dê uma descanso para os seus tênis
Permita que seus tênis também descansem entre um dia e outro. É bom ter alguns modelos para variar. Um estudo de 2013 descobriu que corredores que usaram diferentes pares de tênis por 22 semanas tiveram 39% menos chance de se lesionar do que os que usaram apenas um par.

Utilize provas como treinos
Participar de algumas corridas sem a pressão de melhorar seu tempo ajudam a derrotar o nervosismo pré-corrida. Assim, quando for correr, já estará acostumado a se sentir calmo na largada. Além disso, o apoio da torcida e amigos pode fazer qualquer treino longo parecer mais fácil e divertido. Se você tem um longo de 24 km para fazer, pode fazer 21 km em uma meia maratona. Faça o aquecimento com os quilômetros que faltariam e corra a prova em um ritmo BASTANTE CONFORTÁVEL.

Tente treinar duas vezes no dia
Fazer um segundo treino quando você já fez um e está cansado lembra muito a parte final de uma maratona. Você estará mais confiante no dia da prova porque sabe que pode correr mesmo cansado. A sugestão é adicionar esse segundo treino quando for possível, correndo uns 5 km em ritmo confortável.

Ouça o seu corpo
Para evitar lesões, procura ajude ao primeiro sinal de problema. Se alguma coisa não parece certa, não hesite em procurar ajuda. Isso significa também ajustar a planilha de treinos. Se você está muito cansado ou com princípios de câimbra, mude seu treino para outro dia. Ouça o seu corpo e não ultrapasse seus limites.

Corra com um amigo ou em grupo
Pode ser uma forma de ter motivação e apoio. Correr sozinho pode parecer mais uma obrigação do que qualquer outra coisa e correr com alguém a 4:30 min/km pode parecer a coisa mais fácil e divertida do mundo.

Faça ajustes
Os treinamentos devem ser modificados para se adaptar às necessidades do corredor. Se você corre 5 dias por semana e não 6, pode fazem um treino curto e um treino longo no dia seguinte. Existem várias maneiras para adaptar a planilha de treinamento ao seu dia a dia. Os treinos que devem se adaptar e não você a eles.

Invoque suas palavras mágicas
Você pode ter uma variedade de frases simples e encorajadoras para passar pelos maus momentos de treinos e corridas. Podem ser aquelas frases de autoajuda bem clichê que você não tem coragem de escrever ou falar para ninguém, mas que te ajudam a superar as situações ruins que se apresentam.

Cuidado ao fim dos treinos e corridas
Não se apresse em fazer alongamentos após os treinos e corridas. Isso pode te levar a lesões que certamente você não quer ter. Algumas pessoas querem ser competitivas, vão muito além dos seus limites e acabam descobrindo da pior forma que o corpo não pode lidar com essa sobrecarga.

Link original
Runner’s World

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5 coisas que a maratona ensina sobre a vida

1 – Sua preparação vai determinar seu resultado.
Quando você chegar na linha de partida da maratona, ou você treinou ou não treinou. Você não pode mentir quando estiver percorrendo os 42.195 m. Se você não fez todos os treinos, isso vai aparecer. Tal como é na vida. Quando você não se prepara, não estuda, não trabalha duro, não se alimenta direito ou não treina como deveria, o resultado vai aparecer (ou não). Você precisa estar disposto para fazer o treinamento que precisa ser feito para ter sucesso. Atalhos serão apenas ilusões.

2 – Você realmente pode fazer mais do que pensa.
Quando você começa a correr, o primeiro quilômetro parece uma eternidade. Você nem sabe como vai fazer para completar essa distância. Nessa época, correr uma maratona parecia algo impensável, impossível. Conforme você aumenta sua quilometragem semanal, você começa a pensar que pode conseguir coisas maiores. Aí, você começa a treinar mais e percebe que pode fazer uma maratona. Não faça as coisas serem mais complicadas do que realmente são, seja no esporte ou na vida. Você tem mais coragem do que acredita, é mais forte do que parece e mais espero do que pensa.

3 – Você tem que aprender a aproveitar a jornada.
Você pode demorar 5, 6 horas para completar a maratona. Sim, você sabe que é devagar, mas você fez o que pretendia. Quando você percebe o orgulho que sentiria cruzando a linha de chegada, sabe que precisa aproveitar cada quilômetro. Se você passar a vida esperando para comemorar, talvez perca os grandes momentos dela. Não há problema em olhar para frente, mas deve-se aprender a aproveitar o passeio. Aproveite os meses de planejamento que vão te levar a conquistar esse objetivo e o caminho até chegar lá. Mantenha seu foco no objetivo final, na linha de chegada, mas não esqueça de apreciar todo o caminho que te levou até ali.

4- Contratempos acontecem.
Você pode não ter nenhuma problema de lesão durante sua preparação para a maratona. Pode, também, sentir uma dor na perna na última semana antes da prova, que vai te impedir de correr a maratona no ritmo que treinou durante meses. Ou talvez até te impeça de correr. A vida sempre vai te apresentar obstáculos, mas não é o que acontece que conta e sim como você reage. Assim como no treino para a maratona, a vida raramente vai do jeito que você gostaria. O tempo passa, lesões acontecem e doenças aparecem. A chave para a vida é aprender a gerenciar as pedras no caminho. A vida não é sobre esperar a tempestade passar, mas sim sobre aprender a dançar na chuva.

5 – Orgulho de si próprio é o melhor tipo de orgulho.
É difícil explicar para as pessoas o que se sente ao terminar a primeira maratona. Virar a esquina e ver a linha de chegada, ver os familiares e amigos torcendo, ter a medalha colocada no pescoço. O fim da corrida não é apenas sobre os últimos 42.195 m. É o auge de meses treinamento, de acordar cedo no fim de semana, correr na chuva, com algumas dores e cansaço. Mas o sentimento de alcançar o objetivo compensa. Talvez você não consiga lembrar de alguma época em que sinta tanto orgulho de si. Desafiar-se algumas vezes, fazer algo que está fora da sua zona de conforto, traçar um objetivo e se empenhar para alcançá-lo vai te deixar orgulho e sentindo que toda essa jornada valeu a pena.

Seja você um atleta ou estudante, se trabalha em um escritório ou é dono de empresa, se está escrevendo seu primeiro romance ou criando seu primeiro filho, dê o seu máximo. Aproveite a jornada e celebre as conquistas.

Link original:
Huffington Post

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Adolescente de 17 anos vence maratona

Na semana passada, trouxemos a notícia de que Doug Fernandez, de 54 anos, venceu a Maratona de Harrisburg. Pois bem. Encontramos outra notícia na Runner’s World sobre mais um vencedor de maratona com idade, digamos, inusitada. A adolescente Alana Hadley, de 17 anos, venceu a Monumental Marathon, em Indianápolis, dia 1 de novembro, com o tempo de 2:38:34, quebrando ainda o recorde do percurso.

Ela melhorou seu tempo de 2013, que havia sido de 2:41:56, nesta mesma prova. Alana disse: “é uma sensação incrível! Você sempre sonha em vencer uma corrida. E melhor ainda foi o fato de ser capaz de lidar com as condições do tempo e executar meu plano de corrida de forma quase perfeita”.

Alana correu a primeira metade em 1:19:28 e a segunda metade em 1:19:06, fazendo um split negativo, que era parte da estratégia dela. “Decidi que o split negativo seria a melhor opção, fazendo o que era possível contra o vento e aproveitando quando ele estava a meu favor”, disse Alana.

Alana tem o segundo melhor tempo dentre as colegiais norte-americanos. O melhor tempo é de Cathy Schiro, que fez 2:34:23 em 1984. Schiro passou a fazer de 1988 e 1992 as equipes olímpicas da maratona como Cathy O’Brien. A melhora do tempo poderia sugerir que foi um ano bom, de progressão nos tempos. No entanto, foi um ano difícil para Alana.

Depois da Monumental Marathon do ano passado, ela acrescentou muitos treinos de qualidade e acabou desenvolvendo uma lesão por estresse no terceiro metatarso do pé direito. Foi sua primeira grande lesão na corrida, que começou, vejam só, quando ela correu sua primeira corrida de 5 km aos 6 ANOS.

Depois de quatro semanas parada por causa da lesão, entre dezembro e janeiro, ela voltou a correr sua quilometragem semanal, que gira em torno de 170 km. Decidiu tentar correr a Grandma’s Marathon em junho, mas teve que abandonar a prova no km 32 por causa de dores no quadril. Depois desse resultado e do desempenho ruim na Rock ‘n’ Roll Virginia Beach Half Marathon, Alana decidiu tratar as coisas com um pouco mais de profissionalismo.

Procurou uma clínica de esportes para resolver seu problema no quadril e decidiu ter mais flexibilidade nos seus planos e objetivos nas corridas. Essa flexibilidade ajudou no dia da maratona. Como o tempo não estava em condições ideais, Alana teve que mudar seu plano de corrida para as condições que se apresentavam.

Alana tem como objetivo as eliminatórias olímpicas e, se tudo der certo, representar os Estados Unidos no Rio de Janeiro. “Ao concentrar em conseguir tempos mais baixos e correndo mais rápido, acho que estou no caminho certo para me tornar mais competitiva em campeonatos nacionais e conseguir uma vaga na equipe do Campeonato do Mundial”, disse ela.

Alana é treinada por seu pai e vai continuar sendo treinada por ele a distância quando for para a faculdade em 2015. Ela ficou com três opções de escolha, todas na Caroline do Norte, seu estado natal. Uma das razões que levaram Alana a correr a Monumental Marathon este ano foi a oportunidade de fazer um doação para uma instituição de caridade de Indiana. Ela escolheu a Sociedade de Autismo de Indiana porque sua irmã de 10 anos é autista, assim como um dos seus primos.

Notícia traduzida. Link original:
Runner’s World

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Homem de 54 anos vence maratona

A Runner’s World trouxe uma notícia bem interessante sobre a vitória de Doug Fernandez na Maratona de Harrisburg, Pensilvânia, no último dia 09 de novembro. O detalhe é que Doug tem 54 anos e esta foi a primeira maratona que ele ganhou na vida. Dizem que as coisas boas vem para quem espera e na 17ª maratona, Doug foi o primeiro a passar pela faixa na chegada com o tempo de 02:40:23 (ritmo de 3:48 min/km). Doug superou Juan Martinez, de 36 anos, nos quilômetros finais.

Doug acredita que a idade é mais mental do que física e exageram sobre isso. Doug disse que “esse é o problema quando você é velho, as pessoas focam mais na sua idade do que nas suas realizações”. Quando Doug corre, ele nunca tenta vencer os corredores da sua faixa etária, mas sim vencer todos. Nas palavras dele, “eu sou um jovem de 25 anos”.

Doug geralmente corre as maratonas maiores e o que ele consegue é vencer na faixa etária. Ele sabe que não vai vencer os quenianos. Entretanto, Doug pesquisou os tempos vencedores anteriores da Maratona de Harrisburg e sabia que tinha condições de vencer. Percebeu que correndo em 2h40′, se não vencesse, estaria pelo menos entre os 5 melhores.

Nas maiores maratonas, Doug tem obtido bons resultados na faixa etária. Foi segundo na categoria 50-54 anos na Maratona de Boston 2014 por dois segundos, terminando a prova em 02:34:43, seu recorde pessoal depois dos 45 anos. Ele estava perto do outro atleta da faixa etária no fim, mas não sabia que estava tão perto. Acha que se soubesse, teria passado.

Seis semanas antes de vencer em Harrisburg, Doug venceu na faixa etária na Maratona de Berlim com o tempo de 02:37:04. Em 2015, Doug espera venceu na sua faixa etária na Maratona de Boston, Maratona de Berlim e Maratona de Nova York, ainda que Berlim e Nova York estejam separadas por cinco semanas. Ele correu quatro maratonas em 2014. E em 2015 estará em uma nova categoria, 55-59 anos, o que Doug diz ter uma diferença significativa.

Doug Fernandez nasceu na Venezuela e veio para os Estados Unidos estudar na Universidade do Colorado. Ele correu em pistas lá e diz que correu seu melhor tempo nos 800 metros em 1:49 (o recorde mundial é 1:40). Depois, entrou para o exército e parou de correr. Aos 45 anos, depois de 20 anos parado e pesando 111 kg, voltou a correr com a esperança de perder o peso.

Ele começou devagar, mas correndo mais quilômetros e perdendo peso, sua competitividade voltou. Em 2007, com 47 anos, ele correu uma maratona em 03:08:43 e continuou melhorando desde então. Atualmente, Doug pesa 81 kg e corre em torno de 160 km por semana no auge da preparação. Ele treina por conta própria e faz seus próprios treinos. Durante o dia, trabalha em pesquisa e desenvolvimento para a Philip Morris.

Doug diz que “a chave é não colocar barreiras de idade na sua mente, e aí você vai fazer muito melhor. As pessoas ficam velhas prematuramente em suas mentes. Você sempre tem que pensar que você é jovem”. Prestem atenção ao que Doug Fernandez diz, parem de reclamar da vida e corram!

Post traduzido. Link da notícia:
http://www.runnersworld.com/masters/54-year-old-man-wins-harrisburg-marathon

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Maratona de Curitiba – 16/11/2014

Maratona Caixa de Curitiba
16/11/2014
Curitiba – PR – Brasil

Valor da Inscrição
R$ 95,00 – Maratona
R$ 80,00 – 10 e 5 km
Lata de leite em pó – caminhada 3 km

Retirada do kit
Na loja Procorrer, na quinta, sexta e sábado anterior ao evento. Durante quinta e sexta, a retirada foi tranquila pelos relatos. Já no sábado, muita fila e espera. Ficamos 1h20′ aguardando para retirar o kit. Tiveram até que fazer distribuição por senha. Pegamos a 838 e estava na 615. Essa foi a pior parte do antes, durante e depois do evento. Talvez a retirada pudesse ser em um lugar maior, com uma expo. Foi um espaço pequeno frente a tantas pessoas que foram lá. Ainda faltaram alfinetes no kit e as camisetas acabaram.

Kit
Para quem fez a maratona, camiseta, toalha, desodorante, meia, viseira e o número. O chip foi retirado no dia. Para quem fez 5 e 10 km, o kit veio sem viseira e meia.

Largada
Aconteceu no horário previsto. Primeiro, largaram os PNE’s, depois a elite feminina da maratona, em seguida a elite masculina junto com o pelotão geral. Meia hora depois teve a largada dos 5 e 10 km e da caminhada. Largada cedo, com 12º C.

Percurso
O percurso da maratona passa por 22 bairros e rende um bom passeio pela cidade. Tem bastante subidas e descidas, o que ao longo da prova, maltrata as articulações. Não é um percurso fácil, mas não é repetitivo. Os primeiros 6 km servem apenas para aquecer, pois o corredor sente que a prova começou a partir do momento que há o retorno para a avenida, onde a maratona e as corridas de 5 e 10 km se encontram. Do km 9 ao 11 é que deve haver cautela, já que é uma parte do percurso que tem pequenas subidas, sendo quase 2 km de falso plano, ou seja leve aclive, muito chato. Do início da prova até o km 26, tem muitos pontos com sombra, que acabam facilitando a corrida. Depois disso, as sombras são raras. Em dias de muito sol, como no dia da prova, o sol vai judiar e te deixar com um belo bronzeado de corredor. Do km 26 ao 29, é o trecho mais tranquilo da prova, talvez pelo fato do que está por vir após isso. A partir do km 30, principalmente em Curitiba, é um trecho que tem muitas subidas e o corpo já está bem cansado. O sol realmente judiou, fator que poderia ser amenizado com a entrega de esponja. Os 5 e 10 km, além da caminhada, ficam mais ao redor da largada no Centro Cívico. Algumas pequenas subidas e descidas. Nada que assuste. É possível fazer tempos bons nessas provas. (Colaborou Maurício Geronasso)

Hidratação
Água e isotônico em abundância. Na maratona, água a cada 3 km. Isotônico 4 postos. Ainda teve dois postos de apoio, no km 33 e no km 38, com balas de goma e coca, além de outros itens que foram muito úteis e ajudaram os corredores. O mais interessante é que esses pontos não foram feitos pela organização. No km 38, foi cortesia da loja Procorrer.

Distância
Nada a reclamar sobre as distâncias dos percursos. Caso alguém tenha notado algo de diferente, fique à vontade para colaborar.

Pós-prova
Uma área de dispersão enorme e um caminho um pouco extenso entre a chegada e saída do curral. Extenso, mas bem distribuído, para que ninguém ficasse obstruindo a chegada dos outros corredores. Primeiro, postos com água, depois isotônico, depois a medalha e no fim as frutas. Saindo do curral, ainda havia tenda de massagem para os atletas.

Medalha
A medalha teve o nome e ano da prova e também a fita personalizada. Muito bonita. Pena que eram todas iguais, para 3, 5, 10 e 42 km.

Concluintes
Total: 2628
42 km: 1468 – 1218 homens – 244 mulheres
10 km: 784 – 454 homens – 331 mulheres
5 km: 376 – 156 homens – 218 mulheres

Resultados

  1. Fred Kosgei Chesondin – 02:22:19
  2. João Marcos Fonseca – 02:22:22
  3. Saidi Juma Makula – 02:22:39
  1. Jacklyne Chemwek Rionoripo Woman – 02:49:12
  2. Conceição Oliveira – 02:53:54
  3. Adriana Sutil da Costa – 02:54:55Elize de Souza Geanesine – 01:41:39

Comentários finais
A Maratona de Curitiba foi um excelente evento. A entrega dos kits no sábado que realmente deixou a desejar. Outra coisa negativa a destacar também era a enorme presença de bicicletas, tanto no decorrer da prova quanto no fim. Nos outros quesitos, tudo pareceu acontecer de forma adequada e sem atropelos. Na arena da prova, tinha espaço da Gilette e uma tenda para tirar aquela foto que sai na hora. Outro ponto positivo é o apoio dos moradores. Na chegada, isso era muito evidente. Uma arquibancada na reta de chegada foi uma grande ideia. Não sei se é possível, mas se tivesse mais seria ainda melhor. Muita gente apoiando e aplaudindo. Como a reta é grande, desde que o atleta aparecia depois da rotatória, já era possível identificá-lo e apoiá-lo. As assessorias esportivas tinham um espaço bom para organizar suas tendas, perto da rotatória, pouco antes da reta final, por onde todos os corredores passavam. Se você participou da prova e acha que ficou faltando alguma coisa, comente ou nos informe, que vamos acrescentar as informações.

*Participou da prova? Concordou com a análise? Discordou? Quer acrescentar alguma coisa? Entre em contato ou deixe sua opinião nos comentários.

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5 dicas do que levar para uma maratona em uma viagem

malaviagemVai viajar para correr uma maratona? Não sabe o que levar, como levar? O que levar no dia da maratona? Essas 5 dicas podem ajudar nessas dúvidas.

1) Leve de tudo
É muito apropriado reunir tudo o que você tem e levar para a largada. Isso significa roupa para todo tipo de tempo (chuva, frio, calor, vento). Não esqueça de uma viseira ou boné, lugar ou óculos escuros também. Leve roupas confortáveis, não para festas ou muito formais. Você provavelmente vai chegar cedo para a corrida e vai ter que esperar a largada. Leve roupas para não passar frio enquanto espera. Use roupas de corridas que você sabe que são confortáveis. Várias camadas de roupa, em caso de frio, são recomendáveis, para que você vá se desfazendo delas a medida que esquenta. Apenas lembre de colocar as roupas na ordem certa, para que possa tirar facilmente, sem contratempos. Você pode usar a camiseta amarrada na cintura ou simplesmente jogá-la fora. A maioria das corridas no exterior, principalmente nos EUA, recolhe as roupas e doa para instituições que precisam. Coloque o seu nome bem grande e visível na camiseta para que os espectadores gritem seu nome quando você passar. Isso pode te animar. É muito melhor ouvir o seu nome do que um genérico “tá chegando”.

2) Se você está viajando, separe as malas 
Leve o tênis que você vai usar no dia da corrida em uma mala/mochila em separado no avião. Mantenha essa mochila com você o tempo todo. Além do tênis, todas as roupas e acessórios que você vai usar ou precisar no dia da corrida devem viajar em separado, para não correr risco em caso de mala perdida de faltar alguma coisa na hora mais importante. Tenha certeza que essas malas chegarão com você.

3) Use meias de compressão 
Quando viajar, seja viajando ou dirigindo, use meias de compressão, de preferência a de cano longo. Meias de compressão auxiliam no retorno do sangue venoso e pode ajudar a prevenir inchaços nas pernas causados por longos períodos sentado e evitar que as pernas fiquem cansadas. Usá-las durante a retirada de kit, na expo, é também uma boa ideia.

4) Nada novo 
Por tudo o que significa a expo, pelas possibilidades de compra, é muito legal ver os produtos novos, tênis novos, mas evite usar qualquer coisa nova no dia da corrida. Sempre teste coisas novas nos treinos antes de usar de fato na corrida. Se você tem estômago sensível, evite amostras na expo. Não corra o risco de ficar ruim do estômago no dia da corrida. A dica é nada novo, só o que foi testado e aprovado.

5) Confira sua sacola 
Coloque tudo o que você vai precisar depois da corrida na sua sacola. Isso inclui uma muda de roupas, toalha, lenços umedecidos para limpeza rápida e outro tênis (de preferência, que seja confortável). É comum sentir frio em algumas maratonas no exterior depois da chegada. Neste caso, inclua alguma camisa extra ou jaqueta. Lembre que você talvez tenha que caminhar um pouco até o carro ou hotel, ou até mesmo usar transporte público, então planeje as roupas adequadas para levar e ficar aquecido e confortável. Itens de valor, chave do hotel, do carro, medicamentos devem ser deixados no hotel ou carregados com você durante a corrida. Eles podem cair da sacola no guarda volume ou ser misteriosamente subtraído. Não corra riscos desnecessários.

Link original
Runner’s World (tradução livre)