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PFC 232 – Retrospectiva e Metas Para 2018

metas para 2018Enio Augusto, Guilherme Preto e Nilton Generini relembram o que prometeram para 2017 e prometem mais coisas para 2018 neste episódio sobre a retrospectiva e as metas para 2018.

Escute e divirta-se!!!

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Metas para 2017

Hoje é o dia das metas. Aquelas que a gente estabelece e sabe que não vai cumprir. Bom, vamos tentar, mas sabemos que podemos não conseguir, mas fazemos porque todo mundo faz e rende post e podcast. Para quem quiser ver as metas de 2016, tem o post de ontem e o post do início do ano passado.

Vamos a elas:

  1. Correr 3.000 km
  2. Recorde dos 5 km
  3. Recorde dos 10 km
  4. Não me lesionar e ser mais constante nos treinos
  5. Correr pelo menos 1 meia maratona sub 1h45

Essas foram as metas que falei no podcast PFC 180. Além disso, lembrei de outras duas que quero fazer:

  1. Tentar manter o combo no Mova Mais pelo maior número de dias possíveis, começando no dia 1º de janeiro de 2017
  2. Chegar novamente nos 75 kg

Sobre as metas:

Voltei a estipular como meta correr vários quilômetros. Escolhi novamente 3.000 km. Não é impossível, mas precisa de uma boa constância no ano. Vamos ver quanto consigo chegar perto e se, dessa vez, alcanço o número.

O recorde dos 5 km e 10 km estão estacionados desde 2012 e 2013, respectivamente. O de 5 km tem a dificuldade de encontrar uma prova com a distância. Ano passado, sem treinos, corri 2. Tomara que este ano encontre alguma. O objetivo é baixar dos oficiais 23:09, embora em projeção já tenha corrido para 22:14. Nos 10 km quero baixar de 45:46. Este sei que vai ser bem difícil, mas resolvi colocar como meta também. Como falei ontem, meta de quebrar recorde nunca vai ser a de um ano apenas, Vai ser para sempre, mas mesmo assim coloco na do ano. Se conseguir o recorde, já consigo uma meta.

O item 4 é um dos mais importantes. Se atingir ele, os itens 1, 2, 3 e 5 poderão ser atingidos. Talvez não de forma natural, mas vai ser menos difícil. Tento um 2017 com lesões e sem ser constante, pode esquecer todos os outros itens. É bem mais complicado. Então, este ano o foco é não lesionar e conseguir treinar bastante.

O item 5 entra na meta de tempo mais genérica. O recorde da meia é algo que sempre vou tentar, mas como já coloquei os recordes do 5 km e 10 km, o da meia resolvi dificultar menos. No entanto, não é tão fácil, visto que em 2016 fiz 3 meias e nenhuma abaixo de 1h54. Será um bom desafio.

As duas metas que entraram depois também serão um tentativa interessante. O combo do Mova Mais é algo que eu realmente quero tentar manter até 31 de dezembro de 2017. Sei que é bem difícil, mas o intervalo máximo sem atividade é de 2 dias. Ainda podem ser incluídas outras atividades que não sejam corrida, mas eu gosto de correr. É bem provável que seja tudo de corrida mesmo. Não vai ser algo que vou me matar e fazer de tudo para acontecer, mas é algo interessante. Vai ser divertido. Sobre o peso, nem precisaria ser meta, mas coloquei só para me cobrar no fim do ano. Pode parecer pouca coisa, mas faz um diferença absurda estar com 75 kg ou 78 kg. Se não tanto no peso, mas no espelho. Vamos tentar essa também.

E os estudos este ano?

Os estudos entram na categoria dos recordes pessoais e do peso. Não é necessário uma meta para o ano porque eu vou continuar até passar. Claro que tenho consciência que preciso estudar mais e muito mais do que o ano passado, mas é meta da vida. A da concurso até tem dia para terminar: quando eu passar em um concurso maior. A de recordes e peso é mais para a vida toda, mas também sei que vai chegar o dia no futuro em que as limitações vão aparecer. Enquanto isso não acontece, seguimos tentando.

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PFC 180 – Retrospectiva e Resoluções

Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini e Mauricio Geronasso se reuniram para fazer uma retrospectiva das promessas feitas no início de 2016 e também para fazer novamente as resoluções para 2017. Além disso, temos também a retrospectiva e meta de alguns ouvintes. Envie sua mensagem com sua retrospectiva e suas metas para 2017.

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As metas para 2016

Fizemos o PFC 128 sobre metas para 2016. Neste episódio, também fizemos uma análise do que prometemos para 2015. Baseado nisso, tentei pensar em metas mais plausíveis, já que as de 2015 ficarem quase todas sem serem cumpridas. Na verdade, só atingi 20% delas. Como estou mais ativo no blog, este ano vou listar o que pretendo. Metas escritas são muito úteis para que não as esqueçamos e as possamos cumprir.

As metas para 2015 foram as seguintes:

  1. Correr 3.000 km
  2. Não se lesionar
  3. Correr sub 45 minutos nos 10 km
  4. Correr sub 1h40 na Meia Maratona
  5. Correr 21 km todo sábado ou domingo para fazer volume

Explicações e desculpas:

  1. Correr 3.000 km era possível, mas o começo de ano sem treinar, com os três primeiros meses capengas, atrapalharam tudo. A média de abril a novembro foi boa. Dezembro já foi largado e não deu.
  2. Não se lesionar era mais que uma meta. É o desejo de todo corredor. Infelizmente, deu problema no menisco. Por outro lado, não foi nada que me impedisse de continuar correndo (até agora).
  3. Correr sub 45 nos 10 km era uma vontade, mas participei de poucas provas este ano de 10 km. A que tentei de fato foi a prova de 10 km da Maratona de SC, mas não deu. Nos 10 km da Track&Field fui pacer do Nilton e não deu recorde. Não o meu. O dele sim.
  4. O sub 1h40 saiu. Era o que eu mais queria e estava com dúvidas se ia realmente acontecer. Em Brasília fiquei no quase e se dependesse dela não teria sub1h40 em 2015. Na Meia de Florianópolis saiu. Depois do recorde continuei os treinos, mas já meio desfocado, ainda com férias. Talvez em Brasília saísse se continuasse no ritmo. Vai saber. O importante é que uma vez na vida saiu.
  5. Meu plano inicial era todo fim de semana fazer um longão. O plano acabou logo no primeiro longo. A lesão muscular adquirida em novembro de 2014 ainda não estava bem curada e incomodou. Fiquei parado o resto de janeiro. Durante os treinamentos com o Adriano Bastos, saíram longos de 16 ou 18 km, mas não atingi a meta.

Agora as metas para 2016 que falei no PFC 128:

  1. Melhorar do joelho direito e voltar a correr bem
  2. Treinar mais e participar de menos provas
  3. Todas as provas que participar em ritmo menor que 5 min/km
  4. Se fizer maratona, vou tentar correr abaixo de 3h30
  5. Bater o recorde dos 10 km, sub 45 seria ideal
  6. Bater recorde da meia. Se for 1h37 será bem bacana

Justificativas das escolhas:

  1. Melhorar do joelho vai ser um mistério. Voltar a correr bem também. Vamos ver o que acontece. Se tudo der errado, tenho as guias para a cirurgia. Enquanto ele não doer e não atrapalhar meu cotidiano, seguimos assim.
  2. Em 2015, treinei muito mais do que participei de provas. Em 2016, quero fazer isso ainda mais. Focar em provas específicas e nos treinos. Muito treino. Foi a parte que mais gostei de fazer em 2015. Deu resultado. E mesmo quando não deu, sabia que estava no caminho certo.
  3. Este objetivo parte de algo que desde 2014 tento fazer. Lá em 2014, depois que treinei mais a sério e antes de machucar, as corridas foram abaixo de 5 min/km. Em 2015, 9 das 12 provas foram assim. Só três foram acima, todas com seus motivos. As que fui para correr mesmo, saiu. Então, este é o foco de 2016. E o que vale é a distância oficial da prova. Exemplo: se na meia o GPS marcar 21.400 metros e eu fizer 1h46, o ritmo será menor que 5 min/km. O que vale, no entanto, é a distância da meia (21.097,5) e não a do GPS.
  4. Este é um complemento do listado acima. Se fizer uma maratona (o que é bem improvável), vou tentar correr em menos de 3h30. Seria um dos objetivos mais difíceis. Ainda bem que está no condicional. Depende de treinos, joelhos e vontades.
  5. Fiz meu recorde nos 10 km no distante ano de 2013. Aquele 45:46 nunca mais foi repetido. Para este ano, quero apenas o recorde. Se for sub 45, melhor. O começo do ano não é nada animador, mas tenho até dezembro para tentar.
  6. A última meta que falei no podcast é um recorde possível, mas nada fácil. Os treinos precisam estar em dia e o dia da prova ser o dia. Aquele 1:38:43 talvez nunca mais aconteça. Melhorar então, é um mistério. Fazer 1h37 é um exagero. Se sair sub 1h38 ficarei bem feliz.

Outras metas não citadas no podcast:

  1. Melhorar (ainda mais) a alimentação
  2. Manter o peso e as medidas atuais (ou diminuir, mas não muito)
  3. Estudar para concursos com mais afinco

Justificativas:

  1. Em 2015, mudei a alimentação. Tentei tirar o máximo possível de industrializados e optar mais por comida de verdade. Nada radical. Como porcarias às vezes, mas diminuí muito. A vida desse jeito é muito mais linda. Funcionou para mim. O foco este ano é tentar comer menos, só até ficar saciado. Mesmo nas saladas, verduras e legumes acabo exagerando e comendo mais do que o necessário. Vou tentar controlar essa parte. Diminuir os doces e o chocolate está na lista. Este ano, já se foram 4 dias e ainda estou só com comida de verdade.
  2. O peso e as medidas atuais foram conquistados com base na alimentação acima. De 85 kg para 75/76 kg e de calça 46 para 42 em alguns casos. Tentarei seguir assim.
  3. Não tem a ver com corrida, mas tem. Afinal, a disciplina que tenho para treinar e correr durante 1h ou 1h30, cinco ou seis vezes por semana, preciso ter para estudar. Só que para estudar são muito mais horas por dia, mais cansativo. Até por isso, preciso estudar mais. Do contrário, não há chance alguma de aprovação.
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Coluna do Enio – As dores e as metas

Em uma das colunas anteriores, falei de uma dor na perna. Desde aquele dia, foi ficando pior e melhor. Até que no último sábado atingiu o maior nível de dor deste ano. Escala 8/10 talvez. Atrapalhou o longão de sábado. Eram 18 km, sendo 12 moderados e 4 mais fortes, sendo o último dos 4 ainda mais. No ritmo moderado até deu certo, mas a todo instante sentia algo incomodando.

Quando precisou correr forte, só consegui fazer o 1º km a 4:39 e o 4º a 4:37. E foi bem sofrido. Parecia que fazia mais força, cansava mais e não via resultado no ritmo. Enfim, a dor atrapalhou muito. Domingo foi ruim também, mas a partir de segunda começou a melhorar. Fiz os treinos de segunda e terça e ela ainda estava ali, mas bem menor.

Não sei por que dói e nem imagino por que começou a melhorar. Sei que quando comecei a pensar neste texto, lá no domingo, a expectativa para a Golden Four era a pior possível. Agora parece que vai ser menos ruim. Espero que até domingo tudo já esteja praticamente normal. Sabia que os novos treinos e a frequência deles poderia ocasionar algumas dores, mas não imaginava uma tão ruim na semana da prova alvo. Deveria saber disso. Lei de Murphy e coisa e tal.

Pois bem. Apesar das dores, a Golden Four está chegando, faltam apenas quatro dias. Sei o que tenho que fazer e o ritmo necessário. Parece possível e viável. Se vou conseguir, aí temos um mistério. Vou tentar até onde der e ver o que sai. As dores podem atrapalhar ou não, mas são só 21 km de sofrimento. Vale a pena tentar. Mesmo querendo fazer sub 1h40, trabalhamos com metas, várias metas, para não desanimar completamente se algo der errado.

Meta 1 – sub 1h40 – PERSONAL BEST MOTHERFUCKER WORLD RECORD
O recorde pessoal e o sonhado sub1h40. O recorde pessoal illuminati. Se tudo der certo, chegaremos nesta meta.

Meta 2 – sub1h41’49” – PERSONAL BEST
Se a primeira não der, vamos tentar pelo menos o recorde pessoal mundial.

Meta 3 – sub 1h42’30” – SEASON BEST
Se nenhuma das duas anteriores der certo, tentaremos pelo melhorar o tempo da Meia de Floripa e fazer o SEASON BEST, o recorde pessoal de 2015.

Meta 4 – sub 1h45 – AT LEAST YOU TRIED
Se nem o recorde do ano sair, que pelo menos seja sub 1h45, para ficar bonito o ritmo abaixo de 5 min/km.

Meta 5 – sub 1h46’45” – COURSE PERSONAL RECORD
Caso não saia nem o ritmo abaixo de 5 min/km, vamos lutar pelo recorde pessoal na Golden Four SP, o famoso.

Meta 6 – sub 1h50 – SHAME ON YOU
Se der algum problema de ordem maior, sempre vale a pena lutar para ficar na casa dos quarenta.

Meta 7 – sub 2h – BE ALIVE IS THE BEST GIFT
É questão de honra para mim correr meias maratonas abaixo de 2 horas, mesmo quando são apenas treinos, como na Meia de Pinhais. Inadmissível acima de 1:59:59. Das 23 meias que fiz, apenas 3 foram acima de 2 horas, todas em 2011, meu primeiro ano fazendo meia. Fiz 5 e 3 foram acima de 2 horas. Depois, nunca mais.

g4 poa
1ª Golden Four – Porto Alegre
g4 sp
2ª Golden Four – São Paulo
g4 df
3ª Golden Four – Brasília

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adriano bastos

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PFC 76 – Metas e Resoluções Para 2015

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Mais um ano termina e outro começa. Como é de praxe, esta é a hora de definir e traçar os objetivos para o novo ano. No PFC 76, conversamos como definimos e quais são as nossas metas e resoluções para 2015. Corra e Escute!

Participação de Enio Augusto, Guilherme Preto, Maurício Geronasso e Nilton Generini.

Quais são as suas metas para 2015? Deixe seu comentário. No fim do ano, faremos um levantamento das metas e se foram alcançadas ou não.