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Todo dia alguma coisa

Estou tentando manter uma rotina de todo dia fazer algum exercício ou atividade física. Com a inclusão da bike e do pilates, ficou mais fácil ser constante nisso. Quando apenas corria, não tinha muito jeito. Correr todo dia com o joelho do jeito que está, não teria como. Aproveitando este momento, vou tentando que nenhum dia fique vazio.

Olhando a planilha, desde 8 de julho, um sábado, tenho mantido essa sequência de todo dia fazer alguma coisa. A maioria das atividades são treinos de corrida. Quando não tem corrida, tem bike ou pilates. Às vezes, pode ter mais de um no mesmo dia. Ainda não aconteceu os 3 juntos, mas não há problemas quanto a isso. Só a questão de tempo mesmo. Se tiver que acontecer, dou um jeito.

Nos treinos atuais, os dias em que não tem corrida e bike são terça e quinta. Seria o dia de total descanso, mas nesses dias tem pilates. Então, continuo com a sequência mantida. Não sei como vai ficar nas próximas semanas. Talvez haja dias sem treino que não coincidam com o pilates. Nesse caso, posso pedalar meia hora, mas ficar um dia sem fazer nada não é tão ruim também.

Vão ser dois lados nessa história. Um é o Enio das manias que vai querer ver até onde consegue manter a sequência de fazer algo sem furar em nenhum dia. Outro é o Enio que gosta de seguir a planilha e não fica triste quando tem um dia de descanso. Será um duelo interessante. Veremos até onde isso vai. Por enquanto, são 19 dias sem parar.

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Os dias seguintes

Segunda foi dia de correr. A princípio, está tudo em ordem. Não senti nenhuma dor e nenhum incômodo posterior. Por via das dúvidas, coloquei gelo no joelho. A situação está normal, sempre reiterando que é a normalidade de quem tem uma rotura no menisco.

Depende muito dos movimentos que faço. Notei que me incomoda mais quando fico muito tempo sentado com a parte não estendida. Tem dias que sinto mais, outros menos, mas nenhuma dor como no início de abril. Mesmo depois de correr, estou sem dor.

O dia seguinte do pilates também foi melhor do que o esperado. Geralmente, esses dias posteriores me fazem lembrar bem da aula, porque sinto cada parte do corpo trabalhada. Na última quinta, sofreram as pernas. Fiquei sexta e sábado sentindo o posterior da coxa. Foi passando, mas ainda ontem sentia algo dependendo da posição que ficava.

Para vocês verem o que a falta de fortalecimento e uso do músculo por 30 anos faz. Ontem, a parte que sofreu mais no pilates foi o braço. Logo depois da aula, nem conseguia levantá-los direito. Hoje já está mais normal, embora um pouco dolorido.

Já tive dias seguintes mais ruins. Durante a semana, ainda tem alguns treinos de bicicleta e mais uma aula de pilates. Sábado é dia de mais um teste de corrida. Espero que fique tudo dentro do esperado com o joelho.

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Sem força

Já passou quase um mês entre pilates, fisioterapia e bicicleta. São 24 dias sem correr. As dores no joelho praticamente sumiram. Está o normal para um joelho com rotura no menisco. O anormal era o estado anterior: inchado, inflamado e muito dolorido. Amanhã devo fazer um trote de 15 minutos para ver qual é a situação.

Nessa experiência do pilates e da fisioterapia, descobri o óbvio: não tenho força alguma. Os mais simples exercícios eram bem complicados, sentia bastante dificuldade. Ainda sinto depois de um mês, mas já melhorou um pouco. Nada mais normal para quem, em 30 anos, fez apenas 6 meses de academia.

Já paguei o pilates para três meses porque um mês só não ia dar resultado nenhum. Talvez nem três sejam suficientes diante da minha ausência de fortalecimento durante uma vida, mas acredito que vai ser melhor do que somente um. A tendência é continuar além dos três meses.

Penso que o pilates junto com a bicicleta vai me ajudar no fortalecimento do corpo. Por consequência, deve auxiliar na corrida. Se não for tão eficaz para a corrida, embora acredite que vá ser, vai ser útil para a vida. Na pior das hipóteses, estarei fazendo outras atividades além de correr, o que já vai ser algo positivo.

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Tudo em um dia

A quinta-feira passada foi um dia bem movimentado. Por não querer pedalar à noite, encaixei o pedal no tempo que tinha disponível no meio da tarde. O clima não estava muito amigável e não sabia bem o que poderia acontecer no resto do dia.

Aproveitei também essa oportunidade climática e fui. Resumindo, foi assim: Saí do trabalho às 13h30, almocei no restaurante e às 14h13 já estava começando a pedalar. Como tinha fisioterapia às 15h, não tinha muito tempo. Fiz 35 minutos com algumas acelerações e pronto.

Cheguei em casa, troquei a roupa e fui para a fisioterapia. Lá fiquei até 16h e voltei para casa. O pilates era às 17h e não deu tempo de fazer muita coisa. Só parei mesmo depois das 18h. Até o fim do pilates, foi um dia bem movimentado. O que me mostrou na prática que é só querer e ter boa vontade que dá para encaixar tudo no dia.

Pode ficar corrido e sem tempo para mais nada? Pode, mas tudo vai depender do que você pretende. Além disso, estava já há dois dias sem pedalar por causa da chuva. Iria quebrar o combo do Mova Mais também. Apareceu a oportunidade. Não foi grande coisa, mas foi alguma coisa.

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Os braços

O pilates começou há algumas semanas e não sei ainda como está sendo o resultado na parte do fortalecimento. Acredito que dentro dos três primeiros meses que já garanti vai aparecer alguma coisa mais nítida. Por enquanto, os resultados mais sentidos na prática são as dores por todas as partes do corpo, em especial nos braços.

As aulas, em geral, ainda têm um grau de dificuldade elevado, mesmo os exercícios mais simples. O primeiro lugar que senti mais foi no abdômen. Ali foi complicado. Fiquei uns dois dias lembrando do exercício. As pernas foi mais tranquilo, não me incomodei muito, exceto no dia que fiz exercício para as panturrilhas. Ali, fiquei sentindo por dias.

Nada, porém, se compara, aos braços. O que faz todo sentido, na verdade. Nunca fiz nenhum exercício para os braços. A força que tenho neles ali é quase nenhuma, serve só para carregar sacolas e caixas. O pilates me fez descobrir que eles existem e podem ser trabalhados. É o exercício que mais sinto nos dias seguintes. Já nem sei mais dizer onde incomoda mais.

Teve dias de mal conseguir levantar o braço, outros de não conseguir fazer movimentos bruscos, às vezes espreguiçar é difícil. Junto com o braço, vem as dores no peitoral também. É uma mistura de desconforto. No entanto, tudo é adaptação, como falei ontem da dor na bunda na bicicleta. Com o tempo, acredito que as dores iniciais vão diminuir. Por enquanto, está complicado. Pensando pelo lado positivo, até não está um caos tão grande, já que são músculos que ficaram meio que inativos por 30 anos.

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Dia cheio

Apesar de não estar correndo e abril vai ser todo assim, estou tentando manter minhas atividades físicas em dia. Hoje, terça-feira, por exemplo, pedalei quase 1 hora, fiz fisioterapia e ainda pilates. Pelo menos a parte de fortalecer estou fazendo. Pode ter sido meio tarde, mas a expectativa é que as coisas fiquem menos sofridas.

O dia foi meio cheio e acabei deixando para escrever o post mais à noite, depois que tivesse realizado todas as tarefas. Gravamos mais um podcast, desta vez entrevistamos o Nishi, e terminou o dia. Amanhã tem mais um pouco de bicicleta e outro pouco de fisioterapia.

Ontem teve a consulta com o médico e pretendo escrever sobre ela amanhã. Ainda tenho mais uma consulta com outro médico para ter uma segunda opinião, mas o certo é que meus dias durante todo o mês de abril podem ter de tudo, menos corrida. Talvez assistir alguma, mas correr não vai acontecer por enquanto.

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A alternativa pilates

Sempre tive em mente que seria interessante fazer algum tipo de atividade paralela à corrida, de preferência um fortalecimento. A academia, porém, nunca foi cogitada. Não gosto e acho o ambiente muito chato. Não conseguiria fazer musculação nem de graça. É tipo dobradinha. Já tentei algumas vezes e não consegui gostar. Não é para mim.

Sobravam outras alternativas, como funcional, pilates, ioga e coisas do gênero. Na consulta que fiz ano passado, por causa do menisco do joelho direito, o médico falou que se estava conseguindo correr, poderia continuar. Recomendou apenas que fizesse algum fortalecimento, como musculação ou pilates.

Segui apenas a recomendação de continuar correndo enquanto não incomodasse. O fortalecimento foi adiado, como sempre adiei tudo que não fosse correr. Talvez a falta possa ter causado a piora da situação do menisco? Talvez sim. Pode ter antecipado o que um dia ia ficar ruim de vez.

Antes tarde do que nunca, assim que iniciei os treinos com a TIME, comecei a procurar pilates por perto de casa, nas redondezas. Com o joelho ruim, não achei que funcional fosse ser muito útil. Alguns exercício tem impacto e não quis arriscar. Como a musculação e academia estão sempre descartadas, fui para o pilates. Já ouvi falar muito bem do pilates e resolvi que era o momento.

Acabou que coincidiu com a piora do meu joelho. Fiz a pesquisa na região e encontrei 4 estúdios de pilates. Fiquei bem contente quando descobri que poderia marcar aulas experimentais. Foi o que fiz. 4 aulas em 4 estúdios diferentes para avaliar o método de trabalho de cada um. Ainda, ganhei duas semanas de pilates grátis.

Analisando cada estúdio, gostei mais de 2, mas nenhum tinha tanta coisa de diferente. O que diferenciava mais era o preço. Por sorte, o estúdio mais perto de casa era o mais em conta e aceitava cartão. Escolhi ele, era a escolha óbvia. A partir de semana que vem, começo de fato o pilates, duas vezes por semana. Não sei quanto tempo vou fazer e nem quanto vai ser útil.

Com o decorrer das aulas e dos meses, devo trazer minhas experiências das aulas. Não tenho previsão de quando vou correr novamente. Meus próximos dias e semanas serão provavelmente à base de bicicleta e pilates. Segunda-feira é a consulta com o médico. Vou levar a ressonância realizada na segunda e terei um diagnóstico do que é o melhor a ser feito.