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Relatório de fevereiro 2018

Fevereiro foi um mês razoável. Poderia ter sido muito melhor, mas a canelite me impediu de treinar com mais frequência. Tive que dar dois dias de descanso entre um treino e outro em alguns momentos. A ideia era pelo menos repetir a quilometragem de janeiro, já que os fins de semana teriam treinos mais longos. A média até foi maior, mas fiz 5 treinos a menos. Mesmo que fevereiro tenha menos 3 dias, poderia ter feito mais se a canela estivesse 100%.

Mesmo assim, gostei das rodagens que fiz. Teve de 10 km, 11 km e 14 km. Voltei a fazer treinos intervalados no fim do mês, mas ainda longe do ritmo que poderia fazer se estivesse tudo normal. Participei dos 10 km na Track&Field Run Series Market Place e consegui melhorar o tempo na distância que tinha feito no Troféu Cidade de São Paulo. O fim do mês foi mais animador porque a canela quase não incomodou. Os treinos intervalados voltaram, ainda não tão intensos e talvez uma vez por semana por enquanto.

Gostei bastante da média de tempo correndo e da quilometragem. Mostra que se não fosse a canela, provavelmente seria um mês ainda melhor do que janeiro, inclusive no volume mensal. Espero que em março os sinais da canela sumam aos poucos e consiga encaixar mais treinos longos. A princípio, devem ficar três treinos na semana, mas o objetivo é voltar a fazer os quatro de janeiro. O ritmo médio está legal e espero que em março consiga fechar o total com treinos em maior número do que os dias de descanso.

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Relatório de treinos de janeiro 2018

Comecei o ano mantendo a constância dos treinos. Era algo que estava buscando. Queria iniciar 2018 com os treinos regulares, assim como terminei e como fiz no segundo semestre de 2017. Felizmente, deu tudo certo. Todos os treinos foram realizados, inclusive alguns mais longos, na preparação para a Meia de Santiago. Ainda, participei da primeira corrida do ano, o XXI Troféu Cidade de São Paulo. Aproveitei a viagem à cidade e encaixei essa corrida. Foram 10 km. Voltei a correr a distância após um tempo e, embora não tenha conseguido o sub 50, fiquei satisfeito com o resultado. Eram muitas subidas no percurso.

No fim do mês, fui acometido por um princípio de canelite. Nada que me impeça de correr, mas a canela esquerda me incomoda um pouco. Não sei bem como apareceu, mas já tomei algumas medidas para que o incômoda não aumente. Por enquanto, tirei os treinos intervalados e estou deixando dois dias de descanso. Corro um e descanso dois. Faço só rodagens, entre 6 e 7 km. A canela não fica dolorida como estava no dia seguinte ao Troféu Cidade de São Paulo, mas em alguns momentos dá uns sinais de vida. Como não é algo incapacitante, sigo correndo para manter o condicionamento.

Janeiro foi bom pelo volume conquistado. 135 km era algo longe de atingir até então. Graças aos treinos mais longos dos fins de semana, consegui. A média de treino ficou boa também e a do ritmo gostei muito. Dependo agora de como a canela vai reagir. O pilates e ir trabalhar de bicicleta continuam. Os treinos em fevereiro talvez diminuam. Pode ser que não alcance os números de janeiro, mas não pretendo parar. Tenho só uma corrida programada. Se a canela melhorar, já estará ótimo. O foco é chegar bem em abril em Santiago.

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Relatório de dezembro 2017

Tardei, mas apareci com o relatório do último mês de 2017 e também com o relatório completo das corridas do ano passado. Em dezembro, mês de férias das corridas, mantive os treinos, mas diminuí a quantidade e o ritmo. Fiz duas corridas no começo do mês e depois só treinos.

Acabei fechando o ano com mais dias sem correr do que correndo. Nos anos anteriores, aconteceu o contrário. Devido aos problemas em abril e maio, ficou de bom tamanho. A partir de julho, consegui estabelecer uma rotina de treinos. Dali em diante, essa consistência me ajudou a correr mais rápido e a conseguir até o recorde pessoal nos 5 km.

No geral, mais de 1.200 km e mais de 122 horas correndo. A média ficou legal, visto que correr longas distâncias deixou de ser o foco no ano. 100 km e 10 horas por mês. Foram 18 corridas, sendo a maioria delas, 14 para ser mais exato, no segundo semestre. 174 dias ativos com 180 atividades porque alguns dias foram com dois treinos. O ano terminou muito melhor do que começou. Espero que consiga manter em 2018.

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Relatório de novembro 2017

Novembro chegou ao fim e foi mais um mês em que consegui manter a evolução e constância nos treinos, conforme previsto e esperado. Nada saiu do roteiro. Foi o mês com mais treinos desde o retorno, com mais quilometragem e mais tempo correndo. De quebra, ainda saiu o menor ritmo médio.

Foram duas corridas, sendo uma delas o recorde pessoal nos 5 km, no Circuito Athenas em São Paulo. A outra corrida foi na Meia de Florianópolis. Também 5 km. Ali sairia mais um recorde na distância, mas estava com muitos metros a menos. Valeu pelo ritmo que consegui sustentar durante toda a corrida.

Novembro foi o último mês mais pesado de treinos. Deu certo o planejamento. Foram menos dias sem correr e isso não impactou no corpo. Não senti nenhum dor nova e as velhas não apareceram. Dezembro deve ser mais tranquilo para fechar bem o ano.

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Relatório de outubro 2017

O mês de outubro acabou e chegou o momento do relatório dos treinos realizados. Foi o melhor mês do ano. Tanto em treinos como em corridas. Consegui correr 18 dias e 4 corridas. Foi a maior quilometragem do ano desde março, quando tive que parar por causa do joelho.

Também foi o mês com mais tempo correndo. A média das distâncias não foi a maior, mas o ritmo médio foi. A cada mês ele vai ficando menor, sem que isso seja um objetivo em si. Apenas corro e treino. Como a maioria dos treinos é intervalado, o ritmo acaba ficando legal.

Desde maio, a cada mês diminui um pouco. Não sei o que vai acontecer em novembro, mas a tendência é que os treinos e corridas continuem nos mesmos níveis. A discrepância de outubro ficou por conta das corridas.  Foram 5 finais de semana e 4 corridas.

Dessas 4, corri 2 para fazer tempo e duas apenas para participar. Dessas 2 para tempo, na Corrida Pela Paz saiu o recorde pessoal dos 5 km. Tudo indica que vou conseguir manter os treinos. Não tenho mais sentido dor no joelho e estou conseguindo correr sem problemas. Espero que novembro o nível siga o mesmo, com bom desempenho nos treinos e nas corridas.

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Relatório de agosto 2017

Chegamos ao fim de mais um mês. A evolução de julho se fez notar em agosto. Acho que de todos os oito meses do ano, agosto foi onde a corrida fluiu melhor. Não consegui encaixar nenhum treino de bicicleta. Preguiça em alguns dias e condições adversas em outros. O pneu esvaziou e acabei deixando de lado. Vou tentar voltar em setembro.

Na corrida, por outro lado, teve uma evolução. Apesar de não ter sido o mês que mais corri em quilômetros, tive o mais número de atividades desde que voltei. Claro que a Maratona Beto Carrero e o treino duplo que tive em um sábado ajudaram. Os dias sem correr foram os mesmos nos últimos três meses. O que gostei em agosto foi o ritmo médio da corrida. A distância e o tempo não foram tanta coisa, o que também ajudou.

Outro fato que contribuiu para este ritmo mais rápido é que das 18 atividades que tive no mês 6 delas foram corridas, sendo 4 na Maratona de Beto Carrero, 1 nos 5 km da Meia de Brusque e 1 nos 5 km da Maratona de Floripa. Soma-se a isso o fato de na maioria dos treinos o ritmo médio ser abaixo de 6 min/km e temos o resultado da tabela.

Em setembro quero tentar correr melhor, manter essa evolução. O principal ponto de agosto foi o joelho não ter mais reclamado tanto. Por vezes, não sinto nada e nem lembro que tenho um menisco rompido. Acredito que isso se deve ao fato de não estar correndo tanto longas distâncias e ao pilates. É um bom sinal porque, apesar de ser treino curto, quase todos eles são de intensidade, com acelerações, e o joelho está respondendo bem.

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Relatório de julho 2017

Chegamos ao fim do mês de julho e todo fim de mês significa uma postagem falando como foram os treinos. Julho foi o mês que as coisas voltaram ao rumo mais certo. Treinos constantes, sem parar, sem muitos incômodos. Tive novamente uma sequência correndo e mantive a bike e o pilates. Estes dois últimos devem ficar por um bom tempo na minha rotina. Não dá para dizer que é para sempre, mas estou bem adaptado a esse trio de atividades.

Foi o mês que mais corri desde que tive o problema no joelho. Mais atividades, mais dias correndo, mais quilômetros, mais tempo na rua e uma melhor média de ritmo. Em julho foi a volta da normalidade. Deveria ter sido em junho, mas a meia maratona acabou atrapalhando um pouco essa evolução natural. Com isso, só em julho consegui fazer os treinos curtos e intensos programados e focar nas distâncias curtas.

Acabei participando de duas corridas, uma no início e outra no fim do mês. A primeira foi no Circuito das Estações em São Paulo. Participei da prova de 5 km e lá percebi que ainda estava precisando treinar. Morri no depois do 3º km. Mesmo assim, o tempo foi legal. Duas semanas depois, teve a Track&Field Florianópolis. Corri sem querer tempo, de forma confortável e sem maiores problemas ou dores. O fim do mês foi um pouco cansativo, mas parece que o corpo já se acostumou. Não é bom falar que está dando tudo certo, mas a perspectiva para agosto é muito boa.

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Relatório de junho 2016

Ainda é tempo de comentar como foi o mês passado. Junho foi um mês com mais treinos e uma corrida. Só que não foi uma evolução tão gradativa assim. Pode parecer bom o número de treinos, mas no meio teve uma Meia de Floripa, que fiz sem estar devidamente preparado. Foi um pico de quilometragem indevido. Fora isso, a programação seguiu normal.

O problema é que esse pico gerou muito impacto e algumas dores por uns dias a mais. Com o tempo, foi passando. Muita bike e mais alguns treinos de corrida fizeram parte de junho. Corri o triplo de maio e foi o mês em que as coisas começaram a se ajeitar novamente.

Tudo indica que julho seguirá nesse caminho. Talvez os quilômetros e o tempo de corrida sejam até próximos, mas o que fica de positivo do mês que passou é que as dores no joelho estão, digamos, controladas. Não sinto mais dores fortes, como foi em abril. Os treinos mais curtos também ajudaram nisso. Ainda tem a bike e o pilates completando.

A soma de tudo isso deve ter ajudado para que o joelho sofra menos. Com as dores contidas e controladas e conseguindo correr, resta agora tentar melhorar o tempo na corrida. Sinto que os treinos ainda não estão encaixados como gostaria, mas o ritmo dos intervalados está razoável. A tendência é melhorar.

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Relatório de maio 2017

Demorei, mas cheguei com o que aconteceu em maio. Foi o mês que retornei aos treinos de forma gradual, mas com picos que idealmente não deveriam existir. Foram treinos mais curtos, pegando o jeito de correr de novo, acostumando as pernas com os movimentos da corrida. Fiquei o mês de abril todo praticamente só pedalando. As panturrilhas sofreram em maio, mas ao que parece chegaram em um bom nível no fim do mês.

Foram poucos treinos, sem intensidade e nada do tipo. Meros 33,22 km rodados. Claro que teve também bike em vários dias e pilates às terças e quintas. Parado, parado não fico mais. Felizmente, o fôlego não sumiu totalmente e aos poucos as pernas vão lembrando como era correr. Não consigo correr muitos dias ainda por causa do joelho. Tenho que respeitar e monitorar os sinais que ele manda.

Mesmo assim, maio se mostrou um mês melhor que abril. Nos picos que não deveria haver está a 10 KM Tribuna Fm, que corri em Santos. Sem treinos, sem preparo e com consequências doloridas nas panturrilhas nos dias seguintes. Foi quase um tratamento de choque. Consegui o sub 1 hora e não tive grandes problemas. Junho pode ser melhor, mas tudo vai depender da Meia de Floripa. Correr uma meia sem preparo não é tarefa simples e os resultados podem ser danosos. Terminando junho, no relatório do mês, espero que o resumo seja com final satisfatório, pelo menos.

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Relatório de abril 2017

O mês de abril é o mais fácil de todos os meses até agora para escrever a respeito. A dor no joelho e o tempo parado me fizeram ter um mês tranquilo com relação aos treinos de corrida, como vocês podem ver na imagem. Foram apenas 3 treinos, sendo que só 2 foram bons mesmo, os 2 primeiros dias do mês. Teve um trote no fim do mês para testar o joelho, mas não foi lá essas coisas.

Por outro lado, abril foi o mês que comecei a pedalar e o pilates de fato. Foram 20 treinos de bicicleta no mês e mais as aulas de pilates terças e quintas. O objetivo é perder o mínimo possível de condicionamento e fortalecer para que o joelho não sofra tanto. O condicionamento está mais ou menos em dia, pelo que percebi nos treinos de bicicleta e no trote que fiz no fim do mês.

O fortalecimento está em construção. Não acredito que um mês apenas vai resolver o problema de quase 30 anos, mas antes tarde do que nunca. Os resultados devem aparecer mais para frente. No trote que fiz, o que senti mais, além do joelho, foram as panturrilhas. Apesar de o fôlego estar meio que em dia, o corpo já não corre há mais de 30 dias. É até normal sentir as outras partes do corpo que a bicicleta não utiliza tanto.

Abril foi um mês parado de corrida, mas me enchi de outras atividades e não parei. Foi o mês que menos corri desde fevereiro de 2011. Sim, eu tento ter tudo anotado desde que comecei a correr. Aí vocês podem ter ideia do meu TOC e do quanto fiquei sem correr. Mesmo ano passado, com lesões, ainda consegui correr alguns quilômetros. Em abril, não deu. Maio pode ser melhor. Bicicleta e pilates continuam. Corrida é um mistério. Deve sair uns testes e trotes, mas não sei bem em que momento.