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Relatividade

Em um dos treinos da última semana, fiz algumas acelerações e intervalados. Até mesmo no meio do treino longo inseri algumas partes com mais velocidade. E aí me dei conta de algo que sempre acontece comigo e que resolvi escrever sobre desta vez. Vocês já repararam que esse tal de tempo é mesmo relativo?

Durante um treino intervalado, aquele tiro de 1 minuto demora pelo menos uns 2 minutos para terminar. Já o intervalo, de, digamos, 2 minutos, demora uns 30 segundos para passar. É muito nítido isso nos meus treinos. Por mais curto que seja a parte de correr rápido, ela sempre parece que nunca vai terminar.

A parte de descanso, por outro lado, por maior que seja, sempre parece que passa voando, tipo na velocidade que eu deveria fazer os intervalados. É bem interessante. Quando tem que acelerar, você olha para o relógio e os números não mudam. Quando você está no trote, bem tranquilo e feliz, basta olhar o relógio para perceber que o tempo já acabou. Lá vamos nós para mais uma série do intervalado.

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[powerpress] Suunto lança nova geração de relógios com GPS

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Correndo por tempo

Quando comecei a correr, era comum, quase uma regra, correr pela quilometragem. Colocava como meta correr 5 km ou 6 km e corria, não importava se rápido ou devagar, o importante era correr a distância pensada antes do treino. Vez ou outra, mudava de ideia, ficava empolgado ou mais cansado e aumentava ou diminuía o tanto que corria. Só que invariavelmente fechava o treino com os quilômetros redondos, fossem 5, 6 ou 8.

Isso começou a mudar em meados de 2012 quando estava treinando de verdade para a maratona. Comecei a correr por tempo e não mais por quilometragem. Aos poucos, fui adotando o treino por tempo para quase tudo. Os intervalados fazia por distância, tipo 400, 600 ou 800 metros. Como o Garmin 610 estragou, comprei o Garmin 10 e ele não tem como programar os treinos. É tudo manual.

No atual momento, todos os meus treinos são por tempo, desde as rodagens até os intervalados. O que pode acontecer é estipular uma distância mínima para correr, mas dentro de um determinado tempo. Algo como fazia nos longos do ano passado quando o objetivo era correr no mínimo 18 km sem passar muito da 1h40. Quanto menos, melhor. O que envolvia também estipular um ritmo médio para manter. Até que funcionou bem.

Se saio para correr 50 minutos, caso seja um dia de rodagem mais normal, tento correr pelo menos 8 km dentro desse tempo. Se for mais rápido, tento correr 9 km. Só que o foco é no tempo. Fiquei mais adaptado assim. Afinal, todas as coisas do mundo funcionam com base no tempo. Se correr 10 km ou 8 km em 50 minutos, tanto faz. O meu trabalho começa às 7h e não aos 10 km. Com isso, consegui controlar e planejar melhor meu dia e meus treinos.

Quando tenho 1 hora para correr, vou lá e corro. Se saísse para correr 10 km, poderia fazer 48 minutos ou mais de 1 hora. Varia demais e acaba com qualquer planejamento. O que notei é que nos intervalados por distância costumava correr mais rápido do que por tempo. Talvez por saber que vou correr uma distância fica mais fácil estipular um ritmo. Afinal, sei que daqui a 10 km o treino acaba. É algo mais concreto. Mesmo assim, gosto de correr pelo tempo. Ficou melhor para mim.

Vocês correm por tempo ou por distância?

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Nesta edição, falamos do lançamento dos novos relógios da Garmin, o Forerunner 230, Forerunner 235 e Forerunner 630, que já estão disponíveis nas principais lojas físicas e online do Brasil.

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Blog do Mauricio – Acordar Cedo

Olá, amigos! Sabe aquele momento que o despertador toca e você imediatamente aciona a função soneca? Tem dias que isso acontece várias vezes e existem aqueles que você acha que acionou, dorme mais duas horas e aí acorda desesperado vendo que perdeu totalmente a hora.

O motivo de escrever sobre isso hoje é apenas um: estou assim nessa primeira semana de janeiro. Todos os dias toca o despertador e a função soneca vira minha melhor amiga. Sempre tive facilidade de levantar cedo pela manhã, mas ultimamente isso está difícil. Antes que isso torne-se um hábito e uma rotina é preciso realizar alterações.

Hoje a internet é uma ótima ferramenta de busca. O que você digitar vai encontrar. Foi aí que encontrei diversas colunas e dicas de como acordar cedo. Existem sugestões de todos os tipos e maneiras para isso acontecer. Não me encaixo em nenhuma delas, sei que voltar a acordar cedo trata-se do fato de recuperar um velho hábito. O que pretendo é saber de você amigo leitor: você acorda cedo? Qual é a sua tática? Boas corridas!

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Meu despertador:

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Quanto tempo

Até nem faz tanto tempo assim que não participo de uma corrida. A última foi dia 8 de novembro na Golden Four Asics Brasília. A Corrida de Angelina é agora dia 28 de novembro. Apenas 20 dias. Já tive períodos maiores de intervalo este ano, mas em nenhum desses intervalos fiquei parado por tanto tempo quanto fiquei agora. Depois da Golden Four, foram doze dias sem fazer absolutamente nada. Voltei de leve e bem devagar.

As consequências de parar assim é perder um pouco da condição física anterior. Não digo nem tanto em relação às pernas, mas com certeza influenciou no meu fôlego. Os primeiros treinos de volta foram bem de leve, aproveitando o momento para tentar mudar o jeito de correr. Ontem tentei correr um pouco mais rápido. O lado bom é que novamente fiquei extenuado e suado depois de um treino e ainda consegui não pisar com o calcanhar. O lado ruim é que faltou fôlego depois do 3º km.

Foi muito nítido. As pernas até estavam boas. As panturrilhas não muito. Só que o fôlego, esse ficou antes da metade do treino. Esses dias parados deram uma prejudicada. Meu objetivo em Angelina, baseado nos resultados anteriores, era correr a prova abaixo de 25 minutos e quem sabe ficar no top 25 ou top 20. Vale lembrar que a prova de 10 km tem um pouco menos de 10 km e a prova de 5 km tem pouco mais de 5 km.

Então, um sub 25 já seria bem-vindo, mas o mais importante seria correr abaixo de 5 min/km. O joelho incomodando, a parada depois da Golden Four e um recorde de 646 inscritos na prova já me fizeram desistir dessa ideia de top 25 ou top 20. Vou correr de vaquinha e tentar um honroso e bovino ritmo abaixo de 5 min/km. Nos últimos treinos antes da prova vou tentar recuperar um pouco de fôlego, mas acho que não vai ter muito jeito. Sábado é dia de Angelina.

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A influência do horário de verão

Há algumas semanas, comecei a correr cedo, de madrugada. Começo os treinos e ainda está escuro e termino de correr com o dia amanhecendo, já claro. Geralmente, os treinos têm início entre 5h e 5h10 da manhã. Foi o jeito que encontrei de correr antes de tudo e deixar o resto do dia livre. Com a chegada e estabelecimento da primavera, o amanhecer foi ficando cada vez mais cedo. O que antes era 6h01, 5h59, agora é por volta das 5h49, 5h45. Para mim, é muito bom, já que corro menos tempo no escuro.

Não que seja um problema enorme, mas prefiro correr com alguma claridade. As circunstâncias me fizeram optar por começar quando ainda nem amanheceu. Quando as coisas estão melhorando, começando a clarear mais cedo, vem quem? O horário de verão, belo e formoso, adiantar uma hora do relógio e acabar com a minha breve felicidade que começava a se manifestar. Sim, porque agora o dia que clareava a partir das 5h45, vai clarear às 6h45. Ou seja, meus treinos de madrugada serão, acredito, 100% no escuro.

O horário de verão, para quem ainda não sabe, começa no próximo domingo, à meia-noite, dia 18 de outubro e só termina em 22 de fevereiro. Para quem mora em Santa Catarina, como eu, o relógio será adiantado em uma hora. Ganha-se mais no fim do dia, mas a claridade do começo é perdida. Essa hora a mais garante claridade e sol, por vezes, até as 20h. Correr no fim do dia não está no topo da minha lista de preferências. Para todas as outras coisas, gosto do horário de verão, mas para correr não funciona.

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18 x 2 minutos para o fim do mundo

Comecei a tentar correr de manhã, antes do trabalho, para ver se o dia rendia e se ficava com todo o tempo livre no restante dele. Tem funcionado bem. Treinei cedo de terça a quinta e nesta semana também. A pior parte é sair da cama. Depois, é tranquilo. Como começo no trabalho às 7 horas, é tudo meio controlado na questão de tempo. Acordo às 4h30 para evitar qualquer imprevisto.

Até eu fazer tudo que faço, colocar a roupa e o GPS achar o sinal vai uns minutos. Em geral, os treinos começaram entre 5h06 e 5h08. Varia muito de acordo com o elevador demorar para chegar e do GPS se localizar. Mas é importantíssimo esse número exato. Não posso arredondar. Meus treinos são por tempo. Exceto, às vezes, os longos de sábado. Logo, se comecei às 5h06, vou terminar às 5h56 ou 6h06.

Já tento fazer o percurso de forma que termine o treino bem perto de casa, para não perder muito tempo. Os treinos de rodagens são mais tranquilos. Sei que é só correr 50 minutos ou 1 hora. É fácil de saber quando vai começar e terminar, não varia. O problema maior são os intervalados. Eles também são por tempo, mas não tem uma regra de tempo de duração. Nesses casos, até calculo antes de sair de casa o total para ver como vai ser a correria.

Exemplificando: na semana passada, fiz um treino intervalado longo, Foram 5 repetições de 8 minutos com intervalo de 2 minutos trotando. Ainda tem os 15 minutos de aquecimento. Tempo total de treino: 1h05. O treino começou às 5h10 e terminou às 6h15. Não foi tão no limite, mas nas rodagens tenho mais folga. Nestes treinos, dispenso o trote depois do treino. Melhor não me atrasar do que fazer mais uns minutos de volume.

Na mesma semana passada, o intervalado curto foi o que gerou este post. Eram 18 repetições de 2 minutos com intervalo de 1’10” trotando. Somando aquecimento mais os tiros e intervalo de descanso, o treino teria, no mínimo, 1h12 de duração. Não acreditei quando vi na planilha 18 repetições. Iniciei este treino às 5h08. Terminei às 6h21, porque ainda teve 1 minuto de trote até chegar em casa. Neste caso, foi bem no limite. Mudei o horário do treino, mas quero continuar sem chegar tarde.

Quanto mais tarde termino o treino, mais demoro para sair de casa e mais trânsito pego. Mais trânsito, mais demora para chegar. Neste treino que demorou muito, cheguei exatamente às 7h. Nos outros dias, sempre antes das 6h55. Por isso, todos os minutos são importantes. Arredondar significa que pode dar problema mais na frente e daí vira uma bola de neve. Por enquanto, tem dado certo, com alguma folga. Se o treinador não vier de novo com esses treinos loucos na planilha, acredito não ter problemas.

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Evitando o atraso

Volta e meia, quando estou a caminho do trabalho, vejo muitos carros passando por mim, apressados, em alta velocidade. Também estou a bordo de um veículo e fico admirado da pressa desse pessoal todo. Dentro de um carro, as pessoas se transformam. Algumas querem ganhar a corrida mundial imaginária de automóveis.

Também pode acontecer de elas estarem atrasadas. Dorme um pouco mais, perde um pouco de tempo ali, acolá e quando vê está em cima da hora para sair. Ou até depois da hora. Geralmente, quando você se atrasa tudo conspira contra, parece que tudo dá errado. Muitas das vezes, são as mesmas coisas de sempre, mas você só nota porque está atrasado.

Para evitar esse tipo de coisa, programei diversos horários no alarme do telefone. Ao total, são três alarmes antes do horário do expediente. A cada vez que ele toca já sei o que deveria estar fazendo naquele momento. Tem funcionado bem. Em poucos dias houve atraso. Na maioria das vezes, estou no horário e só me divertindo com a pressa dos outros.

Quando me atraso, o que faço? Vou sem pressa. Já estou atrasado mesmo. Acelerar pode fazer me atrasar mais. Esse mundo louco aí fora não permite que todos sejam negligentes no trânsito. Na corrida, é um pouco assim. Sim, fiz todo o texto aí em cima antes para chegar na corrida.

Se você quer fazer um determinado tempo em uma corrida, sabe o ritmo que vai ter que fazer. Sabe também que se perder tempo no começo, vai ter que tirar o atraso depois. Dependendo do atraso, você pode fazer como os motoristas loucos e acelerar para compensar. Comigo, geralmente não dá certo.  Ainda chego atrás do objetivo, não tão longe e mais cansado.

Ou você pode perceber que o atraso acabou com suas chances e esquecer da corrida. Fazer no ritmo que der. Também pode tentar tirar aos poucos, mas consciente de que talvez de nada adiante. Quanto mais perto do fim da corrida, mais você percebe que não vai dar. Acontece muito comigo. Por isso, que sempre sei o ritmo que preciso fazer em uma corrida.

Na Maratona de Santa Catarina, o ritmo deveria ser de no mínimo 4:29. Nenhum quilômetro foi neste ritmo. Já sabia que não ia dar. Na Golden Four SP, estabeleci o ritmo de 4:40 e também não fiz nenhum quilômetro no ritmo. Ou seja, na metade de ambas as provas já sabia que estava atrasado e para conseguir o tempo teria que fazer muito mais força.

É como se fosse um time lutando contra o rebaixamento. No primeiro turno, faz aproveitamento de 20%. No segundo turno, tem que fazer 80%. Na corrida é pior. Porque você faz metade abaixo do que deveria e depois está ainda mais cansado para fazer a segunda metade mais rápida. Quando você se atrasa, nem adianta estressar. Já começou tudo errado. Melhor pensar que vai chegar, ainda que seja depois do programado.

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Relógios esportivos da TomTom chegam ao Brasil

tomtomA marca TomTom lança sua linha de relógios esportivos. TomTom Runner e TomTom Multi-Sport têm tela extra grande, com gráficos de treinamento full-screen e são os primeiros do mercado com um único botão de controle que torna mais fácil o acesso às suas diversas funções. Os valores podem variar de R$ 749,90 até 1.599,90 (com kit completo).

Os usuários dos relógios TomTom Sports poderão fazer o upload automaticamente de suas atividades no TomTom MySports, aplicativo móvel, disponível para a plataforma iOS, capaz de carregar facilmente o histórico de desempenho dos treinamentos sem se conectar a um computador.

Além da capacidade de apurar rapidamente informações sobre desempenho, ambos incluem uma variedade de recursos projetados para atender às necessidades dos atletas, como:

  • Design Ultra-Slim: com apenas 11.5 milímetros, o design slim se adapta a homens e mulheres;
  • Indoor Tracker: acompanha com precisão corridas indoor utilizando sensores embutidos para contar as pisadas, permitindo monitorar ritmo e distância enquanto os usuários correm na esteira;
  • QuickGPSFix: disponível para início imediato graças à tecnologia de satélite GPS e GLONASS, que encontra rapidamente a localização exata;
  • Display ultra-resistente: resistente a arranhões e impactos;
  • À prova d’água e condições climáticas: à prova d’água até 5ATM;
  • Bateria de longa duração: bateria com 10 horas de duração no modo GPS;
  • Monitor de frequência cardíaca: com esse acessório opcional, é possível utilizar o Bluetooth para rastrear as zonas-alvo para controle de peso, desempenho ou velocidade.

O relógio TomTom Multi-Sport, feito para ser utilizado em três diferentes atividades físicas, inclui ainda opções para prática de natação e bike:

  • Suporte Bike Mount: permite ver facilmente as principais estatísticas durante o treino na bike;
  • Sensor de Cadência: com esse acessório opcional, é possível monitorar cadência, velocidade e distância tanto em treinos em locais fechados ou ao ar livre;
  • Sensor de Movimento para Piscina: fornece métricas de natação detalhadas, como número de voltas, tempo, velocidade e braçadas, além de calcular a pontuação SWOLF para mostrar a eficiência do exercício.