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PFC 293 – Esportividade

O convidado deste episódio é o Andrei Spinasse. Ele é autor do site Esportividade, o guia esportivo da cidade de São Paulo. No site, há informações sobre as diversas corridas de rua na região metropolitana de São Paulo. Além disso, falamos sobre as corridas em São Paulo, números, valores, expectativas para os próximos, o mercado da corrida e muito mais.

PFC 293 – Esportividade

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Enio Augusto

Andrei Spinasse

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Circuito das Estações Etapa Primavera SP – 16/09/2018

Participei novamente de mais uma etapa do Circuito das Estações. Desta vez, em 2018, Etapa Primavera. Repetindo as outras duas vezes, fui nos 5 km com o objetivo de correr abaixo de 25 minutos. Este ano já tinha chegado perto na Night Run e queria pelo menos um sub 25.

Já conhecia o percurso, sabia que metade desce e metade sobe. A largada é em descida e quis aproveitar para garantir alguma gordurinha. Os últimos treinos me animaram a largar mais forte. Comecei muito bem, mas já no início senti que estava forte demais. Mesmo assim, mantive a ideia de até o retorno fazer a força que fosse necessária.

Na volta, era ver o que tinha sobrado de energia para encarar o falso plano que sobe e a subida da chegada. As parciais ficaram em 4:13, 4:29, 5:03, 5:15 e 5:10. Ou seja, quebrei bem quebrado. De todas as minhas participações no Circuito, a Etapa Primavera do ano passado foi a mais regular, mesmo com o sobe e desce. Este ano, oscilei bastante. Felizmente, o início rápido garantiu o sub 25. Completei com 24:21 no tempo oficial. Garanti o sub 25 de 2018.

Uma coisa muito legal do Circuito das Estações é que realmente tem 5 km. Corri lá 3 vezes e em todas as oportunidades a distância bateu, ou seja, deu uns metrinhos a mais. Se fosse mais plano, seria o lugar ideal para recordes pessoais nos 5 km. É possível recorde lá, mas se a pessoa consegue lá, acredito que pode melhorar alguns segundos em um lugar todo plano.

Foram milhares de pessoas nos 5, 10 e 21 km. É uma prova já bem tradicional e gostei de correr nela. Bem organizada, largada por pelotões, fiscalização na entrada das baias, hidratação, tudo redondinho. Mais uma vez, não tive problemas. Sempre que encaixar agenda de corridas, participar do Circuito das Estações será uma opção.

Link do Garmin: https://connect.garmin.com/modern/activity/3018567028

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Circuito Athenas São Paulo – 05/11/2017

A última etapa do Circuito Athenas São Paulo aconteceu no dia 5 de novembro. Este ano, foram três etapas no Rio de Janeiro e São Paulo. Elas se dividiram em RUN FASTER, RUN STRONGER e RUN LONGER. A cada etapa, um aumento progressivo da distância. Na RUN FASTER havia 6 km e 12 km. Na RUN STRONGER, 8 km e 16 km. Por fim, na RUN LONGER, 5 km, 10 km e 21 km.

RESULTADOS
SITE DA PROVA

Participei nos 5 km porque tinha o objetivo de tentar correr forte e, quem sabe, fazer um novo recorde pessoal na distância. A largada ser na Marginal Pinheiros com percurso totalmente plano me deixaram com expectativa de que teria tudo para correr bem. Largar às 6h30 também seria ótimo para evitar qualquer possibilidade de calor. Choveu no sábado e a expectativa é que pudesse chover no domingo. Felizmente, a não choveu e tinha um arzinho gelado. A temperatura ficou beirando os 20ºC, muito bom para correr.

A retirada do kit foi na sexta e sábado, na loja Centauro do Bourbon Shopping. Fui na sexta à tarde e havia uma pequena fila, mas que estava andando. Foi bem fácil e prático pegar o kit. Basicamente, veio a camiseta, bem bonita e sem muitas propagandas, o número de peito já com o chip nele, 10% de desconto na Centauro, uns panfletos e a sacola. Kit simples, sem frescuras. Gostei.

A concentração e arena do evento eram no Parque do Povo. Já a largada seria na Marginal Pinheiros, em frente ao JK Iguatemi. O espaço era grande, tudo estava bem distribuído, com tendas dos patrocinadores com produtos, assessorias esportivas, o pódio, lugares para sentar e muitos banheiros. Uma pena que choveu no sábado, ocasionando um tanto de lama em alguns pontos da grama. O guarda-volumes tinha também um espaço para deixar a bicicleta, no caso de quem foi pedalando. Achei bem legal.

Todas as distâncias largaram às 6h30. Havia separação por pelotões. Tinha o Top 200, pelotão A, B, C, D e E. Larguei no pelotão A e o controle estava sendo muito bem feito. Inclusive, um staff direcionou um corredor para o seu pelotão correto quando ele tentou entrar ali. A vantagem de largar mais na frente é ter menos gente na frente atrapalhando. Demorei uns 30 segundos para passar o portal.

Os amigos que fizeram a estreia na meia largaram no pelotão E e demoraram uns 8 minutos para passar pelo portal. Como queria tentar o recorde pessoal nos 5 km, era perfeito estar lá na frente. Até porque os 21 km subiriam a Ponte Estaiada e iria ficar com ainda mais espaço para correr. Os 5 km e 10 km ficaram o tempo todo na Marginal Pinheiros, sendo que havia dois retornos, um no km 2,5 e outro no km 5.

Tive alguma dificuldade só logo no comecinho, depois da largada, nos primeiros metros. Fica aquela aglomeração, pessoal passando pelo tapete e tal. Depois, ficou muito tranquilo para correr. Eventualmente, desviava de alguém, mas nada que atrapalhasse o ritmo. O percurso era plano, pista era larga, retinha, perfeita, o clima estava ótimo também, tudo colaborava para tentar o melhor tempo da vida nos 5 km.

Por conta de chegar um pouco em cima da hora e conversar com o pessoal, acabei não aquecendo. No máximo uns pulinhos e uns trotezinhos. Não serviu para muita coisa. Apesar disso, os treinos em dia, largar lá na frente com o pessoal que corre mais rápido e a vontade de correr bem ajudaram a manter o ritmo pretendido desde o início.

Passei o 1º km com 4:31. O objetivo era ritmo médio de 4:30 para baixo. Estava dentro da meta. Sem aquecimento e com mais 4 km, parecia que ia dar. O 2º km saiu a 4:24, já melhor. Não tão rápido quanto eu gostaria, mas já abaixo do que pretendia. Fiz o retorno e passei o 3º km a 4:29. Estava conseguindo ser regular, mantendo a média. O 4º km começou a cansar um pouco. Fechei em 4:31. O recorde pessoal estava bem encaminhado, só não sabia se o sub 4:30 min/km iria sair. Dependia do último quilômetro.

No 5º km, tentei acelerar, mas já não tinha tantas forças. Faltando uns 400 metros encontrei o Ademir Paulino e faltando uns 100 metros um corredor veio junto comigo e falou VAMOS, VAMOS. Fui e fechei com 4:27 esse derradeiro quilômetro. Ainda teve mais uns metrinhos e pronto! Estava lá o sub 22:30, sub 4:30 min/km. Pelo meu relógio tinha dado 22:31. Imaginei que provavelmente conseguiria menos. No tempo oficial, a boa notícia e o novo recorde pessoal mundial nos 5 km: 22:27.

Quando fiz o retorno no 2,5 km, tinha quase certeza que o GPS ia marcar a mais, o que é muito importante para o DataEnio. Fechou em 5,03 km, dentro do aceitável. Fiquei satisfeito pela regularidade no ritmo. Poderia ser mais rápido, mas não posso reclamar. Melhorei em 19 segundos o recorde anterior, que foi conquistado 3 semanas antes na Corrida Pela Paz. Era 22:46 e agora 22:27. O próximo objetivo é tentar buscar o sub 22, 4:24 min/km.

Na chegada, tinha água e dali voltámos para o Parque do Povo. Lá, pegávamos a medalha, o isotônico, o lanche, tudo muito bem organizado. As medalhas, aliás, tinham tamanho diferentes. A de 5 km era a menor de todas, 10 km um pouquinho maior e 21 km a maior de todas. Além disso, nelas vinha escrito a distância. Medalhas diferenciadas sempre merecem elogios. O único problema que vi nessa parte é que, por algum motivo, algumas vieram com uma fita genérica, sem ser personalizada.

Pelo resultado oficial, tivemos 2973 concluintes na meia maratona, 1602 nos 10 km e 673 nos 5 km, totalizando 5248 concluintes no Circuito Athenas São Paulo. Nos 5 km, fiquei em 30º, sendo que em 17º na categoria 30-39 anos. Isso dá uma noção de como é concorrida a minha categoria. Fiz o tempo da minha vida, fui 30º e mesmo assim cheguei atrás de 16 pessoas da categoria. As colocações nunca me importam tanto. Gosto mais do tempo, mas achei curioso tanta gente da minha categoria.

O Circuito Athenas São Paulo foi um ótimo evento organizado pela Iguana Sports. Estrutura perfeita, hidratação, distâncias, tudo dentro do esperado. Mais uma vez. O padrão que me acostumei a ver nas corridas da Iguana. O único porém ficou por conta do resultado, que teve uns probleminhas logo após a corrida. Em um primeiro momento, apareciam apenas alguns nomes e todos pelo tempo bruto. Até fiquei com medo de que meu tempo não fosse registrado.

No entanto, essa espera durou apenas até segunda-feira. À tarde, já estavam os resultados regularizados. Todos os nomes constavam na lista e o meu também, com o tempo oficial de 22:27. Como estamos acostumados a geralmente ter o resultado no dia, poucas horas ou minutos após o evento, ficou uma certa apreensão de que poderia ter acontecido alguma coisa. Felizmente, deu tudo certo.

Uma coisa legal é que nas prova da Iguana é possível acompanhar pelo aplicativo e pelo site em tempo real os resultados. Nos 21 km, por exemplo, apareciam as parciais nos 7 km e 14 km. Se o corredor ativasse a opção no aplicativo, poderia ser acompanhado durante toda a corrida. Se não tivesse acontecido esse pequeno percalço dos resultados, seria possível ver na hora o tempo dos amigos. Mesmo assim, é uma boa ideia que espero que seja mantida e aprimorada para as próximas corridas.

Cobertura Circuito Athenas São Paulo:

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Fotos Circuito Athenas São Paulo:

Medalha dos 5 km

circuito athenas são paulo

Medalhas com tamanhos diferentes para cada distância. Notem que a medalha dos 10 km está com a fita genérica que comentei no post

Kit da prova. Camiseta e número com chip

Eu e o seu Iguana

Registro do Garmin

Medalhas das três etapas do Circuito Athenas

Com os amigos que acompanham e colaboram com o Por Falar em Corrida

Registro Circuito Athenas São Paulo no Garmin:

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Circuito das Estações Etapa Primavera São Paulo – 17/09/17

circuito das estações etapa primaveraAconteceu no dia 17 de setembro a corrida do Circuito das Estações Etapa Primavera em São Paulo. Aproveitei uma promoção de milhas e o gasto quase nulo da viagem para voltar a correr na capital paulista, repetindo o mesmo percurso de 5 km que tinha feito em julho.

Meu objetivo era melhorar o tempo em relação à Etapa Inverno e tentar o recorde do ano nos 5 km. Deu certo, como vocês podem conferir no post que fiz falando disso. O Circuito das Estações é bem tradicional, tem mais de 10 anos e ainda não chegou em Florianópolis.

Nesta etapa, as distâncias disponíveis eram de 21 km, 10 km e 5 km. A diferença em relação à Etapa Inverno foi a inclusão da meia maratona no lugar dos 16 km. Com isso, a largada dos 21 km e 10 km foi às 6h30, sendo que a retirada do chip era das 5h às 6h. Os 5 km continuaram largando às 8h. Como fui de carona, tive que acordar cedo como se fosse correr as distâncias maiores. Tive um bom tempo para me preparar e me aquecer, além de fazer alguns vídeos para o Por Falar em Corrida.

A retirada do kit foi novamente na Centauro do Shopping West Plaza. Foi bem tranquilo e rápido. Utilizei novamente o aplicativo da Ativo e funcionou perfeitamente. Evitei assim o uso do papel. O kit do Circuito das Estações Etapa Primavera seguia o modelo dos anteriores. Sacola térmica com zíper, a camiseta bem legal e a moka, além de uns panfletos. Ainda, na Centauro tinha testes gratuitos de pisada e de bioimpedância. Não acredito em nenhum dos dois, mas de graça a gente faz para ver que números aparecem.

Circuito das Estações Etapa Primavera

A largada do Circuito das Estações Etapa Inverno foi novamente no Estádio do Pacaembu. Para quem é de São Paulo já deve estar enjoado de correr no mesmo local. Talvez conheça o percurso de olhos fechados. Para mim, não era desconhecido, mas ainda está na categoria quase inédito. A Etapa Primavera teve um quê de verão. O termômetro da rua marcava 22ºC, mas a sensação era de bem mais. Ao longo do dia, chegou a 28ºC, com pico de 31ºC. Ainda bem que fiz 5 km. Apesar de largar às 8h, não sofri tanto com o calor. Novamente, tinha que retirar o chip no dia. Não gosto muito disso. Obriga a chegar mais cedo do que poderia.

O que tinha acontecido em julho aconteceu também no Circuito das Estações Etapa Primavera. Lá estava eu no Pelotão Quênia. A vantagem de estar ali é que larga bem na frente e passa rapidinho pelo portal. Desta vez, aproveitei melhor o tempo e me aqueci para largar um pouco mais preparado. Acho que funcionou. Conhecer o percurso também contribuiu. Fechei a corrida em 24:32, novo recorde do ano nos 5 km. O relato completo está aqui.

Não foi o resultado que ainda espero fazer este ano. Deu recorde de 2017, mas ainda acho que pode ser melhor. A coisa boa foi conseguir o sub 25 mais uma vez. Apesar de ter perdido rendimento na metade final, consegui garantir ainda. Acredito que mantendo a sequência de treinos posso chegar no sub 24, que já parece algo bem interessante depois dos problemas do joelho no primeiro trimestre.

A arena do Circuito das Estações Etapa Primavera tinha espaço para as assessorias, guarda-volumes, vários painéis, um espaço vip, a loja da Ativo Store e mais um tanto de coisa. Gostei da quantidade de banheiros. Não enfrentei filas, mas também larguei depois. Não sei como estava para o pessoal que largou às 6h30. O espaço era amplo. Nos pelotões, estava também bem organizadora e separado. Cada um tinha seu lugar para entrar e ali no Pelotão Quênia vi que funcionou bem. É legal essa separação por baias e por ritmo. Se as pessoas respeitassem sempre, nem precisaria tanta fiscalização por parte dos staffs.

A chegada também foi tranquila. Entregava o chip, retirava a medalha, tinha banana, maçã, isotônico e água. Uma coisa legal é que quem participou dos 21 km era direcionado para uma baia diferente e lá recebiam a mesma medalha, mas na fita tinha o detalhe de que correu os 21 km. Além disso, na camiseta do kit de quem estava inscrito para correr a meia também tinha um detalhe na manga, onde estava escrito 21 km.

Foi minha segunda vez no Circuito das Estações e mais uma vez foi um evento bem organizado, com boa estrutura e sem falhas aparentes. Do que vi e onde corri não tenho grandes reparos a fazer. Não sei como foi no 21 km e no 10 km. Não tive problemas nem me incomodei. Foi muito fácil correr, aquecer, fazer tudo. Quem corre as 4 etapas consegue formar um coração com as 4 medalhas. Acho a ideia legal. Meu coração não vai ficar 100% completo.

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Resultados

Fotos Circuito das Estações Etapa Primavera

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Melhor marca

No próximo domingo terei mais uma corrida de 5 km neste ano. Depois que voltei aos treinos regulares a partir de julho, o foco tem sido as distâncias curtas. Em 2017 já foram 9 corridas. De julho para cá, 5 corridas, sendo 3 de 5 km. Se considerar que as 4 voltas na Maratona Beto Carrero como corridas de 5 km, são 4 em 5.

Fiz o Circuito das Estações Etapa Primavera em São Paulo, com o tempo de 26:32. Depois, 5 km na Meia de Brusque, o primeiro sub 25 do ano: 24:33. Na semana seguinte, corri os 5 km na Maratona de Floripa. Como fui para filmar a prova, não corri para tempo. Fechei em 28:01.

A corrida de domingo é a Etapa Primavera do Circuito das Estações também em São Paulo. Não estava nos planos, mas uma promoção de milhas tornou a viagem sem custos. Como terei hospedagem e a inscrição estava garantida, resolvi ir. Viajar nunca é ruim. Viajar para correr é ainda melhor.

Tudo bem que é no mesmo percurso e no mesma corrida, mas até isso achei que foi positivo. Poderei testar como estão os treinos. Em julho, ainda estava recomeçando e morri depois do 3º km. Domingo, quero ver até onde aguento. Espero que até o final. Desta vez, já conheço o percurso e sei que vai ter uma leve subida perto do retorno.

Tenho alguns objetivos de tempo. Eles são escalonados. O primeiro é tentar correr abaixo dos 26:32 da Etapa Inverno. Acredito que não terei dificuldades, em condições normais. Depois, tentar um sub 25 qualquer. O outro objetivo é bater o melhor tempo do ano de Brusque. Se tudo der muito certo, sub 24 seria uma coisa bem linda. Não acho que estou em condições de fazer recorde pessoal. Será a busca pela melhor marca dos 5 km neste ano.

Ainda estou tentando definir como vou fazer com o relógio. Não sei se deixo a tela no ritmo da volta e tento ficar constante durante a corrida. Prestar mais atenção no ritmo que o relógio mostra é muito bom quando está tudo fluindo bem. Só que quando vamos muito focados em tempo, se alguma coisa aparece fora do esperado, já desanima e pode tudo se perder.

A outra possibilidade é deixar a tela no tempo e distância e com o lap automático ligado. A cada quilômetro ele me avisa como estou. Acredito que seja uma forma mais saudável de encarar a corrida. Como os últimos treinos venho focando em correr sem olhar o ritmo, penso que na corrida seja bom tentar manter isso também. A sensação de esforço vai me fazer correr e o relógio me avisa como estou a cada parcial.

Com base nisso, tento aumentar ou manter o ritmo subjetivamente, na sensação. Parece ser um desafio interessante. Na Etapa Inverno corri assim. Em Brusque, corri também sem a tela do ritmo. Só alterei no último quilômetro para não ter risco de escapar o sub 25. Estava bem apertado. Na Maratona de Floripa também não estava o ritmo na tela.

Agora que escrevi essas coisas aí em cima me dei conta que talvez seja melhor mesmo deixar o Garmin na distância e tempo. Quando olhar para ele, não vai dar para ter noção de muita coisa. Corre, faz força, vê a parcial e talvez no último quilômetro altera para o ritmo. Vai ser uma boa experiência. Os treinos das últimas semanas foram bons e espero que a corrida também seja.

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Amigos em São Paulo

Deixei um post apenas para falar dos amigos que encontrei em São Paulo na viagem do último semana. Das coisas que o Por Falar em Corrida proporciona, essa é a mais legal. Cheguei a São Paulo sexta à tarde e fui embora segunda logo cedo. Na chegada em Congonhas, combinei de pegar carona com a Andressa, ouvinte do podcast e madrinha do PFC. Conheci pessoalmente mais uma pessoa graças ao PFC. Conheci também a filha dela, a Manu. Dali do aeroporto, fomos pegar o kit.

Na retirada do kit, encontrei o Marcel e o Bobby do Mania de Corrida. Mais tarde, através do grupo do WhatsApp do PFC, marcamos de jantar. Infelizmente, não foi possível que todos que moram em São Paulo fossem. Fomos eu, Andressa, Manu e a Família Nery, a família que mais corre no mundo. Estavam lá o Paulo, Paula e Gabriel Nery. O restaurante escolhido foi o Frangaria. Apesar do nome indicar frango, tinha todos os tipos de carne. Pedimos uma picanha com salada e foi uma ótima refeição pré-prova. Carb loading passa longe.

No dia da corrida, encontrei pessoalmente o Patrick Sato, ouvinte do podcast, e também conheci o Marcelo Oliveira, padrinho do PFC. A Família Nery foi na corrida da New Balance. No Circuito, estávamos eu, Andressa, Patrick e Marcelo. Lá também encontrei o Bobby e o Marcão do Mania de Corrida fazendo a cobertura para o canal deles. Uma pena que o Vander não conseguiu estar presente na corrida. Ele estava inscrito e não pôde ir. Por fim, o almoço de domingo foi um barquinho de sushi. Muito bom.

O Por Falar em Corrida e viajar para correr proporcionam momentos assim. Desvirtualizo e me encontro com pessoas que estão presentes no meu dia a dia, seja comentando o podcast, o YouTube ou no WhatsApp. O Paulo já tinha encontrado na Tribuna, mas no jantar tivemos mais tempo para conversar. É sempre bom e anima a programar novas viagens, seja para São Paulo ou outros lugares.

Fotos que registram esses momentos

Jantar sábado à noite. Paula, Paulo, Gabriel, Andressa, Manu, eu e o garçom lá no fundo
Antes da largada. Patrick, Andressa e eu
Andressa, eu e Marcelo
Eu e Patrick. #pacebosta
Bobby e Marcão do Mania de Corrida
Eu e Andressa
Sushi no almoço de domingo
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A próxima de 5 km

O próximo domingo será o retorno às corridas de 5 km. Desde setembro do ano passado, quando participei da Global Energy Race em Florianópolis, não corro uma prova de 5 km. O evento escolhido foi meio por acaso. Não estava nos planos, mas a gente sempre tenta encaixar alguma corrida quando viaja.

No domingo farei um concurso em São Paulo no período vespertino. Quando soube disso, fui procurar algumas corridas que teriam em São Paulo. Sempre tem, a questão era encontrar a que melhor encaixaria. Poderia até ser uma noturna no sábado, mas encontrei mesmo foram várias no domingo.

A primeira opção foi a New Balance 15k Series. Tinha opção de 15 km e 7,5 km. Como tinha que esperar o cartão virar para me inscrever, acabei perdendo a chance. Quando o cartão fechou, as inscrições já tinha encerrado há algum tempo. Virei meu foco então para o Circuito das Estações Etapa Inverno, que vai largar no Estádio do Pacaembu. Escolhi a distância de 5 km. Havia ainda opção de 10 km ou 16 km.

Para quem é de São Paulo, é sempre a mesma coisa participar de uma etapa do Circuito. No meu caso, nunca participei de nenhuma etapa em nenhuma cidade do Brasil. Em São Paulo, só corri 2 São Silvestre e 2 Golden Four. Minhas largadas e chegadas sempre foram na Avenida Paulista e no Jockey Club de São Paulo. Teve também uma chegada no Ibirapuera na São Silvestre de 2011.

Portanto, será tudo novo. Uma distância curta, uma prova inédita para mim e local de largada também. Escolhi os 5 km porque não quero cansar muito para o concurso à tarde e não me sinto preparado para distâncias maiores. 16 km descartei logo de imediato. Pensei nos 10 km, mas ainda não acho que vá conseguir correr em um ritmo legal. 5 km foi o ideal.

Vai ser curto, rápido e vou poder testar os últimos treinos com distâncias menores. A expectativa é correr abaixo de 30 minutos, o que penso ser tranquilo. O que vier vai ser lucro. Sub 25 seria o mundo perfeito, mas a realidade não vai permitir que o sonho se concretize. É bem difícil. Talvez algo abaixo de 28 ou 27 seja mais viável. A desvantagem do Circuito é ter muita gente, mas vamos ver o que consigo fazer. Vai ser uma boa oportunidade de testar o #pacebosta.

Falando no #pacebosta, conversei com o pessoal de São Paulo que está no grupo do Padrim do PFC no WhatsApp para ver se conseguimos fazer alguma coisa no sábado e/ou no domingo. No domingo, vamos correr o Circuito, só que eles em distâncias maiores. Vander vai nos 10 km, Marcelo também, Andressa nos 16 km e eu vou nos 5 km para terminar antes e sofrer menos. Esse é o único encontro do #pacebosta garantido, mas vamos tentar também algo além da corrida.

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[powerpress] Cresce número de participantes de corridas em São Paulo