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Nove minutos

Quinta-feira, feriado, facilita muito a minha vida para correr. Normalmente, acordaria às 5h e correria com o dia ainda amanhecendo. Podendo dormir sem hora para acordar, comecei o treino depois das 9h. O clima estava agradável. Eventualmente, caía uma chuvinha, bem fraca, nem chegava a refrescar. O sol ameaçava sair, mas não saía totalmente.

A missão de hoje era correr 3 vezes de 1 minuto, com 2 minutos de intervalo. Depois, mais 9 minutos, tendo também 2 minutos de intervalo. Para fechar, 3 repetições de 1 minuto, com os mesmos 2 minutos de descanso. Desta vez, desliguei o lap automático para não ser influenciado quando chegasse o momento de correr os 9 minutos.

Caso o lap estivesse ligado, ele iria apitar perto dos 5 minutos e eu poderia acabar olhando. Fiz o que venho fazendo nos treinos. Tela do Garmin no tempo e distância, sem olhar o ritmo. Aqueci os 15 minutos e comecei com os tiros menores. Em nenhum corri no máximo, mas tentei correr forte. Os ritmos ficaram em 4:19, 4:24 e 4:33. Cada repetição aumentou uns segundos. Gostei que ficou abaixo de 4:40.

O que me importava mais hoje eram esses 9 minutos. Na sensação de esforço, fui pelas ruas da cidade. Meu plano era pelo menos abaixo de 4:50. Só fui descobrir em casa que consegui 4:45. Resultado bastante satisfatório. Houve momentos que senti diminuir, mas no geral consegui manter um ritmo até constante. Foi bom porque os tiros curtos é tranquilo manter um ritmo mais forte, mas nesses mais longos é que a gente vê se está rendendo de fato.

Para quem pretende correr 5 km abaixo de 25 minutos é um bom sinal. Foi exaustivo, mas senti que ainda poderia fazer melhor. Claro que falando agora. Durante a corrida, já sentia um pouco as panturrilhas. De toda forma, foi um bom teste. Passaram os 2 minutos de intervalo e mais 3 repetições de 1 minuto. Mais cansado, percebendo mais as panturrilhas, mas ainda havia a última parte do treino.

Os ritmos ficaram em 4:39, 4:26 e 4:18. Ao contrário das iniciais, fiz progressivamente. A primeira foi ainda meio cansado dos 9 minutos. Mesmo assim, abaixo de 4:40. O treino acabou sendo muito bom. O ritmo nas repetições de 1 minuto ficou dentro do normal e a aceleração de 9 minutos foi melhor do que eu esperava. Espero que consiga repeti-la no domingo por mais tempo.

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Mais um treino

Ontem tive mais um treino intervalado. Desta vez, era mais simples de decorar. Apenas 8 x 2’20”. Daria um pouquinho mais de 500 metros se corresse no ritmo que pretendia. Saí uns minutos mais tarde e diminuí o tempo de aquecimento. Ainda assim, os 8 minutos foram suficientes.

O problema maior é que não estava me sentindo muito bem. Meio travado, sei lá. Não parecia um bom dia para correr. Fiz todo o treino, sem grandes problemas, mas com aquela sensação de que poderia ter corrida e me esforçado mais, só que não era o dia.

Como fui com a tela do Garmin na distância e no tempo, não sabia do ritmo até chegar em casa. Quando transferi a atividade tive uma boa surpresa. Os ritmos ficaram em 4:42, 4:48, 4:44, 4:34, 4:24, 4:35, 4:24 e 4:27. A primeira metade saiu mais lenta do que a metade final. Os números foram bem satisfatórios.

Quando fui correr, tinha estabelecido que seria legal fazer os ritmos abaixo de 4:40. Na média, deu 4:35, apesar dos primeiros terem ficado acima. Na sensação de esforço, acabei conseguindo, mesmo sem saber e parecendo que estava correndo mais devagar.

Gostei muito do resultado do treino. Parece que os treinos estão funcionando. Mesmo em um dia que não estava me sentindo bem, fora do estado ideal para correr, o ritmo saiu. Como comentei ali em cima, percebi que não estava dando o máximo. Não senti grande cansaço. Vou ver amanhã o que acontece, mas tudo indica que a preparação para a próxima corrida está indo bem.

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Depois do almoço

Sábado foi mais um dia com um treino um tanto quanto cansativo. Era uma sequência de 6 repetições de 4 minutos. Intervalo de 1 minuto. Nada muito complicado, mas fazer todos não é também tão simples. Já sabia o que me esperava.

Para o meu azar, o sábado confirmou o que a previsão mostrava: muita chuva. Daquelas que ia molhar muito se saísse para correr. Como o aplicativo quase sempre acerta, confiei nele. Dizia que à tarde a chuva ia passar. Queria fazer o treino em condições de clima mais agradáveis.

Se a chuva não parasse, já estava me preparando para fazer o treino no domingo. Aí seria com chuva ou sem. Felizmente, o aplicativo acertou novamente e a tarde estava limpa, sem chuva, saiu até um sol. Não me restava muita coisa a não ser sair de casa e correr.

O único problema disso tudo é que o treino foi à tarde, às 17 horas. Correr depois do almoço, no fim de tarde, é muito sofrido para mim. Às vezes, até rende na questão do ritmo, mas não me sinto bem. Foi assim no sábado. Apesar do ritmo sair como eu queria, corri o tempo todo estranho. Um cansaço a mais e conversando com a comida.

Acredito que correr à tarde não seria tão ruim se eu acordasse às 16 horas e saísse para treinar. O meu problema é estar acordado há muito tempo e tendo comido. Confesso que até torci para a chuva não parar, mas como isso não aconteceu fui para a rua.

Apesar da sensação ruim, todos os intervalados saíram no ritmo. Queria fazer abaixo de 5 min/km e consegui. Foi melhor no começo. O último foi o pior de todos, quando já estava bem exausto. Na tela do Garmin, apenas a distância e o tempo. Não sabia exatamente o ritmo, mas de acordo com a distância tinha uma ideia do que tinha feito.

Se a cada volta corresse pouco mais de 800 metros, era sinal de objetivo atingido. A sequência ficou em 4:44, 4:44, 4:51, 4:42, 4:50 e 4:57. O começo foi surpreendentemente bom. Do último não esperava muita coisa, só terminar abaixo. Foi no limite, mas saiu.

O treino de sábado, ainda que mais tarde, estava feito. Restava a rodagem leve de domingo. Um dia diferente do anterior. Sol desde cedo. Saí às 9 horas. Foram só 15 horas de descanso. Não esperava grande coisa. Fazer abaixo de 6 min/km era o objetivo a tentar.

Deixei a tela do Garmin sem mostrar o ritmo, mas a cada apito a partir do 3º km comecei a olhar. Não era um treino daqueles que fluía legal. Queria que acabasse logo. No fim, quase 43 minutos a 5:57 min/km. Dadas às condições, gostei do resultado. Missão do fim de semana cumprida com sucesso.

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A gripe e o treino

A viagem a São Paulo foi muito boa. Só que, além do recorde do ano nos 5 km, trouxe também um início de gripe. Sair de Floripa com 20 a 22 graus, com vento quase todo dia, para São Paulo, com seus mais de 26 graus não contribuiu para a saúde. Cheguei ontem em Floripa com sono e meio cansado. Parecia tudo meio normal em decorrência de dormir pouco.

No decorrer do dia, as coisas foram piorando. Fiquei mais ranhento e com uma leve dor de cabeça. O cansaço aparente aumentou. Aguentei o dia de trabalho e fui para casa. Até então estava tudo meio leve. Para tentar botar um pouco do sono em dia, cheguei em casa e dormi. Quando acordei é que a coisa se complicou.

A dor de cabeça era algo que fazia tempo que eu não tinha. A ranhentice era até pouco perto da dor. Parecia que o Olodum estava dando show ali. Dormir foi bom para que o cansaço fosse embora, mas evidenciou a dor de cabeça. Não gosto muito de tomar remédios, mas estava insuportável. Foi aí que entrou o Dorflex. Um comprimido foi o suficiente.

Aos poucos, a dor de cabeça foi passando. Quando fui dormir à noite, ainda sentia em alguns momentos uma leve dor, mas nada perto do show do Olodum. Todas essas dores já estavam me fazendo adiar o treino de terça. Do jeito que estava era impossível respirar sem sentir dor, imagina correr. Felizmente, o Dorflex fez efeito.

O que ficou foi uma coisa parecida com gripe. Uns ranhos aqui e acolá e a garganta mais ou menos. De resto, tudo ok. Com quase tudo sob controle, hoje foi dia de treino normal. Acordei cedo e 5h28 já estava correndo pelas ruas escuras da cidade, iluminadas apenas pelos postes e poucos carros que passavam.

Gostei quando vi na planilha apenas 10 repetições de 30 segundos. Veio bem a calhar com o momento não muito propício para correr muito. Não sabia bem como seria este treino. Estava sem dor de cabeça, mas a reação do corpo era desconhecida. Menos mal que saiu tudo dentro do esperado.

Aproveitei para dar umas voltas em outras ruas que ainda não tinha passado. Como é mais cedo, tem menos carros nas ruas e posso me aventurar em lugares mais movimentados em horário comercial. Apesar de toda a segunda meio caótica, estava me sentindo muito bem correndo.

O aquecimento e os intervalados saíram em um ritmo bom. Por ser 30 segundos a minha vida fica facilitada. Com menos tempo é mais fácil correr rápido. Das 10 repetições, a que ficou pior teve ritmo de 4:41. A média ficou ali por 4:32, 4:33. E o último, para terminar de vez, ficou em 3:48.

Os treinos continuam rendendo. Seguimos em busca de melhorar para fazer um 5 km legal ainda em 2017. É importante continuar sub 25, mas quero sofrer menos na metade final. Quer dizer, 5 km é só sofrimento, mas quero manter o ritmo. Quem sabe, melhorar o 24:32 do Circuito das Estações, sonhando em chegar no sub 24.

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Testes do fim de semana

O fim de semana foi de alguns testes. Aconteceu um fato raro: corri no sábado e no domingo. Até já tinha feito essa jornada dupla, mas neste último fim de semana foi um pouco diferente. Os dois treinos tiveram seu grau de dificuldade. Sábado, o treino foi mais curto, mas mais intenso: 5 x 3 minutos. No domingo, uma rodagem de 51 minutos.

Em ambos os casos, testei algumas coisas. Depois do ao vivo que fizemos na quinta-feira com a Monja Coen, Daniel de Oliveira e Mônica Peralta, resolvi que ia tentar achar Alpha, a plenitude, correndo. Peguei algumas dicas com a Andressa também e já testei no sábado. Dizem que é fácil, mas não é simples. É mais ou menos por aí.

Esquecer das coisas em volta e focar só em sentir a respiração às vezes não funciona. Basta eu passar na frente do restaurante que tem porção de camarão à milanesa que já dá uma falhada nesse objetivo. No sábado, tive mais sucesso. Consegui focar melhor e notei que o tempo passou mais rápido. Não fiquei olhando o ritmo no relógio. Estou tentando esquecer dele por enquanto e investir na sensação de esforço.

No domingo, além de testar meu estado zen, queria também sentir como é correr com o Fila Kenya Racer 3, que chegou na tarde de sábado. Comprei 2, mas isso é assunto para amanhã. Conversei com a Mari, disse que não ia conseguir pedalar e perguntei quanto ela achava que deveria correr. Não se deve fazer essas perguntas para quem faz a sua planilha. Ela falou entre 50 a 60 minutos leve.

Esperava menos tempo, mas era leve. Não deveria ser tão complicado. Lá fui eu de Fila Kenya e tentando ficar zen. No treino de domingo me distraí muito na corrida. Outros pensamentos apareciam e de vez em quando me perdia no foco. Para auxiliar na tarefa da sensação de esforço, sem preocupar com o tempo, fui com o Garmin tapado. O som estava ligado e apitava a cada quilômetro, mas não tinha como ver. Isso foi bom. Coloquei a foto abaixo para mostrar como foi o treino. Achei uma munhequeira antiga e escondi o relógio.

Nenhum dos dois treinos saiu com um ritmo muito rápido, mas gostei de correr sem ter a noção do ritmo. De repente, pensar em tempo só no dia da corrida seja melhor. Ou talvez nem no dia da corrida. O joelho não reclamou e o tênis passou no primeiro teste. Ficar zen ainda vai mais um tempo, mas seguiremos com as tentativas. Ah, o treino de domingo saiu em 8,75 km em 51:15, ritmo médio de 5:51 min/km. Achei razoável.

Na sensação de esforço

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Treino e corrida

Ontem continuei os treinos. Era uma rodagem leve de 30 minutos. Nada muito complexo. Perfeito para o meu estado e minha vontade correr à tarde depois de almoçar. Até o sinal do GPS está meio sem vontade. Demorou longos minutos para localizar. Enquanto isso, fiquei intercalando trotes e caminhadas pelas ruas da cidade. Com isso, acabei fazendo um aquecimento prévio não planejado de quase 10 minutos.

Quando enfim ele se achou comecei a correr. Mais uma vez de Mizuno Wave Sky para fazer testes e aumentar a rodagem dele. A meta era correr em ritmo livre, mas querendo ter um ritmo médio no fim de menos de 6 min/km. Objetivos pequenos para não ficar tão na zona de conforto.

Aí que entra o título do post. É interessante a diferença de como me comporto no treino e na corrida. A mesma distância, praticamente as mesmas condições e tudo diferente. Nos 5 km da Maratona de Floripa, mesmo não correndo para tempo, a média ficou em 5:33 sem forçar. Já no treino de ontem por exemplo, foram 3 km acima de 6 min/km.

Parece que já saio de casa pensando que é treino e como era só rodagem o corpo entra em modo preguiça. Quando é treino de tiro acontece a mesma coisa no aquecimento. Começo me arrastando quase a 7 min/km. Nas corridas mesmo sem aquecer, sem fazer nada, o ritmo já começa mais acelerado.

Deve ter a ver com aquela velha máxima que diz treino é treino, jogo é jogo. Tem uns que falam em treino é jogo e jogo é guerra, mas no meu caso estou mais no primeiro. No treino tenho me esforçado mais quando são treinos de tiro e só durante eles. Em aquecimentos e nas rodagens está complicado fazer ritmo mais rápido.

Também não acho que precise. Treino não é para se matar sempre. No entanto, percebo como são diferentes os ritmos inicias entre um treino e uma corrida. Por isso que nessas rodagens curtas, mais leves, sem intervalados, tenho tentado fazer um ritmo médio geral pré-estabelecido para não ficar tão devagar. Se deixar, a preguiça exagera no ritmo leve do trote.

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Três dias

Três dias, esse foi o tempo que fiquei sem correr esta semana. Depois dos 5 km na Meia de Brusque, o planejado era voltar a correr ontem, quarta-feira. Só que outros compromissos me fizeram almoçar tarde. Juntou isso com a chuva e a preguiça, era o cenário ideal. Pois bem. Não fui correr. Adiei o treino para hoje.

O único problema é que o combo do Mova Mais seria quebrado se ficasse três dias sem atividades físicas. O que eu fiz? Decidi que era uma tarde ideal para sair andando pelas ruas com o GPS ligado. Claro que não fui apenas caminhar. Tinha um motivo mais: precisava comprar manteiga, ir na farmácia e no mercado. Fiz tudo isso a pé e consegui os 30 minutos necessários. Vale ressaltar que quando fui andar já tinha parado de chover. Facilitou a minha vida.

Hoje, porém, não escapei do treino. A planilha pedia uns tiros curtos, umas acelerações, mas eu não estava muito a fim de fazer exatamente aquilo. Como tinha pilates no fim da tarde e almocei quase 14 horas, havia um curto espaço de tempo para correr. Pouco mais de 1 hora depois do almoço, estava eu correndo. Não gosto dessa situação, eu me sinto pesado e com menos vontade. Mesmo assim, fui, tinha que ir.

Outro ponto motivante para ir é que preciso testar o tênis que chegou aos laboratórios do PFC, o Mizuno Wave Sky. Preciso correr com ele para fazer um review com algum conhecimento de causa prática, já que na teoria não entendo quase nada de tênis. Fiz o aquecimento e inventei umas acelerações. Adaptei as que tinha que fazer. Não foi nada muito especial nem esquematizado.

Decidi correr 3 vezes de 1 minuto, depois fiz 1 km forte, em 4:54, que era o pretendido, e posteriormente emendei mais 5 vezes de 1 minuto, sendo que estas últimas fiz em ritmo confortável, sem forçar muito. No fim, foram 32 minutos de treino e 5,32. Os tiros mais intensos foram bons para ver como o tênis se comporta nesta situação. Ele é mais estruturado, mais pesado e queria ver como seria.

Amanhã e sábado é folga e domingo tenho os 5 km dentro da Maratona de Santa Catarina. O objetivo inicial seria correr sub 25. Como estarei com a câmera durante a corrida e com o tênis novo, a expectativa de fazer um tempo bom não é muito grande. Soma-se a isso o fato de eu ter corrido apenas uma vez esta semana. Brusque domingo, treino hoje e Floripa domingo vai ser a sequência. Corrida, treino, corrida.

 

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Treino de segunda

Domingo, com certa surpresa, recebi a planilha com um treino já na segunda. Achei que teria que correr só na terça, mas estava lá: treino de corrida na segunda. E não era nada muito complicado, mas geralmente me preparo psicologicamente para correr na terça.

O treino previa aquecimento e 4 repetições de 6 minutos. Como pedia em Z2, não tinha tanta preocupação em correr rápido. Seria algo mais confortável. Por outro lado, meu objetivo pessoal era pelo menos fazer o ritmo abaixo de 5:30, para me testar e ver como estavam as coisas.

Olhei a previsão do tempo, analisei a vontade de dormir e decidi que faria este treino à tarde. Tem a parte ruim de correr depois do almoço e perder uma parte do dia, mas o clima sem chuva e sol não era dos piores para correr. Tinha um pouco de vento e optei por não ir para a Beira Mar. Este é o problema dos treinos à tarde. Quase sempre tem mais vento do que logo cedo.

Fui pelas ruas da cidade aquecendo. Tentei buscar algumas ruas menos movimentadas e fui testando qual lado tinha mais e menos vento. Correr em ritmo mais rápido tendo que desviar dos carros é um bom teste de concentração. Tem que tentar manter a velocidade e evitar acidentes. Os carros aparecem de repente e nunca é bom confiar nos motoristas.

Felizmente, nenhum problema grande aconteceu. As piores coisas foram ter que em algumas esquinas ter que fazer um U em vez de passar reto por causa dos carros esperando para atravessar. Correndo nas ruas, o vento não me incomodou tanto. Consegui fazer as repetições no ritmo desejado e progressivamente.

A primeira saiu em 5:28, a segunda em 5:22, a terceira em 5:14 e a quarta em 5:08. Minha ideia era realmente fazer progressivo, baseado no ritmo da primeira repetição. Só queria fazer abaixo de 5:30 e dali em diante ver o que era possível. Gostei do resultado final. Na última repetição só estava com as panturrilhas começando a cansar. Contando que corri duas vezes no sábado, o treino de segunda rendeu bem. Espero que o próximo de quinta-feira continue assim.

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Corrida dupla

Sábado foi dia de treino duplo de corrida. Não sabia bem o que iria acontecer, mas no fim de semana fica mais fácil de planejar as coisas. O primeiro treino era um intervalado. Tiros curtos e intensos. Foram 5 vezes de 30 segundos, mais 4 vezes de 45 segundos e mais 3 vezes de 1 minuto. Todos eles tentei fazer no esforço máximo possível.

Até que gostei do resultado. Todas as 12 repetições foram abaixo de 5 min/km. A pior foi a segunda de 1 minuto, que saiu a 4:41 de ritmo, muito por causa do vento contra na Beira Mar de São José. Tentar esquecer do joelho e sair da zona de conforto tem ajudado a correr mais rápido. Ainda não é como eu gostaria, mas já está melhor do que nos últimos treinos. Falta mais confiança, mas ela já está aumentando depois dos treinos de quinta e sábado.

Fosse apenas este treino intervalado no sábado, estaria satisfeito com o resultado. No entanto, ainda tinha a segunda parte à tarde. Teria que dar um intervalo de pelo menos 3 horas entre um e outro. Como sábado gosto de acordar sem hora, comecei o treino às 10h23. Terminei pouco depois das 11h. O segundo treino do dia queria começar antes das 17h e deu certo. Iniciei às 16h45.

Além do cansaço do treino da manhã, outro obstáculo que poderia surgir era o clima. A previsão era de que o sábado poderia ter chuva e vento. Felizmente, quando saí para correr o vento deu uma acalmada e a chuva apareceu em formas de pequenas gotas esparsas. Estava me sentindo bem e tinha a impressão de que poderia fazer um bom segundo treino no dia.

O planejado eram 20 minutos de trote e 15 minutos mais forte. Os primeiros 20 minutos não fiz tão fraco, já que meu objetivo era fazer o ritmo médio da atividade abaixo de 6 min/km. Corri de olho no relógio. Fiz 3,36 km em 20 minutos, ritmo médio de 5:57. Já estava dentro do planejado. Os ritmos a cada quilômetro foram de 6:16, 5:50, 5:49 e 5:48 nos 300 metros finais.

Os 15 minutos forte tinha a ideia de correr mais de 3 km, ou seja, menos de 5 min/km. Queria pelo menos tentar. O começo foi promissor, mas depois de 300 metros já caiu o ritmo. Fiz 2,94 km nesses 15 minutos, ritmo médio de 5:06. Não consegui baixar dos 5, mas fiquei perto. As voltas saíram em 5:11, 5:08 e 5:00 na última, quase um quilômetro cheio. Projetando, daria 3 km em aproximadamente 15:19. Tendo em vista os tiros da manhã, ficou excelente o ritmo.

Gostei do treino de sábado. Pela manhã, consegui ritmos mais rápidos e constantes. Depois, à tarde, mesmo no aquecimento, o ritmo saiu bem mais rápido do que o imaginado. Claro que gostaria de ter feito mais de 3 km nos 15 minutos, mas era mais uma vontade do que algo fácil. Era possível, mas faltaram alguns segundos. O resultado final de tudo superou as expectativas.

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Treino de sábado

Sábado terei mais um bom teste nos treinos de corrida. Depois de mais de duas semanas, mais uma vez apareceu um treino duplo para fazer. Vai ser amanhã. Tem corrida de manhã e tem corrida de novo pelo menos 3 horas depois. Na prática, vai ser uma pela manhã, quando acordar e a outra mais no fim de tarde.

Da outra vez, deu uns 30 minutos em cada treino, mais ou menos. Desta vez, pelas contas que fiz, talvez fique uns 40 minutos cada um. O da manhã é um pouco mais intenso, com intervalados curtos. A vantagem desse tipo de treino é que passa rápido, embora não seja tão confortável. Vou tentar manter o padrão de quinta-feira e fazer os tiros em ritmo mais forte.

O segundo treino do dia é mais tranquilo. Tem um bom aquecimento e depois 15 minutos em ritmo confortável/moderado. Nesses 15 minutos que vou tentar ser mais rápido com o que sobrar das pernas. Como é sábado, o intervalo entre um treino e outro vai ser basicamente descanso. Da outra vez, trabalhei nesse período. Espero que saia tudo como planejado.