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O sono e o treino

Na terça-feira, por preguiça, simplesmente sair para correr, sem muitos objetivos. Só queria alcançar a marca de 40 minutos em um ritmo não muito lento. Tudo saio conforme o combinado. Para me obrigar a realmente correr esse tempo, fiz um caminho pelas ruas da cidade. Assim, garanti que não teria como voltar antes.

O planejado para ontem era um treino intervalado. A princípio, seria 5 x 1 km, mas era só um filhote de pensamento. Cheguei em casa, almocei e deitei. Eram quase 15h. Foi meio imediata a vontade de dormir. Pensei comigo: “durmo alguns minutinhos, talvez uma hora e vou correr depois de acordar”.

A realidade foi um pouquinho diferente: quando acordei, olhei no relógio e ele marcava apenas 18h24. Passou algumas horas do que eu esperava. Junto com essas mais de 3 horas dormindo, veio uma falta de vontade enorme de sair para correr.

Estou muito relapso e sem disciplina nos treinamentos. O calor e a preguiça contribuem bastante. Nesse ritmo, vou fazendo os treinos do jeito que dá. Adiei o treino de ontem para hoje. A expectativa é que saia, enfim, o intervalado.

A previsão é de possibilidade de chuva no fim da tarde. A princípio, não é nenhum temporal que me impeça, mas vai saber, né? Antes a próxima prova em março estava longe. Agora está cada vez mais perto. Talvez seja o estímulo que faltasse. Ou não.

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Saiu o treino

Ontem falei da chuva que ameaçava meu treino. Pois bem. Tanto ontem quanto hoje a chuva foi diminuindo depois do meio-dia e parando por completo no fim da tarde. Ontem ainda caiu um temporal depois das 21h, mas durante o período do treino foi o clima ideal para correr.

O foco era fazer treino de velocidade. Atualmente, a velocidade não é lá essas coisas, mas deu uma saída da zona de conforto. Pensei um pouco, ponderei as coisas e decidi fazer intervalados de 1′ forte com descanso de 1′ trotando. O número de repetições seria definido pelo tempo total de treino. Assim que chegasse em 40 minutos, encerraria.

Aqueci por 15 minutos, ritmo bem confortável, e dali parti na Beira Mar para as acelerações de 1 minuto. Desta vez, optei por deixar na tela do Garmin o ritmo médio da volta para ter uma ideia de como estava. Quando olhava para o relógio para saber se o minuto estava perto do fim, aproveitava e conferia o ritmo.

Para começo de temporada, achei razoável. Ainda devagar, mas não dá para fazer milagre sem uma constância nos treinos. Recomecei em janeiro e por enquanto está tudo dentro do previsto. A maioria dos tiros ficaram entre 4:40 e 5 min/km. No último fiz um pouco mais de força e saiu um 4:15. Nada de excepcional.

Durante o treino, mais no início, senti um pouco as pernas, mas ao longo dos intervalados foi ficando melhor. Terminei me sentindo bem e com os últimos tiros mais rápidos em relação aos primeiros, quase que de forma natural. Hoje não me senti tão acabado, mas optei pelo dia de descanso. Amanhã tem mais. Só ainda não decidi se vai ser uma rodagem normal ou algo com intensidade.

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Uma pequena folga

Não adianta planejar muito porque é fácil demais para qualquer pequeno ato mudar tudo. Semana passada, escrevi da preguiça como companhia e dos dias de férias. Pois bem. Uma pequena infecção intestinal causou um grande transtorno desde quinta à noite.

Deu uma boa prejudica na vida. Desde quinta não corro e não vou mais correr até o fim do ano. Amanhã, tenho uma cirurgia nos olhos e é muito improvável que eu seja liberado para correr ainda em 2016. E, mesmo que isso acontece, já botei na minha cabeça que não vou correr.

Vou ficar descansando e esperar 2017 começar para efetivamente iniciar meus treinos. Dezembro já estava com poucos treinos, ainda que tentando manter um ritmo não tão lento. O combo do Mova Mais ficou em 152 dias. Queria ver até onde mantinha. Foi até o limite que o corpo disse para parar.

Pensava eu que poderia ser algo com dores nas pernas, cansaço e tal, mas que nada… foi por causa de um fator indireto, mas que interfere diretamente na corrida. Achei até que o último dia que ia correr seria amanhã, ficando com pelo menos 11 dias parado. Como o transtorno no estômago adiantou as coisas, serão, no mínimo, 16 dias sem correr.

A pior parte é o retorno. Sempre é. Aquela coisa de voltar devagar, não exigir demais. Tudo que a gente já sabe e, às vezes, acaba atropelando. No entanto, se pensar que 2016 foi tão complicado com pequenas lesões, essa parada vai ser até boa para um descanso geral. Como em dezembro estava tudo indo bem, as perspectivas para 2017 são boas. Corrida de novo só em 2017.

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A preguiça como companhia

No ano passado, fiz um post falando de como eu queria que fosse meu dezembro em 2016. Como 2016 foi tumultuado e inconstante, não consegui me dar 30 dias de férias. Entretanto, consegui deixar dezembro como um mês de folga. Estou correndo pouco. Em geral, tenho corrido um e descansado dois dias. Treinos curtos e rápidos. Não é uma parada total, mas não é nenhum comprometimento muito grande.

Quando escrevi o texto, tinha como base os anos anteriores e, principalmente, 2015, quando corri bastante. Este ano só consegui engrenar os treinos depois de agosto. Até ali, foram muitos dias parados em sequência por conta de diversas pequenas lesões. Agora parece que tudo voltou ao normal. Os 30 dias de férias, sem correr, não vão acontecer. Depois de tantos problemas, eu quero correr, ainda que de forma intermitente. Estou mais descansando do que correndo, mas correndo. A preguiça quase sempre tem sido minha companheira. O horário do trabalho nessas semanas de dezembro não me ajuda muito a correr pela manhã nos dias de semana. Precisaria acordar antes das 6 horas e aí entra a preguiça. Deixo o treino para a parte da noite, depois das 19 horas, quando já não tem mais sol.

Treinar à noite é uma das coisas que menos gosto de fazer. Quem aparece novamente? A preguiça! Sim, ela de novo. Já teve muitos dias em que o dia estava perfeito para correr. Só me faltou a vontade. Basicamente, estou correndo baseado no Mova Mais. Até pretendo fazer um post sobre isso também. Como não quero perder o combo de dias seguidos, não posso ficar mais de 2 dias sem atividade física. Tem que ser pelo menos 30 minutos. Nesse momento, a preguiça perde parcialmente. Falo parcial porque eu saio para correr, mas a vontade é tanta que aos 31 minutos já estou pensando em parar.

O objetivo ainda é, em um fim de semana qualquer, correr 1 hora ou mais, só para não ficar nas distâncias curtas, mas o que está faltando atualmente é conseguir me motivar para isso. O problema todo é que a cabeça já está pensando em 2017. Todo o planejamento, ainda que não tenha nada confirmado, está nas provas do ano que vem. Até porque neste ano não dá para fazer mais nada. Como o foco está no ano que vem, acho que só depois de 31 de dezembro para conseguir treinos de mais qualidade e de mais vontade.

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Raros treinos

Depois da Meia de Florianópolis, adotei o expediente de correr um dia e descansar dois. Pretendia fazer isso só na primeira semana, mas tem uma dorzinha chata na sola do pé direito que volta e meia aparece, principalmente depois de correr mais forte. O último treino, hoje, na terça, foi assim. Durante foi tranquilo. Depois, senti um pouco, quando esfriou. No treino de sábado, não senti nada, mas ele também foi com ritmo mais leve.

Quando eu acho que estou pronto e recuperado, aparece alguma coisa nova. A sequência de problemas é algo nunca antes vivenciado por mim. Vamos ajustando aqui e ali, levando do jeito que dá. Não é nada que me impeça de correr, mas incomoda, principalmente quando não estou correndo. Ainda não sei bem o que é. Desconfio de algo relacionado à fascite. A minha fáscia não muito alongada pode ajudar.

De qualquer modo, vou correndo pouco e variando o ritmo até chegar a Volta da Pampulha. Pretendo começar a verdadeira folga dos treinos e corridas de dezembro após a corrida em Belo Horizonte. Acredito que completar a prova não será problema. Espero que o tempo em repouso também ajude. Já descobri que a melhor coisa para quase qualquer dor é descansar e não correr. Inclusive, entre um treino e outro, nos dois dias de descanso, senti uma melhora grande na sola do pé. Na verdade, nem sentia mais incômodo nenhum.

Ainda pretendo correr quinta e depois só domingo. Na volta para casa, o plano é correr ou andar a cada dois dias parado para manter o combo do Mova Mais. Não dava muita bola para isso até ver o e-mail deles me avisando que era dia de correr para não perder o combo. Quando vi, tinha 127 dias de combo (desde 17 de julho). Aí mexeu com o TOC de manter sequências. Para correr em dezembro, vou depender muito do pé e do que ele incomodar, mas andar acho que vai ser possível. Quero ver até quando vai o combo.

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Flexibilidade

Ontem, falei que optei pelo descanso e abortei a ideia de correr 31 dias em outubro. O dia de descanso na terça foi programado. Logo depois de 3 dias mais intensos, descansar era fundamental para o treino longo de quarta-feira. Só que aí apareceu a previsão do tempo com indicação de chuva. Não estou em um momento em que treinar é tão fundamental assim. Se está chovendo muito, aborto o treino, ainda mais que já não tem mais a meta de correr todos os dias do mês.

Quero correr o máximo que der, mas ficar dois dias parado não vai fazer mal. Como não estou seguindo nenhuma planilha específica, apenas saindo para correr, com alguns treinos longos, meus dias de treino são muito flexíveis. O longão que ia sair na quarta ficou para quinta. A chuva tem moldado muito os meus treinos.

Na sequência de 20 dias correndo sem parar, em dois deles estava chovendo, um dia mais forte e outro era mais uma garoa. Mesmo assim, para manter a série saí para correr. Como estava chovendo, optei por treinos rápidos e curtos. Foi sempre um pouquinho mais de 30 minutos, para garantir os pontos no Mova Mais, e pronto.

A sequência foi interrompida e não vi motivos para sair de casa na quarta-feira para correr. Chuva constante, às vezes mais fraca, outras vezes mais intensa, com vento em alguns momentos, meio frio. Fiquei em casa botando em dias algumas coisas e esperando pela quinta sem chuva, conforme a previsão do tempo indica. Por gosto pessoal, não gosto de ficar dois dias seguidos sem correr, mas há situações em que não tem jeito.

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Desafio PFC S01E04 – Como Foram os Treinos?

No quarto episódio da série DESAFIO PFC 21 KM, falamos como foram os nossos treinos na semana de 10 a 16 de outubro.

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Desafio PFC S01E03 – Planejamento de Treinos

No terceiro episódio da série DESAFIO PFC 21 KM contamos como é e quem faz o nosso planejamento de treinos.

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Desconfortável

Na sexta, falei que saí da zona de conforto porque encontrei meu primo na Beira Mar. Sábado consegui fazer um treino mais leve e curto. No domingo, programei para fazer um treino mais longo. Pretendia fazer pouco mais de 10 km em 1 hora e alguns minutos. Já tinha decidido o percurso na minha cabeça. Sabia que daria o tempo e a distância. Quando saí de casa, escolhi fazer 3 km de aquecimento e depois 1 km forte e 1 km fraco.

Às vezes, e nas últimas semanas com mais frequência, encontro o casal Kiko, do Mountain Do, e Fabiana treinando por lá, geralmente fazendo treinos intervalados. Na terça da semana passada encontrei-os e quando eles passaram por mim o Kiko disse: “vem com a gente”. Eu falei que naquele ritmo não daria e ele disse que se não tentar eu nunca ia saber. Acelerei e fui, aguentei alguns poucos metros.

Na sexta, eles estavam lá novamente e domingo também. Na sexta estava correndo com meu primo, mas domingo não teve jeito. Encontrei eles na Beira Mar e saí da zona de conforto de uma forma impensada naquele dia. Na primeira vez que os vi, eles estavam no sentido contrário. Até aí, tudo certo. O problema foi na volta. Eles estavam no intervalado e passaram por mim.

E o Kiko falou: “vem com a gente pelo menos 250 metros!”, “só para sair da zona de conforto e dar uma acelerada no coração”. A Beira Mar tem riscos pintados no chão a cada 250 metros. Ele falava: “pelo menos um risquinho, vem!”. Para a minha sorte, logo que acelerei já apareceu a faixa branca. Estávamos passando já por ela. Então, ele falou: “vem até a próxima”. Acelerei e fui. Consegui aguentar até chegar no risquinho. Foi bem sofrido e deu uma melhorada no meu 2º tiro de 1 km.

O 1º km do intervalado, correndo sozinho, saiu em 5:18. Este segundo saiu a 5:07, sendo que na aceleração com eles ficou entre 4:15/4:20 de ritmo. Depois desse aceleração, ainda tinha os metros finais do intervalado para fechar 1 km. Tentei aproveitar o ritmo, mas já fui me arrastando, só esperando o Garmin apitar. Eles estavam fazendo 3 x 5 km. No meu retorno, passei por eles, que estavam no intervalo de descanso, e ouvi: “quando a gente passar por ti, vamos juntos por 500 metros”. Falei que ia tentar e continuei no 1 km fraco.

O 3º km forte comecei correndo sozinho, tentando acelerar, mas sem saber o ritmo. No Garmin estava a distância geral e o tempo. Em seguida, escuto passos acelerados deles chegando e penso: “nem deu tempo de descansar”. Eles passaram e lá fui eu. Ele falou: “dessa vez tenta 2 risquinhos. Tem que ser 1 e tentar 2”. As pernas já estavam mais pesadas, mas tentei. Consegui passar pelos 250 metros e pouco mais da metade dos 250 metros seguintes.

Mais uma vez, o ritmo ficou ali naquela faixa entre 4:15/4:20 e foi bem extenuante. Quando não aguentei mais, diminuí o ritmo e eles continuaram. Essa acelerada me fez fechar o 3º km em 5:05. Com isso, fechava o 8º km do treino. Ainda tinha 1 km fraco e mais 1 km forte e eu não sabia bem como ia conseguir fazer esse tiro forte depois do estrago de deixar a zona de conforto de forma tão forte.

É difícil, mas a gente sempre consegue. Comecei o último tiro de 1 km ainda meio sentindo. Mudei a tela do Garmin para o ritmo para me obrigar a fazer força caso o número do ritmo médio estivesse meio alto. O Garmin marcava 5:39 e foi o sinal para acelerar. Foi complicado, não foi fácil, mas saiu. Consegui correr para 5:16 depois de algum esforço. Olhei o final deste tiro e a média ficou entre 5:05/5:10. Tive que recuperar o tempo perdido.

No fim do treino, foram 10,43 km em 1:02:01, ritmo médio de 5:57 e os intervalados de 1 km forte ficaram em 5:18, 5:05, 5:05 e 5:16. Tenho certeza que se não tivesse encontrado o Kiko e a Fabiana não iria correr tão forte assim. Iria tentar manter a média do primeiro, mas talvez não importasse em correr mais devagar. Fiz força, foi desconfortável, mas não senti dor nenhuma no pé. A melhor parte de tudo. Não sentir dor depois de tanto esforço foi muito bom. Essa brincadeira teve saldo positivo.

O lado ruim de correr forte assim é que durante dói tudo e nada indica que vamos conseguir. O lado bom é que, depois que acaba e você percebe o ritmo que fez, passa a impressão de que tudo é possível. Talvez não tudo, mas fica parecendo que dá para melhorar e voltar a correr bem. Para isso acontecer, sair da zona de conforto é fundamental. Ainda não estou no momento de ficar desconfortável por conta própria. Vou adiando até outubro ou até encontrar algum conhecido que me faça sair do conforto.

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Zona de conforto

Depois do longão de ontem, de ficar 1 hora correndo, o programado para hoje era uma rodagem mais curta e mais preguiçosa. Coisa de 30 a 40 minutos, só para pontuar no Mova Mais. Talvez alguns quilômetros mais rápidos, mas nada de muito excepcional.

Para evitar que os carros me fizessem mudar o percurso, fui pelo caminho mais curto e logo já estava na Beira Mar. O 1º km saiu legal, a 6:29. O 2º já parecia que ia ser melhor. Eis que, quando o Garmin estava para apitar e marcar o 2º km a 6:15, encontrei o Jules, meu primo, na Beira Mar.

Ele estava só rodando em ritmo leve e também estava começando o treino. Fomos juntos pela Beira Mar. O problema todo é que o ritmo leve dele é entre 5:30 e 5:40. Claramente ele estava correndo mais lento do que poderia, só para me acompanhar, e eu estava saindo da minha zona de conforto linda e aconchegante.

Quando o Garmin apitou o 3º km tive em números o reflexo da sensação de esforço. Saiu um 5:33. E continuo piorando! O 4º km saiu a 5:30. Felizmente, o ritmo diminuiu nas parciais seguintes e corri o 5º a 5:41, o 6º km a 5:43 e o 7º a 5:42. O final do 7º km já estava sozinho, indo para casa, mas a companhia me ajudou a continuar constante.

Os metros finais até em casa saíram a 5:43. O treino preguiçoso acabou sendo o treino com melhor ritmo que fiz desde o retorno. Tudo culpa do meu primo. E foi muito bom. Ainda bem que encontrei ele na Beira Mar. Não iria correr neste ritmo sozinho. Cheguei cansado em casa e com as panturrilhas um pouquinho mais doloridas.

Na parte em que o ritmo aumentou, foram 5 km em 28:09, ritmo médio de 5:37 min/km. Foram muitos quilômetros em uma velocidade que ainda não tinha feito ou pensado em fazer. Muito tem a ver com o medo de sentir dor no pé. Como estava acompanhado e conversando, poucos foram os momentos em que lembrei de ter um pé com dores até julho.

Acredito que muito do medo de sentir dor tem a ver com correr sozinho. Sem distrações, apenas eu comigo mesmo, acabo prestando atenção na corrida e no pé. Com isso, o medo da dor aumenta e o ritmo não fica mais rápido, mesmo que, aparentemente, as coisas estão já dentro de uma normalidade.

Corri todo o mês de agosto e agora metade de setembro sem maiores problemas. Em setembro, inclusive, fiz até alguns treinos com ritmo mais rápido e nada de doer. Talvez seja mais psicológico, mas é difícil simplesmente esquecer. Amanhã devo fazer mais uma rodagem, domingo e segunda também. Pretendo me dar folga só na terça. Espero não encontrar ninguém amanhã na Beira Mar para poder trotar na zona de conforto. A saída de hoje já foi o suficiente para os próximos dias.