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[powerpress] Cresce número de participantes de corridas em São Paulo

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Como funciona o DataEnio

O DataEnio é um instituto que tem como objetivo reunir todas as minhas manias. Desde conferir estatísticas das provas, número de concluintes, elaborar dados até a aferição das distâncias das corridas. A área em que o DataEnio mais atua é esta última: as distâncias corretas nas provas. Se você compra três repolhos e te entregam dois, está errado, não? (Baita exemplo). Porque então estaria errado e seria chato reclamar de uma prova de 10 km que tem 9,8 km? Não está e não é.

Hoje vamos falar sobre como funciona o DataEnio para validar distâncias em uma prova e, consequentemente, homologar meus recordes pessoais. Antes de começar, lembro que já fizemos o PFC 113 sobre recorde pessoal, onde explico um pouco o que vou escrever abaixo. Outro adendo é que este é o MEU critério. Cada um pode ter o seu do jeito que bem entender. Acredito que é importante ter algum. Uso este critério para analisar as minhas corridas. E das outras pessoas também.

O DataEnio já atuou fazendo as estatísticas dos concluintes da Corrida de Angelina.

Como funciona? Simples:

  1. Prova aferida oficialmente pela CBAt, IAAF e coisas do tipo, com certificado e tal, pelos medidores credenciados.
  2. Se o 1 não der certo, no Brasil não são todas as provas que tem isso, prova aferida pela organização com aquelas bicicletas calibradas ou algo do tipo. Não precisa ser oficial, desde que esteja medida e com a distância correta.
  3. Em qualquer uma das hipóteses acima, o GPS precisa marcar a mais.
  • Se o 1 e 2 não for possível, vai complicar. Não é o ideal, mas pode ser medido pelo GPS. Sou chato, mas razoável. Porém, dificilmente algum organizador vai falar que mediu por GPS ou Google Maps.

Observações:

  • Vale apenas para corridas de rua, asfalto. No meu critério não entram provas em trilhas e montanha. Tais provas são um mundo à parte.
  • O GPS usado precisa ser Garmin ou algum outro relógio GPS de pulso. Aplicativo de celular não conta. Eles são muito mais imprecisos. No meu caso, é o Garmin, o mais preciso de todos os imprecisos.
  • Se o Garmin der a menos, nem considero os tempos e recordes (exceto no caso do número 1 lá de cima) . Faço projeção, mas não é válido para homologar um recorde pessoal.
  • Se o Garmin der MUITO a mais, também temos problemas, porque ele não erra tanto assim.
  • Se o Garmin der exatamente a distância, é ruim. O GPS não pode dar exato. Ele não é preciso a este ponto. Fico muito relutante em considerar um recorde pessoal assim.
  • Considero ideal o GPS marcar aproximadamente 1% a mais do que a distância da prova. Pode ser um pouco mais de 1% ou um pouco menos, mas tem que ser maior do que a distância da corrida.
  • Não acho plausível em uma corrida de 10 km o GPS marcar 9,98 km. São 20 metros, oras. Você pede uma pizza gigante e vem uma pequena. Qual o problema, não é mesmo?
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Coluna do Mauricio – Ainda o mercado da corrida

Olá, amigos! O assunto continua sendo o mercado das corridas de rua. Muito precisa melhorar, mas ao mesmo tempo temos corridas de qualidade no Brasil. Não citarei nomes de provas e nem organizadores. Claro que na parte de melhorar temos os aproveitadores do momento, que entregam frustração ao invés de entregarem diversão.

Hoje pretendo contar com o seu auxilio, leitor. Nós do Por Falar em Corrida sempre falamos alguns pontos que podem ser diferenciais em algumas provas. Inscrições apenas com chip e número e medalhas diferenciadas de acordo com as distâncias com data e distância são algumas sugestões.

O que desejamos é que não seja somente a quantidade de provas que aumento, mas que aumente cada vez mais a qualidade das provas ofertadas e consequentemente o numero de inscritos. Boas corridas.

Na sua opinião, o que uma prova deveria entregar? Na nossa página do Facebook fizemos uma enquete parecida. Quais itens você considera indispensáveis em uma corrida? Aqueles que você sempre verifica antes para saber se vale a pena participar ou não da corrida? Se possível, listem os itens em ordem de importância.

Listamos alguns abaixo do que pode ser considerado importante. Participem!

  • Organização
  • Distância Correta
  • Chip
  • Hidratação
  • Valor da Inscrição
  • Percurso
  • Medalha (dados da corrida/fitas)
  • Kit
  • Largada
  • Concluintes/Participantes (se a prova tem bastante gente)
  • Premiação na Categoria/Dinheiro
  • Foto da chegada
  • Infraestrutura (área para acompanhantes/crianças/guarda-volumes/dispersão)
  • Placas de km corretas
  • Site com informações
  • Local da prova
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Coluna do Mauricio – O mercado da corrida de rua

Nos últimos anos, temos acompanhado o real crescimento do nosso esporte. A corrida de rua deixou de ser um esporte individual, praticado apenas por pessoas que buscavam resultados. A corrida, hoje, em sua maioria, é praticada por pessoas que buscam uma vida saudável, expectativa de vida, conhecer gente, melhorar o humor, entre outros motivos.

Esse comportamento gera diversas oportunidades de mercado. Aí que mora o perigo. Muitas pessoas de má-fé querem se aproveitar deste momento de crescimento do esporte para tirar proveito dos corredores de rua. Os olhos acabam crescendo em tudo o que se pode faturar em cima do esporte. São vários fatores envolvidos, somando-se venda de material esportivo, cotas de patrocínio, corridas dos mais diversos tipos e até agências de viagem especializadas no esporte.

Temos que ficar atentos principalmente nos oportunistas. O mercado está cheio de empresas que não se atualizam e tem o foco em tirar proveito da oportunidade. Temos hoje um público ávido pelo esporte, mas ao mesmo tempo carente de corridas com qualidade e preços que condizem com o que será entregue.

Aos poucos, porém, os atletas têm prestado mais atenção nas falhas e começam a reclamar delas. Não precisa muito para deixar um corredor feliz. O segredo está na qualidade da corrida, ou seja, não ligamos em pagar, mas queremos que o produto entregue seja de qualidade. Boas corridas.

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Coluna do Mauricio – SOS corrida de rua

Olá, amigos! Quem acompanha as redes sociais, deve ter visto o que ocorreu na prova realizada em Curitiba no dia 16 de agosto. Não vou entrar em detalhes aqui na coluna, mas as falhas que a organização teve desencadearam algumas reações de corredores que já estavam cansados dos abusos cometidos.

O que pretendo abordar com vocês é o mercado que nosso esporte se tornou. Sempre defendemos que os atletas devem correr as provas devidamente inscritos, acreditamos nisso e iremos sempre apoiar essa prática, ou seja, não concordamos com corredor “bandido”, “pipoca” ou outro nome que prefiram.

No entanto, também não podemos concordar com provas que contam com inscrições dos mais diversos preços, que prometem e vendem uma coisa e não entregam, ou muitas vezes entregam de maneira pífia e vergonhosa.

Antes de ser corredor, toda pessoa que se inscreveu em uma prova é um consumidor. E esse consumidor deve exigir o seu direito. Afinal, a corrida de rua virou um comércio. Agora, enquanto um lado ganha, o lado que quer se divertir com qualidade, nós corredores, não temos muitas vezes recebido esse produto com qualidade. Temos o direito de reclamar e devemos reclamar sim!

Artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor, que dispõe:
“Se o fornecedor de produtos ou serviços recusar cumprimento à oferta, apresentação ou publicidade, o consumidor poderá, alternativamente e à sua livre escolha:

I – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade;
II – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente;
III – rescindir o contrato, com direito à restituição da quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos”.

Boas corridas.

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Podcast PFC

PFC 41 – Booom das Corridas

pfc 41[powerpress]

Nesta 41ª edição do POR FALAR EM CORRIDA: 

ABERTURA;

CALENDÁRIO:
Circuito Qualidade Caixa Etapa Natal (RN);
FW Night Run (MG);
Maratona de Santa Catarina (SC).

RELATOS DE CORRIDAS:
Naventura Ilha do Mel (PR).

PAPO DE CORREDOR:
Boom das corridas de rua.

SPRINT FINAL;

POWERSONG:
Purple Haze – Jimi Hendrix.