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A primeira corrida de 2017

As coisas acontecem. Não é prova alvo, não foi planejada, mas apareceu e será a minha primeira corrida de 2017: a Corrida da Ponte em Curitiba, dia 22 de janeiro. Tem 5 km e 10 km e eu vou nos 10 km. O porquê dessa escolha ainda não sei. Não faz nenhum sentido eu ter escolhido 10 km sendo que mal e mal estou correndo 5 km e ainda estou vindo de mais de 15 dias parado.

Escolhida a distância, só me resta tentar chegar em condições minimamente razoáveis em Curitiba. Dizem que é plana e rápida. Uma prova assim em Curitiba me causa certa curiosidade e dúvida. Parece que só vai ter a subida da ponte. Vou aguardar para ver. Como vou estar sem o melhor preparo, quanto mais plana, melhor.

O objetivo vai ser correr 10 km abaixo de 1 hora. Seria o que não me deixaria frustrado. De repente, nesses 12 dias que ainda faltam até a corrida eu consigo uma preparação um pouquinho mais adequada. Não vai ser nada de outro mundo, com certeza, mas vamos tentar pelo menos garantir o ritmo abaixo de 6 min/km.

Abaixo, o vídeo que fiz falando da Corrida da Ponte:

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=ArYW0vw4-Ks[/embedyt]

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As provas que fiz em 2016

Ainda estamos no começo do ano e tenho algumas coisas para botar em dia. Queria ter feito antes, mas fui adiando e só saiu agora a lista das corridas que participei em 2016. Foram poucas, apenas 8. O número de corridas até considero  ideal, mas tive resultados bem longe do que gostaria. Elas até foram boas no sentido dos amigos, da prova em si, mas o meu desempenho foi frustrante. Todas as corridas tem o link que leva para o meu relato no dia seguinte à prova. Lá está mais completo e com a memória fresca do momento. Hoje vão ser comentários mais superficiais do que eu acho que lembro. Não li todos os relatos para relembrar. Vai ser na sorte. Vamos a elas.

Run, Floripa! – 10/04/2016

Foi a primeira corrida do ano. Depois de alguns problemas e lesões, parecia que estava tudo certo, mas uma semana antes dessa prova senti um incômodo no peito do pé, que persistiu por longos dias. Corri a Run, Floripa! com dores. Mesmo assim, ainda consegui o objetivo que era sub 25 nos 5 km. A corrida teve mesmo 5 km, o que foi uma surpresa para mim. Além disso, corri com o Garmin escondido, na sensação de esforço, para ver como estava. Foi um sub 25 no limite, mas saiu. Deu 24:26, não achei tão ruim para as minhas condições do dia.

Meia de Floripa – 12/06/2016

A meia maratona que fiz baseada mais na emoção do que na razão. Não estava treinado nem em condições de correr bem, mas fui. Afinal, corro todas as edições desde 2011 e queria continuar com a marca. Foi uma prova bem fria e sofrida. O único objetivo era o sub 2 horas. Saí mais forte no começo para garantir e no final administrei. Talvez o esforço da prova tenha sido o fator que desencadeou a tendinite fibular. Dois dias depois da meia senti uma dorzinha chata no pé que só melhorou depois que parei por completo e fiz fisioterapia.

9ª Volta à Lagoa da Conceição – 21/08/2016

Fiz esta prova em dupla com o Guilherme. Peguei a parte mais tranquila, a primeira metade, sem o Morro do Badejo e sem as subidas e descidas. Por outro lado, peguei toda a parte da Lagoa, que é aberta, e neste dia o tempo estava MUITO feio. Mas feio mesmo. Vendaval, frio, chuva, risco de adiar a prova, portal caindo. Foi feio. E eu fui me arrastando, com medo de sentir dor. Cuidado aqui e ali. No fim, o tempo não foi dos piores. Ficou um ritmo médio de 6:13, mas foi horrível. Parecia que não ia chegar nunca e eu não me senti confortável em nenhum momento.

Global Energy Race Florianópolis – 25/09/2016

Foi uma boa prova. Corri ao lado do Guilherme e fizemos um tempo bom, além de filmagens para o canal do YouTube do Por Falar em Corrida. Penso que por estar com ele acabei correndo mais rápido do que faria se estivesse sozinho. No fim, corremos com ritmo perto de 5 min/km ou abaixo. No tempo final, 26:53 e nenhuma dor. A partir dali, comecei a acreditar que as dores poderiam ser algo do passado. Uma coisa a se destacar desta prova é que também teve 5 km. Tive duas boas oportunidades em 2016 e perdi as duas por não estar preparado adequadamente.

Track&Field Run Series Iguatemi Florianópolis – 16/10/2016

A Track foi um outro teste das dores e das pernas. 10 km em 54 minutos foi mais do que bom. Consegui manter um ritmo constante ali por perto de 5:30 e, embora tenha sentido uns ameaços das dores, nada de pior aconteceu. Foi só cansaço mesmo. Depois desta corrida, a possibilidade de correr uma meia maratona sem sofrer tanto parecia uma realidade mais próxima.

Asics Golden Run Brasília – 13/11/2016

Depois de um aumento de volume e distância gradativos, ainda que sem muita velocidade, chegou o momento da primeira meia maratona. Nunca vi tanta chuva em Brasília. Desta vez, não quebrei tanto na subida do eixo, talvez por estar mais devagar. Já foi um baita resultado não senti dor e terminar a prova sub 2 horas, com tempo melhor do que na Meia de Floripa em junho. 1:56:47 contra 1:58:55.

Meia Maratona de Florianópolis – 20/11/2016

O objetivo nesta meia era melhorar o tempo de Brasília e tentar sub 1h55. Qualquer coisa a menos era lucro. O Desafio PFC era secundário. Minha preparação não me permitia pensar em grandes resultados. Foquei no que deu para fazer e saiu 1:54:02, quase sub 1h54. Sem dores antigas, apenas as das provas. Foi um bom fechamento de ano. Duas meias em duas semanas, melhorando o tempo e não sentindo dor.

XVIII Volta da Pampulha – 04/12/2016

A último prova do ano. Fiz com a Ju e fomos em um ritmo bem tranquilo. Foi um fechamento bem legal para uma temporada bem irregular. O ritmo na Pampulha foi o de menos. Consegui fazer vários vídeos para o canal e com a certeza quase 100% de que as coisas estavam no lugar. 2017 pode ser um ano melhor e é isso que eu vou tentar.

E em 2017, o que esperar?

Bom, para este ano ainda nem defini que corridas quero participar, quais serão as provas alvo. Talvez foque nas meias porque é mais fácil de ter a distância. 5 km e 10 km sempre corro o risco de participar de uma prova sem a distância correta. Está tudo indefinido ainda. Estou pensando o que vou fazer, mas participar de menos de 10 provas é um bom número. Só preciso escolhê-las bem. Janeiro está sendo um mês de base, bem devagar, mas até fevereiro ou março quero estar mais bem condicionado para encarar os novos desafios.

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Domingo tem corrida

Cada vez mais estou participando de menos provas. Tenho escolhido algumas, apenas aquelas que de fato gostaria de correr, tipo as duas meias de novembro nas quais já estou inscrito há algum tempo: a Asics Golden Run em Brasília e a Meia de Florianópolis, dias 13 e 20, respectivamente.

As outras provas vou deixando de lado e participo caso apareça alguma oportunidade. Por isso que, este ano, só participei até agora de 3 provas, sendo que só 2 eu realmente estava me preparando para correr. A terceira apareceu sem planejar e a quarta também será assim.

No domingo vou correr a Global Energy Race em Floripa. Quando abriram as inscrições, achei o valor meio caro para uma prova que não sabia bem como era e tinha dúvidas se realmente valia a pena. Ainda estava voltando da lesão e não estava animado para me inscrever em nada.

O tempo passou e a inscrições esgotaram. Não foi nenhum grande problema, mas na quarta-feira surgiu a tal da oportunidade e pronto! Estava inscrito na Global Energy Race. Mais uma vez, sem planejar. Optei pela prova de 5 km. Dar duas voltas na Beira Mar Continental é muito chato. Vai toda a equipe do Por Falar em Corrida, ou seja, eu e o Guilherme.

Ainda estou com os treinos em ritmo devagar e aumento gradual de velocidade. Para correr 5 km abaixo de 25 minutos precisarei fazer muita força e não acho que seja adequado para o momento. Ainda não estou confiante para isso e não quero arriscar a recuperação que vai muito bem por um tempo mais rápido.

Acredito que vamos correr fazendo vídeos (tentaremos) para colocar depois no canal do YouTube do Por Falar em Corrida. Em abril, na Run, Floripa!, os treinos estavam bons e fazer sub 25 era algo até tranquilo. O atual momento é diferente e o foco não vai ser o tempo. Tanto faz e o que vier é lucro.

Da minha parte, espero que seja uma prova bem legal e organizada. Ah, e que tenha 5 km!!!! A previsão do tempo não indica chuva. Tem tudo para ser um dia bom para sair de casa e curtir o evento. A largada é bem cedo, às 7h. Para quem vai para fazer tempo, as condições devem ser ideais. Domingo tem corrida!

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Lagoa

No próximo domingo, voltarei às provas. No sábado passado, estava inscrito no Indomit Bombinhas, mas era tão longe de casa e em um dia com tantos eventos na Olimpíada que nem cogitei ir. Desta vez, porém, será diferente. Estou inscrito na Corrida Volta à Lagoa, organizada pela ACORSJ, que acontece aqui em Florianópolis, contornando a Lagoa da Conceição. O percurso tem aproximadamente 10,5 km, além de ter uma opção de 5 km.

O percurso maior pode ser percorrido sozinho ou em dupla. O Por Falar em Corrida estará presente duplamente. Farei dupla com o Guilherme e correremos metade cada um. Pegarei a primeira parte, mais plana e ele vai na parte mais complicada, cheia de subidas e descidas. Vão ser pouco mais de 5 km para cada um.

Pela lista de inscritos, são 9 duplas masculinas. As 3 primeiras recebem troféu. Se as outras duplas forem muito incompetentes ou o pessoal faltar, de repente até podemos ganhar um troféu. Este, entretanto, não é o foco. Esta corrida marca a primeira que nós vamos realizar em equipe. A primeira do Por Falar em Corrida.

Já estou conseguindo correr 5 km sem parar, mas meu objetivo domingo é só entregar o bastão vivo. Pretendo correr abaixo de 7 min/km. Se conseguir abaixo de 6 min/km, será uma grande façanha. Não senti mais dores, mas não pretendo forçar. Vou correr no ritmo que der e o Guilherme que se vire para recuperar o tempo perdido.

Será minha terceira corrida no ano. Pretendia correr menos provas em 2016. Focar mais nos treinos. As pequenas lesões me impediram de treinar mais. Por outro lado, estou conseguindo manter o planejado de participar de menos corridas, seja por vontade própria ou pelas lesões. Segunda conto como foi nossa gloriosa participação na Volta à Lagoa.

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Provas – Blog do Mauricio

provasOlá, amigos! A gente treina, treina, treina, sempre com algum objetivo, seja ele saúde, emagrecer, porque gosta, enfim, sempre treinamos com algum foco. Meu foco sempre foi a saúde. Mas qual é a graça de treinar e não participar de provas? Nem que seja apenas uma. Muitos não gostam e nunca irão, mas eu amo participar de uma prova. O clima que envolve toda a estrutura, a corrida em si e as medalhas que guardo como se fossem meus troféus  de primeiro lugar.

E agora entro em um período que farei 4 provas em 30 dias. São elas:

  • 17/04 – Circuito de Corrida de Rua de Curitiba – 1ª Etapa – 10 km
  • 24/04 – Corrida Unidos Pela Vida – Corrida do Rebouças – 10 km
  • 30/04 – Taca-lhe o Pau V8 – 1ª Etapa – 15 km
  • 15/05 – Meia Maratona Ecológica de Curitiba – 21 km

São provas relativamente tranquilas… se não fossem em Curitiba. Delas, apenas duas são praticamente em terrenos planos.  As outras passam pelas ladeiras da capital paranaense. E vocês? gostam apenas de treinar? Gostam de provas? Quais são seus objetivos na corrida? Boas corridas!

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Conciliação

Estou tentando montar o calendário de provas. O ritmo dos treinos atual não me permite sonhar com muita coisa, mas já estou tendo que fazer adaptações nas datas. Este ano, como falei nas metas de 2016, o objetivo é estudar para concursos, mais até do que correr. E aí já temos um desacordo na agenda de provas e concursos.

Vou fazer todos os concursos que forem possíveis. Ontem, ainda, por sinal, fui convocado para uma vaga de um concurso que fiz em março de 2013. Ou seja, tem que fazer loucamente os concursos porque mesmo ficando lá atrás, depois de quase 3 anos você ainda pode ser chamado. Além desse, já fui chamado para outros 2 cargos.

Não é nada muito grandioso. Onde estou agora é melhor do que esses três, mas só o fato de ser chamado mostra que não passar em alguns concursos de 2013 foi ruim no momento, mas no futuro ainda pode render alguma coisa. Apesar da suposta diminuição de concursos, tenho uns 6 até maio para fazer. Teria até mais, mas as datas não batem.

Sim, além de algumas provas serem em dias de corrida, outras são em dia de outros concursos. É difícil a vida de escolher um ou outro. Uma corrida que não vou conseguir participar, por exemplo, é o K21 Costa da Serra em Rancho Queimado. É no meio do mato, mas iria para ver essa etapa do K21 em Santa Catarina. Só que a corrida é no mesmo dia de um concurso.

Como a prioridade este ano é dos concursos, não poderei ir no K21. Vamos ver mais para frente se acontece alguma impossibilidade. A Night Run Costão do Santinho acontece dia 30 e dia 31 tem prova. Não vou correr, mas se fosse, não teria problema. Ano passado aconteceu algo parecido. Tinha um concurso bem no dia da Golden Four Brasília.

Tive que optar pela Golden Four porque as passagens já estavam pagas faz tempo e não estamos na condição de desperdiçar dinheiro. Este ano, porém, estou olhando primeiro a data das concursos para depois pensar nas corridas. A única confirmada é a Pampulha dia 4 de dezembro. O resto ainda está tudo indefinido.

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10 provas de 10 km nos Estados Unidos

WB10KO Running Competitor destacou 10 provas de 10 km nos Estados Unidos que todo corredor deveria participar. Quando se trata de cenário incomparável, tradição, uma experiência positiva no dia da corrida ou ainda a chance de correr ao lado de profissionais de elite de renome, as provas de 10 km abaixo devem ser colocadas em qualquer lista de possíveis futuras corridas.

BolderBoulder
O que não amar nessa corrida na cidade de Boulder, Colorado? É simplesmente uma das melhores. Uma tradição do Memorial Day desde 1979, esta corrida atravessa uma das principais cidades de esportes de resistência do mundo. Temos divisões milhas por milha para cada corredor, além de ter um grandes atletas de elite. E a chegada? Incrível! Corredores cruzam a linha de chegada em Folsom Field, estádio de futebol da Universidade de Colorado, com 50 mil fãs nas arquibancadas torcendo por você. É difícil bater isso.

Peachtree Road Race
Esta corrida no dia 04 de julho tem sido uma tradição em Atlanta desde 1970. Começou com 110 corredores (apelidados de “Original 110”) e agora tem um limite de 60 mil participantes. É uma corrida urbana, com os arranha-céus mantendo o percurso da corrida com sombra começou, com as ruas levando para uma multidão torcendo pelos apoiando os corredores. É uma experiência e tanto, uma daquelas que vale a pena colocar na sua lista.

Healthy Kidney 10K
Apesar de ser um dos menores eventos nesta lista, com cerca de 8 mil concluintes, esta corrida é imperdível. Acontece em maio no mais do que famoso circuito no Central Park, em Nova York, um lugar que todo corredor sonha conhecer. O prêmio para elite é um dos maiores para provas de 10 km nos EUA ($ 25.000 para o vencedor em 2014).

World’s Best 10K
Uma das corridas mais procuradas fora dos EUA, é o maior evento esportivo de turismo de Porto Rico, com 15 mil corredores tomando as ruas de San Juan. É bastante popular entre os corredores de elite, por causa do alto valor da premiação. Tem também um cenário impressionante, com o percurso percorrendo os pouco mais de 2 km da Ponte Teodoro Moscoso, com bandeiras alternadas dos Estados Unidos e Porto Rico.

Dana Point Turkey Trot
Um dos mais famosos eventos do Dia de Ação de Graãs, esta corrida em Dana Point, Califórnia, é uma forma perfeita de terminar sua temporada: paisagem incrível, grande apoio, clima bom e um rápido percurso. Os corredores passam ao lado do Oceano Pacífico, no Porto de Dana Point, o que faz do sul do Condado de Orange um dos mais bonitos locais da América. Os 10 km tiveram cerca de 10 mil concluintes em 2013.

Crescent City Classic
Acontece no fim de semana da Páscoa. Tudo o que Nova Orleans tem (Superdome, o bario de French Quarter, City Park) está à mostra para os mais de 20 mil corredores que participaram desta prova de 10 km a cada ano. A prova teve sua primeira edição em 1979.

BAA 10K
Com cerca de 6 mil corredores participando a cada ano, a BAA 10K é uma das corridas mais recentes no calendário da Boston Athletic Association. No entanto, já é um clássico, começando e terminando no parque de Boston Common e com os corredores passando por um rápido percurso através de Back Bay, passando pela Kenmore Square para o Campus da Universidade de Boston e voltando. Um grupo de elite competitivo acrescenta fascínio à prova, com $ 10.000 de prêmio para os vencedores.

Cooper River Bridge Run
Esta prova de 10 km teve início em 1978 e é atualmente uma das maiores do mundo. É limitada a 40 mil participantes e os vencedores ganham 10 mil em prêmios mais bônus por objetivo atingido. A corrida acontece no mês de abril.

Beach to Beacon 10K
Iniciado pela lenda Joan Benoit Samuelson na sua cidade natal de Cape Elizabeth, esta corrida vem crescendo lentamente e tem cerca de 6 mil participantes, liderados por alguns dos mais rápidos atletas de elite do mundo. O percurso termina no Portland Head Light, o farol mais antigo de Maine.

Statesman Capitol 10K
Acontecendo em abril em Austin, no Texas, a Capitol 10K é a maior prova de 10 km do Texas, contando com mais de 25 mil participantes na sua 37ª edição este ano. Mais importante, a corrida explora a encantando cidade da capital do estado, a partir da Ponte Congress Avenue (conhecida por sua abundância de morcegos que vivem embaixo dela), atravessando o centro de Austin, passando pelo edifício do Capitólio do estado e terminando no Palmer Events Center.