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PFC 232 – Retrospectiva e Metas Para 2018

metas para 2018Enio Augusto, Guilherme Preto e Nilton Generini relembram o que prometeram para 2017 e prometem mais coisas para 2018 neste episódio sobre a retrospectiva e as metas para 2018.

Escute e divirta-se!!!

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Minha retrospectiva de 2016

reEsperei o novo ano começar para botar em dia os posts. Este de hoje vai ser uma retrospectiva pessoal, focada principalmente na corrida, tendo como base o que aconteceu em 2016 e também as metas que estabeleci no começo do ano passado. Escrevi as metas neste post. Transcrevo-as abaixo:

  1. Melhorar do joelho direito e voltar a correr bem
  2. Treinar mais e participar de menos provas
  3. Todas as provas que participar em ritmo menor que 5 min/km
  4. Se fizer maratona, vou tentar correr abaixo de 3h30
  5. Bater o recorde dos 10 km, sub 45 seria ideal
  6. Bater recorde da meia. Se for 1h37 será bem bacana

Consegui fazer bem o 1 e o 2. Metas genéricas são mais fáceis de serem atingidas. Felizmente, com a mudança do jeito de correr o joelho parou de incomodar. No entanto, corri poucas vezes no ritmo mais forte de 2015, então não sei se é uma comparação válida. Pode até não ter melhorado, mas não piorou e não me incomodou mais. Ainda, outro reflexo de mudança do jeito de correr foram as novas lesões que adquiri em 2016. Teve no tendão de aquiles (janeiro), no peito do pé (abril), tendinite fibular (junho) e uma quase na sola do pé, que ainda bem ficou só no quase (dezembro). O item 2 deu certo porque mais treinei do que participei de provas. O número de provas talvez ficasse em apenas 8 mesmo, mas o número de treinos poderia ter sido bem maior.

Essas pequenas lesões, algumas nem tão pequenas, prejudicaram minha constância nos treinos. Sem treinar, impossível cumprir a meta 3. Se fosse mantido o ritmo de 2015, tenho certeza que teria mais chances de conseguir. Talvez não desse 100%, mas ia chegar bem perto. Em 2015, por exemplo, 9 de 12 corridas foram abaixo de 5 min/km, 75%! Este ano, 1 de 8 apenas e foi muito! Ou seja, 12,5%.

A falta de constância, obviamente, nem me permitiu pensar em treinar para maratona. Correr só por correr não está nos planos. Sem treinos, nada de maratona. Sem maratona, nada de sub 3h30, o tempo dos sonhos. O item 4 ficou nulo,  já que nem tive oportunidade de tentar. O 5 e o 6 ficam na mesma conta do 3 e do 4. Teve lesão, não teve treino, não foi possível conseguir fazer nem perto do que pretendia.

Além delas, que falei no podcast PFC 128, fiz mais algumas que foram somente no post:

Outras metas não citadas no podcast:

  1. Melhorar (ainda mais) a alimentação
  2. Manter o peso e as medidas atuais (ou diminuir, mas não muito)
  3. Estudar para concursos com mais afinco

A 1 foi bem até fevereiro. Depois, com as lesões e tempo parado dei uma desanimada de tudo. Comi muita porcaria em dias seguidos, sem muito critério. Com o item 1 claudicante, o 2 não teve como ficar bom. Foram raros os momentos em que consegui ficar nos 75 ou 76 kg. Passeei um pouco pelo 77, mas o mais constante foi o 78. Eventualmente, teve uns 79 e até 80. Comer é bom, mas se você está insatisfeito com o que está vendo no espelho tem que mudar algumas coisas. A 3 ficou no meio termo. Estudar mais, com mais afinco, mas acredito que poderia ter feito muito melhor.

Resumo da ópera

O que tirei dessas metas é o seguinte: metas genéricas são sempre mais fáceis de serem atingidas. Sem algo concreto, a meta fica mais maleável, embora você sempre saiba se a atingiu ou não. Metas com números definidos são mais difíceis, dependendo, é claro, do número que você coloca. Não adianta, também, colocar algo muito fácil ou que você sabe que vai atingir. No entanto, o que percebi é que colocar metas de fazer recordes pessoais para cada ano que começa não é uma meta realmente daquele ano. Estive pensando comigo e um dos meus objetivos nas corridas vai ser sempre tentar melhorar meu tempo nas distâncias, enquanto o corpo permitir.

Portanto, estipular como meta recorde pessoal e sub qualquer coisa é meta de sempre, do dia, do mês, do ano, da vida, do dia da corrida. Mesmo assim, para 2017 coloquei metas de recorde de tempo. Vocês vão poder conferir amanhã e também no PFC 180. Só que além delas, colocar metas de tempo menos rígidas ajuda também. Tipo, correr uma meia sub 1h45. Não é meu recorde, mas é um esforço interessante. 2016 não foi um ano muito bom nas corridas, mas o fim dele serviu para correr sem dores. 2017 começa de forma mais animadora, já estou correndo sem medo das dores antigas. Amanhã é dia das metas.

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PFC 180 – Retrospectiva e Resoluções

Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini e Mauricio Geronasso se reuniram para fazer uma retrospectiva das promessas feitas no início de 2016 e também para fazer novamente as resoluções para 2017. Além disso, temos também a retrospectiva e meta de alguns ouvintes. Envie sua mensagem com sua retrospectiva e suas metas para 2017.

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PFC 180 – RETROSPECTIVA E RESOLUÇÕES no YouTube:

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PFC 128 – Retrospectiva e Resoluções

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Todo fim e começo de ano é a mesma coisa. Traçamos algumas metas, resoluções, promessas e depois de um mês não lembramos de mais nada. É importante também fazer uma retrospectiva e analisar as promessas feitas no ano que passou. Nós até podemos ter esquecido, mas está tudo registrado no PFC 76 nossas resoluções para 2015. Nesta edição, passamos a limpo nossas metas e ver o que cumprimos ou não. E, ainda, fizemos as nossas resoluções para 2016. No fim do ano, voltaremos para cobrar o que foi dito.

Participantes: Enio Augusto, Guilherme Preto, Nilton Generini, Mauricio Geronasso e Juliana Falchetto.

Juliana Falchetto:

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  • falaremcorrida
  • corrervicia
  • mgeronasso
  • julianabam

Assuntos mencionados na edição:

  • VOCÊ ATINGIU SUAS METAS DE 2015?
  • QUAL A SUA META/RESOLUÇÃO PARA 2016?

Assista à edição 128 no YouTube:

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Coluna do Enio – 2014, o ano perdido

preguiçaAgora que tenho uma coluna com meu nome posso escrever minhas lamúrias e lamentações em um espaço personalizado. Para estrear com este novo nome o lugar onde despejo minhas opiniões e coisas afins, aproveitarei o fim de ano e falar de como foi o meu 2014. Um ano perdido. Em termos de corrida, totalmente desastroso, quase nada deu certo, objetivos longe de serem alcançados. Como imagino que vocês não vão ler muita coisa, vou dividir o ano em meses (BAITA IDEIA, NINGUÉM NUNCA FEZ ISSO ANTES) e tentar descrevê-los mais ou menos.

Janeiro: meu Garmin (que estava no conserto) só voltou no fim do mês e estava completamente desmotivado para correr e sem objetivos. Com a chegada do Garmin, o tempo era muito curto para me preparar para a Meia de Florianópolis, que aconteceu em março. Assim, tentei pelo menos começar a correr mais.

Fevereiro: os treinos ficaram mais constantes, mas a falta de condicionamento dos meses de treino capenga estava presente. Pelo menos, corri um pouco mais.

Março: algumas mudanças de horário no trabalho, outros dias de preguiça e foi um mês com poucos treinos, mas que teve a Meia de Florianópolis. Sem treino, consegui fazer 1h58′, o que era o sinal de alerta de que sem treino nada vai para frente. Ainda participei da Corrida da Fantasia, no carnaval, outra prova que mostrou que sem treino fica difícil.

Abril: depois da meia decidi começar a treinar para a Meia de Floripa, que aconteceria em junho. Os treinos ficaram mais constantes e consegui encaixar uma boa sequência. O problema deste mês foi que o horário no trabalho mudou de vez e alterou toda a minha rotina. Tudo que tinha planejado teve que ser reprogramado.

Maio: já mais acostumado com o horário novo, perdi alguns treinos, mas consegui manter os longões no fim de semana. Ainda participei da Wings for Life e não consegui atingir meu objetivo de correr 21 km. Fiz 19,36 e o sub 1h40′ na Meia de Floripa era cada vez mais incerto.

Junho: treinos leve e a Meia logo no início do mês. Depois da metade da prova, vi que não alcançaria o objetivo. Coloquei uma meta muito audaciosa. Desanimei e terminei em 1h46′. Os treinos diminuíram, mas ainda tinha a outra prova alvo do mês: a Maratona Beto Carrero, feita em dupla com meu amigo Eduardo Hanada, com 4 voltas para cada um, alternadamente. Esta foi a prova que mais deu certo. Conseguimos baixar nosso tempo de 2013 e ainda consegui correr todas as 4 voltas com ritmo abaixo de 5 min/km.

Julho: inverno, frio, reta final da Copa do Mundo e com as duas provas que tinha como objetivo feitas. Foi impossível sair para treinar. Só fui nos fins de semana, e me arrastando. Foi o mês que menos corri desde 2011. O mês da preguiça.

Agosto: ainda frio, mas o começo das férias de 15 dias. Utilizei as férias como novo ponto de partida para treinos constantes no ano. Montei uma planilha de 12 semanas. Como mestre do planejamento, minha planilha terminava em um fim de semana sem provas. E duas provas alvo de 10 km seriam em agosto e setembro, no meio da planilha. Totalmente errado. Neste mês, participei da Corrida da Esperança e consegui correr os 5 km em menos de 25 minutos. E na prova dos 10 km da Maratona de SC, fiz os 10 km em menos de 50 minutos. Foi o que consegui e estava de bom tamanho.

Setembro: treinos continuavam constantes e com alguns treinos de ritmo, saindo um pouco da zona de conforto. A prova da Track & Field era a melhor prova para fazer o recorde nos 10 km. A planilha estava no meio e não estava totalmente preparado. Tentei o sub 45, mas morri no 4º km. Terminei em 47:29 e foi até bem razoável. Ainda corri a Corrida Pela Paz acompanhando o Nilton para fazer sub 50 nos 10 km.

Outubro: um mês de treinos bons, mas a intensidade cobrou sua conta. Exagerei e senti dores na perna. Diminuí o ritmo e a intensidade e tudo voltou ao normal. Foi um mês sem provas, mas os treinos estavam bons. Em outubro, o horário no trabalho mudou de novo, mas dessa vez para melhor, o que facilitou meus treinos.

Novembro: defini como objetivo tentar um bom tempo na prova de 10 km da Maratona de Curitiba. Estava conseguindo resultados legais no segundo semestre. Nenhum recorde, mas todas as prova com ritmo abaixo de 5 min/km. Queria manter isso e consegui na Figueira Run. Na Meia de Brusque iria tentar um split negativo, pelo menos sub 1h50′, mas senti um problema muscular que acabou com meu ano. Ainda fui para Curitiba e, bem burro, participei dos 10 km. Só piorei a lesão e fiquei 20 dias parado. O fato positivo de novembro foi a transmissão ao vivo da Corrida de Angelina pelo Por Falar em Corrida. Melhor momento do ano.

Dezembro: voltando devagar, corri a Balneário 10K, mas me arrastando. Os treinos voltaram leves e curtos e aos poucos estou aumentando. Espero que em janeiro já estava tudo dentro da normalidade. Ainda falta um pouco de confiança na perna que estava machucada. Parece que não tem mais nada, mas o receio de voltar sempre existe. Por isso, nada de treinos com ritmo muito forte.

Resumo: a Maratona Beto Carrero e a transmissão ao vivo da Corrida de Angelina foi o que valeu a pena em 2014. Este ano serviu também para ver que treinar dá resultad0 (ah, vá! Não diga!), mesmo que por pouco tempo. Da Maratona Beto Carrero em junho até a Figueira Run em novembro, todas as provas foram com ritmo abaixo de 5 min/km. Fiquei animado com isso. Fim das minhas lamentações. 2014 não foi tão bom quanto poderia, mas espero que em 2015 consiga ser constante nos treinos e corridas e não me lesione. Se der para fazer algum recorde mundial pessoal, melhor. Pode vir, 2015.