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A subida e o vento

Comecei a pedalar e descobri detalhes que antes não faziam muita diferença. Quando somente corria, não notava essas coisas. O título do post mostra os dois exemplos mais claros. As subidas sempre foram um tanto perceptíveis e sofridas na corrida, mas só as mais inclinadas e extensas. Com a bike, porém, até as subidas que ninguém diz que são subidas começaram a ser sentidas.

Nas ruas da cidade, dependendo da direção que se vai, há um leve aclive, que correndo, a pé ou de carro você não percebe. De bike é o contrário. Com a mesma marcha e mesmo esforço fica mais difícil indo para um lado e muito mais fácil indo para o outro. Era uma coisa que nunca tinha me dado conta até então.

Outro fator é o vento. Correndo é uma das coisas que mais atrapalham, principalmente o vento contra, mas não é nada comparado com o que encontro pedalando. Qualquer vento contra já me segura e me obriga a fazer mais força para manter o mesmo ritmo. Claro que acaba cansando mais.

Quando tem muito vento, naquele nível que atrapalha até a corrida, é o pior dos mundos. Se tem treino de tiro na bike, tento sempre fazer a maioria a favor. Aliás, pedalar a favor do vento é uma maravilha. A marcha poderia até ser umas duas vezes mais pesada, de tão fácil que é.

Ontem, por exemplo, tinha muito vento em uma direção da Beira Mar de São José. Em alguns instantes é bem complicado até manter a bike em linha reta. Até no gráfico de ritmo do Garmin deu para notar quando foi contra e a favor do vento. Faz parte das atividades ao ar livre. Prefiro esses pequenos sofrimentos do que ficar correndo ou pedalando dentro de uma academia.

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As 3 horas

Seria um domingo normal. Saí de casa para fazer o treino normal de bike dos domingos, aproveitando as ruas vazias da cidade. Desta vez, optei por ir para a Ponta de Baixo e Praia Comprida, ali tem umas subidas legais para fazer um pouco de força. Ao contrário de semanas atrás, fui na direção oposta, para pegar as subidas de outro modo. Já sabia como era de um jeito e agora queria ver o outro.

Acredito que foi meu melhor desempenho em subidas, tanto nesta parte do percurso quanto em toda a atividade, que se estendeu por bem mais tempo do que eu imaginava. Decidi subir o mais rápido possível e aproveitar as descidas e plano para acelerar. O meu padrão de conseguir uma boa velocidade média é acima de 20 km/h. É o suficiente para o que pretendo. Quando percebi, mesmo com as subidas, estava dentro deste ritmo. Foi o que bastou para que me motivasse ainda mais nas subidas finais e quando chegou no plano da Beira Mar de São José. Foram 40 minutos em uma intensidade bem legal. Quando estava quase querendo fazer uma meia maratona sub 1 hora, os planos mudaram. Avistei o Eduardo Hanada mais à frente.

CONHEÇA O BLOG DO EDUARDO HANADA

Quando passei por ele, o Eduardo falou que iria fazer um longão e provavelmente passaria pela ponte. Era o que eu precisava para me motivar a pedalar mais um pouco. Quer dizer, nem tão pouco assim. Naquele instante, abortei o treino mais rápido e os minutos e horas seguintes foram fazendo companhia para o Eduardo, desde a Beira Mar de São José, passando por Coqueiros, ponte, até a Beira Mar Norte e retornando. Para mim, o ritmo foi bem tranquilo, mas nas subidas tentava fazer mais força. O saldo positivo desta segunda parte de mais de 2 horas foi que consegui passar por todas as subidas sem parar.

Pela primeira vez, passei direto por uma subida no Abraão e pelas duas que dão acesso à passarela da ponte. Essas duas são bem inclinadas e na semana passada tinha ficado pelo caminho. Domingo não. Domingo fui direto. Foi um longão de bike para mim e de corrida para o Eduardo. Ele sofreu um pouco mais. No fim, fiz 3 horas de bike e 37,59 km e ele fez pouco mais de 25 km. No percurso, paramos para beber água no Parque de Coqueiros, tanto na ida quanto na volta, tiramos algumas fotos por ali, depois tiramos mais fotos na passarela da ponte, mais algumas na Beira Mar com a Ponte Hercílio Luz ao fundo e outras na Beira Mar. Na Beira Mar, mais uma parada para o caldo de cana.

Foi um longão, mas com algumas paradas, o que ajudou um pouco e também atrapalhou. Cada parada dava uma descansada, mas também uma esfriada. Depois de mais de 2 horas pedalando, já estava sentindo algumas dores pelas pernas. Era dor de cansaço, que minava a cada nova subida. Quando passamos pela última, do Abraão, a pior de todas, não sei se teria condição de fazer mais força e subir qualquer coisa. Estava bem cansado. Essa foi também a primeira vez que pedalei mais de 2 horas. Foram 3 horas e cansaço à parte, não tive maiores problemas. As dores na bunda até apareceram no fim, mas tudo dentro da normalidade de quem ficou sentado 3 horas no selim.

Os domingos são bons para quem corre e pedala porque, como já falei em posts anteriores, uma das faixas da pista da avenida de Coqueiros fica fechada, dando mais espaço e segurança aos atletas. Facilita a vida para chegar até a Beira Mar Norte. Cheguei em casa bem cansado e acho que nunca senti tão visíveis e presentes os músculos da coxa. O Eduardo fez mais um longão rumo às maratonas que virão, provavelmente a SP City Marathon dia 30 de julho e a Maratona de Floripa dia 27 de agosto. Meu treino de domingo virou uma super pedalada. Menos mal que foi em um ritmo mais tranquilo. Com o ritmo dos 40 minutos iniciais, provavelmente não duraria nem metade das 3 horas.

As 3 horas:

Seguem algumas fotos:

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3 vezes de 7 minutos

Sábado foi mais um teste neste retorno às corridas. O terreno escolhido continuou sendo a grama, mas desta vez o plano consistia em correr 3 vezes durante 7 minutos, com intervalo de 2 minutos. O ritmo era o que o corpo e as pernas quisessem. Deixei a tela do Garmin sem mostrar porque queria ir na sensação de esforço. Saber a quanto estou correndo não é importante neste momento. Fiz o aquecimento até chegar na grama da Beira Mar de São José e iniciei o treino.

A primeira série foi a pior de todas. Não no ritmo, mas nas outras coisas. Senti um pouco o joelho no início, mas foi passando. No fim, estava sentindo a panturrilha e falta de fôlego. Fazia tempo que as panturrilhas não corriam por tanto tempo. Finalizei com ritmo de 6:16 min/km. Nada mal.

A segunda série foi mais tranquila na questão das panturrilhas. Não senti nada. No entanto, senti o joelho no início também. Assim como na anterior, foi passando enquanto corria. Não pareceu ser grande coisa. O fôlego continuo faltando ao fim dos 7 minutos. Embora o condicionamento esteja bom, ainda preciso me acostumar de novo a correr. Terminei com ritmo de 6:25 min/km. O mais lento dos três. Durante o treino, tinha certeza que estava mais rápido do que na primeira.

A terceira foi a melhor, mais rápida e mais tranquila. Não senti o joelho e as panturrilhas também não incomodaram. Aqui só fiquei devendo no fôlego. Talvez por ter acelerado nos últimos metros, com ritmo ali para baixo dos 5:50. Acredito que com mais treinos a tendência é ficar em dia com o fôlego. A parte do condicionamento aparente estar boa, a bicicleta tem ajudado. Esta última série fiz em 6:01 min/km.

Foi mais tempo e mais distância correndo do que o anterior e com menos incômodos e dores no joelho. Parece que está melhorando. O próximo treino de corrida deve ser na terça, quarta ou quinta. Será mais um teste para o joelho. Tenho a impressão de que seguindo assim, incluindo a bicicleta e o pilates, a tendência é a quantidade de treinos aumentar e ficar mais fácil para correr.

Para completar os treinos de sábado, coloquei em dia o treino de bicicleta que estava pendente. Deveria ter pedalado quarta e quinta, mas acabei fazendo quinta e sábado, sendo que fiz na quinta o de quarta e o de quinta no sábado. Não foi grande coisa. Terminei o treino de corrida e voltei direto para a garagem. Nem fui em casa. Peguei a bicicleta e saí para fazer pelo menos 30 minutos.

Pode ter sido o aquecimento que a corrida deu, mas foi fácil pedalar. Quando vi, estava com média acima de 20 km/h, algo bem significativo para o que eu e minha bicicleta temos condições. Foi a motivação que precisava para tentar fechar os 10 km abaixo de 30 minutos. Consegui e ainda cheguei aos 11 km, fechando em 32 minutos os 11,08 km de bicicleta. A velocidade média ficou em 20,8 km/h e eu gostei bastante.

O sábado, originalmente, seria apenas de corrida, mas acabei fazendo meu primeiro treino duplo, um atrás do outro, de corrida e bicicleta. Não sei se é melhor correr antes e pedalar depois ou o contrário, mas fiz primeiro o que era mais importante. Depois, o que estava pendente. Ficar com pendências na planilha me incomoda, ainda mais quando os treinos não saem por motivos que não são de força maior.

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Pneu cheio

As coisas que a gente descobre e que são tão óbvias. Ontem, antes do treino de bicicleta, que consistia em tiros de 20 segundos, verifiquei que os pneus da bicicleta já estavam murchos. Não era muita coisa, mas era um nível que precisava fazer mais força do que o normal.

Fui na loja de bicicleta e pedi para encherem. A diferença que notei foi gritante. Sim, eu sei que é ruim pedalar com pneu mais vazio, assim como é no carro, mas não sabia que influenciava tanto. Percebi também que já deveria ter enchido ele antes.

Antes de sair, sempre dou uma olhada para ver como está o pneu, mas nunca me importei muito se não está muito cheio. Saía para pedalar normalmente. Ontem, depois de encher, é que vi que passei alguns dias pedalando fazendo muito mais força do que o normal, devido ao pneu mais vazio.

Para ter ideia, foi a primeira vez que fiz um tiro de bicicleta com velocidade maior do que 30 km/h. Com o equipamento que tenho, passar disso já é algo que considero bem legal. Mais me parece até perigoso. De toda forma, a maioria dos tiros passaram dos 30 km/h.

Talvez eu tenha que encher os pneus antes de cada saída para pedalar, mas a preguiça me impede. Protelo até quando não dá mais. Pneu mais vazio faz ter que usar mais força. Não sei o que é bom ou ruim para mim e para bicicleta, mas os treinos sempre acontecem. Só que ontem foi muito mais fácil.

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Sofrendo nas subidas

Ainda estou só pedalando e o fim de semana foi basicamente isso: pedalar pelas ruas da cidade. Sábado foi dia de treinos de tiro na bicicleta. Para tentar desenvolver melhor minha velocidade limitada, o local escolhido foi a Beira Mar de São José.

É ali que consigo ter mais espaço em linha reta sem muitos obstáculos. Eventualmente, aparece um pedestre ou uma bicicleta parada, mas a gente desvia e quase sempre não se perde velocidade. Apesar de ser meio chato ficar só na Beira Mar, é o lugar mais seguro e plano que consigo.

No domingo, porém, as ruas estão mais vazias e saio por aí. Estou aproveitando para sempre ir para Coqueiros, que tem uma das faixas da rua separadas para ciclistas e corredores das 8 às 17 horas. Desta vez, escolhi ir pelas ruas de dentro e não pela rua principal.

Foi então que apareceu a primeira subida do dia. Não consegui subir até o fim. Ela era de paralelepípedos e meio inclinada, o que dificultou a minha vida. Parei três vezes no meio do caminho. Em compensação, veio uma descida em que a velocidade foi muito alta. Não sei como esse pessoal do ciclismo tem coragem de fazer mais de 40 km/h de média. Em uma descida a 44 km/h já fiquei todo preocupado, mas felizmente nada de errado aconteceu.

Segui pela rua fechada e não tive mais problemas com as demais subidas. Decidi, então, tentar algo novo e optei por atravessar a ponte. Tem uma passarela embaixo e lá fui eu. Para chegar até ali, tinha mais uma subida. Nem era tão extensa, mas era inclinada. Mesmo sendo em asfalto/cimento, não consegui chegar até o fim. Em determinado momento, não subia mais.

Passada essa fase, pedalar na passarela foi tranquilo. Quando cheguei ao fim, já na ilha, dei umas voltas e retornei. No retorno, mais uma subida. Um pouco maior do que a anterior, mas menos inclinada. Só que ela terminava inclinando demais e aí já viu: não consegui concluir a subida pedalando o tempo inteiro.

Depois, foi tranquilo. Dali até voltar para casa não tive maiores problemas. Já tinha essa certeza, mas confirmei de fato no domingo. Meu problema não é tanto com as subidas em si, mas com a inclinação dessas malditas. No domingo anterior, consegui passar por uma subida muito mais extensa sem grandes problemas. No entanto, ela não era tão inclinada e era no asfalto. Preciso de condições perfeitas para conseguir subir, por enquanto.

O que significa que a subida não pode ser tão inclinada. A extensão não é fundamental, embora quanto maior, mais me canso. Ser de asfalto me ajuda. Paralelepípedos não são os preferidos e atrapalham demais quanto a inclinação é grande. Se for algo dentro da normalidade, atrapalha, mas ainda consigo. Nos dias de semana, as aventuras subindo são menores por causa do movimento nas ruas. No próximo fim de semana deve haver novas tentativas nas subidas que estão pelo caminho.

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A semana mais ou menos

A semana passada não foi muito promissora. Foi até meio desanimadora, na verdade. Com os dias mais ocupados com horas a mais de trabalho, só me sobrou depois das 19 horas para pedalar na segunda e na quarta. Já estava escuro e não é o melhor cenário. Mesmo assim, eu fui.

Fiz pouco mais de 30 minutos e estava bom. Além de estar escuro, já está ficando mais frio. A vontade era nem sair de casa, mas essa parte ainda consigo fazer. Só que nada do que estava programa foi feito. Pedalei, fiz algumas acelerações e só. Quando chegou nos 30 minutos já procurei o caminho de casa.

Para piorar, na quarta-feira, fiz alguma coisa que não sei o que foi e o pedal direito ficou fazendo um barulho estranho toda vez que dava uma volta. Não sabia como resolver e deixei assim. Esperava que ele se resolvesse sozinho, assim como algumas dores de corrida que a gente sente. Depois de uns dias, passa. Não foi bem o caso.

O barulho continuou na sexta e no sábado. Era um barulho tão chato que mesmo saindo para pedalar sexta à tarde não me animei em pedalar mais que meia hora. Antes disso, na quinta, o trote não teve muito sucesso. O barulho da bicicleta mais o trote com dores já me desanimou um pouco.

Para piorar, depois que cheguei em casa na sexta, tentei resolver o problema do barulho, mexi na correia e escangalhei tudo de vez. Além do barulho no pedal, tirei a correia do lugar e não consegui recolocar. Pronto! Além de ainda não poder correr, tinha impossibilitado o uso da bicicleta, equipamento que tem quebrado um galho, ajudando no fortalecimento e no condicionamento.

A ajuda paterna me salvou com a correia no sábado pela manhã. Sou muito sem habilidade para essas coisas. Depois, vendo como foi feito, acho que entendi o processo caso precise em uma próxima vez. Bom, com a correia no lugar, ainda restava o barulho no pedal. Fui até a loja de bicicleta para comprar um cadeado e  já perguntei do pedal. O rapaz da loja falou que o pedal já estava meio frouxo e que só a revisão geral ia resolver. Era o que eu pensava, mas a revisão ainda vai ser adiada.

Já que o barulho estava ali, resolvi me conformar. O barulho faria parte dos meus treinos e azar. É chato, mas pelo menos a bicicleta ainda funciona. Então, no domingo, quando fui pedalar, já esperando o NHEC NHEC, não aconteceu nada. O problema estava resolvido. A princípio, o pedal estava igual, mas o barulho parou. Foi tão bom isso que a pedalada de domingo rendeu. E a de segunda também.

A semana que estava se encaminhando para um desastre, terminou bem e iniciou dentro da normalidade. Terça é dia de descanso, mas o treino de quarta já vai ser dentro do previsto, mais animado, sem barulho, com correia no lugar e fazer o que está programado na planilha.

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Pedalando por aí

Feriados em dias de semana me complicam um pouco para manter a sequência de posts de segunda a sexta. Tenho uma programação e, de repente, surge algo que faz mudar os planos e o post que estava dentro desse plano é adiado. Hoje foi mais ou menos assim, mas nunca é tarde. Se um dia for tarde, eu edito a data da publicação e fica tudo certo.

O fim de semana começou com uma pedalada da preguiça no sábado. Fiz só meia hora para ver como a bicicleta estava e comprar um cadeado para ela. Ainda esta semana vou fazer um post sobre a história da bicicleta, que me incomodou um pouco na semana passada.

Domingo foi o dia que o treino rendeu. Encarei as subidas que tinha que passar, dei umas voltas na cidade e consegui não parar. Por enquanto, toda subida para mim é um Everest. A cada vez que consigo vencê-la sem ter que parar a bicicleta é uma vitória. Domingo foi assim. Rendeu, apesar de exigir bastante das pernas. Pedalei por 1h40.

Segunda, aproveitando o feriado e as ruas mais vazias, fui para outros lados da cidade, com mais algumas subidas pelo caminho. Tem subida que é mais fácil de fazer correndo. De bicicleta ainda sofro um pouco. Parece que não vai dar, que vai parar, queima a perna, mas no fim vai. Também consegui passar por todas sem parar.

Depois de quatro dias seguidos pedalando, sendo dois dias ruins e dois dias bons, os dois últimos, terça é dia de folga. Da bicicleta. Porque tem pilates e a brincadeira continua. Até o fim da semana devo fazer mais um teste correndo. Desta vez, intervalando entre corrida e caminhada na grama.

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O dia para não ir

Ontem foi um dia com várias horas de trabalho e o único horário disponível para pedalar era depois das 19h. Choveu logo cedinho e o tempo começou a virar. Apesar da chuva parar, apareceu um pouco de vento e o clima começou a esfriar, como estava previsto para este fim de semana.

Só que a planilha dizia que tinha que pedalar. Sou bem disciplinado quando tem alguma coisa pré-estabelecida. Pelo menos para sair de casa. Para fazer o treino proposto depende muito da vontade no momento. No caso de ser treino de bicicleta, posso alterar ou não cumprir tudo com mais facilidade.

Estava mais frio, sem tanta vontade, mas fui. Coloquei pela primeira vez no uma camiseta de manga comprida para fazer exercício. Já sabia que ia pegar um vento chato na Beira Mar. Às 19h14, teve início o treino. A planilha dizia uma coisa, mas só queria fazer os 30 minutos do Mova Mais.

Fiz um percurso padrão que me garante quase 40 minutos de atividade. Pedalei bem tranquilo, com algumas acelerações. A noite não estava propícia para sair de casa. Tenho certeza que se tivesse que correr não iria. Não gosto de correr à noite. Com a bicicleta, por ser mais rápido, consigo me convencer mais fácil.

Não foi nada de excepcional, mas saiu o treino. Mesmo com vento e ficando mais frio ainda tinha bastante gente na Beira Mar. Tinha até uns doidos correndo sem camisa. A de manga comprida foi suficiente para mim. A dica para não deixar de treinar é chegar em casa, não pensar, se trocar e sair. Não pode dar tempo de cogitar não ir. Geralmente funciona.

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Sem força

Já passou quase um mês entre pilates, fisioterapia e bicicleta. São 24 dias sem correr. As dores no joelho praticamente sumiram. Está o normal para um joelho com rotura no menisco. O anormal era o estado anterior: inchado, inflamado e muito dolorido. Amanhã devo fazer um trote de 15 minutos para ver qual é a situação.

Nessa experiência do pilates e da fisioterapia, descobri o óbvio: não tenho força alguma. Os mais simples exercícios eram bem complicados, sentia bastante dificuldade. Ainda sinto depois de um mês, mas já melhorou um pouco. Nada mais normal para quem, em 30 anos, fez apenas 6 meses de academia.

Já paguei o pilates para três meses porque um mês só não ia dar resultado nenhum. Talvez nem três sejam suficientes diante da minha ausência de fortalecimento durante uma vida, mas acredito que vai ser melhor do que somente um. A tendência é continuar além dos três meses.

Penso que o pilates junto com a bicicleta vai me ajudar no fortalecimento do corpo. Por consequência, deve auxiliar na corrida. Se não for tão eficaz para a corrida, embora acredite que vá ser, vai ser útil para a vida. Na pior das hipóteses, estarei fazendo outras atividades além de correr, o que já vai ser algo positivo.

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Tudo em um dia

A quinta-feira passada foi um dia bem movimentado. Por não querer pedalar à noite, encaixei o pedal no tempo que tinha disponível no meio da tarde. O clima não estava muito amigável e não sabia bem o que poderia acontecer no resto do dia.

Aproveitei também essa oportunidade climática e fui. Resumindo, foi assim: Saí do trabalho às 13h30, almocei no restaurante e às 14h13 já estava começando a pedalar. Como tinha fisioterapia às 15h, não tinha muito tempo. Fiz 35 minutos com algumas acelerações e pronto.

Cheguei em casa, troquei a roupa e fui para a fisioterapia. Lá fiquei até 16h e voltei para casa. O pilates era às 17h e não deu tempo de fazer muita coisa. Só parei mesmo depois das 18h. Até o fim do pilates, foi um dia bem movimentado. O que me mostrou na prática que é só querer e ter boa vontade que dá para encaixar tudo no dia.

Pode ficar corrido e sem tempo para mais nada? Pode, mas tudo vai depender do que você pretende. Além disso, estava já há dois dias sem pedalar por causa da chuva. Iria quebrar o combo do Mova Mais também. Apareceu a oportunidade. Não foi grande coisa, mas foi alguma coisa.