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Os dias de folga

Depois da volta de Curitiba, resolvi me dar dois dias de folga. Já que não consegui o resultado que gostaria e fiquei longe de um tempo que considero bom, nada melhor do que ficar sem correr. Genial, não? Sem treinar acho que não vai melhorar, né? De qualquer forma, fiquei ontem e hoje sem correr. Vou treinar só amanhã.

Optei pelos dois dias de descanso por diversos motivos. Um deles é que na segunda não ia correr. Esse dia já estava na conta. Como teve a viagem para Curitiba, a gravação do podcast de segunda passou para terça. Como atualmente estou correndo mais tarde, depois das 19h, aproveitando o horário de verão, coincidiu com o momento da gravação.

A princípio, seria um dia sem correr, mas não me importei em ficar dois. O combo do Mova Mais não vai ser quebrado, o que também ajudou na decisão. Meu plano é no treino de amanhã já tentar correr um pouco mais forte. Não que vá para morrer, mas sair um pouco da zona de conforto e tentar aumentar a distância. Os 10 km de domingo foram a maior distância do ano. Preciso chegar perto disso nos treinos também.

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Dias parados

Os dias têm sido bem parados. É um recesso tão recesso, com bastante cara de férias, que quase sempre só lembro do post no blog à noite. A minha rotina está tão bagunçada que não estou encontrando o tempo para postar. Na verdade, tempo até tem, mas nunca dá na hora que eu quero.

A tela do notebook é a pior parte para mim, por enquanto. Depois de algum tempo, principalmente durante o dia, sinto desconforto. Então, tenho ficado pouco tempo a frente do notebook. Com isso, o post sai em 5 minutos, geralmente durante à noite e a edição do podcast vai saindo a passos lentos.

Meu padrão é fazer pelo menos 10 minutos de podcast por dia, mas estou fazendo em duas partes de 5. Tentando, pelo menos. E tem dias que não é possível. Acredito que segunda-feira vou conseguir colocar o podcast no ar, mas talvez ele não fique pronto domingo ou sábado, como geralmente ocorre. Os dias estão parados e tudo está nesse ritmo.

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Mais uns dias sem correr

Chegamos ao 12º dia sem correr. A previsão era correr até dia 20 de dezembro, mas problemas intestinais abreviaram isso para o dia 15 de dezembro. Hoje foi o dia de tirar a lente terapêutica. Elas já estavam a 7 dias por ali. Saindo da clínica, mais colírios para comprar. Vamos sofrendo aos poucos e parceladamente comprando os medicamentos necessários.

São 7 dias da cirurgia e, pelas indicações, poderia fazer caminhadas e exercícios sem contatos. Como já falei anteriormente, só vou dar o primeiro trote no dia 1º de janeiro. Até perguntei para a moça da clínica que tirou a lente se já poderia correr, só para ver qual seria a resposta.

Ela disse que era melhor esperar mais um pouco. Falou que VAI QUE VOCÊ TÁ CORRENDO E ALGUMA COISA BATE NO SEU OLHO. Eu achei esse cenário dela bem pessimista, isso nunca me aconteceu, mas gostei da preocupação. A parte mais sensata e possível foi a de entrar alguma sujeira no olho, o que no caso seria evitado com o uso de óculos escuro.

Continuamos a recuperação. Já está tudo mais confortável e confesso que não deu nenhuma vontade de correr. Ainda mais com esse calor infernal. O melhor horário para correr é antes das 7h ou depois das 19h e mesmo assim está bem quente. Em janeiro, pretendo enfrentar o calor. Por enquanto, está bem bom ficar em casa.

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Uma pequena folga

Não adianta planejar muito porque é fácil demais para qualquer pequeno ato mudar tudo. Semana passada, escrevi da preguiça como companhia e dos dias de férias. Pois bem. Uma pequena infecção intestinal causou um grande transtorno desde quinta à noite.

Deu uma boa prejudica na vida. Desde quinta não corro e não vou mais correr até o fim do ano. Amanhã, tenho uma cirurgia nos olhos e é muito improvável que eu seja liberado para correr ainda em 2016. E, mesmo que isso acontece, já botei na minha cabeça que não vou correr.

Vou ficar descansando e esperar 2017 começar para efetivamente iniciar meus treinos. Dezembro já estava com poucos treinos, ainda que tentando manter um ritmo não tão lento. O combo do Mova Mais ficou em 152 dias. Queria ver até onde mantinha. Foi até o limite que o corpo disse para parar.

Pensava eu que poderia ser algo com dores nas pernas, cansaço e tal, mas que nada… foi por causa de um fator indireto, mas que interfere diretamente na corrida. Achei até que o último dia que ia correr seria amanhã, ficando com pelo menos 11 dias parado. Como o transtorno no estômago adiantou as coisas, serão, no mínimo, 16 dias sem correr.

A pior parte é o retorno. Sempre é. Aquela coisa de voltar devagar, não exigir demais. Tudo que a gente já sabe e, às vezes, acaba atropelando. No entanto, se pensar que 2016 foi tão complicado com pequenas lesões, essa parada vai ser até boa para um descanso geral. Como em dezembro estava tudo indo bem, as perspectivas para 2017 são boas. Corrida de novo só em 2017.

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Flexibilidade

Ontem, falei que optei pelo descanso e abortei a ideia de correr 31 dias em outubro. O dia de descanso na terça foi programado. Logo depois de 3 dias mais intensos, descansar era fundamental para o treino longo de quarta-feira. Só que aí apareceu a previsão do tempo com indicação de chuva. Não estou em um momento em que treinar é tão fundamental assim. Se está chovendo muito, aborto o treino, ainda mais que já não tem mais a meta de correr todos os dias do mês.

Quero correr o máximo que der, mas ficar dois dias parado não vai fazer mal. Como não estou seguindo nenhuma planilha específica, apenas saindo para correr, com alguns treinos longos, meus dias de treino são muito flexíveis. O longão que ia sair na quarta ficou para quinta. A chuva tem moldado muito os meus treinos.

Na sequência de 20 dias correndo sem parar, em dois deles estava chovendo, um dia mais forte e outro era mais uma garoa. Mesmo assim, para manter a série saí para correr. Como estava chovendo, optei por treinos rápidos e curtos. Foi sempre um pouquinho mais de 30 minutos, para garantir os pontos no Mova Mais, e pronto.

A sequência foi interrompida e não vi motivos para sair de casa na quarta-feira para correr. Chuva constante, às vezes mais fraca, outras vezes mais intensa, com vento em alguns momentos, meio frio. Fiquei em casa botando em dias algumas coisas e esperando pela quinta sem chuva, conforme a previsão do tempo indica. Por gosto pessoal, não gosto de ficar dois dias seguidos sem correr, mas há situações em que não tem jeito.

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Quando voltar?

Os dias passaram e a dor diminuiu muito, praticamente sumiu. Ainda não está 100%, mas sinto que já poderia tentar sair para um trote. Só que aí temos um novo problema: está muito frio, estou destreinado, despreparado e sem motivação para correr em junho.

A próxima prova para a qual realmente terei algum objetivo além do sub 2 horas, se tudo der certo e nenhum outro contratempo aparecer, é a Asics Golden Run em Brasília, no distante 13 de novembro. Nos meus planos, julho seria o mês para realmente começar a correr bem.

Daí por diante teria quatro meses para me preparar, sendo que julho seria uma base, para reacostumar o corpo. O que sobrou para junho? Acho que nada. Depois da Meia de Floripa, queria continuar correndo com frequência, mas apareceu essa dor no lado do pé direito.

Ela já está em processo de desaparecimento total. Só que, diferente de abril e maio, quando eu queria voltar a correr, muito por causa da Meia de Floripa, em junho estou totalmente despreocupado e sem um bom motivo para voltar a correr.

Além de tudo, está frio. Todo dia estou acordando depois das 9h. É daí para mais. A preguiça vence a disciplina. Tem também um receio de voltar antes da hora, mas confesso que é mais preguiça e falta de vontade mesmo. Talvez esta semana eu faça um trote, mas ainda está no terreno das hipóteses.

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Uma boa decisão

decisãoOntem aconteceu a 3ª Corrida Adria Santos. Conforme falei no post de sexta, havia a dúvida em participar ou não da corrida. Correr despreparado até vai. Não é o ideal, mas acontece. Só que correr com algum tipo de dor incomum já não é legal. E o pé direito ainda incomodava. Quando escrevi o post, a ideia de não correr era a mais provável. Esperava mais por um milagre do que por qualquer evolução natural. A dor estava diminuindo e sinto que fiz a decisão certa ao optar por não correr.

Hoje a dor está quase sumindo e talvez terça ou quarta eu consiga trotar alguns minutos. Estou esperando ficar bom 100% para me arriscar novamente. Acredito que tenha sido uma das poucas vezes que tomei uma decisão sensata. Apesar de gostar de correr, domingo não era dia de forçar o que não precisava. Não podia pagar para ver o que acontecia. Preferi ficar só fazendo fotos e vídeos. Foi melhor assim. Aliás, se vocês quiserem ver, tem um vídeo do início na prova lá no YouTube.

O dia estava frio e com chuva. Nada propício para sair de casa às 3h30 da manhã rumo a Joinville. Fui mais pelos amigos do que pela corrida em si. Com o tempo do jeito que estava, pensei algumas vezes em não ir. Chegando lá, a chuva, que esteve bem forte, parou e ficou só o frio. Bem frio, aliás. Porém, sem chuva, o que não dificultou tanto a minha vida. A prova tinha percurso de 5 e 10 km e, como previsto e esperado, as duas provas tiveram metros a menos.

Depois da corrida, tivemos que aguardar a premiação de alguns amigos que ganharam troféus na categoria e voltamos. Não sem antes passar no Sinuelo para aquele super almoço que, vamos falar a verdade, era um dos principais motivos da viagem. Todos bem alimentados e continuamos a volta até chegar em casa. Botei o sono em dia e hoje dormi até as 10 horas.

O que fica disso tudo é que não me precipitei em voltar a correr antes do tempo, como aconteceu ainda este ano, logo depois das primeiras dores no pé esquerdo. Pareceu a decisão mais prudente. Pelos sinais do corpo, foi a melhor escolha. Não correr é ruim, mas correr com dor é ainda pior. Como, por enquanto, o próximo objetivo é só em novembro, não existe pressa. Acredito que junho será mais de recuperação e, se tudo sair como espero, em julho os treinos voltam mais constantes.

Para saber como foi a 3ª Corrida Adria Santos, recomendo que vocês fiquem atentos ao blog do Eduardo Hanada. Ele participou da prova (que novidade, né?) e tenho certeza que fará um relato completo do dia de ontem.

Vídeo da largada:

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Correndo quando é possível

correndoO retorno aos treinos está sendo leve e gradual, sem muitas exigências. A única preocupação é não sentir dor. Até o momento, tudo está saindo como planejado. Em princípio, estou correndo quando é possível. A ideia é correr um dia sim e dois não. Parece ser a melhor opção atualmente: dar mais descanso do que esforço ao corpo e ao pé.

Até pretendia correr na terça, mas vários fatores contribuíram para que fosse na quarta. O próximo treino seria na sexta ou no sábado. O mais provável era no sábado e ontem mesmo já soube que seria com certeza no sábado. Hoje era o dia seguinte de um treino e nem cogitei tentar correr.

Amanhã poderia ser uma opção, mas, excepcionalmente, vou trabalhar de manhã. Como gosto de correr antes de tudo, teria que acordar muito cedo. Madrugar para ficar correndo 20 minutos não me anima. Talvez pudesse chegar em casa depois das 13h30 e sair para correr, mas não há necessidade nem planilhas a cumprir.

As coisas foram se ajeitando e no fim o treino acabou ficando para o sábado. Poderia ainda pensar em deixar para domingo, mas domingo tem corrida na Beira Mar de São José. Não vou correr, mas o Guilherme vai e vou lá para fotos, vídeos e tal. Por Falar em Corrida estará presente duplamente na prova. Com isso, o treino ficou para sábado. Pretendo correr pelo menos 20 minutos. Vamos ver o que sai.

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20 dias sem correr

sem correrParece que foi ontem, mas já faz 20 dias que não corro. Aquela volta na quadra não pode ser considerada uma corrida nem treino. No máximo, um movimento de algo que tentou se assemelhar a um trote. A última vez que tentei correr foi lá no distante 23 de abril. Naquele dia, corri bem, 5 km em menos de 30 minutos. O problema todo foi sentir dor no pé. Desde então, estamos sem correr e sem atividades de impacto. Teve aquelas duas tentativas de dez minutos, mas nem dá para considerar porque a dor apareceu e nem consegui suar.

Corrida mesmo foram aqueles 5 km em 23 de abril, que é o que anotei na planilha. As outras tentativas nem registrei no Garmin. Fora isso, estou sem atividade nenhuma. Gosto de correr. Se não posso correr, dificilmente faço outra coisa. Viro um sedentário que, pelo menos, tem uma alimentação adequada. As atividades que faço em paralelo são para ajudar na corrida. O que estou fazendo nesse tempo todo são alguns exercícios para os pés, mas nada muito constante. Às vezes faço, às vezes esqueço, bem relapso.

Depois do raio x mostrar que não tinha nada de errado, parece até que a sensação de dor diminuiu. Deve ser psicológico. Só que mesmo sem dor nos últimos dias, nem quando coloco o tênis para trabalhar, fica sempre a dúvida de quando voltar e como voltar. Porque depois de uma lesão ou algum problema, mesmo com tudo 100% sempre fica aquele medo de sentir dor novamente. Será que sábado me arrisco? Ou será que não? Tipo 1 km? Na segunda, a resposta. No momento, ainda estou pensando.

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O que fazer quando não se pode correr?

o que fazer sem correrMinha rotina nas últimas duas semanas tem sido bem previsível. E parada. Foram 3 treinos nos últimos 15 dias. No entanto, a última vez que corri sem dor faz mais tempo, foi lá em 6 de abril, bem longe, quase mês passado. Nesses momentos de repouso e descanso forçado, o que podemos fazer? Já que não é possível correr sem dor, há outras coisas que podem ser feitas e algumas outras que talvez não seja tão bom assim.

Gosto de pensar no lado positivo disso. Primeiro, estou parado e não estou piorando nada. Assim espero. Quanto mais repouso, maior a tendência de tudo melhorar. Segundo, é legal pensar que não preciso acordar cedo ou acordar e sair para correr. É só dormir à noite e acordar de manhã a qualquer hora sem o compromisso de ter que fazer alguma coisa. Aí entra a parte da preguiça. Ainda mais agora que o frio parece que vai começar, fica mais fácil ainda pensar como é bom não sair para correr.

Só que tem o lado ruim que é: eu gosto de correr. Mesmo que não seja treinar. E é bem ruim ficar em casa. É bom acordar sábado sem precisar fazer aqueles 18 km em ritmo mais rápido, mas ao mesmo tempo é ruim saber que não estou fazendo isso só por preguiça, mas porque não está dando. O que tem o seu lado bom, né? Não estou deixando de fazer nada por preguiça. Entende? Por isso que, quando estou treinando, tento matar o mínimo possível. Quando pode correr tem que aproveitar. Podem existir períodos de parada.

Uma coisa que deve se tomar cuidado é com a alimentação. Não é hora de entrar em depressão profunda e comer todas as porcarias que aparecem na frente. Não, não. Acredito que o ideal seja manter o padrão. Claro que se o seu padrão é arroz, feijão, pão e bolachas e afins vai ficar bem difícil. No meu caso, apenas mantendo o que comia antes, mas sem repetir desnecessariamente tenho conseguido ficar dentro do peso possível e razoável para a situação. Aliás, a média das últimas semanas é o peso que corri a Meia Maratona do recorde pessoal ano passado.

Poderia sair para pedalar, ir à academia, mas gosto de correr. E se não posso correr, não faço mais nada. Pensei em dar sequência aos exercícios na escada, mas eles envolvem algum impacto com o pé e prefiro nesse tempo deixar tudo em repouso. Comparando com a última semana, a situação parece bem melhor. Existe a possibilidade de arriscar um trote no fim de semana, mas ainda vou avaliar a situação. Talvez seja mais prudente esperar mais um pouco. Como me falaram ontem, são dois passos para trás para dar um para frente. Sou paciente. Vamos aguardar.