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Mais um, menos um

Sábado voltamos a correr no asfalto, cimento e ruas. A última vez em um treino foi lá em abril. Na Tribuna também foi, mas não conta muito porque foi uma corrida não planejada na escalada progressiva dos treinos. O fim de semana de chuva não foi muito amigo, mas a gente sempre dá um jeito.

A planilha dizia que deveriam ser 10 vezes de 3 minutos, com intervalo trotando de 1 minuto, sendo que depois de fazer cinco tinha que caminhar 1 minuto e repetir a sequência. Não consegui realizar o treino pela manhã por causa da chuva, mas coloquei na minha cabeça que iria fazer à tarde com ou sem chuva.

Felizmente, a chuva estava fraca quando saí de casa perto das 17h. Antes de começar a sequência, alguns minutos de aquecimento não registrados no GPS. Fiquei de 10 a 15 minutos correndo e andando pelas ruas da cidade até o sinal do GPS se encontrar. Até achei que a bateria iria acabar de tanto demorar para se localizar.

Após longos minutos, sinal de GPS ok, comecei direto com os intervalados. As panturrilhas já estavam melhores, mas depois do aquecimento já senti um pouquinho de desconforto. Não estavam ainda 100%, mas azar o delas. Teriam que conviver com o treino proposto.

Internamente, tinha o desejo de fazer todos os intervalados com ritmo de 5:42 para baixo, que é um ritmo que garante a meia maratona sub 2 horas. No entanto, não foquei no ritmo. Apenas corri 3 minutos fazendo a força que o momento permitia. O clima com chuva e um pouco de vento não ajudava muito.

As primeiras cinco repetições ficaram em 5:50, 5:54, 6:06, 6:11 e 6:08. Nota-se que comecei mais forte e foi subindo. As cinco últimos foram em 6:03, 5:52, 6:03, 6:05 e 5:45. Foram um pouco melhores e mais constantes, mas não na velocidade pretendida. Sobre o 5:45 vale dizer que foi a única repetição que mudei a tela do Garmin para mostrar o ritmo. Tentei de tudo para chegar abaixo de 5:40, mas comecei lento demais.

No cômputo geral, foi um bom treino. Voltei a correr no asfalto depois de um tempo e não senti nenhuma dor forte. O joelho não incomodou. Quem mais sentiu ainda foram as panturrilhas. Claro que o joelho não está normal. Não estava, por exemplo, no nível da largada na Tribuna, mas frente aos últimos acontecimentos, estou no lucro.

Somente hoje me dei conta que faltam apenas 2 semanas para a Meia de Floripa e serão poucos treinos de corrida. Quarta e sábado tem mais. No caso, são mais alguns nesse retorno e os últimos rumo à meia maratona. Logo se vê que estou pulando etapas. O de sábado vai ser uma boa prévia do que poderei fazer na meia.

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Desafio sub 2 horas

Talvez você tenha entrado neste post pensando que vou falar do Desafio de sub 2 horas que está tão falado ultimamente, com a Nike sendo a marca mais proeminente nessa tentativa, que já está com atletas treinando e vai transmitir mais uma tentativa. No horário de Brasília, será às 0h45, no início de sábado.

Já tem muita gente falando disso e o foco do post não é na maratona. É desafio sub 2 horas, mas na meia maratona. Sim, o Por Falar em Corrida também tem o seu desafio. O nosso é bem mais legal e mais possível, ainda que não seja tão tranquilo como foi um dia. Será na Meia de Floripa dia 11 de junho.

Ainda não voltei aos treinos de corrida. Espero voltar na semana que vem. No entanto, pela memória muscular, acredito que seja possível estar apto para fazer a meia. Comparo a situação com a do ano passado. Fiquei mais de 30 dias parado, com poucos trotes doloridos no meio. Sobraram menos de 30 dias para treinar e o maior longo foi de 10 km. Saiu 1:58:56. Foi meio sofrido no fim, mas deu certo.

Este ano, estou parado pelo mesmo número de dias, talvez fique um pouco mais, mas, em compensação, não fiquei parado. Comecei a pedalar e o pilates, os quais pretendo manter. O condicionamento não vai ser totalmente perdido. Depende muito do dia que voltar aos treinos, mas acredito que possa ser menos difícil completar a meia maratona.

Estou no terreno das especulações. O objetivo é participar da Meia de Floripa e fazer qualquer coisa abaixo de 2 horas. É possível, pelo que senti ano passado, mas talvez seja menos sofrido. Só que as coisas vão depender mais do meu joelho. Se ele ajudar, tudo fica mais fácil. Os sinais que ele manda já são mais animadores. Semana que vem tem mais um teste.

É uma luta contra o tempo, em vários sentidos. E não está descartada a hipótese de correr mesmo sem condições ideais na Meia de Floripa. É a única prova em que corri todas as edições desde o seu lançamento. Foi também minha estreia em meias. É uma relação meio pessoal e vale quase tudo para participar dela. O desafio sub 2 horas começou.

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Semelhanças e Diferenças

A experiência de correr 2 meias maratonas em uma semana passou. Fazia tempo que não enfrentava essa situação. Felizmente, eu acho, não estava tão bem preparado e não tive uma corrida prejudicada pela outra. Como eram provas mais para dizer na prática que tinha voltado, quase qualquer resultado servia.

Em Brasília, comecei bem cauteloso porque sabia que, embora com muitas descidas, haveria uma subida bem constante. Lá o objetivo foi mais o sub 2 horas. A chuva tornou tudo mais difícil. Garoa, chuva leve, essas coisas, é tudo bom. Chuva torrencial que encharca até os rins atrapalha um pouco. Por outro lado, a chuva não deixou o calor chegar. Se estivesse mais bem preparado, poderia tentar correr melhor. Como era a primeira corrida longa em meses, preferi não arriscar muito e ver como o corpo se comportaria. O resultado foi bem positivo.

Os dias seguintes da prova em Brasília foram muito piores do que os dias seguintes após a Meia de Florianópolis. Em Brasília, as panturrilhas e as pernas sofreram muito mais. Acredito que a subida de 5 km tenha bastante influência nisso. Em Floripa, as panturrilhas e pernas sofreram menos. Não sei se foi o corpo acostumando com a sofrência ou se foi por ser mais plano. Talvez as duas coisas. Em Floripa, o que incomodou mais foi a sola do pé. Por correr mais rápido e ser mais plano, fiz uma bolha e tive algumas dores na parte final da meia.

Na Meia de Florianópolis, já sabendo que não enfrentaria nenhuma subida muito complicada, queria correr mais rápido. Diferente de Brasília, teve sol e calor, principalmente na parte final. Foi um fator complicador para terminar a meia, mas o principal motivo de ter feito um tempo aquém do esperado foi o treinamento não muito específico e um pouco da falta de confiança. Pelo menos, saiu o melhor tempo do ano e a certeza que agora posso tentar retomar os treinos de velocidade e de ritmo. Cada uma das meias teve suas características, de bom e de ruim. Tendo isso em conta, vou programar o ano que vem. Ainda não faço ideia de onde focar em 2017.

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Rumo a Brasília

No momento em que você lê este texto, provavelmente já devo estar no aeroporto, no avião ou em Brasília. Chego sexta de manhã e só vou embora segunda à noite. Serão quatro dias na capital do país para passear, comer e participar da Asics Golden Run. Devo pegar o kit da corrida ainda na sexta, aproveitar para sair do aeroporto e ir direto lá.

Aliás, o local da retirada de kit melhorou muito em relação ao ano passado. Este ano é no Centro de Eventos Brasil 21, muito mais fácil de chegar. O ônibus executivo que sai do aeroporto a cada 30 minutos tem como um dos seus pontos de parada exatamente o Centro de Eventos. O valor é de R$ 10,00. Qualquer pessoa que venha do aeroporto pode pegar o kit indo de ônibus, que faz um itinerário que passa pelos pontos turísticos da cidade.

Segunda ainda estarei em Brasília e dificilmente vou conseguir postar alguma coisa sobre a corrida no blog. Talvez na terça, mas é mais provável na quarta ou quinta. Vou incomodar um pouco minha tia e alguns ouvintes do podcast que encontrar por lá. Se der certo, faremos alguma coisa sábado à noite. Ainda, se eu me acertar com a câmera do celular, vou conseguir fazer vídeos para o canal do YouTube.

Domingo tem a meia maratona e o meu primeiro objetivo é o sub 2h. Aliás, este é sempre o primeiro objetivo. Tem que ser dali para baixo. Na quinta, fiz um treino mais rápido, como teste, e foram 45 minutos a 5:26 min/km. Gostaria de pelo menos repetir este ritmo na Golden Run. Ou correr mais rápido. Como me conheço e sei que vou quebrar no eixo, por ser subida e por não ter treinado subida, já tenho uma ideia do que pretendo fazer.

Até o km 8, quase 9, é praticamente só descida. É aí que vou tentar ganhar um pouco de tempo. Quanto? Não faço ideia. O sonho seria correr estes 8 km em menos de 40 minutos, mas se for abaixo de 44 minutos também serve. Na subida do eixo vou tentar morrer pouco e não deixar o ritmo cair tanto. A subida termina um pouco depois do km 14. Com isso, espero que sobre alguma energia a partir do km 15 para concluir a meia e aproveitar as últimas descidinhas.

Tenho a impressão que chegarei ao fim do eixo bem esgotado, só que pior do que no ano passado. Em 2015 ainda estava melhor preparado e fiz mais treinos longos com subida e descidas. Está muito parecido com a Golden Four de 2013, quando o ritmo caiu bastante depois da subida do eixo. Ano passado, o ritmo até caiu, mas consegui sustentar mais baixo, ainda que bem sofrido. Domingo será minha terceira vez em Brasília. Acredito que será o pior tempo da trilogia.

  • 03/11/2013 – 1:50:14 – Garmin
  • 08/11/2015 – 1:41:09 – Garmin
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A mesma coisa diferente

Em 2015, minhas duas últimas meias maratonas foram a Meia de Florianópolis e a Golden Four Asics Brasília. Uma aconteceu no dia 11 de outubro e a outra no dia 8 de novembro, respectivamente. Pois bem. Este ano aconteceu quase a mesma coisa com as mesmas provas, só tivemos as ordens alteradas.

A prova em Brasília manteve a tradição de ser no segundo domingo de novembro. Já a Meia de Florianópolis só teve sua confirmação em julho e a data ficou uma semana depois da Asics Golden Run Brasília. Como já estava inscrito na Golden Run e o primeiro lote da Meia de Florianópolis estava muito convidativo, fiz a inscrição.

Além do valor em conta, a prova me traz ótimas recordações e imaginei que em novembro já estaria em condições de correr uma meia novamente. Duas, no caso. Então, este ano tem dia 13 de novembro a Asics Golden Run e dia 20 de novembro a Meia de Florianópolis. É como o Anderson falou em um comentário no VlogEnio, é tipo um back to back.

Ano passado terminou em Brasília e este ano começa lá, terminando em Florianópolis, onde começou em 2015. É quase a mesma coisa, mas é diferente. Este ano estou menos preparado, diversas pequenas lesões me deixaram mais tempo parado do que gostaria. Pelo menos, se não chego 100%, chego sem dores e com uma boa perspectiva. Os longos e treinos foram feitos. Vamos ver o que a primeira prova desse back to back me reserva.

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Quase confiante e o passado

Aqui estamos, novembro de 2016, penúltimo mês de um ano bem complicado. Foi um ano de adaptações, como eu já esperava, e de algumas lesões, que eu não esperava, mas achava que pudessem acontecer. Entre abril e julho, minha regularidade nos treinos foi bem regular, no sentido de não quase não ter corrido. Foram poucos dias de treino e poucos treinos bons, de qualidade.

Neste tempo, ainda consegui correr a Meia de Floripa, mas sem a preparação adequada. A partir de agosto, os treinos começaram novamente a ser mais frequentes. Todas as dores foram se dissipando. É até estranho ter conseguido correr setembro e outubro, com treinos longos, sem sentir as dores tão frequentes este ano.

Chego em novembro com duas meias maratonas pela frente e a certeza de que estou melhor preparado e mais confiante. Melhor preparado porque nos últimos dois meses consegui treinar diversas vezes sem sinais das dores que me atormentavam. Mais confiante justamente por isso. Outubro foi, até agora, um mês libertador. Corri bastante e não senti nada.

Sei que faltaram treinos de qualidade, de velocidade, mas meu objetivo até a Volta da Pampulha é simplesmente conseguir correr nos treinos de forma confortável, sem dor e, se possível, inserindo algumas acelerações. Ainda não consigo dizer que estou 100% pronto e que não lembro mais das dores. Enquanto corro, um pé vai na frente do outro, mas na cabeça fico com um pé atrás.

Acredito que os grandes testes serão essas duas meias maratonas em uma semana. Não era bem o planejado, mas a culpa é mais do calendário de corridas do Brasil do que minha. Para essas duas provas, estou me apegando mais ao passado do que ao presente. Em 2013, entre janeiro e março, fiz basicamente rodagens, foi tipo um período de base, com poucos treinos intervalados.

O resultado foi uma Meia de Florianópolis, dia 24/03/2013, em 1:43:50, meu recorde na época em meias. Até saí pensando no tempo, mas ritmo simplesmente foi encaixando. A bem da verdade é que aguentei só até o km 14, provavelmente pela falta de treinos mais longos e mais rápidos. Mesmo assim, foi suficiente para fazer o primeiro sub 1h45 da minha vida.

Desta vez, tenho os meses de setembro, outubro e um pouco de novembro com bastante volume e pouca velocidade. Pelas pequenas amostras que tive, é improvável conseguir algo abaixo de 1h50, mas isso não quer dizer que eu não gostaria de fazer ou de tentar. Vamos ver o que Brasília e Florianópolis reservam. A primeira meta é sub 2 horas e o resto vai depender do dia.

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Melhor 2 meias do que 31 dias

Com a proximidade da Asics Golden Run e da Meia de Florianópolis, além do bom andamento dos treinos em setembro, decidi que em outubro poderia aumentar gradativamente as distâncias. Quando outubro começou, tinha em mente o objetivo de correr o máximo de dias possíveis. Já que não estou fazendo muitos treinos intervalados, a qualidade e a intensidade são uma parte menor. Investi, então, no volume.

Correr bastante, nem que fosse mais devagar, pelo menos daria um lastro para aguentar uma meia maratona. E assim foi. Quando vi, estava já no dia 7 de outubro correndo pelo sétimo dia seguido. Foi aí que me dei conta que poderia tentar correr todos os dias do mês de outubro. A maioria das rodagens eram curtas e fazia alguns treinos mais longos.

Com essa nova meta, corri até em dias de chuva, coisa de 30 minutos, mas corri. E fui adiante. Cada dia a mais correndo era um dia a menos para o fim do mês. Só que as rodagens mais longas ficaram maiores, coloquei algumas acelerações e subidas no meio e no dia 21 de outubro tive que interromper a meta de outubro.

Depois de 1h35 correndo, com subidas, descidas e acelerações, e com o trote do dia seguinte, não tive condições de correr na sexta. Além do cansaço nas pernas, tinha dormido pouco e não tão bem nas outras duas noites. Nada ajudou o corpo a se recuperar adequamente. Assim, pensando no longo de sábado, optei por não correr na sexta. Correr nos 31 dias de outubro não seria mais possível.

É complicado desistir de um pequeno desafio pessoal quando já fez mais de 60% dele, mas tive que ser mais racional. O treino de sábado, por exemplo, de 1h43, rendeu muito melhor. Estava mais descansado e mais disposto. Pensei também nas duas meias. Não adiantaria nada conseguir correr os 31 dias de outubro e chegar sem condições de completar bem as meias maratonas.

Optei por descansar e, quem sabe, concluir a Asics Golden Run Brasília e a Meia de Florianópolis de forma satisfatória. Chegar cansado e com risco de me machucar não está nos planos. Quebrei a sequência de 20 dias seguidos, mas ganhei uma folga. Depois que a sequência termina, fica mais fácil ter outros dias de folga. Corri sábado, domingo e segunda e ontem me dei mais um descanso. Parece que com isso acertei a fadiga e os treinos.

Essas pequenas metas de correr durante um mês inteiro vão ficar pelo caminho. Talvez em dezembro tente algo do tipo, mas é improvável. O plano ainda é correr o máximo de dias possíveis. Seguindo isso, o mês de outubro ainda nem terminou e já é o mês que mais corri este ano, superando inclusive março, que estava no topo da lista. As dores e os medos são quase ausentes e as perspectivas para as meias de novembro melhoraram. Acredito que ainda não seja possível o tempo dos meus sonhos, mas tem tudo para ser melhor do que a Meia de Floripa.

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Meia por inteiro

Hoje é o dia seguinte de um ano do meu recorde na meia maratona. Foi no dia 11 de outubro de 2015 que saiu o tempo mais lindo da minha vida até então. Simplesmente aconteceu e foi a melhor meia da minha vida. A prova toda o ritmo foi encaixado. Mesmo quando senti o cansaço, o ritmo ficou constante. Não foi planejado, nem era muito o foco, mas saiu.

Fiz até dois posts nos dias seguintes contando um pouco de como foi a 11ª Meia Maratona de Florianópolis. O primeiro post contou um pouco do antes da meia, o que aconteceu na sexta e sábado e um pouco do que planejava para o dia da corrida. O post seguinte conta a meia em detalhes. E aí é tudo bem detalhado mesmo. Tem sobre a prova, as parciais a cada 5 km e a cada 7 km, a alimentação e o Garmin.

Vale a pena você que ainda não leu ir lá para ver como foi. Talvez algo como aquele tempo e texto nunca mais se repita. As expectativas para as próximas meias não são tão animadoras assim. Dia 13 de novembro tem a Asics Golden Run em Brasília e dia 20 de novembro tem a 12ª Meia Maratona de Florianópolis.

Pouco mais de um ano depois, acontecerá novamente a prova que me deu o recorde pessoal na meia. Aliás, no meu top 5 de tempos em meias, dois são nesta prova. Ano passado, a Meia de Florianópolis e a Golden Four DF foram as últimas meias que fiz inteiro. Em 2016, assim como em 2015, as duas provas serão as minhas últimas meias do ano.

A diferença é que os treinos estão encaixando só agora, sem dores. Não vou com muitas pretensões, mas espero que tudo continue indo bem para, quem sabe, no dia dessas duas provas conseguir um tempo que me deixe satisfeito. Na Meia de Floripa, não tinha totais condições e o final foi sofrido. Nestas duas próximas meias, quero pelo menos terminar bem. Se for um tempo bom, melhor ainda.

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26 meias depois

Depois de domingo, cheguei a marca de 26 meias maratonas. Números, números, números. Gosto dos números. Então, lá vamos nós. Comecei em 2011. Podemos dizer que estou na sexta temporada de meia maratona. Até agora, foram 5 em 2011, 5 em 2012, 6 em 2013, 3 em 2014, 6 em 2015 e 1 em 2016. O tempo média de todas as meias é 1:52:12, o que dá um ritmo médio de 5:19 min/km. A meia de domingo deu uma aumentada nessa média. Antes era de 1:51:56.

O objetivo no futuro é melhorar essa média cada vez mais. A Meia de Floripa ficou em 22º no ranking das provas realizadas. Para ter ideia, só ganhou de quatro meias, justamente as de 2011. Em 2011, corri 5 meias, sendo que 3 acima de 2 horas (as únicas da vida), uma em 1:59:02 e outra em 1:58:10. Então, se domingo eu tivesse ido com esse tempo na cabeça, talvez melhorasse um pouco a posição da Meia de Floripa.

O curioso é que a 21º no ranking tem o tempo de 1:58:51. Por 4 segundos, a Meia de Floripa ficou em 22º. Preciso definir um critério de desempate para quando isso acontecer. Por enquanto, foram só coisas de segundos de diferença. Mais para a frente vai acontecer algum empate. Das 26, 1 é sub 1h40, 7 sub 1h45, 11 sub 1h50, 14 sub 1h55 e 23 sub 2 horas. A faixa entre 1h55 e 2h é onde tem mais provas, com 9 corridas.

Pelo que se apresenta no resto de 2016, terei apenas mais uma meia. Parece que vai ser o ano com menos meias maratonas realizadas. Vamos ver se as próximas consigo colocar no top 10. Ainda tem margem para melhorar e colocar novas meias nos lugares mais altos do ranking.

Fiz um post ano passado depois da Golden Four DF com todas as meias realizadas. Depois de domingo, o ranking foi atualizado:

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Meia para recomeçar

meiaDomingo corri minha segunda prova no ano. Mesmo que não tivesse o problema de lesão, era isso o programado. A participação em corridas está dentro do planejado. O tempo da meia é que não era para ser tão alto, mas as circunstância levaram a isso. Tudo bem. O que valeu foi ter feito a sexta Meia de Floripa seguida.

Este ano e o ano passado tiveram coisas em comuns. Por razões diferentes, nesses dois anos, tive problemas de lesão. Em 2015 foi muscular, na perna direita. Voltei aos treinos aos poucos e fiz a primeira corrida do ano na Meia Maratona de Balneário Camboriú. Foi uma prova em que fui com o mesmo sentimento da Meia de Floripa este ano.

Parecia que já estava tudo bem, mas ainda havia o medo de sentir alguma coisa. A diferença é que ano passado consegui fazer treinos constantes antes da prova e fui um pouco mais preparado. Até um longo de duas horas uma semana antes aconteceu. A meia do ano passado terminei em 1:55:32 e foi o início dos treinos constantes e de uma boa evolução nas corridas até novembro.

Agora, em 2016, novamente apareceu uma meia maratona para (tentar) recomeçar. Foi mais tarde, já na metade do ano, mas a perspectiva é que o segundo semestre seja mais constante nos treinos e sem dores. As rodagens ainda não são muito longas, mas é o primeiro passo dos muitos passos que pretendo que aconteçam nessa metade final do ano.

Não sei se vou conseguir correr no nível das meias do ano passado. Pelo calendário de corridas, só terei mais uma meia, a Asics Golden Run em Brasília, dia 13 de novembro. Por enquanto, apenas uma chance. O foco é correr e correr, sem sentir dor. O tempo mais baixo virá como consequência. Se não vier, vai ser uma boa base para 2017. Vamos ver o que acontece.